Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

27
Fev 21

No dia em que Portugal ─ depois de nesta 2ª vaga (há cerca de 4 semanas) ter alcançado um máximo de 303 mortos/diários ─ atinge os 33 mortos/diários (um nº já menor ao máximo atingido na 1ª vaga, 37). Com o número atual de internados (2160) e de doentes em cuidados intensivos (UCI) ─ em estado grave/crítico (492) ─ ainda a não satisfazerem Marcelo (por volta dos 1250/200).

 

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[No gráfico acima sendo bem evidente o acumular decrescente de valores, nos três parâmetros aí representados ─ com o vírus em trajeto descendente. Abaixo com o respetivo gráfico a servir para se tirar logo uma conclusão: sendo o vírus mais contagioso assim como mais infecioso (mais rápido na sua chegada e propagando-se mais aceleradamente), tornando-se mais intrusivo que o seu antecessor logo, mais mortal ─ no eixo vertical e em mortes indo de 303 a 33.]

 

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Estando-se no presente num trajeto descendente de influência do vírus SARS CoV-2 ─ com todos os parâmetros em clara tendência decrescente ─ com o cenário a curto-prazo indiciando para a partir do próximo dia 16 de março (fim deste novo estado de emergência) se iniciar uma nova fase Pandémica, agora em direção ao Desconfinamento: a 17 de março e tendo em atenção a Páscoa e o dito por Marcelo.

 

(dados: dgs.pt/1º gráfico ─ imagens: Produções Anormais e worldometers.info)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:44

Afinal que quantidade de água

devo beber por dia?

(Nuno Noronha/sapo.pt)

 

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“Uma regra simples é a de beber o suficiente para manter a sua urina clara. O corpo perde cerca de 10 a 12 copos de água por dia através da pele, dos pulmões, da urina e das fezes. A comida fornece dois a quatro copos de água, deixando-nos cerca de seis-oito copos de água para beber. Habitue-se a beber água liberalmente. Beba ao levantar, durante a manhã, a meio da tarde e antes do jantar. Beber um copo de água é como tomar um duche interno. Limpa o estômago e prepara-o para o seu trabalho.” (Nuno de Noronha/lifestyle.sapo.pt/27.02.2021)

 

Sabendo que o nosso corpo para trabalhar ─ tal como todas as outras máquinas, biológicas ou não (nem que seja para refrigeração) ─ necessita de combustível para funcionar ─ sendo o nosso corpo maioritariamente composto por água (70%), tal como a Terra é coberta por água (70%) ─ podendo ser no seu conjunto definido (o Homem, nós) como um Ser Vivo funcionando a água (o combustível), sendo natural que para funcionarmos na perfeição (ou perto disso) sem termos de recorrer a uma inesperada reparação (tal como fazemos com os nossos automóveis, fazendo por precaução, algum tipo de manutenção/revisão) ─ não forçando direta/indiretamente o motor (na sua base o coração) ─  estejamos sempre com o nosso reservatório nas condições ideais bem fornecido de combustível. Não se devendo recorrer a outros sucedâneos líquidos (da água) por serem por alguns considerados como tendo funções e desempenho semelhantes (como é o caso nos sólidos do chocolate e dos seus por vezes intragáveis sucedâneos) ─ apenas por serem líquidos, tendo a água como base, mas esquecendo (das funções) dos aditivos ─ estando-se antecipadamente a par do que acontece reduzindo a qualidade do combustível utilizado num automóvel (podendo provocar danos, na viatura e seu motor): e nessa lista negra encontrando-se no Top de consumo as bebidas alcoólicas e os refrigerantes, nunca se esquecendo que na base disto tudo (desta forma de pensar começando num ponto, generalizando-se para o espaço e transformando-se numa direção/moda quase obrigatória) por considerados menores (insignificantes) e sem intenção (alguns até podendo fazer bem à saúde), terão estado outras escolhas introduzidas inocentemente (sem pensar) e promovendo (esta linha de pensamento de base justificativa estritamente comercial) outros líquidos (alguns aceitáveis, a esmagadora maioria não) ─ uns até sendo bons (cafés/chás se moderadamente), outros indevidamente maus (sobretudo refrigerantes, até pela quantidade excessiva de açúcar) mas com todos eles a serem levados na mesma torrente (igualmente sendo mau).

 

Já reparou no que acontece frequentemente

quando vai comer a um restaurante?

Normalmente dão-lhe um copo de água e perguntam:

“E o que vai beber?”

(Nuno Noronha/sapo.pt)

 

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Corpo humano suportado por um composto líquido à base de oxigénio e hidrogénio (H₂O) podendo ser este visto (interpretado) como um combustível fazendo funcionar a máquina, da sua utilização/introdução até à sua correspondente filtragem/expulsão dependendo o seu melhor/pior rendimento: perdendo água e tal como num radiador (de automóvel) tendo que repor (p/ refrigeração) o nível de líquido necessário de modo a manter o equilíbrio (só nos rins podendo-se processar mais de200l de água/dia) ─ no nosso caso (Homem) e como espécie animal introduzindo e expulsando água (pela pele, pulmões, urina, etc.) ─ sabendo com eficácia o momento indicado para o fazer (manutenção do ciclo de água) evitando o aparecimento de determinados problemas técnicos (no homem/mulher como o odor corporal, o mau hálito e o ”xixi mal cheiroso”) e ainda sendo extremamente importante sabendo sempre escolher o produto salvaguardando no máximo a sua qualidade. Optando entre água canalizada e água engarrafada ─ dependendo da sua qualidade/preço ─ mas “sempre e sempre” tendo de se beber esse líquido, sagrado e sendo sinónimo de Vida (muita mais água do que, cerveja, vinho e refrigerantes): não para sobreviver (bebendo como um pisco) mas para viver (não deixando por falta de água esforçar em demasia o nosso organismo, prejudicando por falta de “limpeza” as suas respetivas funções).

 

Partindo de um artigo interessante de Nuno de Noronha ─ “Afinal que quantidade de água devo beber por dia?” ─ publicado em 27.02.2021 no SAPO STYLE (online).

[lifestyle.sapo.pt/saude/peso-e-nutricao/artigos/que-quantidade-de-agua-devo-beber-por-dia]

 

(imagens: visual.ly ─ express.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:19

By far, one of the best dummies we have ever seen.

To clarify, we are referring to this fake passenger. 😂

“Nice try, driver. Here’s your ticket!”

(Ofc. S. Sullinger/chp_baldwinpark/instagram.com)

 

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Momento registado por uma patrulha da Califórnia,

apresentando-nos o passageiro colocado ao lado do condutor,

podendo até ser um semelhante deste último:

um manequim.

 

Tendo já conhecimento da existência, de veículos automóveis sem condutor, podendo circular completamente vazios, ou transportar no seu interior pessoas, não sendo propriamente notícia, pelo espanto possivelmente causado e pela aparência do apresentado (aqui sentado no “lugar do morto””), estarmos perante um caso normal, de um veículo automóvel sem condutor, assim como sem passageiro: com este a ser substituído ─ talvez como ultimo recurso de segurança, de modo a proteger o condutor e/ou o passageiro, de acidentes/incidentes ─ por um manequim. 100% de proteção só mesmo nos USA.

 

(imagem: chp_baldwinpark/instagram.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:39

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