Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

10
Set 17

Por que razão raramente se fala sobre uma Guerra Artificial com cerca de 1.000.000 de vítimas mortais (por exemplo a do Iraque), quando se fala até à exaustão de um Evento Natural apontando de momento para mais de uma centena de vítimas mortais (e isto juntando o sismo do México ao furacão Irma)?

 

“The overall conclusion reached is that the United States most likely has been responsible since WWII for the deaths of between 20 and 30 million people in wars and conflicts scattered over the world.” (In 37 “Victim Nations”)

(James A. Lucas/globalresearch.ca)

 

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 A entrada do furacão Irma no estado da Flórida

(não atingindo diretamente e como esperado a zona de Miami Beach)

 

Enquanto no México o sismo de M8.1 (com origem no Pacífico e epicentro a quase 70Km de profundidade) que no passado dia 8 (sexta-feira) pelas 04:41 UTC (05:41 em Portugal) atingiu territórios da sua costa ocidental (especialmente os estados de Oaxaca e de Chiapas) tem passado quase despercebido ‒ face ao número de furacões por esta altura em grande e intensa atividade (ou não estivéssemos nesta zona das Caraíbas na época dos furacões) e atacando de momento (falando-se deles desde há uma semana) e violentamente (com furacões de Categoria 4/5) a costa ocidental (Atlântica) ‒ já no caso dos EUA postos perante um produto mais duradouro, com grandes probabilidades de rentabilidade e tendo a nação como protagonista (um sismo dura segundos, os furacões duram dias, sendo óbvia a preferência até para os média), os Furacões invadem os ecrãs, enchendo (de sombras) o nosso quotidiano de nada e preenchendo as nossas vidas (os poucos tempos ainda existentes) com notícias repetitivas e no fim asfixiantes (uma forma de manipular é pressionar/Eles e aceitar/nós): curiosamente (só) no Ocidente tendo um enorme impacto (noticioso), significando em conclusão que somos todos norte-americanos (como se no Mundo não existisse mais nada, senão o Território da Excecionalidade).

 

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 Localidade de Juchitan ‒ estado de Oaxaca ‒ México

(a mais atingida pelo sismo M8.1 contabilizando para já 71 mortos)

 

No México e em poucos segundos com um violento sismo a atingir todo o seu território (sentindo-se mesmo na capital) e revelando-se mortal nos estados mais próximos do seu epicentro (Oaxaca e Chiapas) ‒ com algumas localidades e devido às fracas construções a serem verdadeiramente niveladas: de momento com 90 mortos com tendência para aumentar (com a localidade de Juchitan/estado de Oaxaca a liderar já com 71 mortos). Para já não falarmos das réplicas na ordem das várias dezenas (mais de 60 com M4.5 ou maior, sendo a última de M4.5 registada hoje pelas 12:00 UTC ‒ mais de dois dias depois do M8.1). E ainda do outro lado com um dos três furacões (Katia) circulando pelo Golfo (do México), mas acabando por se dissipar ao atingir terra (lá para os lados de Vera Cruz). Mas com muito menor impacto (Sismos) comparando com as tempestades (Furacões) ‒ até porque um é Mexicano, o outro Norte-Americano, estando separados pelo Muro (já existente que não de Trump): com um critério noticioso tendo como único objetivo o Mundo Ocidental (América do Norte + Europa Ocidental < 15% da população) e desprezando todos os outros como se só os primeiros existissem (Resto do Mundo > 85% população). E sendo assim voltando aos furacões Irma e José.

 

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 Havana ‒ Cuba

(colapso de um prédio provocado pela passagem do furacão Irma)

 

Como não poderia deixar de ser com toda a América do Norte e Europa Ocidental especialmente neste fim-de-semana aguardando ansiosamente por notícias vindas dos EUA, com estações norte-americanas por cabo e com implantação global como a FOX e a CNN a bombardearem-nos ao segundo com notícias exaustivas (mesmo cansativas) sobre o furacão IRMA (o outro ‒ JOSÉ ‒ ainda só lhe seguido a peugada), criando um cenário de luta heroica travada entre uma Grande, Corajosa e Excecional Nação, só ela sendo capaz dentro de toda a adversidade e desequilíbrio do combate de derrotar o inimigo mesmo depois da batalha travada, talvez perdida, mas jamais deixando de lado a reconstrução (da sua nação) e a luta pela manutenção da sua soberania (e supremacia) mesmo numa guerra desproporcionada (aparentemente) contra a Natureza (e já agora contra o Aquecimento Global, negado por Trump e pelos Republicanos). De momento e tendo o furacão KATIA passado a tempestade (notícias de pelo menos duas mortes no México) com o furacão IRMA e JOSÉ (de momento de categoria 4) a continuarem o seu caminho aparentemente na mesma direção (costa do México/EUA), separados por cerca de 16⁰ de longitude e transportando consigo ventos podendo atingir mais de 200Km/h.

