Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

29
Nov 17

O vulcão AGUNG localizado na ilha de BALI na INDONÉSIA depois de ter entrado em erupção no passado dia 21 (há uma semana) e lançado material para a atmosfera,

 

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1

(foto: Kriss Sieniawski)

 

Voltou de novo a entrar em erupção no dia 25 (sábado) agora com maior intensidade e com o topo da coluna de cinzas a atingir uma altitude de cerca de 6Km (20000 pés).

 

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2-3

(fotos: Sutopo Purwo Nugroho e Shérine)

 

Horas depois da ocorrência desta 2ª e violenta erupção (ainda no dia 25) com o vulcão a entrar na sua fase magmática começando a expelir lava para o exterior e com a mesma a começar a escorrer pela montanha ‒ figura 7/água contendo cinzas vulcânicas e lama (subindo de imediato o nível de alerta):

 

A nível turístico (a principal fonte de receitas da ilha) com a consequência imediata a ser a suspensão de todos os voos (com o topo da coluna de cinzas a ultrapassar já os 9Km ou 30000 pés);

 

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4

(foto: Sutopo Purwo Nugroho)

 

E a nível interno com este fenómeno vulcânico a afetar todo o quotidiano da ilha (num raio de 8/10Km a partir da cratera) e forçando à evacuação milhares de pessoas estimadas em 100000.

 

Numa área localizada em torno do vulcão Agung e tendo estado (vulcanicamente) tranquila desde há 53 anos (com a última erupção a referir-se a 1963/64), com as pessoas resistindo à partida (muitas delas nunca tendo visto uma tal erupção) deixando para trás a sua casa, as suas terras, os eus animais e a sua vida.

 

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5-6

(foto: Shérine e Dr Janine Krippner)

 

Para já não sendo possível prever o fim deste violento surto vulcânico (no vulcão Agung) apesar de na sua última grande erupção o mesmo ter estado longo tempo em atividade (até acalmar) causando nesse período umas 1600 vítimas mortais.

 

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7

(foto: Reuters/straitstimes.com)

 

Num momento dramático para todos os habitantes da ilha de BALI (locais e turistas), num fenómeno geológico por muitos nunca visto (e experienciado ao vivo) há mais de 50 anos e podendo provocar a deslocação de 100000 pessoas e o isolamento parcial deste território da Indonésia ‒ já com o seu aeroporto encerrado. Num destino turístico que só no 1º semestre de 2017 terá recebido a visita de cerca de 4,5 milhões de indivíduos (oriundos de todo o mundo).

 

(fonte e imagens: watchers.news ‒ última imagem: striaststimes.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:01

13
Jan 17

SUPERVULCÃO de CAMPI FLEGREI

(Nápoles – Itália)

 

CA0.jpg

 

Quando já nos tínhamos de preocupar por estarmos nas proximidades de uma das mais importantes falhas tectónicas terrestres (passando a sul de Portugal e separando a placa Euroasiática da placa Africana) responsável entre outros acontecimentos pelo terramoto de 1755 que atingiu particularmente Lisboa e o sul do nosso país (acompanhado por um tsunami), eis que nas proximidades da nossa região do Algarve, implantado em terra e no mar Mediterrâneo e apenas a 2000Km de distância, um SUPERVULCÃO localizado no sul de Itália e há muito adormecido (mas com antecedentes preocupantes) parece querer acordar e entrar de novo em atividade (ou talvez não limitando-se a uns roncos de alguém ainda a dormir).

 

Um SUPER-VULCÃO localizado a apenas 2.000Km da cidade de ALBUFEIRA e adormecido há cerca de 478 anos (a última erupção de que há registo data de 1538, tendo durado oito dias e dado origem ao aparecimento do monte NUOVO), começa a mostrar sintomas algo preocupantes de poder quere entrar em atividade.

 

CA00.jpg

 

Sabendo-se que o mesmo se integra numa região do sul de Itália onde residem meio milhão de pessoas – NÁPOLES – e conhecendo-se desde há muito tempo os antecedentes históricos e cronológicos deste SUPERVULCÃO Europeu: formado há várias centenas de milhares de anos, com uma violentíssima erupção há cerca de 200.000 anos e com outras há 40.000, 35.000 e 12.000 anos.

