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Covid-19 ─ Parece, mas não é (bem assim)

Quarta-feira, 08.12.21

Confirmando mais uma vez que “o que parece, por vezes não é” (nunca mais aprendemos), ao contrário do meu 1º espanto face à evolução dos números COVID-19 no ALGARVE (Infetados/dia),

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Hoje com +5.286 Infetados (Algarve +338) e +15 óbitos (Algarve +3, 20% do total).

 

─ Estando a crescer em 2021 relativamente a 2020,

quando deveria (pela média nacional) estar a diminuir

Deixando para trás as médias e as interpretações oficiais e reconhecendo o erro parcial transportado pela minha dúvida “o que é que se passa no Algarve” (a nível da evolução dos parâmetros Covid-19, incluindo neles os infetados),

Constatando que pelo menos nestes últimos 38 dias (desde 1 de novembro a 8 de dezembro) a linha do nº de Infetados/dia em Portugal, acompanhar a mesma, mas referindo-se agora ao Algarve, senão coincidindo sendo ambas muito semelhantes.

Um erro importante, no entanto, não deixando de ser parcial, pois se por um lado estas duas linhas se acompanham (referindo-se apenas a 2021) ─ num duelo Portugal Vs. Algarve ─ por outro com os valores registados em 2021 (já com vacina), a serem bem superiores aos de 2020 ─ num duelo 2021 Vs. 2020. Pelo menos no Algarve.

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:26

Covid-19 ─ Novembro/Dezembro 2020/2021 ─ Algarve

Terça-feira, 07.12.21

Ao 7º dia do mês de dezembro e faltando 17 dias para o Natal (25 de dezembro, quando o Pai Natal desce pela chaminé), mantendo-se a inversão não prevista do nº de Infetados/dia e do nº de Óbitos/dia (na região do Algarve) ─ neste período de 37 dias iniciado a 1 de novembro ─ com os números de Infetados/Óbitos/dia em vez de descerem (como indica a média nacional comparando o ano de 2020 com o de 2021) aumentando:

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Confusão gráfica

Covid-19 Algarve ─ Últimos 37 dias

Aguardando-se explicação para esta evolução

 

No ano de 2020 e para o mesmo período (de 1 de novembro a 7 de dezembro) registando-se um total de 2.772 Infetados e de 27 Óbitos, enquanto no ano seguinte ─ neste ano de 2021 ─ apesar das vacinas e da expetativa de os números diminuírem (como consequência da sua administração, atingindo mais de 85% da população), se verificarem 6.357 Infetados (2,3X mais) e 56 Óbitos (2,1X mais). Quando deveria suceder o oposto.

“Após saída de cinco cirurgiões, escalas de urgência no Hospital de Faro podem ficar comprometidas.”

(sol.sapo.pt/1 dezembro)

“A situação pandémica no Algarve é "preocupante", com mais de três dezenas de surtos de Covid-19, a maioria em escolas, mas os hospitais "têm uma margem grande" para absorção de doentes, garantem as autoridades regionais de saúde.”

(jn.pt/6 dezembro)

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:41

Efeito IOIÔ

Terça-feira, 07.12.21

Contrariando o panorama geral nacional (Covid-19),

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Com as tendências de 2020 e de 2021 quando comparadas a apresentarem um saldo nitidamente positivo em favor deste último ─ menos infetados e muitos menos óbitos ─ na região do Algarve e comparando idêntico período do ano de 2020 e de 2021 (35 dias de novembro/dezembro), com a evolução do nº de óbitos/dia a estar em completa oposição ao esperado, aumentando em vez de diminuir: para além de nos últimos cinco dias terem-se registado +22 óbitos no Algarve (quase 24% do total de mortes nacionais no mesmo período, 93), com o nº total de óbitos registados nesse mesmo período (de 35 dias) a ser de 27 em 2020 e de 52  em 2021 (um crescimento de mais de 90%).

Levando-nos a perguntar, “o que se passa no Algarve"? E as urgências, as consultas, as listas de espera e as intervenções cirúrgicas? Então e os doentes?

(dados: dgs.pt ─imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:28

Algarve & Coronavírus (2021)

Sábado, 04.12.21

Contrariando os números médios nacionais ─ Infeções/dia e Óbitos/dia ─ no que diz respeito à Pandemia de COVID-19, no Algarve comparando idêntico período de 2020 e de 2021 (1 de novembro a 4 de dezembro, 34 dias), verificando-se um maior nº de Infetados e de nº de óbitos este ano (de 2021) relativamente ao ano anterior (de 2020): neste período de 34 dias em 2020 registando-se 2.587 infeções contra os 5.602 de 2021 (+3.015, mais de 2X), enquanto que a nível de óbitos o nº em 2020 indicasse 26 e o nº de 2021 referisse 42 (+16, mais de 1,5X).