 

(imagens: telegraph.co.uk/cnn.com/dailystar.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:48

09
Set 17

E no Desrespeito pela Condição Humana

(dos mais de 7 biliões)

 

Com o fim previsto do furacão KATIA mal entrasse em território do México ‒ neste momento com o furacão a passar a tempestade e com os ventos remanescentes a ficarem-se pelos 56Km/h ‒ restam ainda o furacão IRMA (categoria 3 com ventos de 200Km/h) seguido logo (literalmente) do furacão JOSÉ (categoria 4 com ventos de mais de 239Km/h).

 

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 1

Devastação provocada pela passagem do furacão Irma

(Ilhas Virgens Britânicas)

 

Ao mesmo tempo que o furacão IRMA (originado no oceano Atlântico muito perto de Cabo verde) barria com uma tempestade de categoria 5 toda a região das Caraíbas (Antígua e Barbuda, Anguila, Ilhas Virgens, Porto Rico, Republica Dominicana, Haiti, Cuba e Bahamas, entre muitas ilhas no seu caminho) ‒ além das vítimas provocadas causando grande destruição material e terraplanando muitas localidades ‒ num dos pontos de maior destruição atingida logo no início do furacão (com ventos atingindo velocidades na ordem dos 300Km/h) encontrava-se um conhecido observador (do furacão) numa das suas duas ilhas privadas localizada nas Ilhas Virgens Britânicas): o milionário britânico Richard Branson ligado à música/ramo edição (Virgin records) e à aviação/ramo aeroespacial (Virgin Galatic) e na altura num dos seus territórios (privados) nesta caso a ilha Decker (a outra sendo a ilha Mosquito).

 

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Uma das ilhas privadas de Richard Branson

(Decker ‒ Ilhas Virgens Britânicas)

 

Como se pode ver com o milionário britânico a aproveitar as suas instalações localizadas nas Ilhas Virgens (Britânicas), para do interior da sua equipada e segura fortaleza e construída em betão armado, poder usufruir de um espetáculo único e como tal imperdível (naturalmente para quem pode) ‒ a passagem de um violento furacão de categoria 5 (o máximo) e considerado o maior de sempre originado em pleno oceano Atlântico. A partir da sua adega e na companhia de amigos passando umas boas horas usufruindo das mesmas (horas) e segundo palavras dele fazendo-lhe lembrar os tempos (pelos vistos felizes) da sua juventude. Passado o furacão saindo todos sãos e salvos, mas com Richard Branson a constatar (pessoalmente) as consequências da passagem da violenta da tempestade (pela região) tanto no mar como em terra (neste caso na ilha Decker): em seu redor com as casas e as árvores a terem desaparecido num cenário de verdadeira devastação.

 

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 3/4

Richard Branson tranquilo no seu refúgio da ilha Decker

(aquando da passagem do furacão Irma)

 

No caso do empresário da Virgin Records/Virgin Galatic sendo compreensível a sua opção (até pela sua capacidade financeira) ao escolher o mar das Caraíbas e particularmente as Ilhas Virgens (ainda por cima em território britânico), como um dos seus domicílios de férias (e simultaneamente de investimento turístico) e de prática de um dos seus passatempos: sempre que surge um furacão e surgindo a oportunidade (é só esperar pela época, no presente já em curso), deslocar-se de imediato para a zona (ilha Decker ou ilha Mosquito), instalar-se em segurança (entre paredes de betão) e aí viver o evento (como já foi o caso três vezes agora com o furacão Irma):

 

"I have never seen anything like this hurricane. Necker and the whole area have been completely and utterly devastated. We are still assessing the damage, but whole houses and trees have disappeared. Outside of the bunker, bathroom and bedroom doors and windows have flown 40 feet away."

