Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

04
Fev 21

Ryan Heshka was born in Brandon, Manitoba and raised in Winnipeg at the end of the "lo-tech" era.

 

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Drawing from early influences too numerous to list, he ended up working in the fields of interior design and animation before his current career as an illustrator.

 

Represented in North America, Europe and Asia by Kate Larkworthy Artist Representation Ltd., he resides in downtown Vancouver.

 

(ryanheshkastore.bigcartel.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:38

Quando julgava estar a assistir no céu (nas proximidades do aeroporto de Richmond, capital do estado da Virgínia/EUA) a um espetáculo de nuvens noctilucentes (“nuvens que brilham de noite”/wikipedia.org), eis que na realidade o que estava a observar (o norte-americano Curt Morse) era o resultado de um fenómeno artificial:

 

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Rocket clouds

(as nuvens artificiais)

 

Com este tipo de nuvens nunca aparecendo no Hemisfério Norte nesta altura do ano (spaceweather.com) nunca podendo estas ser definidas (ao aparecerem) como um fenómeno natural, restando apenas e como única alternativa a intervenção humana.

 

Cenário construído em torno de um evento levado a cabo no dia deste registo fotográfico (4 de fevereiro), o lançamento de um foguetão por parte da agência espacial privada Space X, de mais 60 satélites de comunicação (e internet) Starlink:

 

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Noctilucent clouds

(as nuvens naturais)

 

Apresentando-nos no céu noturno nuvens brilhantes, como resultado da ação na atmosfera dos gases de exaustão do foguetão.

 

[“As nuvens noctilucentes podem ser vistas somente à noite. São formadas nas imensas altitudes de 75/90 km. As primeiras registadas foram em 1883, alguns anos após a erupção do vulcão Krakatoa, o que faz certos estudiosos afirmarem que as nuvens noctilucentes e os vulcões estão relacionados.”] (kidbentinho.com)

 

(imagens: Curt/spaceweathergallery.com e wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:31

A 28 de janeiro de 2021 podendo-se ter atingido o pico máximo de infeções e de vítimas mortais desta nova vaga de Covid-19 (em Portugal). Deixando ainda alguma esperança para o arranque (este ano de 2021, suspenso o anterior) da indústria turística algarvia.

 

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225 mortos e 7914 infetados por coronavírus

nas últimas 24 horas em Portugal

(cmjornal.pt/04.02.2021)

 

Aparentemente com o nº de infetados e de vítimas mortais por Covid-19 a nível Europeu a estabilizar ─ apontando os números registados nestes últimos dias para uma tendência consistente de descida ─ em Portugal e tendo-se já atingido o pico máximo de infeção (em 28 de janeiro), não existindo nenhum tipo de sobressalto (inesperado ou nem tanto, até pelo aparecimento de novas estirpes do vírus), podendo-se estar já no caminho descendente desta nova (para uns a 2ª para outros a 3ª) vaga pandémica.

 

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Quadro 1

(até 03.02.2021)

 

Nesta quinta-feira (4) e mantendo-se a tendência de descida, registando-se +7.914 infeções e +225 vítimas mortais por Covid-19 (53% desses óbitos declarados na região de Lisboa e Vale do Tejo); com menos doentes internados (6.496 menos 188) e em cuidados intensivos (863 menos catorze). Na região do Algarve com +387 infetados e 4 vítimas mortais (totalizando agora 234 óbitos). E com o vírus SARS CoV-2 parecendo em desaceleração, podendo-se desde já prever aproximadamente uma data para o desconfinamento e o regresso à “nova normalidade”. Com as aulas presenciais arrancando (na melhor das hipóteses) nunca antes do início do 3º período. No fundo tudo dependendo de nós (e da capacidade do SNS), das vacinas (e da luta comercial este/oeste) e das variantes (ou estirpes do vírus mais ou menos contagiosas/infeciosas).

 

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Quadro 2

(até 03.02.2021)

 

No entanto ressalvando-se para a obtenção dessa previsão (data do desconfinamento), a eficácia das vacinas (para já nove aprovadas) e a ação das novas estirpes/variantes do vírus (mais rápidas no contágio/infeção e alargando a sua ação a outras faixas etárias, mais jovens). Assim sendo (de uma forma simples/algo rudimentar): se na vaga anterior surgiram as primeiras infeções/óbitos pelo início do mês de março, se atingiu o pico em abril, tudo se acalmando pelo mês de maio e atingindo a normalidade em junho (num percurso de 4 meses), nesta vaga agora em curso e por cá há 4 meses, esperando-se a “nova normalidade” (o seu regresso) lá para o mês de maio (final) ou de junho (início).

 

Esperando-se que com um processo correto, nada tendo a ver com o que agora se passa (agora com a caça ilegal às vacinas).

 

(imagens: cmjornal.pt e worldometers.info)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:39

Intermediando com dias de chuva (temperaturas mais moderadas), com um mês de fevereiro podendo-nos colocar sob o efeito de uma prolongada onda de frio (temperaturas mais baixas).

 

[6/7 de fevereiro a 19 de fevereiro.]

 

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Meteorologia a 6/7 de fevereiro

 

Com uma frente de ar frio a começar de novo a invadir a Europa do Norte e Oriental, aproximando-se e atingindo mais fortemente Portugal pelo dia 6 de fevereiro (sábado) ─ às primeiras horas e estendendo-se por todo do dia ─ e abandonando-nos logo por volta do fim (pelo entardecer) do dia seguinte (domingo, 7).

 

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Meteorologia a 7 de fevereiro

 

Mas no decorrer destes quinze dias (até 19 de fevereiro) com intervalos (sempre de poucos dias) seguindo-se outros impactos, com mais ondas de frio.

 

Por cá (Albufeira) e por essa altura (6/7 de fevereiro) estando prevista chuva sob a forma de aguaceiros,  registando-se igualmente as temperaturas mínimas mais baixas (8°C/7°C).

 

(imagens: gfycat.com/TW/watchers.news)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:42

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