Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

11
Jul 15

MARTE

 

No cimo de uma das muitas elevações presentes e dispersas entre as extensas planícies preenchendo a superfície do planeta Marte (cuja imagem nos foi aqui disponibilizada por uma das sondas da NASA actualmente em actividade – a OPPORTUNITY), é com grande estupefacção que nos vemos perante uma estrutura em forma de disco e apresentando algumas janelas, como se de um posto de observação (ou dirigido para outro tipo qualquer de actividade) se tratasse e claramente de origem artificial (de qualquer forma alienígena para nós terrestres).

 

A COISA no Cimo do Monte

 

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MARTE – OPPORTUNITY ROVER – SOL 4073
(ampliação parcial/cor alterada)

 

Esta é uma das vinte imagens fornecidas pela câmara panorâmica do ROVER da sonda OPPORTUNITY, registada no 4073.º dia de permanência da sonda da NASA na superfície do planeta Marte e presenteando-nos com algo de inexplicável e nitidamente desenquadrado do cenário racionalmente expectável. Obtida depois de ter passado o período de conjunção em que as comunicações Terra/Marte foram temporariamente interrompidas, é com especial delícia e enorme expectativa que se aguarda as sempre pedagógicas e esclarecedoras explicações da NASA: pelo sim pelo não já mudei de óculos e assim o que vejo, não deverá ser nenhum problema de visão.

 

CERES

 

Quanto às mais recentes estrelas da NASA – os planetas anões CERES e PLUTÃO – a emoção da forte possibilidade da extensão a estes dois ex-planetas do Sistema Solar da existência de depósitos de água, foi agora sensacionalmente ultrapassada pelo crescente adensar de mistérios e de incertezas associados a estes dois corpos celestes: no caso do astro localizado mais perto de nós – CERES na Cintura de Asteróides – com a presença de misteriosas luzinhas podendo ser explicadas por materiais reflectores dos raios solares como água e cristais depositados à superfície do planeta; no caso do astro mais distante e longínquo – PLUTÃO o ex-décimo e último planeta do Sistema Solar – com o planeta apresentando uma grande extensão de áreas escuras, alternando com várias outras zonas bastante luminosas. E com os mesmos materiais sugeridos para Ceres a poderem ser utilizados (também como explicação) para o sucedido com Plutão.

 

As Luzes do Planeta Anão

 

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CERES – DAWN – PIA 19592
(imagem 24/ampliação parcial/cor alterada)

 

E com a sonda DAWN já em órbita de CERES investigando minuciosamente toda a superfície do planeta (e no entanto ainda com tanto por esclarecer e tanto por adivinhar), será já na próxima terça-feira que a sonda NEW HORIZONS atingirá o seu ponto de maior aproximação a PLUTÃO, entrará de seguida em órbita e iniciará o seu estudo exaustivo (assim como das suas cinco luas). Com a certeza quase absoluta de que aquilo que nos reservam estes dois planetas anões, ainda os poderá levar de novo ao estatuto de planetas principais: e se aí descobrissem Vida (primitiva e/ou extraterrestre)?

 

(imagens – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 03:59

01
Jul 15

Enquanto por ALBUFEIRA o tempo se mantém abafado mas com uma ligeira brisa e na EUROPA o continente ainda vai lutando pela sua sobrevivência económica e financeira (hesitando em deserdar ou não um dos seus filhos), em CERES o panorama geral torna-se cada vez mais interessante e porventura misterioso.

 

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A Europa sob uma forte vaga de calor
(este fim-de-semana com a temperatura a ultrapassar os 40ºC)

 

Enquanto somos avisados desde há vários dias que uma forte vaga de calor se encaminha para a EUROPA com temperaturas a atingirem e ultrapassarem os 40°C (já nesta quarta-feira se registaram temperaturas desse nível em PARIS), aproveitamos ao máximo este tempo abafado mas ainda com uma certa brisa fresca, que atravessa a região algarvia. Mas a partir do próximo fim-de-semana é que vai ser, com as previsões a apontarem para uma subida significativa de temperatura nos termómetros, acompanhada pela divulgação dos primeiros alertas especialmente orientados para crianças, idosos e pessoas debilitadas.

