Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

08
Fev 17

A Mancha

 

Duas imagens do Sol obtidas a partir do telescópio solar instalado na nave norte-americana (obviamente da NASA) responsável pela missão SDO (observação e estudo do Sol e sua influência na Vida na Terra), registadas já este ano e com um intervalo de quase um mês. Com a 1ªimagem a ser adquirida pelo observatório SDO a ser referenciada a 4 de Janeiro e a 2ªimagem a 1 de Fevereiro.

 

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O Sol

04.01 c/mancha

01.02 de novo c/mesma mancha

Manchas escuras na superfície do Sol que nos avisam do lançamento a partir do seu interior

De intensas ondas de luz provenientes da emissão de raios ultravioleta

 

Decorrido um mês sobre as duas imagens com a curiosidade a ser o reaparecimento de uma grande mancha solar, relativamente na mesma posição e com a mesma forma e aspeto: com a enorme mancha (escura) na superfície do Sol, a acompanhar toda a rotação mensal executada pela nossa estrela. Com essas manchas a representarem buracos que surgiram na coroa solar (em locais onde o seu campo magnético se abriu) e pelos quais as partículas oriundas do interior da nossa estrela e agora libertadas, se ejetam para o Espaço através de poderosos ventos solares.

 

Que no caso de estarem orientados para a Terra certamente a atingirão. Dependendo a gravidade causada pelo impacto da intensidade da CME produzida, da velocidade das partículas, da posição do planeta e claro da nossa atmosfera e da sua cintura protetora: o Cinturão de Van Allen. Mas prevendo-se apenas auroras (extraordinários espetáculos visuais e naturais numa mistura psicadélica de contornos eletromagnéticos, uma das características do Universo) logicamente a baixas latitudes.

 

No entretanto (como mais vale prevenir do que remediar e até porque se vai simulando) nunca esquecendo que apesar do Sol se encontrar a atravessar um período de baixa atividade (poucas ou nenhumas manchas solares), dado a Terra apresentar de momento uma menor proteção por parte do seu campo magnético (devido a uma aparente deslocação do mesmo e com alguns cientistas a afirmarem estarmos num período – temporário ou não – de inversão magnética), uma tempestade solar poderá ter consequências inesperadas.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:25

04
Jan 17

E ejetando CME

 

Apesar de se encontrar num ponto de intensidade baixa do seu Ciclo Solar a nossa estrela de referência (o Sol) volta-nos a apresentar (tal como já o tinha feito há quinze dias atrás antes do dia de Natal) bem virado na nossa direção e ultrapassada a Passagem de Ano, um novo buraco na sua coroa solar rodando em torno do seu eixo ligeiramente inclinado (eixo virtual do Sol) enquanto vai olhando para um pontinho bem pertinho chamado Terra: a 150 milhões de Km e tão fácil de engolir (e com um diâmetro 100 X menor que o do Sol).

 

MAGNETIC STORMS LIKELY THIS WEEK:

(spaceweather.com – 03.01.17)

 

NOAA forecasters have boosted the odds of polar geomagnetic storms on Jan. 4th and 5th to 65% as a stream of solar wind approaches Earth. The hot wind is flowing from a large hole in the sun's atmosphere. This image, from NASA's Solar Dynamics Observatory, shows the yawning structure almost directly facing Earth on Jan. 3rd:

 

ch_strip.jpg

Enorme buraco na coroa solar dirigido para a Terra

 

Coronal holes are regions where the sun's magnetic field peels back and allows solar wind to escape.  The stream of wind emerging from this coronal hole recently blew past NASA's STEREO-A spacecraft with peak speeds exceeding 700 km/s. Similar high speeds are likely when the stream reaches Earth on Jan. 4th and 5th.

 

Esperando-se para os próximos dias 4 e 5 de Janeiro uma tempestade geomagnética de classe G1 (impacto baixo) especialmente visível na região do Ártico e potenciando o aparecimento de auroras brilhantes: hoje com o vento solar deslocando-se a uma velocidade um pouco superior a 480Km/s, apresentando uma densidade de protões de 5,5/cm³ e com o Sol atravessando um dos seus ciclos mais fracos dos últimos cem anos (como o gráfico seguinte – 1985/2015 – tão bem evidencia).