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Mantendo-se nesta nova “vaga de outono” um caminho muito semelhante ao percorrido no ano anterior ─ neste mesmo período ─ e confirmando-se esse rumo, talvez com algum atraso (de uns 15 dias) surgindo de seguida a “vaga de Inverno”, o ano passado arrancando por finais de dezembro (final do ano) este ano talvez pela 1ª quinzena de janeiro. Esperemos que algo mude e que se possa evitar uma nova vaga (uma recaída).

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A nível global com as maiores preocupações a estarem centradas na Rússia e nos EUA, nos últimos 7 dias tendo-se registado na Rússia mais de 233 mil Infetados e mais de 8.500 Óbitos (mais de 1.200/dia) e nos EUA mais de 746 mil casos e mais de 7.600 óbitos (mais de 900/dia). No continente africano (e nos últimos 7 dias) apesar do nº de Infetados crescer significativamente (+137%), tal não se tem refletido no nº de óbitos tendo mesmo descido (-18%) ─ com o país a registar mais vítimas mortais por Covid-19 a ser o Egito, na última semana registando 406 óbitos.

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:23

ON/OFF

Sábado, 04.12.21

O problema do Homem será que ao querer evitar a sua própria extinção ─ e na prossecução da sua senda religiosa na busca incessante do mundo da perfeição] terá que ceder mais cedo ou mais tarde e inevitavelmente ao poder das máquinas ─ da automatização e dos robots ─ metamorfoseando-se numa bio máquina e à falta de melhor (superando-nos com a máquina em conjunto, estando-se mais perto do alvo), esperando (assim as máquinas/o produto final o consintam) ser feliz.

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A posição do Sol, relativamente ao centro da Via Láctea.

 

A cadeira era excelente, almofadada, com dois apoios laterais (bem apetrechados) e podendo mover-se em todas as direções, mesmo de lado ou verticalmente, colocando-nos da forma mais confortavelmente possível (de forma ergonómica) e enquadrada perante o amplo painel de instrumentos (que protagonizava o cenário), lateralmente decorado por dois grandes vasos onde estavam colocadas duas palmeiras (ainda jovens) ─ protagonizando a Natureza ─ fazendo sobressair ainda mais ao centro (e como foco desta experiência) o Cérebro M4, responsável por este ato transformativo e induzido (já levado a cabo, por uma criação) por uma civilização muito mais avançada, relativamente à nossa perdida nas coordenadas do Espaço/Tempo (muito mais antiga/ou acelerada do que a nossa): em frente ao Cérebro M4 e já com o software inicial introduzido, preparava-se a introdução do novo código de vida a implementar no novo Sistema, estabelecendo desde logo as condições e limites da sua evolução e a criação de condições mínimas mas aceitáveis para a obtenção de um novo modelo, tendo como objetivo deste destacar-se do conjunto (num Mundo previamente escolhido) onde seria implantado, desenvolvido, então avaliando-se a sua continuidade.

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Civilizações internas e externas

[Numa Terra com Vida desde há uns 400 milhões de anos, com o Homem Moderno descendente do Homem Sapiens andando por cá nem há 100 mil anos e com uma Civilização Industrial com apenas uns 300 anos de existência ─ e sabendo a idade do nosso planeta ultrapassar os 4,5 biliões de anos ─ antes de procurar se no Espaço exterior existirão outros seres/outras Civilizações como a nossa e até de nível superior, deveremos previamente questionar-nos se no nosso próprio planeta não terão existido outras Civilizações, que não apenas a nossa a espécie humana.]

