Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

06
Mai 13

Simulação do lançamento do foguetão Unha-3

 

Apesar de todo o secretismo que envolve o programa de mísseis norte-coreanos, facto que vai deixando toda a comunidade mundial mergulhada numa embrulhada de dúvidas e de suposições inquietantes, a realidade é que actualmente os especialistas do ocidente já conhecem bastante bem muitos dos principais pormenores, sobre os foguetões e mísseis da Coreia do Norte.

 

Baseado na tecnologia soviética utilizada anteriormente nos mísseis SCUD e introduzida no país nos já distantes anos setenta, o desenvolvimento ao longo dos últimos anos do seu programa militar, originou o aparecimento de mísseis maiores e mais poderosos. No entanto a sua precisão é muito baixa não sendo por esse motivo muito fiável a sua utilização para atingir alvos militares, mas podendo no entanto causar muitos e gravíssimos danos se o alvo for uma grande cidade. Um dos seus mísseis terá um raio de acção de mais de 1.000 km com uma precisão de 3/4 km.


Lançamento real do foguetão Safir-2

 

A Coreia do Norte mantém uma colaboração muito estreita com o Irão no desenvolvimento dos respectivos programas tecnológicos sobre foguetões e mísseis, bem patentes na semelhança existente entre os seus foguetões Unha-3 (norte-coreano) e Safir-2 (iraniano).

 

Por outro lado este país asiático juntou-se recentemente ao clube de países capazes de colocar satélites em órbita da Terra, ao fazê-lo com um pequeno satélite lançado pelo seu foguetão Unha-3.


Tongchang-ri – Local de lançamento dos mísseis

 

Quanto ao seu proclamado poderio militar e agora que este país ameaça mais uma vez com um ataque nuclear a sua vizinha Coreia do Sul e até algumas cidades norte-americanas como Washington, o que se conhece é que as suas armas nucleares ainda se encontram num nível relativamente primitivo de desenvolvimento, apesar de existir sempre a possibilidade da Coreia do Norte – com a tecnologia de que dispõe e possuindo já algumas ogivas nucleares – atacar nuclearmente a sua vizinha do sul.

 

Quanto aos EUA as ameaças serão pouco credíveis, mas difíceis de ignorar.

 

(imagens e notícia a partir de space.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:29

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