Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

28
Abr 20

Em Portugal das 948 Vítimas Mortais, 0% tendo entre 0/39 anos,

13% entre 40/69 anos e 87% 80 anos ou mais.

 

No 59º dia de registo (dados da DGS) da Pandemia do vírus SARS-CoV-2 (responsável pela doença Covid-19) e quando os responsáveis do nosso país se preparam para a não renovação do Estado de Emergência (pela meia-noite do próximo dia 2 de maio), atinge-se esta terça-feira (28 de abril) o número de vítimas mortais (VM) mais baixo (20 VM) desde o registado há 22 dias atrás: ocorrido no dia 6 de abril com 16 VM. Com o valor máximo registado ─ o Pico Máximo de VM ─  a ter ocorrido a 3 de abril e com a primeira evidência dessa tendência a poder ter sucedido a 23 de março.

 

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A nível das sete regiões em que foi dividido o país (pela DGS) com o Norte a deter o maior número de VM com 546 (57,6%) ─ em Portugal o centro da Pandemia com mais de metade das VM seguido da região Centro com 194 (20,5%) e de Lisboa e Vale do Tejo com 185 (19,5%) ─ e com a Madeira a ser a única região a não ter declarado nenhum óbito (0%). Na região do Algarve assinalando-se 12 VM (1,3%). E com a taxa de mortalidade (provisória) em Portugal (continente e ilhas) de momento nos 3,9% ─ a nível Global nos 6,9%.

 

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Numa análise Global abrangendo os cerca de 200 países e territórios do nosso planeta, com o Top 10 das vítimas mortais a incluir 6 países da Europa (60%), 2 da América (20%) e outros dois da Ásia (20%): no topo da tabela (Top 10) estando os EUA de DONALD TRUMP (mais de 57 mil mortes) ─ liderando no Hemisfério Norte ─ e na base o BRASIL de JAIR BOLSONARO (mais de 4,6 mil mortes) ─ liderando no Hemisfério Sul. E a nível dos 5 continentes liderando em cada um dele os EUA, a Itália, o Irão, a Argélia (437 VM) e a Austrália (84 VM).

 

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E com o “bicho-corona” tendo já atravessado todo o Hemisfério Norte ─ responsável pela grande maioria do total de vítimas mortais ─ e entrado no Hemisfério Sul, parecendo à primeira vista o “bicho-corona” não se “dar tão bem” como no Norte, não tendo para já provocado as consequências catastróficas que muitos previam e temiam: apenas estando bem ativo no Brasil e tal não espantando infelizmente ninguém, ou o seu Presidente não fosse o “TRUMP SUL-AMERICANO” (uma réplica do original, com um molde do pior). Seguindo o esperado e quanto a Portugal iniciando-se uma 2ª fase, depois de “fechados em casa” (a 1ª) a fase de “Desconfinamento” (passando-se de Estado de Emergência ─ e para já ─ para Estado de Calamidade).

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:23

Com o asteroide 1998 OR2 (52768) a poucas horas de atingir o seu periélio,

 

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Asteroide 1998 OR2 como observado pelo radar

do Observatório de Arecibo localizado em Porto Rico

 

─ A pouco mais de 150.000.000Km do Sol e aproximadamente a pouco mais de 6.000.000Km da Terra, ou seja, 25X mais perto do planeta do que da estrela, transformando-o não só num NEO (objeto passando nas proximidades da Terra) como num PDA (dada a sua proximidade com o nosso planeta, podendo existir sempre algum tipo de interferência ou até num caso extremo de impacto) ─ previsto para se concretizar na próxima quarta-feira (29 de abril) ─ um “calhau” com quase 2,5Km de diâmetro deslocando-se a pouco menos de V = 9Km/s ─ felizmente e apesar da relativa proximidade (e até pela sua grande dimensão) sem perigo de impacto com a Terra (restando esperar pelo espetáculo, aos astrónomos pelo mesmo proporcionado), podendo-se dirigir a nossa atenção para um outro objeto igualmente em aproximação ao Sol, neste caso o cometa Atlas (C/2019 Y4) ─ descoberto no final de dezembro de 2019 ─ no próximo dia 31 de maio atingindo o seu periélio: a pouco mais de 39.000.000Km do Sol (e bem mais distante da Terra ─ umas 3X ─ a uns 117.000.000Km).