 

Num Sistema jovem e distante com nem 5 biliões de anos de idade e a muitos anos-luz de distância, instalando-se o ponto de inserção desta nova aplicação, localizado na zona habitável da sua respetiva estrela e apresentando todas as condições geológicas e ambientais para acolher no seu seio ─ permitindo a sua evolução, transformação e sobrevivência ─ algo de único/exclusivo edificado em redor de dois elementos  cobrindo em conjunto quase 70% da superfície de um dos planetas desse Sistema e quase na mesma proporção, constituindo o que será um dos seus protótipos e objetivo (principal), a criação de uma nova espécie, de um novo ser-vivo (ou o processo de melhoramento de outro(a)). Dois átomos de Hidrogénio e um átomo de Oxigénio ligando-se entre si formando Água e daí, dando origem a este processo de controlo remoto ─ suportados pelos dois, agregando seletivamente outros e expandindo-se ─ exercida por uma Entidade Experimental Construtora, num exercício exercido no infinito e como tal sendo aleatório/fortuito, colocando em atividade mais uma “zona experimental”. De um Sistema Planetário talvez mais próximo do que pensemos podendo ter partido algumas destas “interferências”, locais de origem ou postos intermédios e até podendo ter (que poderíamos considerar como dos nossos criadores, Deuses) postos avançados perto de nós.

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A Terra, umas vezes parecendo ligada/outras desligada.

 

No interior da sua pequena sonda-laboratório acompanhando o movimento do Sol em torno do centro da sua galáxia (a Via Láctea), numa trajetória cumprida ciclicamente e com um período de cerca de 230 milhões de anos de duração (significando estar a nossa estrela no cumprimento da sua 21ª trajetória), tendo saído da zona planetária habitável de Próxima Centauro (distando cerca de 4,5 anos-luz do Sol) propulsionado pelo motor intergaláctico instalado no seu TAL/Geração-PlusX300, colocando-se de seguida nas imediações do último planeta do Sistema (Solar) passados pouco mais de 4 dias ─ na sua 1ª paragem de interseção do sinal ─ protegido na sua aproximação pelo Gigante Gasoso (da região, Júpiter), sem se fazer notar passando como mais um simples artefacto espacial e colocando-se numa melhor órbita de comunicação e aproximação ao planeta-alvo ─ precavendo-se contra algum tipo de alteração, no sinal a intercetar ─ suspendendo a sua trajetória perto do marco de referência (de missão) e 1ª recetor do último impulso do sinal (antes de atingir o recetor/descodificador, traduzindo-o e enviando para receção-final e assimilação), aguardando perto de nós e a uma distância segura (do artefacto projetor-replicador, criador deste holograma) os dados de programação enviados (para a prossecução da experiência), podendo no entanto ser infiltrados, alterados (sem vestígios de tal), modificados nas suas bases e essência: de uma simples cabine de pilotagem de uma nave espacial, com um entre tantos e tantos produtos do submundo superior ─ a Entidade manipulando o periférico, sem autorização ─ num momento de ação radical ou até de ócio, podendo ser mesmo para obter um mero e circunstancial currículo alternativo mesmo assim oficial, a introduzir-se na cena e a poder com isso alterar a nossa História.

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Contactos entre Civilizações

[Quando no início dos anos 70 os EUA lançaram as suas sondas automáticas Pioneer, seguidas anos depois pelas sondas Voyager, em direção aos limites do Sistema Solar e ao Espaço Extrassolar, transportando consigo uma mensagem nossa para possíveis civilizações extraterrestres, desde logo se levantaram dúvidas sobre as virtudes de tal decisão, podendo a resposta/a devolução da mensagem, ser positiva ou negativa para o remetente, desconhecendo-se a identidade do destinatário. No estabelecimento de qualquer contacto tendo-se de ter noção de ao concretizá-lo, estarmos a indicar a nossa morada.]

 

Tendo na sua posse a programação (podendo ser alterada, manipulada) e vendo-nos no ecrã da TV. Manipulando o ADN introduzido na criatura e levando-a até ao que ele é hoje, nos episódios de impasse e hesitação da espécie não vislumbrando mais como evoluir (esgotando-se a capacidade do processador), recebendo certamente constantes atualizações vindas do exterior, fazendo reset ao nosso sistema e forçando-o de novo a arrancar, se necessário ao longo do processo adaptando-os aos novos mecanismos, aplicando-lhe aí periféricos exteriores (transformando-nos em bio máquinas para nos superarmos): perto de se dar o encontro (com o último posto intermédio) e posteriormente o último salto (para palco experimental, localizado na Terra), com o “sinal” a ser intercetado e dado o excesso de zelo a ser interrompido ─ podendo provocar na evolução humana, um período indeterminado de suspensão. E nada nem ninguém nos dando um novo impulso (intensamente mental) ─ mais um tónico cerebral, mesmo expressando-se por minorias, podendo-se posteriormente difundir ─ sobrando apenas e como de costume (perdida a esperança, revelando-se a nossa natureza) a doença, a guerra e a morte. Não tendo, no entanto (para já, cá se continuando), a autorização dos diretores deste zoo.