 

Numa outra área e num outro contexto o problema grego parece manter-se para já no mesmo nível altíssimo de temperaturas (e registando uma grande amplitude térmica entre a Grécia e o FMI), com diversas notícias a atravessarem o espectro informativo mundial, vindas do lado dos apoiantes da Grécia (de momento uma minoria na EU), dos críticos do SYRISA (de momento a esmagadora maioria da EU) e daqueles que sentados no sofá e por motivos muito diferentes, se puseram comodamente no papel de espectadores (de um lado o dueto EUA/UK e do outro o dueto RÚSSIA/CHINA). Notícias que vão desde a submissão total do SYRISA ao FMI, até à opção simétrica pelo perdão total da dívida grega.

 

Veremos o que se irá passar durante estes próximos dias, com o Governo grego a manter a data da convocação do referendo (marcado para o próximo fim-de-semana), ao mesmo tempo que a Europa ainda tenta segurar a Grécia (evitando a utilização do botão OUT) – e assim evitando que todos nós activemos em conjunto e definitivamente o botão OFF.

 

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A montanha com cerca de 5.000 metros de altitude
(mais de metade do Monte Everest)

 

Mas se a EUROPA só nos parece trazer problemas e preocupações, outros Espaços Exteriores à Terra ainda nos despertam curiosidade e nos levam a imaginar e até a sonhar: como é o caso do planeta CERES (localizado na Cintura de Asteróides) neste momento a ser escrutinado até ao pormenor pela sonda norte-americana DAWN. Desde luzinhas misteriosas, a montanhas com cerca de 5km de altitude, passando por estruturas estranhas ultrapassando o mais alto edifício terrestre, tudo parece estar a acontecer neste planeta anão que tal como PLUTÃO já foi um dos planetas principais do nosso Sistema Solar.

 

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Manchas brilhantes em Ceres
(e escuras/imagem da direita)

 

E se vindo da Terra nunca esperamos que algo aconteça em nosso proveito e benefício, o que nos resta mesmo é aproveitar este tempo de férias e de lazer para nos divertirmos um pouco mais e nos orientarmos para outros guiões e cenários, como o poderão ser os temas passear, comer, ir para a praia (ou montanha), beber um cocktail e olharmos para o Céu. Tal como o foi no tempo dos Descobrimentos mais cedo ou mais tarde o ESPAÇO será o nosso destino: talvez CERES (ou até PLUTÃO) ainda nos façam sonhar (ou ter pesadelos).

 

(imagens – The Watchers e NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:30

25
Jun 15

“É sempre bom pensar que existe algo mais”

 

Sempre que alguém nos disser aquilo que sempre pensamos mas nunca o ousamos dizer, teremos que perder a mania de lhes deitarmos logo fogo (como tentaram fazer com Galileu, apenas por afirmar que a Terra não era o centro do mundo). E para qualquer médio imbecil (mas com a escola toda, seja ela o que isso for), é de fácil constatação que num Universo infinito um mundo de espécie única só mesmo num aviário: e isso seria transformar-nos em cobaias de uma espécie superior. Seja como for se a Terra não é o centro o Homem também não.

 

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Ao fundo a montanha (pretensamente) em forma de pirâmide e de 5 a 6km de altura

 

Enquanto aguardamos impacientemente por novidades oriundas dos lados da agência espacial norte-americana NASA sobre as manchas brilhantes descobertas sobre a superfície do planeta anão CERES (no dia de hoje localizado a cerca de 300 milhões de quilómetros da Terra), vamos congeminando na nossa cabecinha várias explicações minimamente aceitáveis para este estranho e talvez artificial fenómeno: desde as primeiras explicações fornecidas em antecipação e não oficialmente pelos cientistas ligados à missão DAWN justificando esse brilho através da possível presença de água nesse corpo celeste (ou outros materiais reflectores da luz como o sal e outros cristais), até à possibilidade de apresentação de uma outra explicação também credível e racional e envolvendo interferência externa (daí a introdução da definição de artificial).

