Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

21
Set 16

“No próximo dia 30 a ESA fará impactar a sonda Rosetta sobre a superfície do cometa 67P/C-G. Um cometa onde os cientistas dizem não terem ainda encontrado qualquer vestígio de água, tendo no entanto detetado oxigénio – o que poderá significar a existência de vida microbiana: e que para o espanto de muitos (e de todos os outros cometas) é mesmo capaz de cantar.”

 

Rosetta_s_final_destination.jpg

Cometa 67P/C-G

9  Setembro 2016

Com a região de Ma’at assinalada a vermelho

(local onde a sonda Rosetta tocará o cometa)

 

1.Acompanhando-o no seu trajeto e tendo como referência o Sol (ao qual ambos estão presos gravitacionalmente) a sonda ROSETTA aproxima-se rapidamente do fim da sua missão: num projeto da responsabilidade da ESA (Agência Espacial Europeia) iniciado em Março de 2004 e tendo atingido o seu ponto mais alto em Agosto de 2014 com a inserção da sonda europeia em órbita do cometa 67P/C-G.

 

2.Neste intervalo de tempo decorrido desde 2014 assistindo-se ao comportamento de 67P/C-G na sua órbita de aproximação ao Sol (ao ser acompanhado pela sonda Rosetta), com o cometa a atingir o seu periélio no início de Agosto de 2015 (a mais de 185 milhões de Km da sua estrela de referência) e encontrando-se de momento a mais de 566 milhões de Km. E contando ainda com o fracasso da sonda de aterragem PHILAE.

 

3.Um cometa descoberto há 47 anos (1969), com um período orbital de seis anos e meio, no seu ponto mais distante localizado a cerca de 850 milhões de Km, composto por dois corpos de 2/4Km ligados entre si, rodando em torno do seu eixo virtual em pouco mais de 12 horas e atualmente circulando a uma velocidade próxima dos 15Km/s (menos de metade da velocidade no seu periélio: 34Km/s).

 

4.Para certos cientistas não sendo propriamente um cometa, já que se por um lado for constituído por rochas e certos metais podendo simultaneamente conter água gelada e outros gases, por outro lado e sendo esta uma das características dos asteroides a sua órbita nunca se estenderá para distâncias superiores a 10 UA (do Sol): sabendo todos nós que os cometas serão originários da distante NUVEM DE OORT e oriundos de regiões a mais de 100 UA.

 

“Se por um lado as forças gravitacionais associadas ao cometa resultarão num impacto da sonda Rosetta de consequências certamente muito similares ao da sonda Philae, por outro lado e segundo os cientistas o brilho e as poeiras inesperadamente observadas em 67P/C-G poderão ter como causa um deslizamento de terras à superfície desse corpo celeste.”

 

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A última semana da sonda Rosetta

Setembro 2016

Período durante a qual a sonda da ESA se preparará para atingir a superfície do cometa

(67P/C-G)

 

5.Ora o cometa 67P/C-G apresenta uma órbita com um período aproximado de 6.5 anos e com a mesma a estender-se (entre o seu afélio e o periélio) entre 1.2 e 5.7 UA de distância do Sol. Que eu saiba na sua aproximação à Terra nunca nos presenteando com o aspeto por todos nós esperado e imaginado (núcleo, cabeleira e cauda) e só agora surpreendentemente e ao afastar-se, oferecendo-nos um aumento no seu brilho e o aparecimento de poeiras.

 

6.Com os instrumentos da sonda a registarem imediatamente um aumento significativo nos parâmetros relacionados com o brilho, com a presença de gases/poeiras e até com a temperatura à superfície do cometa. Num fenómeno estranho que só poderá ter sido provocado por uma forte emissão de raios oriundos do Sol e impactando o cometa, por raios cósmicos oriundos do exterior do sistema ou até mesmo (porque não) por intervenção dos ET.