 

"It may sound strange, but I consider hurricanes one of the wonders of the natural world. Two powerful hurricanes, Earl and Otto, hit the BVI in 2010 and caused extensive damage. I beheld nature at its most ferocious. The power of the sea breaking over the cliff tops, the eerie hush when you are in the eye of the hurricane and then the roar of the winds, the lightning and the rain."

(Richard Branson/cnbc.com)

 

E enquanto o furacão Irma passa, deixando atrás de si um rasto de grande destruição (nalguns locais terraplanando os terrenos) e preparando-se agora para o assalto final ao estado da Flórida (com categoria 3/4) ‒ expondo-nos localidades completamente arrasadas e milhares de desalojados com necessidade de assistência e de socorro imediato ‒ eis que para desespero destas populações, sem tempo sequer para respirar, um novo furacão se aproxima (José) com o trajeto do anterior (Irma) e já de categoria 4: um bónus para RB.

 

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 5

Passagem por Cuba do furacão Irma

(então de categoria 4)

 

Colocando Richard Branson de lado (nada significativo para o que sofre a esmagadora maioria dos restantes) e a caraterística que lhe dá direito a estes usufrutos (ser milionário) mesmo que partilhados (e não compartilhados) no Inferno (criado pelo Furacão), recordando de novo a evolução do Irma e do outro que o precede ‒ o José (como informação para os pobres). Para já e em função da evolução do furacão Irma rumo ao continente norte-americano (categoria 3 mas podendo subir para 4 enquanto percorre as águas quentes do oceano Atlântico) com os alertas a continuarem ativos para todo o estado da Flórida (especialmente a zona de Miami Beach), mas podendo atingir ainda o estado da Geórgia e da Carolina do Sul. E com o Irma a atingir os EUA (já amanhã) e o José a caminho e a crescer (já de Cat. 4), só restando mesmo esperar, desejando que desvaneçam, desaparecendo no ar.

 

(imagens: Caribbean Buzz/CNBC/BBC)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:00

08
Set 17

Com a terra ainda a tremer do lado do Pacífico (sismo de M4.2 pelas 21:13 UTC)

E com três furacões ainda ativos do lado do Atlântico (Irma, Katia e José)

 

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 Evolução da tempestade tropical

(previsão)

8/13 Setembro

 

Com o furacão IRMA a atravessar a região de Cuba e das Bahamas no seu trajeto em direção à costa da Flórida, outros dois furacões também criados nesta zona do Atlântico sensivelmente pela mesma altura (surgindo já com o furacão Irma em ação), parecem querer deteriorar ainda mais a situação meteorológica e juntar-se ao caos já instalado nesta região da América Central: falamos do furacão KATIA (neste momento de categoria 2) a caminho do México e do furacão JOSÉ (neste momento de categoria 4) na peugada do IRMA.

 

Nas próximas horas com as Bahamas e Cuba a sofrerem os efeitos do furacão IRMA (desejando-se que a tempestade passe ao lado) para no dia seguinte (e tal como previsto) a Flórida ser finalmente atingida pela frente de furacão (na melhor das hipóteses talvez de categoria 2/3) ‒ de qualquer forma com rajadas de vento na ordem dos 150Km/h a 200Km/h, acompanhadas de elevada precipitação e em função do estado dos terrenos podendo dar origem a grandes inundações (e podendo afetar todo o estado da Flórida).

 

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 Furacão Katia, Irma e José

(da esquerda para a direita)

8 Setembro 2017

 

No caso do furacão KATIA movendo-se para já lentamente no Golfo do México, com o seu pico máximo a estar previsto (de atingir) antes do mesmo tocar terra no decorrer do dia de sábado (dia 9). No caso do México com o país a poder ser atingido na sua costa Atlântica (Vera Cruz no alvo) por um furacão de categoria 2 (KATIA), enquanto na sua costa do Pacífico se acaba de deparar com um sismo de M8.1 (seguido de tsunami) afetando especialmente os estados de Oaxaca e de Chiapas e fazendo-se sentir mesmo na Cidade do México (a capital).