 

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Manchas brilhantes e estruturas próximas (escuras) desconhecidas

 

Suponhamos então que em tempos há muito idos as civilizações atravessavam toda a estrutura e dimensão do nosso bocadinho (particular) de Espaço. Como consequência e num dos nossos Saltos evolutivos, teremos saído da nossa zona de conforto e partido em direcção ao desconhecido: e da descoberta à colonização fora apenas mais um passo. E se o fizéramos um dia, muitos outros o poderiam ter feito. Num mundo de probabilidades existiria sempre uma hipótese: de Ceres ter sido visitada. Partindo deste pressuposto as imagens recebidas do planeta anão ainda incendeiam mais a nossa imaginação, ainda por cima sendo sobrevalorizadas pelos comentários dos cientistas da própria NASA: “The closer we get to Ceres, the more intriguing the distant dwarf planet becomes. New images of Ceres from NASA’s Dawn spacecraft provide more clues about its mysterious bright spots, and also reveal a pyramid-shaped peak towering over a relatively flat landscape”.

 

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O Empire State Building de CERES (com 3 a 4km de altura)

 

A sonda norte-americana DAWN enviada pela NASA em direcção ao planeta anão CERES (anteriormente tendo já visitado o proto planeta VESTA), encontra-se desde há várias semanas em órbita deste planeta da Cintura de Asteróides, oferecendo-nos a partir das suas câmaras imagens surpreendentes tiradas a partir de 4.400km de distância: imagens em que aparecem diversas manchas luminosas de origem desconhecida e espalhadas em certos pontos da superfície do planeta; uma imagem em que sobre a superfície plana e coberta de crateras aparece uma montanha com cerca de 5/6km de altura; e outras imagens oferecendo-nos a visão de uma superfície carregada de crateras e com diversos picos aparecendo no seu interior (em maior número do que é mais comum acontecer noutros corpos celestes similares) e apresentando fortes indícios de grande actividade registada em tempos remotos à superfície deste planeta – como inundações, deslocamento de terrenos e colapso de estruturas. Entretanto a sonda Dawn continuara a sua missão de observação e estudo do planeta anão Ceres, atingindo no início de Agosto a sua órbita de maior aproximação: a uma altitude de apenas 1.450km, de um mundo localizado a 300 milhões de quilómetros de distância da Terra.

 

(imagens – NASA e WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:17

22
Jun 15

Enquanto os teóricos do fim do mundo se dedicam mais uma vez à descoberta da nova data do nosso apocalipse – agora estabelecido para meados do próximo mês de Setembro, período no qual um corpo celeste atingirá a Terra – são agora os cientistas a preverem num futuro próximo, a nossa extinção como espécie. E a explicação para este acontecimento é por demais evidente: “Our activities are causing a massive loss of species that has no precedent in the history of humanity and few precedents in the history of life on Earth.” (Gerardo Ceballos)

 

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Superfície de Ceres
(PIA 19574 – Dawn Survey Orbiter)

 

Explicam estes cientistas que muitas das espécies ainda presentes no nosso espaço-tempo de vida e que noutros tempos e noutras condições ambientais poderiam durar cerca de 12.000 anos, vêm agora o seu período de existência brutalmente encurtado e acelerado mais de 100 vezes: assim de 12.000 anos passámos para 120 anos e vimos diante de nós (no nosso curtíssimo tempo de existência) sucessivas espécies a desaparecerem, sem que nada se fizesse para impedir esta catástrofe (na qual estamos incluídos). Entre mortos e feridos a banalização da extinção.

 

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Ceres
(Monte com cerca de 6km de altitude)

 

Teoria do nosso destino (banalizada a morte não interessa a causa, nem sequer as consequências) pela qual muitos dos apologistas do fim do mundo (próximo) têm lutado afincadamente nos últimos anos (no sentido em que se confirme que tinham razão e que o mesmo se concretize – já com eles evidentemente há muito preparados), especialmente desde que se ressuscitou de novo e se transformou em moda as previsões apocalípticas pretensamente atribuídas aos Maias, concretizadas nos ecrãs através do filme 2012. Não compreendendo no entanto que a extinção das espécies não advém apenas de influências exteriores (oriundas do interior da Terra ou do Espaço exterior que a rodeia), mas também do papel desempenhado nesse mundo pela espécie dominante: precisamente aquilo que os dinossauros (e por qualquer tipo de razão) não tiveram capacidade de compreender.