(imagens: nasa.gov/nbcnews.com/vectorstock.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:21

Covid-19 PT ─ Início de Dezembro 2021

Sexta-feira, 03.12.21

Hoje 3 de dezembro de 2021 (sexta-feira) ao dobrar-se a barreira dos 20 óbitos/dia (tendo-se de recuar de finais de julho a inícios de agosto, para se terem valores semelhantes) e sendo-se otimista, podendo isso significar estarmos nas proximidades do pico máximo desta “vaga de Outono” (tendo-o já ultrapassado ou estando muito perto dele).

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Podendo esta Pandemia tornar-se Endémica (voltando ciclicamente todos os anos, tal como com a gripe) e confirmando-se podermos estar numa fase descendente desta derradeira vaga, tendo-se que se tomar muita atenção aos dias que se seguem (de seguida, a partir de amanhã) não vá o sucedido em 2020 se repita em 2021 ─ com a chegada da “vaga de Inverno” a tal dos “303 óbitos/dia” (um máximo).

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No que diz respeito à Região de Turismo do Algarve (na qual se situa Albufeira, referida como a capital ─ do sector, desta monocultura turística) nestes últimos 33 dias (desde 1 de novembro), tendo registado um total de 5.219 infetados (mais de 158 infeções/dia) e de 38 óbitos (mais de 1 óbito/dia), com a taxa de incidência nos seus concelhos a ser mais elevada (mais preocupante) em Monchique (1105), Portimão (1061) e Lagoa (932) ─ Albufeira (458) sendo o 12º (entre 16 concelhos) ─ todos eles (tal como a esmagadora maioria) no entanto, acima da média nacional (374).

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:03

Covid-19 no Algarve

Domingo, 28.11.21

“Se a Europa adiou o mais que pode uma declaração de Emergência e um Alerta de eminente chegada de uma nova Vaga de Covid-19 (sobrepondo a Economia à Saúde) ─ mesmo observando-se o que se passava desde há várias semanas na Rússia, com o avanço de uma nova onda deste coronavírus ─ muito pior (para além de como fez a Alemanha, ter metido a cabeça no buraco, nada vendo e nada fazendo), é mais uma vez a constante posição das autoridades portugueses, nada fazendo e para agir, aguardando apenas por ordens.”

Afastando-se um pouco da média geral da evolução dos parâmetros referentes à Pandemia de Covid-19 (em Portugal) ─ Infetados/dia e Óbitos/dia ─ com a comparação entre Infetados/Óbitos no mês de novembro de 2020 e de 2021 a nível nacional ─ indicando 3X menos Infetados e 7X menos Óbitos ─ a não se verificar na região do Algarve: nesta região  (e nestes 28 dias de novembro) com o nº total de Infetados a diminuir pouco mais de 1,5X (metade da média nacional) e com o nº total de óbitos a diminuir 1,2X (quase 6X menos que a média nacional).

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1 a 28 de novembro

4.197 Infetados em 2021 no Algarve (2.453 em 2020)

Diminuindo 1,5X (média nacional=3X)

 

Talvez sendo interessante descobrir-se o porquê, sendo esta uma zona eminentemente turística (economicamente quase que uma “monocultura”), em que dado esta Pandemia de SARS CoV-2 todos os cuidados são poucos, sendo a área da Saúde (no Turismo) um setor fulcral.

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1 a 28 de novembro

25 Óbitos em 2021 no Algarve (21 em 2020)

Diminuindo 1,2X (média nacional=7X)

 

Neste dia 28 de novembro em que em Portugal se registaram +2.897 Infetados e +12 Óbitos ─ com os internamentos a continuarem a subir (hoje +56) ─ desses 230 Infetados (8% do total) sendo no Algarve, assim como +2 óbitos (mais de 16% do total) ─ indo-se de momento com um acumulado de 1.142.707 Infetados e de 18.417 Óbitos. No Resto do Mundo estando hoje o Reino Unido na liderança das Infeções/dia (37.681), com a Rússia a continuar a liderar nos Óbitos/dia (1.224), no geral parecendo a Europa querer estabilizar na Pandemia, no entanto preocupando o crescimento dos casos na América do Sul (+7% Infetados/+15% de óbitos) e sobretudo em África (+40% Infetados/+6% Óbitos). E no Hemisfério Norte sendo conveniente de recordar que ainda aí vem o Inverno e que a pior vaga do ano passado ─ em Portugal ─ foi essa mesma vaga (de Inverno) surgindo logo de seguida à vaga anterior, a de Outono (que agora atravessamos).