 

 (imagens: noaa.gov/nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:42

Após o Grande Furacão de 1896

(Great Miami Hurricane of 1896)

 

Descrição:

 

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 Fig. 1

 

Esta imagem (1) mostra a devastação causada pelo Grande Furacão de 1896 que atingiu as costas do Golfo e Atlântica da Flórida.

 

Com seu litoral de 2.200 quilômetros, a Flórida é o estado americano mais vulnerável a estas tempestades.

 

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 Fig. 2/3

 

Mais de 450 furacões e tempestades tropicais registradas atingiram suas costas, desde o começo da exploração europeia.

 

O furacão de setembro de 1896 destruiu a maior parte da área residencial da cidade de Cedar Key, na costa oeste superior da península da Flórida, matando dezenas de moradores e destruindo a maior parte das indústrias de Cedar Key.

 

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 Fig. 4/5

 

Antes de tocar terra firme, a tempestade e a ressaca do mar naufragaram mais de 100 barcos de pesca de esponja, matando um número incontável de tripulantes.

 

O furacão atravessou, então, a península, deixando uma larga faixa de destruição até atingir a costa atlântica, em Fernandina, antes de se dirigir ao norte, para a Virgínia.

 

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 Fig. 6/7

 

Esta imagem (1) mostra sobreviventes, tanto brancos como negros, em Fernandina, de pé, em montes de entulho, ainda visivelmente chocados com a destruição.

 

Outras tempestades famosas na história da Flórida incluem o furacão Okeechoebee, de 1928, e o Furacão do Dia do Trabalho, de 1935.

 

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 Fig. 8/9

 

Em Seus Olhos Viam Deus, Zora Neale Hurston descreveu a devastadora enchente causada pelo furacão de 1928, que matou mais de duas mil pessoas, a maioria delas trabalhadoras agrícolas migrantes.

 

O furacão de 1935 tirou a vida de mais de 350 veteranos da Primeira Guerra Mundial, que trabalhavam em projetos de construção nas Keys da Florida.

 

(texto: Biblioteca Digital Mundial/Library of Congress/wdl.org ‒ imagens: wdl.org/floridamemory.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:57

Sismo de Magnitude: 8.1

Região: Offshore de Chiapas/México

Data: 8 Setembro 2017 04:49:21 UTC

Profundidade: 72Km

Distância: 98Km SW Pijijiapan/México (15200 habitantes/23:49 locais)

 

Num menu Centro-Americano

 

E se de um lado do continente face à obscuridade asfixiante provocada pelo furação pouco se via ou nada se queria ver (tanta era a destruição), do outro lado e provavelmente provocado pela fricção existente entre placas (tectónicas) o céu iluminou-se com as Luzes do Terramoto.

 

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 As “Luzes do Terramoto” na Cidade do México

(aquando do sismo registado esta noite dia 8 Setembro)

 

Enquanto do outro lado da América Central (e da ponta sul da América do Norte) uma tempestade de categoria 5 (furacão IRMA) tem assolado diversas ilhas das Caraíbas no seu eventual caminho em direção à costa leste dos EUA (tendo logo à frente o estado da Flórida) ‒ deixando atrás de si um rasto catastrófico de destruição material e com o número de vítimas e desalojados sempre a aumentar eis que agora e do lado ocidental (da América Central/Norte) um forte tremor de terra assolou o México (assim como a Guatemala) sentindo-se mais intensamente os seus efeitos nos estados sulistas (mexicanos) de Chiapas e de Oaxaca: com o sismo de maior intensidade e de epicentro a 98Km a SW da localidade mexicana de Pijijiapan/Chiapas (um ponto localizado no mar a cerca de 70Km de profundidade) a atingir a magnitude 8.1 (pelas 04:49 UTC) sendo seguido de diversas réplicas (com a seguinte a atingir M5.7/12 minutos depois e com a última registada na zona a atingir M5.2/mais de 7 horas depois) e de avisos para a possível ocorrência de tsunamis (dada a possibilidade de terem ocorrido desabamentos submarinos como consequência do fortes sismo).

 

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 Os estados mexicanos de Oaxaca e de Chiapas (os mais atingidos pelo sismo M8.1)

E o aparente tsunami associado (com as águas inicialmente a recuarem)

 

Para já sem dados adicionais sobre o acontecimento mas com as regiões certamente mais afetadas a serem a de Chiapas e a de Oaxaca (por um lado e dada a profundidade do epicentro do sismo prevendo-se um impacto menor nas estruturas edificadas, mas por outro lado sendo expetável a ocorrência de um tsunami talvez com ondas até um metro) ‒ isto se não surgir ainda uma réplica idêntica (ou superior) nas próximas horas.