 

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Ceres
(Estrutura desconhecida com cerca de 10x a altura do ESB)

 

Num planeta criado há 4,5 biliões de anos, com os nossos antepassados a começarem a andar por aí há cerca de 6 milhões de anos, com a nossa forma actual a evoluir nos últimos 200 mil anos e com a civilização tal como hoje a conhecemos a começar a erguer-se há 6 mil anos (por acaso a idade que a Bíblia atribui à Terra), a primeira constatação a tirar reside no grande interregno entre a criação do planeta e o aparecimento do Homem. O que nos leva a pensar que excluindo toda a nossa História, poderão ter acontecido muitas outras Histórias (na Terra e fora dela) e com destinos muito diferentes. Da mesma forma que os especialistas sugerem que actualmente todos os sinais apontam para uma extinção das espécies, ao mesmo tempo acrescentam que esta não será a primeira mas efectivamente a Sexta Extinção (registada nos últimos 500 milhões de anos): com a dos Dinossauros (a intermédia e a mais violenta) tendo sido há cerca de 250 milhões de anos. E porque não acrescentar (mesmo que vindo de um leigo interessado e curioso) que a Terra já tenha sido sujeita a vários ciclos evolutivos (Saltos), podendo esta entre todas as espécies que foram aparecendo ao longo da sua transformação, ter aproveitado uma delas, dando-lhe a hipótese de se replicar e de novo evoluir (como se alguém fizesse reset e recomeçasse o mesmo programa)?

 

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Ceres
(Manchas brilhantes à superfície do planeta anão)

 

Enquanto isso e dados os Eventos possíveis (mas não confirmados) ainda estarem cronologicamente a caminho, as nossas atenções viram-se agora para outros mundos do nosso Sistema Solar, particularmente aqueles com possibilidades de existência de água, mais distantes, desconhecidos e ainda misteriosos. Com a sonda New Horizons encaminhando-se para Plutão e com outra sonda norte-americana já em órbita de Ceres: dois planetas anões (ex-planetas do Sistema Solar entretanto despromovidos) de características ainda desconhecidas, provavelmente podendo conter água e transportando consigo alguns mistérios interessantes, como a forma estranha e o movimento bizarro de alguns dos cinco satélites de Plutão e as misteriosas manchas brilhantes na superfície de Ceres (além de outras estranhas evidências topográficas).

 

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Plutão
(imagens da sonda New Horizons na aproximação ao planeta anão)

 

Mas fiquemo-nos por Ceres: um pequeno planeta situado na Cintura de Asteróides, apresentando manchas brilhantes em diferentes locais da sua superfície (que muitos afirmam poder ser sinal de existência de água) e agora mostrando-nos a presença de estranhas elevações aí se destacando claramente e atingindo altitudes bastante consideráveis. Com uma montanha podendo atingir os 6.000 metros de altura e uma outra construção de menor envergadura a ser equiparada a 10x a altura do Empire State Building (edifício com cerca de 400 metros de altura). E juntemos toda a gente: leigos (curiosos) e eruditos (conhecedores). Se no primeiro caso até que éramos capazes de aceitar num solo tão castigado e cheio de crateras o aparecimento excepcional de uma grande elevação (um processo natural de transformação), já no segundo caso o aparecimento de uma outra estrutura estranha e extremamente elevada no interior de uma cratera, levanta sérias dúvidas e grandes suspeitas (por susceptível de contribuição artificial). E então se associarmos a tudo isto o mistério das manchas brilhantes, ainda se adensa mais o mistério e a nossa oscilação entre o natural e o artificial. Para uns apenas mais um acaso (físico) e uma resposta às nossas necessidades (psíquicas), para outros mais uma manifestação de que não estaremos isolados no (nosso) cosmos: sejam simples emigrantes (noutros tempos o Homem terá partido para o Espaço, estando agora e lentamente de regresso) ou desconhecidos de outras paragens.

