Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

18
Fev 20

“Como Terrestres, os Animais Racionais (ou seja, o Homem) têm psique

e os Animais Irracionais

(todos os Restantes Animais que não o Homem) não têm psique:

E existindo, o que se passará então, com os Extraterrestres?”

 

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ISS

Fig. 1 (cores)

 

Imagem (1) obtida esta terça-feira (fevereiro, 18) a partir da Estação Espacial Internacional (ISS) orbitando a Terra a cerca de 400Km, pouco depois das 14:00 (hora de Portugal) − e com a ISS oriunda do lado da Terra onde “era de noite quando sobrevoava a América do Norte: como se pode constatar sem presença visível de nenhum objeto estranho.

 

Mais tarde sendo substituída por uma outra imagem (2) transmitida cerca de três horas depois (pouco depois das 16:00 em Lisboa) − tendo a ISS já entrado no lado da Terra onde “é de dia− mostrando-nos já a superfície da Terra (uma das suas faces) aqui sobre o Atlântico (a caminho de África) iluminada pelo Sol: ainda sem a presença de nada de estranho.

 

Screenshot_2020-02-18 Live_ISS_Stream b.png

ISS

Fig. 1 (p/b)

 

Nada de estranho (por exemplo o aparecimento de um objeto voador desconhecido) se tendo passado neste curto espaço de tempo − ao contrário de outros casos tendo sido interrompida a transmissão ao vivo inesperadamente e sem qualquer tipo de justificação − com a transmissão da ISS via NASA a prosseguir normalmente sem nenhum corte inesperado.

 

Ao contrário de outras situações tendo acontecido com outros observadores periodicamente atentos às transmissões ao vivo oriundas da ISS, acidentalmente visionando algo de estranho aparecendo diante das camaras (instaladas na Estação Espacial Internacional) e repentinamente sendo-lhes cortadas as imagens com sendo uma interrupção técnica.

 

Screenshot_2020-02-18 Live_ISS_Stream(1).jpg

ISS

Fig. 2 (cores)

 

Naturalmente e apesar do corte imediato na transmissão da ISS (algo pelos vistos muito frequente por estes dias) dando tempo a muitos daqueles que assistiam à mesma (transmissão ao vivo) de poderem registar algo admirados − pela estranheza e raridade do fenómeno − o que iam vendo.

 

E postos perante o corte (ISS/TERRA) ainda mais credibilidade atribuindo aos adeptos das Teorias da Conspiração, afirmando poder tratar-se da confirmação da presença de extraterrestres por perto (do Sol, da Terra, do Homem) pilotando as suas naves espaciais (certamente interestelares ou intergalácticas e não utilizando os nossos meios tradicionais de transporte) e espiando (nada de contactos) o que aqui se passa.

 

Screenshot_2020-02-18 Live_ISS_Stream(1) b.jpg

ISS

Fig. 2 (p/b)

 

Com a rede da WEB já inundada por centenas/milhares de imagens/registos da presença de objetos estranhos aparecendo e movimentando-se (com bastante regularidade) nas proximidades da ISS, é certo que com alguns desses casos podendo ser explicados naturalmente (sem recorrer a algo inexplicável, apenas científico) mas com outros (e não são poucos) deixando muitos extremamente confusos: e até podendo ser eventos (fenómenos) de origem terrestre.

 

Eu que saiba e na Terra (na terra, no mar, ou no mar) nunca tendo visto nada de estranho (ou de semelhante) como um objeto voador desconhecido − por exemplo um OVNI/UFO − e mesmo (por desespero, por sem alternativas na Terra)Querendo Acreditar”, mas não o fazendo nem deixando de o fazer (julgando-nos talvez superiores): ou não fossemos antropocêntricos e daí com uma visão do Mundo deformada.

 

(imagens: ISS Live Feed/UStream/NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:32

25
Jan 20

Perante estas imagens oriundos do Espaço tão próximo rodeando a Terra − entregues inadvertidamente para nosso usufruto pelas câmaras da ISS (a menos de 400Km de altitude) − com todos e cada um de nós e face à estranha (parecendo deliberada) falta de informação (qual a justificação?), a termos o direito e o dever de podermos assumir como uma entre muitas probabilidades, estarmos perante a presença de Extraterrestres (para os norte-americanos, não sendo alienígenas mexicanos, podendo até ser russos ou chineses).]