 

Hathaway_Cycle_24_Prediction.jpg

Sequência de Ciclos Solares cada vez menos intensos

 

Deixando no entanto alguns cientistas não tão preocupados com esta ou com outras ejeções de materiais e radiações perigosas oriundos da superfície do Sol (mesmo quando o buraco olha diretamente para nós, desde que o seu ciclo esteja no período de baixa intensidade), mas sobretudo com a estranheza de que mesmo no seu pico máximo os sucessivos ciclos solares têm sido (invariavelmente) cada vez mais fracos em atividade.

 

Como o confirma Doug Biesecker (NOAA): “Eu permaneço cético mesmo se você acreditar que há um ciclo de 100 anos: então isso ainda não nos diz por quê e como ele é. Só que ele existe“.

 

E que até “poderia morrer completamente” (thoth3126.com.br). Concluindo-se que se o número e a intensidade de manchas solares continuar a diminuir e se nada de estranho se estiver a passar, poderá estar a surgir um novo mínimo solar (de Maunder): com o último a ser registado há mais de 300 anos e curiosamente coincidindo com a Pequena Era Glacial na Europa.

 

(alguns dados: thoth3126.com.br – imagens: spaceweather.com e wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:00

26
Dez 16

Quando num ponto de um determinado conjunto (mesmo que aparente e aberto) algo se modifica no seu aspeto e conteúdo (na forma como se apresenta), as forças que mantêm a estrutura equilibrada (incluindo as eletromagnéticas) fazendo funcionar indefinidamente esta máquina, não sentirão sequer a presença desse indício de mudança – continuando a movimentar-se sem fim à sua própria velocidade (como sistema dinâmico que é). O que não significa que essa transformação pontual (como muitas outras possíveis) não venha a ter influência (decisiva) na evolução global.

 

Sentiu?

 

Manchas solares e ventos solares

 

ch_strip.jpg

O buraco na superfície do Sol dirigido para a Terra

(NASA/SDO/AIA)

 

Neste final de ano de 2016 e por um motivo qualquer assumido pelo SOL (que nem tudo nos revela daquilo que realmente é), o astro de referência do nosso Sistema e ponto central da sua formação e existência, resolveu dirigir a sua particular atenção para a Terra (localizada a 150.000.000Km), apontando-lhe uma das suas famosas e quase sempre presentes manchas solares (buracos negros na coroa solar) e disparando várias CME sobre o nosso planeta (ondas maciças de energia ejetadas da superfície do Sol). Numa região da coroa solar onde nos finais dos meses de Outubro e de Novembro se tinha registado o aparecimento de duas grandes manchas solares, agora com esta terceira mancha bem virada para a Terra, extremamente ativa e tendo já emitido poderosas CME: projetando-se para o período central da Quadra de Natal (24 e 25) que o nosso planeta há já quatro dias sob o efeito de uma corrente de vento solar oriundo dessa mancha solar (22-23-24-25) continue pelo menos mais um dia (26) sob o efeito da mesma, com ventos solares soprando através do espaço a velocidades na ordem dos 600Km/s afetando o campo magnético terrestre e naturalmente originando como consequência, fenómenos atmosféricos bem conhecidos e esperados – como auroras em torno dos polos.

 

Auroras e raios cósmicos

 

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Registo obtido na Suécia durante a Noite de Natal

(Oliver Wright/spaceweather.com)

 

Como aqui o testemunha Oliver Wright na noite de 24 de Dezembro, com os seus pés bem assentes na neve, com uma aurora presente no Céu e (evidentemente) com o Sol atrás a ajudar – e com os seus ventos solares presentes na consequência: “Worked tonight on Christmas Eve during the Lights Over Laplands Christmas special in Abisko. We had snow all night and aurora for at least an hour so had to use the opportunity to get a Christmas aurora selfie :) 1st time Ive photographed aurora through snow before so earth must be still sat in the solar wind stream from the recent coronal hole.” (Oliver Wright em Abisko/Suécia)

 

Um acontecimento (emissão de CME a partir de buracos negros surgindo na coroa solar) que conjuntamente com todos os raios cósmicos atravessando o Sistema Solar na nossa direção (da região onde se situa a Terra), tem contribuído nos últimos dois anos para o aumento da radiação na estratosfera terrestre: por um lado com o recrudescimento das CME afastando de nós os efeitos nocivos (para todo o eco ambiente terrestre) dos perigosos raios cósmicos, mas por outro lado (precisamente o que estamos a atravessar a caminho de um mínimo no ciclo solar) deixando-os regressar de novo. Aumento detetado em recentes observações e registos realizados no centro do estado da Califórnia, apontando para um período de tempo de cerca de 20 meses (Fevereiro 2015/Outubro 2016) e para um crescimento percentual (no mesmo período de tempo) de cerca de 12% – certamente algo de relevante e sobretudo preocupante (especialmente para os meios de transporte utilizando a atmosfera terrestre para se deslocarem, sabendo-se como os efeitos das radiações são extremamente nocivos para os seres humanos – no caso dos aviões com os seus passageiros a poderem ter que suportar numa viagem radiações 10X a 50X superior ao valor normal registado ao nível da água do mar).