 

E se no caso da costa leste do continente americano (norte/centro) o furacão IRMA continua a sua caminhada em direção ao estado norte-americano da Florida (mas já tendo descido de categoria 5 para 4) ‒ no próximo fim-de-semana atingindo os EUA e mesmo perdendo força não deixando de ser uma grande tempestade tropical transportando consigo ventos fortes, elevada precipitação e cenários propícios para grandes inundações (não deixando de recordar que outros dois furacões já evoluem na mesma zona o José e o Katia) ‒ não se podendo ainda prever muito bem como tudo isto irá acabar (sendo a primeira vez que três furacões se apresentam simultaneamente nessa região do Atlântico): com toda a zona das Caraíbas em completa polvorosa (sobretudo falando-se de grandes destruições materiais) e hoje com as Bahamas e com Cuba a sujeitarem-se a um tratamento a que não estarão tão habituados (no fundo naquela zona atravessando-se agora o período crítico dos furacões e de outras grandes tempestades tropicais); já do outro lado e acompanhando um dos braços do Círculo de Fogo do Pacífico (a zona da terra mais viva e mais ativa tanto a nível sismológico como vulcanológico) com um forte sismo de M8.1 a abalar a costa do Pacífico como já é habitual ocorrer em todos os territórios adjacentes e rodeando o Anel (de Fogo).

 

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 O Olho do furacão Irma a 5 Setembro

(na altura de categoria 5 e entretanto passando a 4)

 

Deixando uma pequeníssima região do Globo completamente cercada por fenómenos naturais (possíveis de originarem cenários violentos e catastróficos), tendo de um lado “o céu a cair sobre as suas cabeças” (Caraíbas) e do outro “a terra fugindo sob os seus pés” (México). Sob os pés:

 

At least 15 killed in Mexico's 8.1M quake, one of biggest quakes ever.

(ktvu.com)

 

The most powerful earthquake to hit Mexico in 100 years struck off the nation’s Pacific Coast late Thursday. About 50 million people across the country felt the earthquake, which had a magnitude of 8.2, according to the Mexican government.”

(nytimes.com)

 

(imagens: metro.co.uk/express.co.uk/nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:33

07
Set 17

[E com mais dois furacões à espreita (na zona) ‒ o José e o Katia.]

 

A costa norte-americana do Atlântico onde o oceano toca a Flórida, prepara-se para mais um Evento (meteorológico) provavelmente destruidor (se acertar mesmo no alvo e com a mesma intensidade).

 

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 Ilhas de Saint Martin ‒ Caraíbas

(6 Setembro 2017)

 

Depois de no dia de ontem (6 Setembro) o furacão de categoria 5 IRMA ter passado sobre a pequena ilha caribenha de Antígua e Barbuda (por volta das 06:00 UTC) ‒ seguindo posteriormente na direção de outros territórios como as Ilhas Virgens e Porto Rico ‒ já hoje (7 Setembro) pelas 09:00 UTC e contabilizadas as primeiras vítimas do furacão, o número de mortos atingia no mínimo uma dezena de mortos (neste momento 13).

 

Um furacão com velocidades máximas atingindo os 300Km/h e mantendo firmemente a sua intensidade, por um período de tempo nunca alcançado antes por qualquer outro furacão (formado nesta região do Atlântico): mantendo-se inalterável por cerca de 33 horas num recorde temporal de no mínimo meio século.

 

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 San Juan ‒ Porto Rico

(6 Setembro 2017)

 

No seu percurso e após passar sobre ou perto de algumas ilhas como a Republica Dominicana/Haiti, as Bahamas e Cuba (esta quinta-feira à noite), estando previsto para amanhã a sua passagem sobre (ou ao lado) o arquipélago de Florida Keys, seguindo-se de imediato o continente e o estado norte-americano da Flórida.

 

Em Porto Rico e após da passagem da violenta tempestade tropical, com quase 1 milhão de pessoas ainda sem eletricidade (em 70% do seu território num total de menos de 3,5 milhões de pessoas) e com o território parcialmente isolado: seja por mar (portos) seja pelo ar (aeroportos) com todas as estruturas (ainda) fechadas. E ainda sem grandes dados (mesmo globais) sobre vítimas, destruição e desalojados.