 

Particularmente relevantes pelas consequências negativas para o ecossistema terrestre (e para a sobrevivência do Homem e de muitas outras espécies) nos Eventos registados há 200.000 e 40.000 anos:

 

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No 1ºcaso com uma erupção vulcânica maciça a escurecer os céus de todo o planeta originando um Inverno Vulcânico (especialmente na Europa), tendo este Evento sido considerado o maior de sempre (em termos vulcanológicos) na História do Continente;

No 2ºcaso já mais recente (ocorrido há 40.000 anos) com muitos historiadores a acreditarem que essa grande erupção poderá ter contribuído para a extinção definitiva do Homem de NEANDERTAL.

 

Agora começando a emitir os seus primeiros sons ao fim de quase meio século de inatividade e com o seu ribombar começando a confirmar alguns dos dados já recolhidos previamente pelos cientistas (por prevenção e segurança de uma das áreas mais densamente povoadas da Terra), alertando-os face aos sinais e preocupando-os e a nós todos.

 

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Com a deformação e o aquecimento detetada no terreno a poderem quere indicar que o SUPERVULCÃO se aproxima de um dos seus estados mais críticos (pelo aumento da pressão interna), podendo a qualquer altura começar a ejetar nuvens (de gases vulcânicos) e até dar origem a uma erupção (que num caso extremo poderá ter efeitos catastróficas dada a grande densidade populacional).

 

Um SUPERVULCÃO que nos faz logo lembrar o seu colega situado do outro lado do oceano Atlântico em pleno interior do território dos Estados Unidos da América e integrado num dos seus maiores e mais famosos Parques Nacionais – o SUPERVULCÃO de YELLOWSTONE – também ele (neste caso italiano e denominado CAMPI FLEGREI) não sendo constituído por um único vulcão (um só cone) mas integrando no seu caso um complexo sistema vulcânico estendendo-se subterraneamente até ao mar Mediterrânico e integrando 24 crateras (além de outros tipos de manifestações vulcânicas).

 

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No caso da principal cidade integrada na região incluindo o complexo do SUPERVULCÃO de CAMPI FLEGREI – a cidade de NÁPOLES – com os cientistas a acrescentarem a informação da existência de uma grande caldeira subterrânea localizada mesmo debaixo da cidade italiana apresentando uma extensão de quase 12Km. Garantindo no entanto que apesar dos sinais observados em torno do SUPERVULCÃO o mais natural é que nada aconteça pelo menos durante as nossas vidas – o que não significa que não seja, possível acontecer já amanhã. Por isso continuarão a vigiar.

 

Observando o mapa dos vulcões atualmente ativos em todo o Mundo (de momento em erupção ou não, mas no mínimo enviando sinais), estando aí assinalados e referidos ao continente Europeu e à zona do oceano Atlântico quatro pontos de relevo: um a Vermelho/STROMBOLI (atualmente em erupção), dois a Laranja/ETNA e SETE CIDADES (atividade baixa mas com alguns sinais de aviso) e um a Amarelo/CAMPI FLEGREI (com sinais de alguma agitação mas sem previsão em dias/semanas de próxima erupção).

 

Vulcão

Sete Cidades

Localização

Açores – Portugal

Coordenadas

+37.86/-25.79

Caracterização

Estratovulcão

Caldeira

Cones piroclásticos

(856m)

Estado atual de atividade

Baixa atividade

Sinais reduzidos de possível erupção

(3 em 5)

Tipo de erupção típica

Explosiva

Última erupção

1500 AD

Sismos recentes nas proximidades

Não registados

 

Como se pode constatar analisando os dados fornecidos pela “volcanodiscovery.com” com a maior atividade vulcanológica a nível da Europa e neste início de 2017 a centrar-se num único país a ITÁLIA (tês casos assinalados em quatro), mas com o arquipélago dos Açores através do vulcão das Sete Cidades a poder ser também uma preocupação no futuro (ver dados da tabela anterior).

 

(dados: Brian Howard/nationalgeographic.com – imagens: UPStrat-MAFA/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:58

10
Abr 16

O Super Vulcão

 

“Three super-eruptions at Yellowstone appear to have occurred on a 600,000-700,000 year cycle starting 2.1 million years ago. The most recent took place 640,000 years ago – suggesting Yellowstone is overdue for an eruption.”