 

Magnetismo e Sismos

 

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Sismo de M7.7 atinge o sul do Chile

(25.12.16 – ahoranoticias.cl)

 

Isto tudo para, chegando finalmente ao interior da nossa Esfera (representada pela Terra e por tudo o que de perto a rodeia) e tomando em consideração tudo o anteriormente referido, podermos facilmente aceitar sem receio de qualquer percalço que a repercussão em todo o envolvente da Terra de fenómenos exteriores com este (poderosos por oriundos do Sol e das profundezas desconhecidas do cosmos), nunca se limitaria à sua atmosfera nem mesmo à sua superfície mas na realidade e de facto penetrando-a por completo: até ao núcleo central da litosfera terrestre. Provocando de uma forma visível e pelo menos sentida o aumento da atividade vulcânica e de eventos sísmicos relevantes – como poderemos confirmar pela atividade vulcânica em torno de todo o Círculo de Fogo do Pacífico e ainda pelos recentes e violentos sismos afetando sobretudo a região da PNG (e ainda entre outros a Indonésia e as Ilhas Salomão) e a costa oeste da América do Sul (como no caso do Equador): na PNG com sismos na ordem de magnitudes M5.8 e M5.9 (dia 24), na Indonésia nos M6.7 (dia 21), nas Ilhas Salomão com magnitudes M6.0 e M6.4 (dia 20) e finalmente no Equador com um sismo M5.5 (dia 19) e no Peru com outro de M6.1 (dia 18).

 

Sismo de magnitude 7.7 atinge o Chile. Alerta de tsunami levantado

 

Um forte abalo fez-se sentir, este domingo, na região de Puerto Montt, no sul do Chile, tendo levado a que as autoridades tenham emitido um alerta de tsunami. No entanto, este já foi levantado e não há registo de vítimas.

(24.sapo.pt)

 

E culminando hoje com um violento sismo de magnitude M7.7 no Chile (costa oeste da América do Sul) seguido de uma réplica de M5.2 (mais de oito horas depois).

 

Deixando-nos aqui a pensar sobre a extraordinária relação e equilíbrio existente (pelo menos até agora registado) entre as radiações solares e o geomagnetismo terrestre, equilíbrio esse que nos tem permitido desde que o Homem apareceu pela primeira vez à superfície da Terra (e até aos dias de hoje), viver e sobreviver num ambiente habitável e com suficiente conforto: e com o Cinturão de Van Allen a segurar-nos e a proteger-nos. Lembrando-nos da Terra como um Organismo Dinâmico e Vivo com um interior em movimento, preenchido e decisivo (como um gerador eletromagnético).

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:43

17
Mar 15

“O Sol envia-nos de enfiada três CME todas em sequência crescente”

 

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ALASKA – Aurora (hoje)

 

O nosso planeta foi hoje atingido pelo impacto de três CME originadas no Sol e viajando na nossa direcção. Entre as seis horas da manhã e as duas da tarde (e chegando mais cedo do que era previsto) as três vagas evoluíram desde uma tempestade geo-magnética menor até outra severa. A primeira ocorreu por volta das seis (5K-index/G1-menor), a segunda antes das nove (6K-index/G2-moderada) e a terceira (a mais forte) perto das duas da tarde (8K-index/G4-severa).

 

Como consequência foram lançados os alertas habituais, antecipando os possíveis efeitos provocados neste tipo de situações: na rede eléctrica, em satélites, na navegação por GPS, nas ondas de rádio de alta-frequência e até na formação de auroras, a mais baixa latitude (podendo atingir os 45°). Extraordinariamente até o norte da Califórnia poderá assistir a estas auroras. Quanto à tempestade geo-magnética esta ainda continua bastante activa, estando associada à mancha solar AR-2297.