 

7.Esta última hipótese baseada em teorias da conspiração, que por sua vez nos pretendem apresentar a sua proposta alternativa e explicativa do que se passa na realidade e atualmente no cometa (e que já deveria ter sido observado na sua recente aproximação ao Sol): podendo tratar-se não de um corpo natural (asteroide ou cometa) mas de um objeto artificial tendo posto os seus propulsores em funcionamento por uma questão de correção de trajetória. Uau!

 

8.Seja como for no dia 30 de Setembro de 2016 por volta das 10:40 UTC a sonda ROSETTA dará por concluída a sua missão em 67P/C-G iniciando a sua descida em direção à superfície do cometa e finalmente entrando em contacto com a mesma na região de DEIR-EL MEDINA. Terminando aí a sua missão iniciada há doze anos e após serem percorridos quase 8.000 milhões de quilómetros.

 

(imagens: esa.int)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:47

15
Mai 16

Três imagens do cometa 252P/LINEAR obtidas a 4 de Abril de 2016 a partir do telescópio espacial HUBBLE, duas semanas após o mesmo ter passado na sua trajetória em torno do SOL a cerca de 3.300.000Km da Terra.

 

p1614aw.jpg

 

Registado já depois do cometa ter ultrapassado o seu periélio (ponto da sua trajetória de maior aproximação ao SOL) a quase 150.000.000Km da nossa estrela.

 

E considerado o corpo celeste mais próximo observado pelo telescópio Hubble (para lá da nossa vizinha LUA localizada a mais de 380.000Km da Terra).

 

Segundo os astrónomos com uma dimensão nunca superior a 1600m, com um núcleo frágil e gelado e devido à mudança de direção dos jatos de gás emitidos pelo mesmo, possuindo movimento de rotação.

 

Com a próxima passagem aquando do seu próximo periélio a estar marcada para 2021.

 

(imagem: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 05:01

20
Mar 16

Mais um que ninguém viu e bem maior que o de Fevereiro!

 

Um Asteroide:

 Que passou pela Terra a 11, que foi observado pela 1ªvez a 15, que foi observado pela 2ª vez a 17 e que foi (PUXA!) finalmente identificado a 18.

 

ast 1.jpg

 

Precisamente na data prevista para a Missa do 7º Dia.

 

 

Corpo Celeste 2016 EF105
Dimensão 20 - 50 Metros
Velocidade 10Km/s
Data da maior aproximação à Terra 11 Março 2016
Distância à Terra 30.000km

 

Mais uma vez deixando-nos completamente perplexos com as suas extraordinárias capacidades de prever o futuro do Homem e da Terra (baseando-se em todos os factos e conhecimentos pelos mesmos adquiridos e ao longo do espaço e do tempo consolidados), a maior, mais antiga e mais conceituada agência espacial do nosso planeta a norte-americana NASA, vem agora informar-nos de que no passado dia 11 de Março um asteroide até à data desconhecendo-se a sua existência (até à data quer dizer 15 de Março, quatro dias depois), passou mais uma tangente ao nosso planeta.

 

Assim em vez dos cientistas e técnicos da NASA nos avisarem do acontecimento que aí vinha (que devido à grande pressão do tempo provavelmente não seria o mais correto, podendo provocar alarme global injustificado) a mesma optou por posteriormente realizar uma retrospetiva muito mais detalhada e rigorosa, contentando com todos os seus pormenores toda a comunidade científica (hoje já é dia 20). Pelo menos e se o asteroide nos tivesse atingido, ainda teríamos um registo histórico para cultivar a nossa memória (desde que o calhau não fosse grande).

 

ast2.jpg

 

O asteroide 2016 EF195 (cuja dimensão poderia atingir os 50 metros sensivelmente o dobro do meteorito que explodiu em 2013 nos céus da Rússia na região de Chelyabinsk) passou no dia 11 deste mês numa trajetória muito próxima do nosso planeta (correspondendo apenas a cerca de 1/13 da distância Terra/Lua e circulando numa órbita interior aos satélites geoestacionários): num acontecimento inesperado e que surpreendeu de tal forma os especialistas (na observação da trajetória de objetos circulando nas proximidades da Terra), que estes só foram capazes de o identificar (pela primeira vez) já ele se começara a afastar.