(bbc.co.uk)

 

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A enorme caldeira vulcânica debaixo de Yellowstone

 

Já com tantos desastres a acontecer em terra (naturais e artificiais) e contando ainda com a ameaça proveniente de todos os objetos conhecidos ou desconhecidos em aproximação ao nosso planeta (como o para já teórico NONO PLANETA), só nos faltava mesmo virem-nos agora relembrar de mais um pormenor que diretamente para uns e indiretamente para outros, poderia também pôr em causa o eco ambiente onde habitamos e a nossa sobrevivência: o SUPERVULCÃO norte-americano localizado no estado do Wyoming e conhecido pelo nome da sua enorme caldeira (com uma área de quase 4.000Km²) e pelo parque natural onde está inserido – YELLOWSTONE.

 

Com os especialistas neste tipo de fenómenos a voltarem a falar na forte possibilidade de um dia destes o vulcão entrar de novo em erupção (a sua última grande erupção ter-se-á registado há cerca de 360.000 anos), afetando imediata e diretamente metade do território dos EUA e pondo em causa de, no mínimo no prazo de algumas décadas, algum tipo de vida aí poder sobreviver. Provocando uma imensa destruição, no mínimo 1.000.000 de mortos em toda a região rodeando o vulcão, muitos outros milhões de feridos e desalojados e certamente o colapso dos EUA. Para já não falar das consequências (em todas as áreas) para o resto do mundo.

 

E como assim para ajudar à festa, com a USGS a informar-nos (ou então a avisar-nos) ainda com mais detalhe para as graves consequências caso algum dia destes se concretizasse um EVENTO deste calibre (ao nível de extinção): culturas completamente destruídas, exterminação de muitas espécies, contaminação dos cursos de água, aumento exponencial de doenças respiratórias e ainda o desmoronamento de todas as infraestruturas básicas de apoio à sobrevivência do Homem. Já imaginaram um mundo em que a potência que hoje tudo domina e tudo controla (a seu bel-prazer e sem qualquer tipo de contestação ou necessidade de ajuda), um dia desapareça do mapa sem nos deixar algo ou sequer nos avisar?

 

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Um vulcão em contagem decrescente e muito perto do zero

 

No entanto e apesar de tudo aquilo aqui exposto segundo esses mesmos especialistas poderemos estar descansados: um vulcão deste tipo muito provavelmente não entraria em erupção nos próximos 10.000 anos (segundo a USGS).  O que vindo de autoridades tão credenciais no mundo da sismologia e da vulcanologia nos poderia deixar mais descansados, mas como preposição (supostamente) verdadeira sendo imediatamente neutralizada pelos não menos especialistas da Fundação Europeia da Ciência – destacando estes que uma erupção vulcânica desta dimensão além de poder originar uma tragédia a nível planetário muito mais grave do que a provocada por um impacto de um asteroide com a Terra, poderia lançar simultaneamente o nosso planeta e todas as espécies aí existentes num período de alterações climáticas extremas no mínimo de 1.000 anos.

 

Nunca esquecendo que segundo esses mesmos cientistas o intervalo (previsível) de 10.000 anos para uma nova grande erupção na caldeira do SUPERVULCÃO de YELLOWSTONE poderá ser demasiado extenso, podendo o mesmo Evento ocorrer num tempo muito mais próximo e ainda mesmo este século. Talvez contando ainda com o contributo suplementar do hipotético NONO PLANETA (circulando no interior ou muito próximo do Sistema Solar), que segundo muitos cientistas poderá na realidade existir (foram detetadas algumas variações no comportamento de certos objetos pertencentes ao Cinturão de Kuiper) e que segundo muitos outros curiosos (da ciência) existirá mesmo, estará cada vez mais perto de nós e acabará com a sua presença por perto, por nos afetar e tocar (e ao planeta Terra). Veremos o que acontece atá ao ano 2100.

 

(imagens: WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:02

26
Out 14

Mais uma erupção no interior da região da coroa solar assinalada pela mancha AR2192 (a quinta erupção significativa registada nos últimos dias): classificada na classe X2,0 e produzindo perturbações nas transmissões rádio de alta-frequência (tempestade de nível R3/forte). Com este evento a ocorrer ontem (sábado) e com o Sol a apresentar ainda seis manchas visíveis (2192 a 2197).