 

Agora que se aproxima uma Super-Lua (Lua Nova e com a mesma no seu perigeu – ponto mais próximo da Terra), um Eclipse Total do Sol (atingindo uma percentagem elevada no norte da Europa e sendo mais reduzido em Portugal) e o Equinócio de Março (no nosso Hemisfério marcando o início da Primavera), provavelmente no dia 20 de Março (sexta-feira) no início da manhã (momento marcado para o eclipse) alguns dos observadores deste fenómeno poderão estar à espera de algo mais (sobretudo os que acreditam em mistérios e em teorias da conspiração): para eles uma quarta coincidência será forte de mais para eles aguentarem e estas CME poderão ser apenas mais um pretexto.

 

(imagem – Marketa Murray/spaceweather.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:44

14
Set 14

“CME impact from X1.6 solar flare generated strong G3 geomagnetic storm and bright auroras”

(The Watchers)

 

Mapa de absorção das radiações

 

Strong (G3) geomagnetic storm can trigger false alarms on some protection devices, sometimes voltage corrections may be required, surface charging may occur on satellite components at spacecraft operations, drag may increase on low-Earth-orbit satellites, and corrections may be needed for orientation problems. Intermittent satellite navigation and low-frequency radio navigation problems may occur, HF radio may be intermittent. Loss-of-lock and increased range error may occur at GPS systems. Radio blackouts reaching the R1 level are expected. (The Watchers)

 

Actividade geomagnética

 

“Quem se lixa são os pólos mas lá não vive ninguém – é só gelo e pinguins”

 

Como já se esperava o campo magnético terrestre acusou a chegada das intensas radiações provocadas pela erupção solar do último dia 10 de Setembro – da classe X1,6 – originando de imediato uma forte tempestade geomagnética e como consequências visíveis brilhantes auroras. Uma erupção solar de classe X (a mais elevada da escala) como a ocorrida no último dia dez (de valor 1,6 numa escala inicial de 9) poderá não ter grandes consequências visíveis para a vida na Terra mas convém estar sempre atento. A maior erupção registada até hoje estaria anexada à classe SX, podendo ter atingido um valor na ordem dos 30: felizmente não seria dirigida à Terra. E se fosse?

 

(imagens – The Watchers)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:28

13
Set 14

NADA (DE NOVO) A ASSINALAR

“De imediato nada sentimos, mesmo que tenhamos sido emprenhados”

 

Como já estava previsto as duas mais recentes CME originadas no Sol – e neste caso dirigidas ao nosso planeta – atingiram no início deste fim-de-semana a Terra e a sua atmosfera, repercutindo de imediato os seus efeitos através do aparecimento de auroras brilhantes e espectaculares.

 

EUA – aurora

(John Stetson)

 

Com o pico da tempestade geomagnética a registar-se nos dias 12 e 13 (deste fim-de-semana) será ainda possível a observadores residentes a altas latitudes visionarem esta noite auroras bastante brilhantes. Não se conhecem outras consequências da chegada à Terra destas duas CME, apesar dos efeitos da segunda (a mais intensa e de classe X) se fazerem sentir mais intensamente no decorrer do dia de hoje (dia 13).

 

(imagem – spaceweather.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:17
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Pelos vistos o Sol quer mais uma vez certificar-se de que já compreendemos que o Verão ainda não acabou: é de aproveitar enquanto durar!

 

"The sun is waking up from a deep slumber, and in the next few years we expect to see much higher levels of solar activity"

(Richard Fisher, head of NASA's Heliophysics Division)

 

10 Setembro de 2014 – Emissão de CME de classe X1,6 dirigida à Terra

 

Enquanto a Terra aguarda a chegada neste fim-de-semana dos efeitos das duas últimas erupções registadas na coroa solar (especialmente da segunda), reacendem-se as conversas sobre a actividade do Sol, agora que a nossa estrela parece recrudescer de actividade, entrando num período marcado pelo aparecimento de manchas solares extremamente activas. Como é o caso da mancha solar AR2158 responsável pela emissão de duas CME dirigidas ao nosso planeta Terra e com a última delas a pertencer à classe X1,6. Cá pela Terra ficamos a aguardar com curiosidade a ver se algo acontece (especialmente Sábado/Domingo).

 

(imagem – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:26
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12
Set 14

Será que Deus perdoará mais uma vez os pobres de espírito?

(ou desactivará de vez o holograma?)

 

Enquanto que na Terra continuamos a arranjar mil e uma maneiras de assegurarmos a nossa futura extinção como espécie dominante, no Céu Deus continua como Entidade Suprema a colocar nas mãos do Sol o destino de todos nós: e não serão os nossos critérios interpretativos da Natureza – dividindo-a em Bons e Maus – que nos salvará!