 

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 Saint-Barthelemy ‒ Caraíbas

(7 Setembro 2017)

 

Tendo agora o furacão na mira o estado da Flórida (envolvendo por exemplo Miami e Palm Beach), com as autoridades a declararem a zona como sob observação, dada a forte probabilidade da tempestade manter a sua direção atingindo aí a costa norte-americana ‒ com ventos ainda nos 300Km/h, precipitação elevada e fortes possibilidades de inundações (logicas à medida que a tempestade for decrecendo de intensidade e de categoria).

 

Nas últimas horas com os aeroportos das Bahamas a encerrarem, continuando-se com as evacuações nas zonas mais sensíveis e perigosas; e no estado da Flórida face à aproximação inexorável de IRMA e como preparação para o que daí poderá vir continuando as evacuações e a divulgação de locais de abrigo.

 

 (imagens: abcnews.go.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:44

06
Set 17

Violento Ataque Meteorológico aos Estados Unidos da América

 

Com o furacão Irma a ser desde já considerado como uma das maiores tempestades alguma vez registadas no oceano Atlântico, o impacto do mesmo já se fez sentir no dia de hoje na região das Caraíbas com rajadas de vento na ordem dos 300Km/h. No seu caminho tendo já provocado vítimas mortais e podendo estar em rota de colisão com as Ilhas Virgens, com Porto Rico e com o estado da Flórida (território dos EUA).

 

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 Olho do Furacão Irma

 

Nas Caraíbas francesas com a tempestade à sua passagem a ter provocado três mortes num cenário de violência meteorológica como nunca antes vista, nas Antilhas francesas com outras duas mortes entretanto já confirmadas e finalmente nas Ilhas Virgens (território norte-americano) com a chegada da tempestade a fazer-se sentir como se fosse um tremor de terra. No caso do furacão Irma (ao chegar às ditas ilhas):

 

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 Furacão Irma ‒ Categoria 5

 

“We’ve all been in hurricanes before, but have never felt anything like this before. It feels seismic, it feels catastrophic.”

(Kelsey Nowakowski/United States Virgin Islands)

 

Colocando Porto Rico em nível de alerta máximo (com as violentas rajadas de vento e com a forte precipitação prevista ‒ possibilitando grandes inundações), assim como o estado da Flórida para já no seu trajeto (em muitos dos casos com a tempestade a perder força e a desviar-se do rumo inicialmente previsto).

 

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 Mais um furacão a caminho dos Estados Unidos da América

 

Mais uma vez com os EUA na rota de uma grande tempestade agora que naquela zona (de momento afetada e onde se situa um destino turístico português a Republica Dominicana) se atravessa o período dos furacões. Certamente com os porto-riquenhos a recordarem-se da passagem do furacão Hugo há cerca de trinta anos e dos 28000 sem casa daí resultantes ‒ agora e segundo testemunhos com o Irma a ser muito mais violento.

 

(texto/itálico e dados: nytimes.com ‒ imagens: Everything News/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:55

[Evolutiva e Demográfica, talvez em África e dos 7 biliões aos 7 milhões]

 

Nos EUA e já depois da passagem do furacão Harvey ‒ transportando consigo intensa precipitação (e causando grandes inundações), originando na sua deslocação ventos máximos e rajadas intensas (perto dos 210Km/h e dos 260Km/h), provocando no mínimo 66 vítimas mortais e milhares de desalojados e colocando muitas zonas do estado (do Texas) num caos total senão mesmo irrecuperável ‒ já com outro a caminho (dos EUA e vindo do Atlântico) muito mais perigoso e de categoria 5 (o anterior 4): o furacão Irma podendo atingir os 280Km/h (vento máximo), considerado extremamente perigoso e alcançando os EUA a 5 e 6 de Setembro.

 

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 EUA

Antes o furacão Harvey

Agora e ainda mais intenso o furacão Irma

 

A poucos dias do início da Estação do Outono (21 Setembro) e ainda a menos do início de mais um ano escolar (8/13 Setembro), em Portugal como na generalidade do Hemisfério Norte as populações dos mais diversos continentes localizados a norte da linha do Equador (exceção feita à Oceânia e ao continente da Antártida), aproveitam se ainda possível os momentos de lazer proporcionados pelos últimos dias da Estação do Verão (cerca de 15 dias).