 

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Cometa ATLAS (C/2019 Y4)

depois de se desintegrar em quatro fragmentos (A,B,C e D)

 

Um cometa inicialmente sendo um ─ C/2019 Y4 (ATLAS) ─ mas, agora e depois de se fragmentar ─ no final do mês de março de 2020  ─ sendo quatro ─ C/2019 Y4-A (ATLAS), C/2019 Y4-B (ATLAS), C/2019 Y4-C (ATLAS) e C/2019 Y4-D (ATLAS): deixando de novo muitos astrónomos (e observadores interessados, curiosos) desiludidos com o sucedido, pois esperando (no mínimo) um interessante espetáculo (talvez mesmo visível a olho nu) vendo agora o seu brilho a desfalecer não sendo visível da Terra. E com todos os 4 fragmentos a decair (no brilho, aquilo que os torna visíveis) com o fragmento C e D já quase invisíveis, restando o A e o B ainda visíveis com o auxílio de um instrumento ótico (por exemplo um telescópio) ─ com todos passando (tal como o original) a cerca de 39.000.000Km do Sol.

 

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Manchas solares AR2760 (à esquerda) e AR2761 (à direita)

Uma oriunda do 24º a outra do 25º ciclo solar

 

E aproveitando a ocasião e o site SPACE WEATHER (TIME MACHINE) [spaceweather.com] ─ falando-se ainda um pouco sobre outros dois tipos de fenómenos ocorrendo à nossa volta (para além da partilha do Tempo, tendo o Espaço em comum), um exterior à nossa influência (da raça dominante neste planeta, os terrestres) o outro como consequência direta da nossa presença ─ ou sendo mais correto, da sua ausência: sendo eles (os fenómenos ocorridos no Sistema Solar) sobre a atividade do SOL e sobre a conversa JÚPITER/IO. No caso da atividade do Sol ─ localizado a 150.000.000Km da Terra ─ e sabendo-se o mesmo estar em mudança de ciclo (cada um durando cerca de 11 anos) e com fraca intensidade (mudança do 24º para o 25º Ciclo Solar) ─ até agora com a ação dos raios cósmicos, a superarem os oriundos do Sol ─ com duas manchas na sua coroa solar a surgirem no seu hemisfério sul (com polaridades diferentes), uma delas vindo do 24º (AR2760) a outra formada já durante o 25º (AR2761): algo considerado normal (sendo um fenómeno expetável) nestas passagens de ciclo, mas por vezes podendo provocar algumas CME mais intensas e dirigidas à Terra (com maior ou menor consequências).

 

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Escutando o diálogo elétrico entre Júpiter e uma das suas luas Io

através da radioastronomia

 

Já no caso de Júpiter e nesse fenómeno incluindo uma das suas luas Io ─ distando ambos aproximadamente (hoje) uns 730.000.000Km da Terra ─ graças ao SARS-CoV-2 (não sendo um objeto espacial, mas um vírus terrestre) e ao seu rasto Covid-19, imperando no Espaço o Silêncio e ouvindo-se via rádio a conversa entre dois astros (integrando connosco este Sistema Planetário): com muito menos barulho ocultando o diálogo (oriundo de viaturas, aviões, motores, pessoas, etc.), ainda por cima sem a sobrecarga de uma ação solar mais intensa (com o Sol atravessando um mínimo), escutando-se perfeitamente o “diálogo” entre o Gigante e uma das suas luas ─ tal como o afirma o site [saceweather.com], estabelecido entre a atmosfera de Júpiter e a sua (uma das 80 ou mais) lua vulcânica Io.

 

(imagens: spaceweather.com ─ earthsky.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 09:38

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