 

NASA abruptly cuts live feed ISS after THIS appears over the U.S.

(Ufo Sightings Hotspot e Very Top Secret Information)

 

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Anomalia

(aparecendo antes do corte, à frente das câmaras da ISS)

 

Numa apresentação [ufosightingshotspot.blogspot.com] e [verytopsecret.info], mais um registo de um observador (Jujubee’s Adams) das transmissões em direto e ao vivo da Estação Espacial Internacional (ISS), referido à passada quarta-feira (janeiro, 22): com as câmaras da ISS viradas para a escuridão do Espaço − rodeando-a e ao nosso planeta − repentinamente sendo surpreendidas pelo aparecimento diante delas de um objeto estranho e brilhante (um UFO), para logo de seguida a transmissão (segundo a NASA ou por perda de sinal ou por necessidade momentânea) ser interrompida.

 

I just turned on my ISS app

just to take a look like I usually do.

This appeared. Some kind of object or what?

So I took photos and a video.

It only lasted under a minute before the cut the feed.

Wow dumbfounded!

(Jujubee's ADAMS/youtube.com)

 

Um exemplo entre muitas outras observações desde há muito divulgadas e oriundas de transmissões ao vivo da ISS, curiosa e invariavelmente sendo interrompidas sem nenhum tipo de explicação devida aos seus (muitos deles fiéis) espetadores − senão uma versão norte-americana dos slogans justificativos portugueses (numa tradição RTP), “devido a problemas técnicos” e “regressamos dentro de momentos e naturalmente (pela repetição) deixando-os (e a nós) muito desconfiados: podendo ser projeções (presenciais ou não) de um Outro Mundo, como simples projeções (como por exemplo artefactos) terrestres.

 

(imagem: Jujubee's ADAMS/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:02

07
Dez 19

[Na Venezuela e no Espaço]

 

Entre as diversas imagens obtidas do Espaço a partir da ISS (Estação Espacial Internacional) − provando tal como a SPACE (space.com) afirma que “SPACE CAN BE A WONDROUS PLACE− um registo fotográfico de 2 de dezembro (segunda-feira) mostrando-nos o passeio espacial do astronauta italiano LUCA PARMITANO (integrando a Expedição 61 à ISS) a pouco mais de 400Km da Terra.

 

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Lá em cima − Fora de Casa − a ISS

(num exemplo de convivência entre seres humanos)

Cá em baixo − na Casa onde nascemos, o nosso “Berço− a Venezuela (incompreensivelmente, num exemplo contrário)

 

Simultaneamente mostrando-nos numa mesma e “única imagem” englobando a Terra e o Espaço exterior (rodeando-a) – enquanto constatávamos através do aparecimento de nuvens de uma das camadas protetoras da Terra e do seu Ecossistema (integrado nela o HOMEM) a ATMOSFERA – como mesmo não sendo possível em TERRA a amizade e a solidariedade, nunca tal será impossível pelo menos no ESPAÇO (como se tem comprovado a bordo da ISS): lá em cima com a tripulação internacional da ISS (incluindo maioritariamente norte-americanos e russos, além de outras e variadas nacionalidades) a colaborar – em “conjunto, partilhando” − num projeto internacional, enquanto cá por baixo (literalmente e dadas as coordenadas geográficas) com a VENEZUELA (localizada a norte da América do Sul, confrontando o oceano Atlântico) atravessando um período de grave crise económico e social (e logicamente até pela imposição de sanções financeira), desorganizando completamente a sua máquina de estado (a sua estrutura básica), face à sua instrumentalização política das grandes potências mundiais − e envolvendo os mesmos “interessados” como (por ex.) os EUA e a Rússia.