 

E se em vez de ter passado ao lado (a apenas 30.000Km de distância e podendo atingir alguns satélites artificiais colocados em órbita da Terra), passasse um pouco mais perto de nós? Talvez com outras dimensões o tivessem visto a passar, talvez com outras dimensões não estivéssemos aqui para o contar. O que mais uma vez nos deixa extremamente preocupados com esta ineficácia na deteção antecipada de perigos potências oriundos do exterior e a desacreditar mais um pouco no verdadeiro interesse (e dinheiro) investido neste tão importante objetivo da nossa sobrevivência (como espécie organizada e inteligente).

 

ast5.jpg

 

Quando já a 6 de Fevereiro tinha sido notícia que um outro objeto (meteorito de 5 a 7 metros) tinha entrado em rota de colisão com a Terra, explodindo sobre o oceano Atlântico aquando da entrada na atmosfera terrestre (a cerca de 30.000m de altitude e a 100Km da costa do Brasil). Por coincidência num acontecimento só divulgado quinze dias depois (pela NASA) e passando despercebido para a esmagadora maioria dos meios de comunicação mundiais, por ter ocorrido em pleno oceano e em princípio sem testemunhas conhecidas. Com uma potência de impacto de 13Kt (apesar de pequenino).

 

E ainda quando dentro de dois dias (dia 22 de Março) outros dois cometas nos visitarão, na sua trajetória de aproximação ao Sol: o cometa 252P/LINEAR 12 (que passará a mais de 5 milhões de Km) e o cometa P/2016 BA14 (que passará a cerce de 3,5 milhões de Km) – e com o segundo a ser a 4º maior aproximação conhecida desde a Antiguidade ao nosso planeta Terra (e o segundo a 7ª). O que poderá originar após a sua passagem e pela possibilidade de a Terra atravessar a sua trajetória passada, mais uma chuva de meteoritos, de bolas de fogo ou de estrelas cadentes. Veremos já que a NASA pouco nos diz.

 

(imagens: Lunar Meteorite Hunter – The Latest Worldwide Meteor/Meteorite News/Nemesis Maturity/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:28

26
Fev 16

No próximo dia 5 de Março (um sábado) um asteroide passará nas proximidades do nosso planeta. No entanto até ao dia de hoje os astrónomos não nos conseguiram confirmar se ele fará uma tangente à Terra (mais ou menos distante) ou mesmo uma secante (colidindo com a Terra). Nem sequer informar-nos da data exata da sua passagem ou se o mesmo ainda existe. Falamos do asteroide 2013 TX68 um calhau com cerca de 30m de dimensão e que passará a cerca de 14,5 milhões de quilómetros da Terra…se por acaso não for a 18.000Km…se por acaso for nesse dia…se por acaso ainda existir. Formidável – e que se cuidem os satélites!

 

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Cometa P/2016 BA14

 

Já no que diz respeito aos cometas, durante o próximo mês de Março seremos presenteados com a aproximação (ao Sol) de dois deles: os cometas 252P/LINEAR 12 e P/2016 BA14.

 

Maiores Aproximações de cometas à Terra:
(Todas)

 

Ordem Cometa LD Ano
1 C/1491 B1 3.7 1491
2 D/1770 L1 5.9 1770
3 Tempel-Tuttle (1366) 8.6 1366
4 P/2016 BA14 9.1 2016
5 C/1983 H1 12.1 1983
6 Halley (837) 13.0 837

 

Maiores Aproximações de cometas à Terra:
(Apenas Século XX e XXI)

 

Ordem Cometa LD Ano
4 P/2016 BA14 9.1 2016
5 C/1983 H1 12.1 1983
7 252P/LINEAR 12 13.8 2016
11 Pons-Winnecke (1927) 15.4 1927
17 Schwassmann-Wachmann 3 24.1 1930
18 C/1983 J1 24.5 1983

(LD: Distância Terra/Lua – 1LD = 384.400Km)

 