 

E sabendo todos nós como até há bem pouco tempo o nosso planeta Terra era o único a ter água, sendo esta molécula na actualidade uma presença já comprovada em muitos outros corpos celestes do nosso Sistema Solar, não será assim tão difícil de acreditar que além de nós algo mais existirá. Só falta mesmo a confirmação oficial pois já os vemos em sinais e até nos nossos sonhos.

 

(imagens – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:11

09
Jun 15

Agora que não nos fornecem (temporariamente) imagens frescas de Marte (por causa da conjunção – Marte está do outro lado do Sol relativamente à Terra, prejudicando as comunicações entre ambos), só nos restam mesmo os mistérios dos planetas anões.

 

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Pontos brilhantes e possível UFO em Ceres

 

O Sistema Solar é na actualidade constituído por oito planetas: Mercúrio, Vénus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Úrano e Neptuno. Em princípio só um deles contém Vida e até seres inteligentes, organizados em sociedades tecnologicamente evoluídas e em constante transformação: esse é o nosso planeta Terra. Dos planetas exteriores (os últimos quatro) pouco ou nada sabemos sobre a possível existência de Vida (mesmo que rudimentar), sendo dois deles mais conhecidos por serem monstros gasosos (Júpiter e Saturno) e os outros dois sendo vistos como mundos gelados (Úrano e Neptuno). Nestes dois últimos casos havendo sempre a possibilidade da existência de água. E existindo água poder existir Vida. Mas até agora e que se saiba nada. Sobram os planetas interiores. E pondo de lado Mercúrio e Vénus (os mundos mais parecidos com a nossa definição de Inferno) além da Terra (já atrás considerada) resta Marte. Além da possibilidade de alguns microrganismos poderem sobreviver às condições da atmosfera marciana (como o comprovam as experiências levadas a cabo na Terra com organismos simples e simulando as condições ambientais marcianas) e da mais que certa existência de depósitos de água gelada nos pólos (ou em certas zonas subterrâneas do planeta), da presença de vida ou de algo de parecido em Marte só vindo mesmo de alguns arqueólogos (ao analisarem certas estruturas estranhas existentes à superfície de Marte) ou dos teóricos da conspiração (que vêm indícios de vida em todo o lado): talvez não hoje mas num passado remoto.

 

E assim sobram-nos os outros corpos celestes que circulam no nosso Sistema Solar – asteróides, cometas, luas e até outros pequenos objectos como um planeta anão. Aqui podemos socorrer-nos das missões espaciais mais importantes a decorrem neste preciso momento no exterior (maioritariamente da NASA) e excluindo a confusão instalada em Marte com a presença de sondas norte-americana, chinesas e indianas e a viagem da sonda ROSETTA acompanhando 67P/C-G na sua trajectória à volta do Sol, surgem-nos logo à memória as sondas DAWN e NEW HORIZONS: com a primeira já em órbita de CERES e a segunda cada vez mais próxima de PLUTÃO. Fiquemos então pelo planeta anão onde a sonda já chegou: CERES (o outro – claro – é Plutão). O que me chamou desde logo a atenção foi a questão colocada (de uma forma inopinada) pelos cientistas da NASA aos seus leitores, solicitando-lhes uma explicação para a presença das manchas luminosas sobre a superfície de CERES – condicionando-lhe as respostas (pelas hipóteses apresentadas) ou atirando-as para o baú marginal e depreciativo das “outras coisas” – e como que desresponsabilizando-se daquilo que deveria ser da sua total competência: utilizando um inquérito sobre o que seriam aquelas luzes de CERES. E quando eu (como muitos outros) escolhi a minha opção (proposta e autorizada pelos censores da NASA), a percentagem era a seguinte:

 

Explicação p/brilho Ceres %
Gelo 29
Vulcão 9
Géiser 8
Sal 8
Rocha 6
Outra 40

 