 

[O Céu não pode esperar]

 

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Homens, Deuses & Astronautas

Tendo de existir uma ligação (n/ só religiosa)

Umbilical e como réplicas dum mesmo molde

Entre Terrestres e Extraterrestres

 

[Talvez se confirmando estar lá por cima o “Céu− por nós desejado por equiparado às nossas Origens, ao Paraíso – um dos lugares mais comuns de origem das Aparições (para qualquer religioso) e um dos espaços mais propícios para a passagem dos Deuses-Astronautas (não só para os leigos e teóricos da Conspiração, como para um número crescente de eruditos e cientistas oficiais) − nas suas viagens exploratórias pelo Universo – ficando cá por baixo o “Inferno”, uma gaiola arredondada e fechada ocupada por um número incontável de espécies uma delas sendo o Homem − com os seus 7,5 biliões (de indivíduos) − tal como com a (gaiola) de Faraday sugerindo-nos (para nosso bem) ficarmos por cá protegidos e na nossa zona habitual de conforto, sabendo-se que lá por fora a proteção contra os raios, deixaria simplesmente de existir: e com medo de ao ultrapassarmos a fronteira podermos ser vítimas mortais dela (encerrando-se assim, definitivamente e antes do previsto, a nossa estadia na Terra) equiparando-a a um Inferno e nada querendo fazer para sair dela (ultrapassando-a) − não entendendo ser o Purgatório, apenas uma fase de transição necessária, entre o Inferno e o Céu – nem sequer pensando poder ser essas Entidades apenas, mais uma das muitas imagens do Homem noutros Espaços & Tempos. Lá se encontrando mesmo o Céu (o Futuro do Homem), assim como à nossa imagem, os “Deuses & Astronautas”.]

 

(imagens: NASA − religionnerd.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:19

13
Nov 19

Proporcionado pelo ex-oficial do Exército dos EUA e astronauta da NASA Jeff Williams (60 anos de idade, sendo natural da cidade de Superior/condado de Douglas County/estado do Wisconsin) durante o período da sua 47ª/48ª Expedição à Estação Espacial Internacional (ISS) abrangendo o período de 18 de março de 2016 a 7 de setembro do mesmo ano:

 

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Pôr-do-Sol como observado a partir da ISS

(num retrato do recordista de permanência no Espaço/ISS de 2016)

 

Tendo já anteriormente participado na 21ª/22ª Expedição – início a 30 de setembro de 2009 e conclusão a 18 de março de 2010 – e sendo atualmente o astronauta recordista em permanência no Espaço a bordo da ISS com (um total de) 534 dias 2 horas e 48 minutos (nas 4 expedições).

 

Num conjunto de imagens tendo como tema “A Terra Vista do Espaço” apresentando-nos diversas “retratos” do nosso planeta como visto lá de cima a uma altitude ligeiramente superior a 400Km (com a ISS a deslocar-se a uma velocidade aproximada de 7,7Km/s e fazendo a órbita da Terra em pouco mais de hora e meia)

 

“A luz solar é formada por diversas cores e ao atravessar a atmosfera, dispersa-se devido às partículas existentes no ar. No entanto, as radiações de cada cor dispersam-se de forma diferente, de acordo com o valor de comprimento de onda que apresentam.”

(texto: retirado de um trabalho efetuado por Mikail Ribeiro aluno do 10ºano em 2006/2007 c/ orientação da Professora Laila Ribeiro/A Cor do Pôr-do-Sol/worfpress.com)

 

– Um planeta que quando visto do Céu se assemelha às nossas ideias (feitas/implantas) do Paraíso, quando a realidade cá por baixa só significa “uma só e única coisa” o Inferno (atravessando-se o “olho−do−furacão” vivendo-se temporariamente no Purgatório, um tempo de aparente calma, mas não passando da mais pura ilusão)

 

E concluindo com o momento em que o Sol desaparece para lá do horizonte terrestre, um fenómeno que denominamos como o “Pôr-do-Sol” (anoitecer ou entardecer):

 

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Pôr-do-Sol como observado a partir da superfície de Marte

(num retrato do Rover Spirit captado na cratera Gusev em 2005)

 

“O comprimento de onda da luz azul permite que o céu apresente a cor azul que vemos durante o dia. Mas ao pôr-do-sol ou ao amanhecer, a luz solar incide obliquamente na atmosfera percorrendo um caminho bem mais longo através da atmosfera terrestre que a luz solar que se vê ao meio-dia.”

(Mikail Ribeiro)

 

E tudo se originando no movimento de rotação da Terra (concretizado em 24 horas).