Com o primeiro destes dois cometas com a sua maior aproximação à Terra a estar prevista para o próximo dia 22 de Março (a mais de 5 milhões de quilómetros de nós) e com o segundo (e inesperado cometa) a acompanhá-lo (numa trajetória muto semelhante) e passando a cerca de 3,5 milhões do nosso planeta. O que até poderá significar que o cometa 252P/LINEAR 12 se fragmentou em dois, originando o outro cometa P/2016 BA14. E podendo mesmo originar uma chuva de meteoros. Dois cometas que se integrarão agora na lista daqueles que passaram mais próximo da Terra e com o novato cometa P/2016 BA14 a ser o medalhado de ouro para os Séculos XX/XXI – além de ser o primeiro a passar mais perto da Tera nos últimos (2016 – 1770) 246 anos.

 

(dados: earthsky.org – imagem: Steven M. Tilley/iTelescope.net Observatory/Siding Spring/Australia)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:22

05
Jan 16

Com países como os EUA, a RÚSSIA e a CHINA a investirem fortemente no ESPAÇO e na sua DESCOBERTA e CONQUISTA, a EUROPA não poderia ficar para trás e ignorar o precioso FUTURO. Utilizando o seu conhecimento e tecnologia lançou-se também para o exterior e atirando-se à AVENTURA. E hoje têm a primeira sonda terrestre a aterrar num cometa.

 

Comet_on_31_December_2015_OSIRIS_narrow-angle_came

Cometa 67P/C-G
(31.12.2015)

 

A sonda ROSETTA que conjuntamente com o seu módulo PHILAE (colocado sobre a superfície do cometa) o tem acompanhado na sua trajetória de aproximação ao Sol (nesta imagem com Roseta a cerca de 80km do núcleo de 67P/C-G). O fim da missão da sonda ROSETTA estava prevista para o fim do ano passado, encontrando-se esta neste preciso momento ainda em movimento e a cerca de 250 milhões de quilómetros da Terra.

 

(imagem: ESA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:08

13
Dez 15

Da mesma forma que o Sol levou com um calhau em cima, amanhã seremos nós a levar com uma grande pedrada.
Mas será que nos avisam antes (para fazermos as malas)?

 

Na passada terça-feira as câmaras do Observatório Solar e Heliosférico da NASA (SOHO) registaram as imagens da passagem de mais um cometa na sua trajetória de aproximação ao Sol. Pelas imagens recebidas o cometa ter-se-á desintegrado ao aproximar-se do seu periélio, dado não terem sido registados nenhuns vestígios na sua previsível trajetória de saída.

 

20151208_0736_c2_512.jpg

Cometa na sua trajetória de aproximação ao Sol
(SOHO LASCO C2)

 

Apenas mais um dos tantos calhaus que atravessam constantemente o interior do nosso Sistema Solar e todos deles atraídos pela enorme força exercida pela estrela de referência deste sistema: o Sol. O que para planetas situados mais próximos do Sol, até que se pode tornar muito perigoso.

 

E que desde logo coloca duas questões: Teriam os astrónomos ou outros cientistas conhecimento da aproximação de mais este cometa ao Sol e como consequência à Terra? E se o cometa se tivesse mesmo desintegrado, qual seria a trajetória de possíveis fragmentos desse mesmo cometa? Não excluindo todas as probabilidades até que nos poderiam atingir.

 

(provavelmente este cometa terá sido o resultado da fragmentação de um outro cometa de maior dimensão pertencendo à família KRUETZ e que agora se terá totalmente vaporizado – tipo de cometas conhecidos como SUNGRASERS por passarem tão perto do Sol)

 

(imagem: SOHO/NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:17

05
Dez 15

Planeta

Marte é um dos oito planetas principais pertencentes ao nosso Sistema Solar, formado há cerca de 4,5 biliões de anos em torno de uma estrela de referência o Sol, na sequência de algum tipo de Evento excecional ocorrido há mais de 12 biliões de anos. (que alguns denominam como o Big Bang).