É evidente que a maioria escolheria as hipóteses Gelo e Sal (pelos sua composição materiais reflectores), com uns minoritariamente a escolherem a opção Rocha (pela sua possível inclusão de minerais): num total de 43%. De acordo portanto com as directivas informativas e pedagógicas da NASA (ou seja seguindo o seu Manual de Instruções). Com as opções Vulcão e Géiser (apesar de credíveis mas sendo menos divulgadas) a serem menos consideradas (17%). E com o grande filão a ir para OUTRA (40%): surpresa ou mera confirmação (intencional)? Daí as múltiplas explicações para o aparecimento de luzes na superfície do planeta anão CERES (e ao contrário do que muitos afirmam não limitados a uma única cratera), desde as teorias emitidas por diversos astrónomos surpreendidos com o aparecimento deste fenómeno inesperado (e que procuram sempre uma explicação natural ou lógica) e acabando quase sempre em nada, até às teorias não menos credíveis invocando a presença de uma intervenção externa e obrigatoriamente artificial (ou seja não natural nem mesmo terrestre).

 

As luzes de CERES poderiam ter origem artificial, não terrestre e contando com intervenção alienígena. Se tal não fosse a opção correcta a única alternativa possível seria estarmos em presença de colónias em que o Homem seria pelo menos um dos elementos colonizadores (mesmo que em disputa activa com outros grupos), nesse caso visto como o intruso provocador da anomalia. CERES seria um corpo celeste habitado por seres vivos organizados, inteligentes e mais desenvolvidos tecnologicamente de que nós e as luzes que agora avistávamos uma das indicações da presença do equivalente às nossas cidades e de outros pólos civilizacionais. Por isso é muito natural que para além das luzes que todos nós vemos muitos já vejam também as próprias estruturas e edifícios que as mesmas iluminam, não tardando muito até que comecemos a ver os seus próprios habitantes: alguns até já vêm grandes naves espaciais na região, com alguns casos a serem comprovados por imagens registadas nas proximidades de Ceres (pela sonda DAWN) e pelas suas respectivas sombras (na superfície do planeta anão). E essa será a razão pela qual ao longo do tempo a opção OUTRO continuará a crescer inexoravelmente e com isso todos nós ficaremos contentes com a própria NASA incluída. Só falta mesmo OBAMA dizer YES THEY LIVE e o PÁPA reconhecer que JESUS provavelmente seria um deles.

 

(imagem – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:51

21
Mai 15

Nesta imagem espectacular do planeta anão CERES (obtida a 16 de Maio deste ano a partir das câmaras da sonda norte-americana DAWN) podemos observar mais uma vez as misteriosas manchas brilhantes (na imagem três) aparecendo numa das crateras localizadas à sua superfície. Foi tirada a uma distância de 7.200Km do planeta. Podendo ser naturais ou (até) artificiais.

 

Estas manchas começaram a ser detectadas na sequência da aproximação da sonda da NASA ao pequeno planeta situado na Cintura de Asteróides, provocando desde logo a curiosidade e atenção entre os cientistas responsáveis pela missão, não só pela sua estranheza, como até pela possibilidade de tal fenómeno poder ser um indício da presença de água no local.

 

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Manchas brilhantes na superfície de Ceres

 

Ceres: um corpo celeste que tal como Plutão já fez parte da restrita família de planetas (principais) pertencentes ao Sistema Solar, localizado na região da Cintura de Asteróides (entre as órbitas de Marte e do gigante Júpiter) e apresentando um diâmetro de quase 1.000Km que o transforma no maior objecto aí situado. Um mundo ainda desconhecido e que pela sua localização muito nos pode ensinar.

 

Existe a hipótese de entre as órbitas de Marte e de Júpiter (algures no passado) tenha existido um planeta. Talvez existindo lá vida, um dia sujeito a um cenário (extremo). Esse mundo desintegrou-se e no mesmo espaço surgiu uma (nova) organização: distribuindo-se pela região do espaço entre rochas e fragmentos. Uns como resultado do embate outros como meras luas presentes.