 

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Comunicações rádio – Zonas mais afectadas

 

Esta erupção solar não foi no entanto acompanhada por CME de assinalar (e que tivessem sido detectadas), apesar das perturbações que provocou nas telecomunicações terrestres. Enquanto isso o Sol vai continuando a rodar tranquilamente e a mancha solar AR2192 vai-se movimentando diante de nós, entrando brevemente do outro lado do Sol. O que não significa que não ocorram (ainda) outras erupções/CME.

 

(imagem – NOAA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:11

28
Set 14

“Ontake is a major sacred mountain, and following older shamanistic practices actors and artists have gone to the mountain to put themselves into trances in order to get divine inspiration for their creative activities.”

(wikipedia.org)

 

 

 

A erupção do segundo maior vulcão japonês localizado no Monte Ontake e iniciada sem qualquer tipo de aviso prévio no último sábado, já provocou até ao momento mais de trinta mortos e mais de meia centena de desaparecidos (que poderão estar vivos ou mortos): aqueles que não conseguiram escapar à avalanche súbita de pedras e de cinzas expelidas subitamente pelo vulcão (e que os engoliu literalmente), devido à velocidade e toxicidade desta espessa nuvem vulcânica. E a nuvem que os engoliu era tão densa e pesada e as cinzas tão intensas e penetrantes, que nem ver ou respirar se conseguia.

 

 

Cerca de 250 pessoas foram apanhadas de surpresa durante a sua visita à zona em redor do cume do vulcão – um passeio turístico usual nesta altura do ano para observar (além do vulcão) a queda das folhas do Outono – não tendo existido nenhum aviso prévio ou outro tipo de alerta: os responsáveis apenas tinham registado pequenos sismos na região, mas nada de preocupante ou que pudesse sugerir o que depois se iria passar. E enquanto todos passeavam tranquilamente aproveitando o que de belo a Natureza lhes oferecia Ontake entrou em erupção.

 

 

A queda de cinzas foi de tal forma rápida e intensa que em muito pouco tempo cobriu com um espesso manto de pó toda a zona envolvendo o Monte Ontake: cinzas vulcânicas extremamente tóxicas e atingindo quase 20cm de espessura. Num local considerado um interessante roteiro turístico, excelente para a realização de grandes caminhadas entre a natureza, bem fornecido de refúgios de montanha e outros locais de descanso e abrigo e atravessado por caminhos bem assinalados e construídos. Mas o problema é que a Natureza é sempre imprevisível e jamais o Homem a conseguira dominar: só mesmo destruindo-se!

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:27

27
Set 14

Quando cheguei ao Algarve ouvi logo falar do vulcão de Monchique: mas nunca o vi, só provei das suas águas termais. O que não quer dizer que nunca tivesse existido ou que até pudesse ser um familiar (afastado) dele. Geologicamente falando, claro!

 

Erupção no vulcão do Monte de Santa Helena

(USA – 1980)

 

Em 20 de Março de 1980 uma sucessão de sismos registados no estado norte-americano de Washington (mais precisamente na região envolvendo o monte de Santa Helena) despoletou a actividade sísmica e eruptiva no vulcão aí existente (despertando-o). Dois meses depois o vulcão de Santa Helena explodiu (a 18 de Maio de 1980) provocando a destruição e o deslizamento de todo o flanco norte da montanha: o seu cume desapareceu deixando no seu lugar apenas um enorme buraco. Apesar de tudo apenas se registaram cerca de seis dezenas de vítimas mortais – originadas pelos efeitos devastadores da poderosa nuvem piroclástica criada após a explosão (com velocidades que poderão ter atingido os 1.000Km/h e um raio de acção de vários quilómetros).

 

As cinco crateras do vulcão Ontake

(Japão – 2014)

 

Mais um vulcão na Ásia a entrar de novo em erupção, neste caso o vulcão mais alto do Japão com uma altitude de mais de 3.000 metros (que até 1979 se pensava inactivo, entrando nesse ano em plena actividade). Situado na ilha japonesa de Honshu (a maior do conjunto de ilhas do arquipélago japonês) e a cerca de uma centena de quilómetros da cidade de Nagoya (e a 200Km da capital Tóquio). Na imagem anterior podemos ver as suas cinco crateras em acção – desde o dia 27 de Setembro deste ano – as quais apanharam muitos dos locais de surpresa (entre curiosos e habitantes locais) provocando uma dezena de feridos e obrigando quase três centenas de pessoas a procurarem protecção em refúgios na montanha. Até ao momento não existindo notícias sobre o aparecimento de lava, registando-se apenas a queda de cinzas e de pequenas pedras.