 

E sobre a Terra redonda (contrariando os teóricos da “Terra Plana) e envolvendo-a na integra, surgindo

 

– Ao pôr-do-sol (com o vermelho e o laranja) mais brilhante que ao nascer-do-sol –

 

“Nesta trajetória mais longa, a luz azul é toda dispersada pela atmosfera (portanto, retirada do feixe de luz branca), pelo que os nossos olhos detetam apenas a luz menos difundida (que sofre menor desvio) como parte da luz amarela, luz laranja e luz vermelha (que apresentam comprimento de onda maior que a luz azul).” (Mikail Ribeiro)

 

O colorido da atmosfera contrastando com a escuridão profunda do Espaço, depois do mesmo se pôr (o Sol) ainda podendo e como se fosse mágico ser visto não fisicamente, mas (como tudo) projetado.

 

E acontecendo por aí o Crepúsculo entre o antes e o depois.

 

(imagens: astronauta Jeff Williams a bordo da ISS/2016/NASA – nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:26

28
Out 19

Uma imagem de uma cooperação inexistente em TERRA, mas existindo no ESPAÇO e envolvendo no mesmo projeto − e sem colisão – os EUA e a RÚSSIA (entre outros): de tal modo que já existem negociações entre os EUA e a RÚSSIA para um novo empreendimento conjunto (estando prestes a esgotar-se o período de atividade da ISS), a construção de uma nova Estação Espacial Internacional numa obra conjunta NASA & ROSCOSMOS (e outros). Apesar de só se falar (talvez porque dê mais dinheiro) em “Guerra no Espaço.”

 

Como será possível que perante tantas proezas tecnológicas alcançadas (durante o século passado) podendo-nos não só oferecer (numa 1ª fase) melhorias no nosso LAR − a TERRA − como abrir-nos a porta de entrada (numa 2ª fase) para a aventura e descoberta de todo o ESPAÇO exterior que nos rodeia (e ao nosso BERÇO) − o UNIVERSO – e enquanto (simultaneamente) se assiste à cooperação Espacial estabelecida e continuada entre vários países (ligados à Exploração de Espaço, desde os EUA  à RÚSSIA, os seus impulsionadores) e tendo como palco (comum) a ESTAÇÃO ESPACIAL INTERNACIONAL ou ISS,

 

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Astronauta trabalhando no exterior da ISS

(Estação Espacial Internacional em órbita a cerca de 400Km da Terra)

 

Nos demitamos do nosso Destino e em vez de como todos os animais (como nómadas que somos, seres vivos tendo capacidade de pensar e − sendo dinâmicos − de se movimentar) sair de casa, encontrar um novo lar e apontar para um novo rumo”, optemos por nos deixarmos ficar por cá (pela Terra e até ao seu fim) e por aqui desaparecer: não percebendo que só evitaremos a nossa extinção (sejamos nós únicos no Universo ou não) se tal como qualquer ser vivo nos movimentarmos − de um ponto para outro (caso contrário estando-se estático, estando-se morto) – apenas se sobrevivendo por uma “Sucessão de Saltos” dando origem a “Novos Ciclos”. E dependo dos Seres HUMANOS a sua presença aí ou não (depois do Salto, num novo Ciclo), conforme opte ou não pelo Salto: certamente que para um outro planeta (ou outro corpo celeste, natural ou mesmo artificial) e entrando-se num novo ciclo diferenciado e Civilizacional − talvez com outros seres, não com a mesma base (psíquico-física e algo mais) que a nossa (tão ligados como estamos, à base H₂O).

 

“Necessitando-se para tal de partir, para a Lua, para Marte, para “O Outo Lado” e tal como os nossos Antepassados (arriscando, num risco mais ou menos controlado, a base da Aventura) para “Outros Mares Nunca Antes Navegados.

 

(imagem: NASA/room.eu.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:16

23
Out 19

[Current resident of the International Space Station.

Looking forward to sharing my journey with you! (Christina H Koch/Twitter)]

 

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When the inspirational meets the practical

31 Out 2019

Striking view of our planet from the end of the robotic arm

While taking a ride to repair

(A Space Station power channel)

 

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Even astronauts need to chill

2 Set 2019

Spending this Labor Day weekend reading and relaxing by my favorite window

After a long week packed with science, a spacewalk, and a re-docking,

(it’s important to recharge your batteries to keep focused on bringing your best)

 

Tal como alguns dos seus colegas (astronautas de várias nacionalidades e continentes) tendo passado pela ISS (nas outras 60 expedições) munidos de uma máquina fotográfica, sendo agora a vez da norte-americana Christina Koch (na 59ª/60ª/61ª Expedição à ISS) nos oferecer (e dar a usufruir com prazer) alguns registos seus  obtidos durante a sua estadia (iniciada em 14 de Março com a 59ª Expedição à ISS, continuando ainda com a última, a 61ª e aí – à chegada da 62ª − terminando a sua “tripla-missão”). Caminhando para os 8 meses a bordo da ISS.