 

No caso deste planeta anão (irmão de Plutão, mas muito mais perto) as manchas luminosas observadas à sua superfície só poderão significar que estamos em presença de material reflector – o que equivalerá a afirmar que a sua cor será clara (como a das casas algarvias caiadas de branco ou a da água gelada). E que por outro lado podendo ser naturais, nada impede que sejam artificiais (como na Terra ao ser iluminada de noite).

 

(imagem – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:13

13
Mai 15

“Quando no século passado o Homem olhou para o Céu compreendeu de imediato que o seu próximo passo em direcção ao Futuro passaria obrigatoriamente pelo Espaço: reafirmou-o quando deu o seu primeiro passo num mundo alienígena mas inesperadamente pareceu entrar num período de hibernação. Restam-nos as sondas e os teóricos do holograma.”

 

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DAWN a 13.600km de CERES
(início de Maio)

 

A sonda norte-americana DAWN continua no seu trajecto de aproximação ao planeta anão CERES, junto do qual se colocará a partir do dia 6 de Junho numa órbita situada a cerca de 4.400km de distância. Recorde-se que outra sonda norte-americana (a NEW HORIZONS) vai a caminho de outro planeta anão, ainda há poucos anos considerado o nono planeta principal do nosso Sistema Solar: Plutão lá para os meados de Julho.

 

CERES encontra-se neste momento a mais de 370 milhões de quilómetros da Terra e como a sua órbita relativamente à distância ao nosso planeta é variável, quando DAWN entrar em órbita do planeta anão a 6 de Junho, estará então 30 milhões de quilómetros mais perto de nós (a distância Terra/Ceres encurtará até cerca de 290 milhões por volta do fim de Julho). Como se pode ver com tudo muito bem previsto.

 

Um dos aspectos que mais tem intrigado os cientistas responsáveis pela missão DAWN (e com isso despertando a curiosidade de muitos mais entre leigos e eruditos), têm sido as duas manchas brancas e brilhantes que surgem lado a lado numa mesma área (cratera) do planeta: e que se destacam de uma forma bem visível do resto da superfície de CERES.

 

Têm sido várias as interpretações para este fenómeno mas todas elas reflectindo uma explicação racional e natural. Estas manchas brilhantes (provavelmente existirão zonas mais brilhantes do que outras no planeta) poderiam ter origem em manifestações geológicas a decorrer em CERES (vulcânicas/géisers), ou simplesmente a material aí depositado e que reflectiria intensamente a luz vinda do Sol: como por exemplo a água (gelo).

 

Até que poderiam ser extraordinários geradores solares, acumuladores numa parte do tempo, distribuidores noutra parte do mesmo (respeitando o período orbital do planeta), mas sempre em funcionamento, presentes e luminosos. O que implicaria uma intervenção exterior e uma origem artificial. A Vida no Universo poderá (ou não, caso sejamos mesmo únicos) tomar os mais diversos e inesperados aspectos: porque não pensar, supor ou até sugerir que algo (de diferente) se passa por ali?

 

(imagem – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:38
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21
Abr 15

Esta imagem (parcial) obtida pela sonda DAWN há menos de uma semana, foi obtida quando a mesma se encontrava a cerca de 22.000km do planeta anão CERES. Nela são visíveis (à direita) as duas manchas luminosas (próximas) já anteriormente observadas sobre a sua superfície (ponto 5) e que têm vindo a intrigar os cientistas.

 

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Movendo-se nas suas manobras de aproximação a uma órbita mais estável e circular ao (tal como Plutão) ex-planeta CERES – através da utilização de um sistema propulsor iónico – e tendo já visitado anteriormente o asteróide gigante VESTA, a sonda DAWN fixar-se-á no próximo dia 23 na sua órbita final, desligará de seguida os seus motores de orientação e iniciará então o estudo deste planeta misterioso com quase 1.000km de diâmetro.