Já na passada sexta-feira (26 de junho) com a WHO (Organização Mundial de Saúde/OMS) a introduzir mais um fator preocupante a esta Pandemia (do coronavírus SARS CoV-2 e suas estirpes/variantes), apresentando-nos o Omicron (B.1.1.529) como mais uma variante preocupante. Condicionando desde logo os voos para a África do Sul (foco de contágio) e para todos os outros países fazendo fronteira, como (dada a ligação com Portugal) Moçambique ─ uma nova variante preocupando em princípio não pela sua taxa de mortalidade, mas pela extrema rapidez com que se propaga (podendo encher rapidamente os hospitais).

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:54

Pandemia de SARS CoV-2 ─ NOV2020 Vs. NOV2021

Sábado, 27.11.21

Nestes 27 dias de novembro de 2021

e comparando-se com igual período de 2020 registando-se

3X Menos Infetados e 7X Menos Óbitos.”

Para quem ainda tem dúvidas sobre a eficácia (mesmo que parcial) das vacinas contra este coronavírus (origem da doença Covid-19) ─ afirmando os especialistas que atualmente a sua eficácia, poderá já ter descido para os 40% (daí a necessidade de reforço) bastando para tal comparar a evolução dos números de Infetados/dia e de Óbitos/dia, registados no mesmo período de 2020 e de 2021 ─ de 1 a 27 de novembro ─ em Portugal. Bastando olhar para o gráfico seguinte e comparar (as barras de infetados e as linhas de óbitos).

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Estando-se nitidamente numa 5ª Vaga/Outono (seguindo-se a sequência do ano anterior, podendo-se seguir de imediato uma 6ª Vaga/Inverno), mas com sequências (em infetados, mas sobretudo em óbitos) muito menos gravosas.

 

Verificando-se uma nítida descida ao comparar as colunas do nº de infetados (amarelo/2021 e castanho/2020) e as linhas do nº de óbitos (azul/2021 e vermelho/2020), fazendo o somatório ao fim dos 27 dias de novembro, com o nº total de infetados a passar de 140.184 para 49.159 ─ 3X menos ─ e com o nº total de óbitos a passar de 1.759 para 248 (de 2020 para 2021) ─ 7X menos. Entretanto salientando-se o bom comportamento (geral) das vacinas, tanto a oeste (norte-americanas/inglesas/alemãs) como a este (russas e chinesas).

Enquanto isso na Europa mantendo-se o crescimento do nº de Infetados nos últimos sete dias ─ aumentando de 15% (+324.506 +óbitos) ─ estabilizando-se por outro lado a evolução no nº de óbitos (nos -0,6% correspondentes a -162 +óbitos). A nível Global atingindo-se os 235,96 milhões de infetados (3% da população mundial) e os 5,21 milhões de óbitos (2,2% dos infetados).

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:41

Vaga de Outono/Vaga de Inverno

Segunda-feira, 22.11.21

Acelerando-se na EUROPA o crescimento dos parâmetros COVID-19 ─ afetando particularmente a Rússia, no nº de ÓBITOS (no entanto parecendo querer estabilizar/decrescer) ─ e começando essa evolução em crescendo, a afetar o centro e o ocidente do Velho Continente (na Península Ibérica, estando já instalada esta nova vaga),

 

Europa

Infetados/dia

Óbitos/dia

Rússia

+35.681

+1.241

Alemanha

+40.414

+204

Reino Unido

+44.917

+45

Espanha

+5.291

+8

Portugal

+1.475

+18

Covid-19 Europa em 22.11.2021

 

Com o REINO UNIDO a registar hoje na EUROPA o maior nº de novos INFETADOS (quase 45.000/dia), com PORTUGAL a atingir quase a vintena de ÓBITOS (mais rigorosamente 18) e desses óbitos, 2 deles tendo-se registado na região do ALGARVE (para além de +176 infetados)

 

Europa

Infetados (últimos 7 dias)

Variação (%)

Óbitos (últimos 7 dias)

Variação (%)

Rússia

-5

+2

Alemanha

+32

+25

Reino Unido

+10

-6

Espanha

+58

-24

Portugal

+49

+19

Covid-19 Europa de 16.11.2021 a 22.11.2021

 

Perante a evolução nos últimos 7 dias destes parâmetros Covid-19 tanto na Europa como em Portugal (sendo nós apenas um reflexo), para além de se verificar uma subida geral efetiva do nº de infetados ─ sendo ao contrário do esperado, maior em Espanha e Portugal (suscitando dúvidas/preocupações) ─ felizmente e para já não se refletindo tal evolução, no nº de óbitos verificados/relacionados (explicada pela vacina e pela taxa de vacinação).