 

Conjuntamente com o planeta Vénus situado a mais de 100 milhões de km do Sol, o planeta Marte situado a mais do dobro dessa distância e localizado numa órbita agora exterior à da Terra (a pouco mais de 50 milhões de km de nós no seu ponto de maior aproximação), pode ser considerado no conjunto desses dois nossos vizinhos o mais promissor entre eles.

 

Após o abandono inexplicável da Lua e dos voos tripulados, restou-nos a procura da vida tal como apareceu há milhões de anos, noutros tempos e noutros mundos mas com semelhanças terrestres: e aí apareceu Marte como um reflexo da Terra – sendo nós o seu passado e eles o nosso futuro. Mas…e se fosse ao contrário?

 

PIA20157.jpg

Superfície do planeta Marte
(MRO – HiRISE)

 

Transverse aeolian ridges -- or TAR -- are mysterious, wind-blown features that are intermediate in size between ripples and much larger sand dunes.

 

Ripples form from hopping sand grains, and dunes form from sand grains being blown over longer distances. One hypothesis for TAR formation is that larger grains like pebbles are rolled on top of smaller ripples; then, finer dust settles into the cracks, "inflating" the pebbles, making the TAR larger than typical ripples.

 

Looking between the TAR, one sees a network of ancient, beaten-up channels that were carved by water, lava, or both.

 

This whole area is located in Solis Planum, an interesting, tectonic terrain south of Noctis Labrynthus which generally slopes toward the south.

 

Cometa

Nas grandes tragédias pensadas pela Humanidade como possíveis de ocorrer, a morte pelo poder exercido pela Água assim como pelo Fogo, teve sempre nestes dois personagens (básicos da Vida) os seus principais figurantes: como atores principais dum Evento Apocalíptico. E se pensarmos mesmo bem em questões de prioridade, os cometas estarão sempre onde houver água e fogo.

 

No caso do Sistema Solar muitas serão as origens. Rochas de maiores ou menores dimensões percorrendo a grande velocidade todo o nosso sistema, muitos deles oriundos da Cintura de Asteroides, da Cintura de Kuiper ou ainda da distante Nuvem de Oort: como serão o caso dos asteroides, dos cometas de período curto e dos cometas de período longo. Todos eles de maior ou menor dimensão, constituição ou densidade, podendo passar em qualquer das coordenadas interiores ao nosso conjunto planetário e como tal, cumprir normalmente a sua trajetória sem grandes incidentes ou então terminando-o abruptamente com um impacto.

 

Até hoje e que saibamos sem termos conhecimento de eventos notórios e catastróficos dessa ordem (grandes impactos de grandes calhaus) que tenham acarretado grandes repercussões (negativas) no ecossistema terrestre e na sobrevivência do Homem. Exceto a História do Calhau dos Dinossauros (mas aí o problema foi deles) e do incidente de Tunguska (talvez um aviso mas agora para nós).

 

PIA20118.jpg

Cometa Christensen
(Telescópio NEOWISE)

 

An infrared view from NASA's NEOWISE mission of the Oort cloud comet C/2006 W3 (Christensen). The spacecraft observed this comet on April 20th, 2010 as it traveled through the constellation Sagittarius. Comet Christensen was nearly 370 million miles (600 million kilometers) from Earth at the time.

 

The image is half of a degree of the sky on each side. Infrared light with wavelengths of 3.4, 12 and 22 micron channels are mapped to blue, green, and red, respectively. The signal at these wavelengths is dominated primarily by the comet's dust thermal emission, giving it a golden hue.

 

The WISE spacecraft was put into hibernation in 2011 upon completing its goal of surveying the entire sky in infrared light. WISE cataloged three quarters of a billion objects, including asteroids, stars and galaxies. In August 2013, NASA decided to reinstate the spacecraft on a mission to find and characterize more asteroids.