 

(imagem – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:20
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16
Abr 15

Enquanto um DRONE se passeia em MARTE outro vai espreitando CERES

 

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Se me dissessem que era a Terra eu acreditava!
(CURIOSITY ROVER – SOL 955 – 14.04.2015)

 

Enquanto a sonda DAWN continua na sua órbita de aproximação ao planeta anão CERES (localizado na região do espaço situada entre Marte e Júpiter e conhecida como a Cintura de Asteróides), mais perto de nós um veículo a motor da NASA continua a sua visita de estudo ao nosso vizinho planeta Marte.

 

Enquanto em CERES se adensa o mistério envolvendo duas manchas luminosas vizinhas e aparecendo com o mesmo brilho à superfície do planeta (apresentando no entanto essas manchas parâmetros diferenciados), no planeta vermelho tudo decorre com normalidade agora que se abre a porta à existência de água e se proíbe a entrada de vida.

 

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Ponto brilhante superior (região 1) – mais fria
Ponto brilhante inferior (região 5) – mais brilhante
(DAWN – PIA19316 – CERES)

 

O planeta anão CERES aparece aqui como um dos potenciais depósitos de água existentes no interior do nosso Sistema Solar (possível de ser disponibilizado a médio prazo), proporcionando simultaneamente a possibilidade de aí se poder instalar uma base intermédia, ou em alternativa uma pequena colónia de extracção e de expansão. Segundo os cientistas CERES poderá ser constituído em cerca de 25% da sua massa por água (no estado sólido), estará coberto por um número de crateras superior ao previsto e ainda apresentará em certas zonas da sua superfície pontos (para já de origem desconhecida) bastante brilhantes.

 

Em Marte os objectivos da missão são um pouco diferentes. Enquanto que a Lua continua persistente e misteriosamente posta de lado (fazendo-nos recuar mais de 45 anos sobre a chegada do primeiro Homem à Lua e pondo-nos a pensar um pouco desiludidos um pouco sobressaltados sobre o vazio brutal que se seguiu), Marte tornou-se em sua substituição e apesar da sua muito maior distância (586X a distância Terra/Lua) no próximo grande objectivo do Homem: com a iniciativa privada a competir com a agência espacial governamental NASA no sentido de serem eles os pioneiros na colonização do planeta vermelho. Mantendo-se no entanto a pergunta do milhão: porquê Marte e não a Lua?

 

(imagem – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:15
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08
Mar 15

Com a sua revolucionária propulsão a iões (que lhe permite executar estas manobras necessárias e precisas de aproximação a CERES e à sua órbita), DAWN entra agora na sua última fase da missão iniciada no planeta Terra em Setembro de 2007: estudar CERES e a partir daí talvez compreender (e recuperar) PLUTÃO (agora também transformado – como já fora CERES – em planeta anão).

 

Assim e feita esta apresentação podemos desde já afirmar que na passada sexta-feira a sonda norte-americana DAWN foi finalmente capturada pelas forças de gravidade do planeta anão CERES. Com a aproximação da sonda ao planeta os cientistas talvez descubram agora a origem das célebres luzinhas: presença de extraterrestres, actividade vulcânica ou um simples um fenómeno de reflexão?

 

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Ceres
(01.03.2015)

 

É muito possível que a resposta esteja na última hipótese, dada a grande probabilidade (quase certeza) de existência de água no seu estado sólido cobrindo certas zonas da superfície do planeta anão.

 

A partir de agora a sonda irá orbitar durante algum tempo o planeta anão localizado na região da Cintura de Asteróides, como que antecipando a próxima chegada da outra sonda norte-americana NEW HORIZONS às vizinhanças de outro planeta anão e ex-planeta solar PLUTÃO.

 

Já agora e como diria Marc Rayman (JPL):

 

“The first heard of ion propulsion from the succinct Mr. Spock and subsequently followed its use by the less logical Darth Vader”

 

O que apenas significa que tudo o que é ficção (científica) acaba sempre por deixar de o ser, apenas por darmos um passo em frente, dobrarmos uma esquina sem receio e olharmos o espaço de frente e sem qualquer tipo de restrições mentais – e simultaneamente reconhecendo o poder da matéria, da energia e do movimento sem os quais nunca seríamos.


(imagem – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:04
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