 

Actividade Solar

 

Mancha Solar

 

Prosseguindo tranquilamente a demonstrar que permanece em plena actividade – apesar de pretensamente já ter atingido o pico máximo do seu ciclo solar – o Sol continua a enviar em direcção à Terra mais material ejectado a partir da sua superfície, aquando das suas tempestades e erupções solares. Neste momento a Terra aguarda a chegada de duas novas CME, uma no próximo dia 12 e a outra no dia seguinte: se no que diz respeito à primeira estamos em presença de uma CME da classe M4.5 já no que diz à segunda trata-se de uma CME mais forte da classe X1.3 (numa escala logarítmica de 1 até 9 – no caso das X podendo ultrapassar este valor).

 

Algumas das consequências negativas destas CME dirigidas à Terra (particularmente no caso das mais fortes as da classe X) podem ser verificadas: no funcionamento dos satélites, nas emissões de rádio, no transporte de energia, no aparecimento das auroras, na ocorrência de terramotos e até no comportamento dos humanos. Neste momento o Sol mantêm visíveis e activas sete manchas solares. No caso das nossas CME ambas são originárias da região 2158.

 

The classification of solar flares

(spaceweatherlive.com)

 

Aurora

 

Solar flares are classified as A, B, C, M or X according to the peak flux (in watts per square metre, W/m2) of 1 to 8 Ångströms X-rays near Earth, as measured by XRS instrument on-board the GOES-15 satellite which is in a geostationary orbit over the Pacific Ocean. The table below shows us the different flare classes:

 

Klasse

W/m2 between 1 & 8 Ångströms

A

<10-7

B

≥10-7 <10-6

C

≥10-6 <10-5

M

≥10-5 <10-4

X

≥10-4 <10-3

Super X

≥10-3

 

Each X-ray class category is divided into a logarithmic scale from 1 to 9. For example: B1 to B9, C1 to C9, M1 to M9. An X2 flare is twice as powerful as an X1 flare, and is four times more powerful than an M5 flare. The X-class class category is slightly different and doesn't stop at X9 but continues on.

 

A vida do Sol

 

A estrela de referência do sistema no qual o nosso planeta está integrado terá aproximadamente 4,5 biliões de anos de idade: a Terra – tal como os outros planetas do Sistema Solar – será mais nova cerca de 30 milhões de anos. E da mesma forma que o Espaço se apresenta em constante transformação – nada se criando, nada se perdendo mas havendo simplesmente uma natural e contínua evolução – a estrutura que o suporta irá ser mais cedo ou mais tarde radicalmente alterada e replicada: de uma forma paramétrica e abstracta cronometrada em biliões de anos.

 

  • Às zero horas surge o novo sistema com o Sol como foco principal;
  • Passados poucos segundos aparece a Terra, os planetas e demais corpos celestes;
  • Após longas horas acabamos nós por aparecer;
  • Ultrapassada a fase juvenil e contestatária o Sol volta a redireccionar-se, aumentando de temperatura e de tamanho;
  • Entretanto nós já desaparecemos restando algumas baratas e outros corpos blindados;
  • Horas depois o Sol já é uma gigante vermelha;
  • Irá encolher até se tornar numa estrela anã branca, talvez desaparecendo posteriormente no Espaço;
  • Quanto ao Homem poderá ainda coexistir noutra parte do Espaço concorrencial ou paralelo e talvez noutro mundo acabar por montar maternalmente o seu ventre e holograma.

(imagens – thewatchers.adorraeli.com e wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:23
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13
Jul 14

Glancing blow possible

 

O Sol em 9 de Julho

 

Earth could receive a glancing blow from a CME on July 13th

It comes from a magnetic filament that erupted from the sun's northern hemisphere on July 9th and hurled part of itself into space. Minor geomagnetic storms are possible when the CME arrives.

 

(texto: spaceweather.com – imagem: SOHO/NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:18
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27
Fev 14

Explosão registada na região da superfície solar designada por AR1990. Foi uma das mais violentas erupções na coroa solar registadas neste ciclo da nossa estrela (X4,9), produzindo uma brilhante emissão de CME (em princípio não dirigida para a Terra).

 

Explosão Solar – diferentes visões dos momentos iniciais

 

Manchas solares como a AR1990 são por vezes a continuação de outras detectadas anteriormente, mas que com o movimento de rotação do Sol voltam a reaparecer por vezes ainda activas: no caso desta mancha trata-se da terceira vez e pelos vistos foi de vez – do ponto de vista da potência agora registada.

 

(imagem – SDO)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:31

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