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2º Verão Covid-19 (2021)

Domingo, 08.08.21

Neste 49º dia de VERÃO (de um total de 93), a indicação gráfica da evolução da Pandemia COVID-19 na região do ALGARVE (2º Verão Covid-19), a nível de INFETADOS/DIA e de ÓBITOS/DIA durante os primeiros 49 de 93 dias (quase 53%) desta estação.

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Algarve

Verão 2021

 

Podendo-se já ter ultrapassado na região o pico máximo de atividade desta última vaga Covid-19 (entre a 2ª/3ª semana de julho) ─ com o nº de Infetados/dia tendencialmente em descida ─ mas com o nº de Óbitos/dia a não refletir ainda essa tendência, ainda no passado dia 6 de agosto (passada sexta-feira) registando-se 4 óbitos (tendo-se de recuar a 18 de fevereiro deste ano, para se encontrar um valor superior, com 6 óbitos).

Em Portugal e fazendo-se o ponto da situação (dados da DGS de 8, referentes ao fim do dia 7 de agosto) ─ hoje com +1.982 infetados (Algarve +224) e com + 10 óbitos (Algarve, +0) ─ com todos os parâmetros Covid-19 em descida (incluindo a taxa de Incidência e o índice de transmissibilidade), continuando-se a prioritária campanha de vacinação: segundo os últimos dados fornecidos pela DGS a caminho dos 5,5 milhões de completamente vacinados, ou seja, a caminho dos cada vez mais próximos (se por acaso já não estivermos nele) 60%.

Sendo, no entanto, necessário acrescentar que mesmo confiando-se “fielmente” na eficácia da vacina (seja qual for a eficácia a ela referida), para além das obrigações pessoais que deverão continuar (como a máscara, o distanciamento, a higiene das mãos) e da necessidade cada vez mais premente de se atingir os 100% de vacinados ─ e para além ainda da evolução do vírus, a “outra parte”, produzindo novas estirpes/variantes ─

A vacina terá sempre uma ação limitada no tempo, a partir de determinada altura (contando da última toma) deixando progressivamente de ser eficaz (afinal de contas sendo para um vírus e agora estando-se perante um “mutante”, uma nova estirpe/variante). E agora que é provável a chegada a curto-prazo de uma nova vaga (depois do Verão, no Outono), mantendo-se um ciclo semelhante ao ocorrido no ano passado (1º ano de Pandemia), colocando-se ainda com mais premência a questão das vacinas e das campanhas de vacinação, vindo aí uma nova mutação (versão) do coronavírus e com os primeiros vacinados passados já uns meses (6/7), a ficarem como se nunca o tivessem sido (vacinados). Daí o desespero de não havendo uma nova vacina (depois da de 2020, a atualização com a de 2021), tendo-se de recorrer ao reforço das doses.

Ainda-por-cima informando-nos agora (como se já não o soubessem há muito) que vacinados ou não vacinados, seremos sempre transmissores ativos no vírus, “não pegando este em nós, servindo-se de alguém por perto”. Talvez daí se explicando que chegadas as férias grandes de Verão, a “SILLY SEASON”, mesmo com a generalidade dos parâmetros Covid-19 a descerem, persiste ainda um número de óbitos excessivos expressos (apesar de nunca ultrapassarem os 20) em dois dígitos. Para nos salvarmos do pior sendo óbvio que o nosso Governo sabendo antecipadamente o que poderá suceder (esperando todos nós, que tal não aconteça), terá de trabalhar e não pensar ir de férias e deixar o militar, a tratar das “coisas”.

E boas férias de Verão. Sem Covid-19.

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:41