 

Montanhistas apanhados de surpresa

(Japão – 2014)

 

Com uma grande presença de locais e ocasionais nas imediações do monte Ontake – devido ao atractivo que o vulcão aí existente representa para todos os japoneses (e para a sua cultura) e sabendo-se que as montanhas cobrem quase 70% do seu território – a repentina erupção registada a 27 deste mês apanhou muitos deles de surpresa. Como se pode verificar na imagem anterior, com os elementos presentes nas imediações das encostas do vulcão a fugirem apressadamente, perante a rápida aproximação de uma densa e cinzenta nuvem de cinzas (tal e qual uma nuvem piroclástica). Tanto os Estados Unidos como o Japão têm assim (como em muitos outros campos) estreitas ligações entre si: neste caso tendo os vulcões (existentes nos seus territórios) como elemento comum.

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:48

21
Fev 14

Vulcão Kelut – 14.02.14

 

Depois da erupção registada este mês no vulcão do Monte Kelut situado na Indonésia e que levou à evacuação de milhares de pessoas aí residentes, outro problema adicional está agora a surgir.

 

Poluição provocada pela queda de cinzas vulcânicas

 

Durante a sua erupção iniciada este mês o vulcão Kelut terá lançado sobre a superfície situada em seu redor perto de 50 milhões de m³ de depósitos.

 

Kali Code – Yogyakarta – 200Km do vulcão

 

Registando-se na zona do vulcão uma elevada precipitação e com os rios a começarem a transportar consigo material piroclástico e outras rochas e detritos, a água do rio começa agora a transformar-se numa espécie de lama, ameaçando as suas margens e as aldeias aí situadas.

 

Monte Kelut – Tempestade atmosférica

 

A erupção não afectou no entanto todas as zonas em seu redor: certas zonas a sul do vulcão não foram afectadas, ao contrário do que aconteceu a norte onde se situam as zonas mais atingidas como Puncu e Pandan Sari.

 

(dados e imagens – The Watchers)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:51

02
Fev 14

Grande erupção vulcânica provoca mais de 14 mortos na Indonésia

(Janeiro 2014)

 

Fugindo do vulcão Sinabung

 

Enquanto o vulcão do monte Sinabung explode numa violenta erupção e emissão de materiais piroclásticos, uma aldeã foge em passo acelerado dum local situado nas suas proximidades, antes de ser atingida pela sua (do vulcão) poderosa onda de choque. A onda de choque provocado pela explosão, pode ter consequências dramáticas.

 

Corpo de uma das suas vítimas

 

Situado no norte da ilha indonésia de Sumatra – localizada no oceano Índico – o vulcão Sinabung já provocou diversas vitimas desde que entrou de novo em erupção, como é o caso da imagem anterior que retrata o corpo dum aldeão local vítima das cinzas vulcânicas transportadas a altas temperaturas pela nuvem piroclástica: morto por asfixia.

 

(imagens – nytimes.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:18

10
Mar 12

Uma erupção solar direcionada para a Terra atingiu ontem o seu campo magnético. O impacto foi fraco podendo no entanto verificar-se uma intensificação desta tempestade solar nas próximas horas.

 

Cuidado com a mancha

 

A mancha solar ativa AR1429 continua a crescer. Neste momento é já mais de sete vezes maior que o tamanho da Tera, sendo facilmente visível utilizando um telescópio solar.

 

AR1429 – mancha da esquerda

 

Os nossos jornalistas – sem nada de novo para contar nesta podridão cerebral que atacou o nosso país – lá se lembraram do Sol da seca profunda e para tornarem tudo isto muito mais tenebroso, lançaram-se ao Sol das manchas perigosas, retrato dos caminhos turbulentos que hoje percorremos.

Bom trabalho, boa imagem e mais um passo na direção correta: assim a crise é mesmo global!

 

(algum texto e imagem – spaceweather.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:25

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