Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

08
Fev 21

Vivendo numa imensidão (dependendo de onde se vê) como é o nosso planeta (um ponto no infinito) ─ podendo o mesmo ser definido, como um universo entre muitos ─ apesar de termos no molde o retrato da nossa dimensão (indefinidamente replicada),não resistindo à tentação de há procura de marcos (referencias pretensamente justificativas, necessárias para o impulso),olharmos mais para além (para o espaço exterior à Terra) na busca incessante de respostas (talvez à nossa imagem, mas ultrapassando a matéria).Sendo nómadas viajantes com sede de aventura (e sede de movimento, sinónimo de estar vivo) à procura de um espelho mostrando-nos outros mundos. Por cá e à vista de todos (imposto o sedentarismo, seja físico ou mental) impondo-se o reino da morte.

 

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Superfície da Lua ─ Proximidade da Cratera Aristarco ─ 26.01.2021

(c/ os 4 objetos na imagem aparecendo à esquerda, nos dois registos à direita

alinhando-se e começando a desaparecer no interior da cratera)

 

Num dos seus períodos de observação (atenta) do espaço que rodeia o nosso planeta (com o seu instrumento ótico) ─ registado pelo “Observador-dos-Céus” identificado como UFOvni2012 ─ a afirmação feita pelo próprio aquando da observação do nosso único satélite natural a Lua, da presença de quatro objetos brilhantes (estranhos) movimentando-se sobre a superfície da mesma:

 

Segundo esse mesmo registo um encontro localizado nas cercanias da cratera (de impacto lunar) Aristarco, uma formação mais profunda que o Grand Canyon (na Terra) e uma das mais brilhantes à superfície da Lua.

 

Com os quatro objetos (segundo o observador/segundo as imagens) aparentemente alinhando-se e posteriormente desaparecendo no interior da cratera (sugerindo algum tipo de presença) e a partir daí, socorrendo-se desses quatro pontos luminosos (na observação) inseridos numa superfície acinzentada (para o escuro) e com pouca definição ─ partindo-se para a existência e para a utilização de outras tecnologias mais avançadas (comandadas por entidades superiores desconhecidas) terrestres ou extraterrestres.

 

Não passando a Lua de um mero entreposto estratégico, tão visível como descartável, pelo menos para a maioria de nós (ou então sendo-o para todos tratando-se de alienígenas).

 

E com o nosso observador a sugerir-nos a seguinte conclusão (mais difícil por terrestre):

 

“This footage of the four UFOs disappearing into the crater could be proof that underground operational bases on the moons (once set up by the earth's superpowers) are real, of which one such a base is located inside the Aristarchus Crater.” (ufosightingshotspot.blogspot.com)

 

(imagem: Sky-watcher UFOvni2012/ufosightingshotspot.blogspot.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:54

Num novo e consecutivo dia (pelo menos alguns, mas importante fator de esperança) em que Portugal relativamente à Pandemia Covid-19 (agora numa nova vaga) continua para já clara e para nossa grande alegria a apresentar números notoriamente decrescentes ─ esta segunda-feira 8 de fevereiro registando +2.505 novos casos de contágio (ontem +3.508) e +196 óbitos (ontem +204)

 

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Atingido o pico máximo de internamentos/vítimas mortais,

c/ os hospitais portugueses após ultrapassarem várias vezes o seu limite

a extravasarem de doentes, sendo colocados em ambulâncias.

 

Podendo-se ainda ter como objetivo real (não como sonho ou miragem), apesar do trágico momento já vivido nesta nova fase da pandemia (evolutiva e no presente numa 2ª/3ª vaga) ─ de bom exemplo mundial numa 1ª fase (no nº total de contágios/infeções) passando a péssimo exemplo mundial numa 2ª fase (disparando brutalmente o nº de infeções/nº de óbitos por dia e passando Portugal a um dos piores rankings Covid-19/nº diário infeções/óbitos ao longo de 7/14 dias) ─ chegar mais rapidamente do que se pensa ao momento do nosso Desconfinamento.

 

E com tal evolução podendo-se salvar ainda este país do caos (economia/emprego), estejam os portugueses mobilizados tal como na grande maioria (ao contrário dos políticos e apesar de todos os sacrifícios/sofrimento) se tem invariavelmente apresentado.

 

Desde que se cumpram certas regras (fáceis de interiorizar, até porque básicas/simples/eficazes e além do mais observáveis) e se ouçam os especialistas/epidemiologistas (não agregados ao poder na sua acensão/especialização), antecipando obrigatoriamente as opiniões, posteriormente repetidas e decretadas pelos nossos políticos (governantes). Como:

 

Nunca se esquecer das três regras básicas para o encerramento das cadeias de transmissão e para a interrupção dos contágios (por invisíveis e pequeníssimas gotículas) ─ uso de máscara, distanciamento social (e controlo de movimentos) e desinfeção das mãos ─ encarando o confinamento como uma necessidade (para estabilizar e recuperar o doente) e jamais desconfinando (estritamente por motivos económicos) antes do tempo (já que os mortos não produzem); como é, depois do desprezo pelos lares (abandonados os mais idosos à sua sorte, à morte), a insistência criminosa em manter as escolas abertas (ajudando a contagiar e atingir os menos idosos) e fechando-as, abri-las o mais rapidamente possível ─ quando como toda a gente sabe o encerramento das escolas não só contribuiu para o início da inflexão da curva (antes subindo, agora descendo) como para a consciencialização de todos os portugueses que o caso era mesmo grave.

 

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Ainda hoje com a maior taxa de mortalidade

a registar-se na região de Lisboa e Vale do Tejo (49%),

com o Alentejo & o Algarve a registarem respetivamente, 6% e 5%.

 

Aliviar restrições?

 

Segundo Carlos Antunes nunca se podendo pensar nisso estando-se ainda acima dos 2.000 contágios diários (ainda hoje acima, mas parecendo estar-se de vez no tão desejado bom a caminho) e por outro lado com Pedro Simas (falando em maior cautela) a ser mais restritivo apontando para os 700/1.400 casos/dia.

 

E tomando como boa (eu, um leigo) a opinião de dois especialistas (epidemiologistas) ─ como são Pedro Simas e Carlos Antunes ─ para desconfinar tendo de ter em conta, a média de casos diários, os valores de Rt e o nº total de testes feitos; assim como a disponibilidade de camas (nos hospitais) para internamentos (esperando-se não ultrapassar os 3.000, hoje ainda acima de 6.000) e cuidados intensivos (esperando não ultrapassar as 300, hoje ainda nos 865) de modo a suportar “a curva”.

 

E depois de uma subida abrupta (no nº de contágios e de mortes) podendo acontecer o contrário, mas agora na descida.

 

(imagens: Duarte Sa/Reuters/yahoo.com ─ covid19.min-saude.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:25

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