 

Num período ainda indefinido dado o novo inquilino da Casa Branca (seja qual for o Presidente sempre nas mãos do Senado, da Câmara dos Representantes ou das Corporações) e com a Europa alegremente a deixar-se levar mais uma vez pelo oportunismo tão típico da sua decadência (com a Alemanha de Merkel a fazer render para si e para os seus ‒ como o novo bailarino Macron ‒ o dinheiro vindo dos EUA, da Rússia e obviamente da China; e simultaneamente esquecendo-se que o Eixo do Poder mudou situando-se agora na Ásia), de novo com o poder militar (norte-americano) a querer invocar o momento (para si) tornando-se protagonista (e distribuidor do guião) e apontando para a Coreia do Norte (ou seja apontando o dedo à China em tom de provocação) como próximo e possível alvo. Fazendo fronteira com a China, próxima da Confederação Russa e podendo dar origem a uma Terceira Guerra Mundial.

 

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 Estados Unidos e Coreia do Norte (com Guterres posto de lado)

Propondo um forte cenário de guerra nuclear

Em mais uma situação dramática de ausência ativa da ONU

 

Em Portugal como em todos os cantos da Terra (no buraco mais recôndito de um qualquer território, mas com o dólar como referência de sobrevivência e sempre presente) onde o poder do dinheiro (e da generalização do acesso dos gestores e contabilistas ao poder de decidir) se sobrepôs a todos (os sujeitos) e a tudo o resto (os objetos), ainda nos últimos dias de Verão e com as massas ainda dormentes, com as mesmas e como todos os anos aproximando-se o início do Outono sendo invariavelmente reconduzidas para as linhas de montagem (sorte) ou então de excedentários (azar) ‒ conforme o progresso das máquinas em cada uma das áreas.

 

E como se já não bastasse o Efeito Interior (com a massificação crescente das massas em contingentes de mortos-vivos) com o Rei-Sol (e seus operadores) e externamente (Efeito Exterior) talvez revoltado pelo espetáculo degradante por nós proporcionado (pela Vida e pela raça dominante) a presentearmos igualmente com uma forte tempestade (solar) e dirigida para a Terra: no dia 5 de Setembro com o Sol a originar uma CME de intensidade M5.5 dirigida para a Terra e atingindo-a a 5/6 de Setembro (oriunda da mancha solar AR 2673) e já hoje dia 6 com a mesma mancha ainda ativa, tendo já rodado um pouco mais, mas podendo ainda atingir a Terra, emitindo uma nova CME ainda mais intensa e direcionada (pelo menos parcialmente) e de classe X2.2 (M: Moderada X: Intensa).

 

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 Mancha Solar AR 2673 e CME

(mancha mais inferior à esquerda e ejeção material à direita)

4 Setembro 2017

 

Transpondo dia a dia cada dia do calendário, com o Homem a perder exponencialmente e duma forma irrecuperável a sua luta final contra as Máquinas (apoiadas numa minoria afirmando-se iluminada, brilhante e excecional e suportada em auto certificações sagradas por oficiais e de produção própria), deixando pelo caminho e aos poucos milhões e milhões de vítimas (desemprego, desagregação, guerras, doenças, etc.) deformando irreversivelmente a (há muito) decadente pirâmide (corroendo a base da mesma e tentando engordar artificialmente uma plataforma em apêndice aparecendo perto do topo) e ficando a aguardar o Evento: impulsionada por corporações (seus donos e milionários), apoiada por carrascos (elite política e seus derivados), catastrófico para biliões e seletivo para a criação de um Novo Mundo Livre por Extenso e Estritamente Necessário por Compreensivo (uma Terra para milhões e não para biliões). Á volta de nós num único trilho e sem opção.