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A chegada da 5ª Vaga Covid-19 a Portugal

Colocando a cabeça de fora pelo início de novembro

 

Num dia em que em Portugal o nº de vítimas mortais por COVID-19 atingiram os 18 ─ a maioria na região de Lisboa e Vale do Tejo (8, quase 45% do total) ─ em que a taxa de incidência nacional subiu de 191,2 para 228,9 (+37,6) e em que o índice de transmissibilidade R(t) nacional, igualmente subiu neste caso de 1,17 para 1,19 (+0,02). Saindo à rua (equipado de máscara) e parecendo-me um dia normal e igual ao da semana passada, aqui pela agora minha terra (Albufeira), assemelhando-se e dando o ar, de nada se ter passado (máscara sim/máscara não e até, “para máscaras já temos o Carnaval).

E à vaga de Outono podendo suceder-se (podendo depender de nós tal suceder, sim ou não) ─ tal como no ano passado e esperando-se que a vacina faça efeito (cumprindo a sua parte) ─ a vaga de Inverno.

(imagem: worldometers.info)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:59

Na Véspera do Regresso da Máscara

Domingo, 21.11.21

Consultando os dados da DGS (publicados este domingo) sobre a evolução da Pandemia de Covid-19 em Portugal (iniciada em março 2020), registando-se de novo um aumento do nº de infetados (+2.499, antes +2.333) ─ num total nacional de 1.122.283 ─ e no número de óbitos (+11, antes +10) ─ num total nacional de 18.321.

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Evolução do nº infetados/dia

(de março de 2020 a novembro de 2021)

 

Na região do Algarve com os números a apontarem (este domingo) para +217 infetados (antes +127) não se registando óbitos (antes +1).

Quanto aos internamentos (incluindo os doentes em UCI, em estado grave ou crítico) com o nº de internados a crescer +53 (total atual de 597) e com o nº de doentes internados em UCI a crescer +1 (total atual de 89), atingindo um total geral de 686 doentes (+54).

E analisando-se a evolução da taxa de incidência e do índice de transmissibilidade R(t) a nível nacional, este fim-de-semana mantendo-se a taxa de incidência média nos 191,2 casos e o índice R(t) nos 1,17 (mantendo-se assim acima da linha vermelha com R(t)>1,0).

A nível de género com os homens a continuarem a ser menos infetados pelo coronavírus se comparados com as mulheres (h/46% contra m/54%), no entanto a nível das consequências com estas a serem mais negativas nos homens (do que nas mulheres), registando o género “masculino” um maior nº de óbitos (h/52% contra m/48%).

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Matriz de Risco

(a 21 de novembro de 2021)

 

Confirmando-se a manutenção do crescimento nacional do nº de infetados/dia e do nº de óbitos/dia, indicado estarmos já numa nova vaga (vaga de outono), certamente com menos consequências negativas (para a nossa Saúde) dada a nossa alta taxa de vacinação.

Nesse sentido esperando-se que esta nova vaga não se torne muito relevante (se comparada com a de janeiro deste ano e confirmando-se a eficácia da vacina) ─ indicando-nos o caminho certo para que não entremos em pânico (perdendo-nos) ─ tendo o objetivo prioritário de prevenir-nos e prepararmo-nos, para um novo reaparecer do coronavírus, mas já no decorrer do Inverno (sendo este vírus cíclico/periódico ─ endémico ─ repetindo-se o ciclo do ano passado).

Para já, com o nosso Governo a decretar a obrigação da utilização das máscaras, na rua e sempre que sairmos de casa. E nos concelhos em Portugal com maior taxa de incidência (perto de 90 e atirando-os para o vermelho na Matriz de Risco) destacando-se ─ Top 3 ─ Marvão (2.451), Mora (1.338) e Murça (982). No Algarve sobressaindo (negativamente) Loulé e Portimão (concelhos tempos atrás e dados os valores Covid-19 atingidos, sendo confinados).

(imagens: dgs.pt)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:22