 

(texto/itálico e imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:32

25
Ago 15

Esta é mais uma sequência de imagens do cometa 67P/C-G obtidas nos finais do mês de Julho pelas câmaras da sonda ROSETTA (sonda essa da responsabilidade da ESA e que tem acompanhado o referido cometa desde Agosto do ano passado), na sua trajetória de aproximação ao Sol (tendo já ultrapassado o seu periélio). A imagem foi obtida a menos de 200km da superfície do cometa 67P/C-G, no qual se encontra uma outra sonda enviada a partir da própria sonda Rosetta: a sonda PHILAE.

 

PIA19867_modest.jpg

Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko
(PIA19867)

 

Na sequência de imagens é bem visível o aparecimento de um jacto temporário originado a partir da superfície de 67P/C-G (e dirigido para o espaço exterior), com uma velocidade estimada superior a 10m/s e com o mesmo jacto a ser oriundo da zona do pescoço do cometa. O cometa 67P/C-G apresenta uma dimensão superior a 4km e tem um período orbital superior a 6 anos. Encontra-se neste momento a mais de 260 milhões de quilómetros da Terra e a mais de 185 milhões de quilómetros do Sol, viajando a uma velocidade próxima dos 34km/s.

 

(imagem – ESA/NASA/ROSETTA

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:05

14
Jun 15

PHILAE
Nunca uma nave da Terra aterrara num cometa

 

A sonda PHILAE acabou de despertar do seu longo período de hibernação (já lá vai mais de meio ano desde que aterrou aos trambolhões na superfície do cometa), enviando os seus primeiros sinais de 67P/C-G desde 15 de Novembro do ano passado (quando a carga das suas baterias acabou). Enviada a partir da sonda ROSETTA com a missão de aterrar na superfície de 67P/C-G, PHILAE teve problemas ao atingir a superfície do cometa, vindo apenas a imobilizar-se (após alguns saltos) numa zona mais acidentada e junto a uma escarpa: o que a colocou numa zona de sombra muito menos favorável ao processo de carregamento das suas baterias e a colocou em hibernação. Agora a sonda volta a comunicar (durante quase minuto e meio) e a enviar informações em direcção à Terra.

 

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Meio Escondida mas Viva
A sonda PHILAE no cometa 67P/C-G

 

O cometa 67P/C-G continua na sua trajectória de aproximação ao Sol (e ao nosso planeta) encontrando-se neste momento a menos de 215 milhões de quilómetros do Sol e a pouco mais de 300 milhões de quilómetros da Terra. Viaja a uma velocidade superior a 30km/s levando consigo a sonda PHILAE e em sua órbita e companhia a sonda ROSETTA. A missão da sonda da ESA está prevista durar até ao fim deste ano de 2015. Até lá continuará a acompanhar este cometa jupiteriano com um período orbital aproximado de 6,5 anos, o qual atingirá o seu periélio quando estiver a cerca de 186 milhões quilómetros do Sol (só faltam 30 milhões). E no decorrer do processo levar a estudar (em detalhe) o comportamento deste corpo celeste, talvez extremamente importante para a compreensão da evolução da Terra e da vida na mesma.

 

(imagem – ESA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:15

21
Mai 15

O significado de Vida é para os seres humanos uma questão filosófica e espiritual. O que não deixa de ser uma definição extremamente restritiva, por ignorar outros grupos igualmente organizados.

 

O cometa 67P/C-G continua na sua órbita de aproximação ao Sol. Encontrando-se neste momento a mais de 238 milhões de quilómetros da nossa estrela e viajando a uma velocidade na ordem dos 29Km/s, o cometa é agora acompanhado na sua trajectória pela sonda ROSETTA.

 

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Superfície do cometa 67P/C-G

 

Numa das suas detalhadas observações à superfície do cometa, os responsáveis da ESA registaram uma curiosa particularidade, muito comum de ser observada no nosso planeta: pedras aparentemente desafiando a conhecida lei da gravidade. Como é o caso da imagem anterior (à superfície do cometa) onde três pedras parecem fazer o pino.

 

E já agora recordemos a Lei da Gravitação Universal (Lei de Newton):

 

F = (G x M₁ x M₂)/R²

 

(imagem – ESA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:22

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