 

E se antes fora um castigo de Deus (as consequências trágicas e fatais da passagem do furacão Katrina em Agosto de 2005 com mais de 1800 mortos especialmente para a população negra da região de Nova Orleães) ‒ uma afirmação vinda do Presidente Republicano de então George W. Bush ‒ agora sendo um castigo de Trump (as mesmas consequências mas do furacão Harvey com mais de 60 mortos especialmente sobre os texanos e apoiantes de Trump) ‒ uma afirmação vindo do campo Democrata derrotado nas presidenciais. Numa política sem retorno assumida pelos EUA (baseada na força do dólar/aparente e no seu poder militar/real) e que face à ausência da China (assumindo a sua caminhada prioritária e garantida em direção à supremacia económico-financeira global) e à presença contida da Rússia (felizmente atirada para o florescente mercado Asiático face às sanções impostas por uma Europa, sem voz própria e decadente e comportando-se como um ventríloquo ‒ dos EUA), parece irreversível e sem luz ao fim do túnel.

 

Parecendo estar tudo à espera que um Evento ainda nos salve (dado o fim da esperança na retoma do Homem) e tendo à disposição uma guerra (ameaça interna) ou um asteroide (ameaça interna). Agora com o 45º (presidente) no comando há nove meses (desde Janeiro de 2017) e com o seu legado a ser, desde já um nado morto (isolado pelos Democratas e ignorado pelos Republicanos). Mandando as Corporações e os seus agentes (legais) infiltrados (os políticos na Administração, no Congresso e no Senado) e para já com o Mundo a olhar se a Terra vai mesmo “Flipar” (como num deslocamento polar/Pole Shift).

 

(imagens: nasa.gov/catchnews.com/propkecynewswatch.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:05

01
Set 17

Depois da Morte do Jornalismo (e dos contadores de histórias) seguindo-se a Morte da História (destruindo-se cultura apagando-se memória) ‒ um processo já em curso nos Estados Unidos da América.

 

trumps-climate-change-denial-is-testing-by-harvey-

 Como se qualquer Presidente (dos EUA) mandasse qualquer coisa que fosse

 

Did Climate Change Intensify Harvey's Catastrophic Effects?

 

Ou seja:

 

Terá a eleição de Donald Trump intensificado os Efeitos Catastróficos do furacão Harvey provocados pelas Alterações Climáticas?

 

Uma forma subliminar de forte manipulação política (e socioeconómico), invocando a presença num cenário fictício (imposto e normalizado) de uma Presença de Negro (o Mal, o Diabo), justificando um sacrifício projetado num palco (pré-montado para tais situações), de modo a aplacar massas em fúria (atropeladas e cegas) e controlando simultaneamente o Sistema: induzindo com um método extremamente intrusivo e fazendo-se sentir em todas as direções (como tal afetando todos os intervenientes) um novo conceito de causa, justificando certos efeitos por uma conjugação de fatores e orientando todos eles para um único foco de origem e ponto central da Instabilidade ‒ neste caso com o problema estando em Donald Trump (chamando-nos assim de estúpidos e atribuindo a culpa ao Boneco).

 

(imagem: epeak.in)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:10

27
Ago 11

Furacão Irene

 

“O furacão Irene é uma bênção” – Glenn Beck

 

No seu programa de rádio nos EUA, Glenn explicou a sua frase anterior, afirmando que a passagem deste furação, seria bastante útil para ensinar as pessoas a prepararem-se para desastres deste tipo. Muito pedagógico, especialmente para quem está a ver, a comentar e a receber, sentado no sofá!

 

Comunidade Gay

 

Casais do mesmo sexo – S. Francisco no top

 

Quase um milhão de casais gays habitam na costa americana, maioritariamente entre cidades situadas entre Hollywood e New Hope. Aproximadamente 16% dos casais são do sexo feminino e 22% têm crianças. Dispersa e inicialmente escondida em localidades tradicionais e conservadoras e fugindo de todos os estigmas a ela associada, a comunidade gay actual, começa a sair dos seus guetos, enquanto a antiga geração se reforma e retira.

 

Sem Abrigo

 

Nos EUA é crime ser sem abrigo = pobre

 

Violando todos os acordos estabelecidos a nível mundial sobre direitos humanos, as autoridades americanas comparam agora os sem abrigo a criminosos, como se fosse culpa destas pessoas, as condições que o mundo e a vida lhes proporcionaram: nenhum direito a água, alimentação e habitação, apenas a sanções civis e criminais, devido à situação de miséria em que se encontram. A única opção é fugir e desaparecer.

 

(A partir do Jornal – The Huffington Post)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:36

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