 

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Space X Dragon

27 Ago 2019

Flying away over the Canadian Rocky Mountains

After being attached to Space Station

(For about a month)

 

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August night skies!

3 Ago 2019

For my friends in the Southern Hemisphere this time

Can you spot the Southern Cross?

(Happy star gazing and goodnight from Space Station!)

 

Entre outras tantas histórias de outros tantos fotógrafos tendo frequentado a ISS e presenteando-nos com os seus “belos retratos” − felizmente para nós não podendo lá estar, com muitos a fazerem-no, podendo-se no mínimo simular (recorrendo à nossa imaginação e capacidade de projeção) – com esta norte-americana de 40 anos iniciando o seu percurso até atingir a “Estação Espacial Internacional” (ISS) − tal como outros mais de 230, já o tinham feito antes (1 em quase 32.000.000) – sonhando vir a ser astronauta (um sonho concretizado) e acabando na “Cidade das Estrelas (na Rússia) enfiada numa nave espacial Soyuz (MS-12) a caminho do Espaço.

 

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Table set for 6 on Space Station

19 Jul 2019

All prepped for the second half of the Expedition 60 crew to arrive!

Population in space doubles tomorrow

(God speed, Morgan, Luca, and Alexander Skvortsov!)

 

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So special to experience a partial lunar eclipse

17 Jul 2019

During the historic week of

Apollo 50th celebrations

(Dreaming of the sights we’ll see on future Artemis missions)

 

ISS começada a ser montada (em órbita) há 21 anos (1998) − a sua primeira secção – e quando terminada (numa 1ª fase em 2008) dispondo de 358m³ de volume habitável e um peso de perto de 300.000Kg: no final disponibilizando um volume de pressurização de 1.200m³ e uma massa total superior a 400.000Kg − e com uma estrutura suplementar com vários módulos (uns 14). Orbitando a Terra a uma distância entre 278Km (mínima) e 460Km (máxima) − média 340Km – demorando a completá-la (a órbita) em pouco mais de 1,5 horas (nas suas órbitas perdendo cerca de 100m/dia de altitude) e sendo servida (para transporte) pela Progress e pela Soyuz (russas), pelos Vaivéns (norte-americanos) e agora até pela SPACE X (agência espacial privada norte-americana).

 

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City lights, stars, lightning storms, even satellite flares

10 Jul 2019

A composite of individual photos

Stacked on top of each other to show all the amazing things

(We see at night out our window)

 

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Madagascar

7 Jun 2019

The river mouths

In northern Madagascar

(Earth Art)

 

Tendo como objetivos iniciais a realização de experiências laboratoriais (fora da Terra e com Gravidade Zero) e de observações do Espaço (sem o incómodo da interposição da camada atmosférica) e simultaneamente sendo planeada para num futuro próximo e como Entreposto Espacial (entre o Mundo Interior e o Mundo Exterior à Terra), lançar o Homem para novas missões de preferência tripuladas e dirigidas para Outros Mundos como a LUA (regressando) ou Marte − e até para outros corpos celestes próximos ou passando por perto (como os Asteroides). Demasiado ambiciosos para nós (o Homem, não conseguindo acompanhar mentalmente o desenvolvimento tecnológico) quando nunca mais fomos à Lua faz daqui a pouco (apenas uns 3 anos) Meio Século. Mas no mínimo sendo no presente ainda um dos poucos símbolos de Cooperação a nível Global (envolvendo desde logo os EUA e a Rússia e outros países da Terra) e uma das fontes centrais de Divulgação de Dados e de Conhecimento Científico: algo ainda vivo e só por isso sendo extraordinário.

 

(imagens/legendas: Christina H Koch/@Astro_Christina/twitter.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:21

18
Out 19

[Para além dos homens − e talvez ainda mais − indo as mulheres.]

 

O 1º Passeio Espacial em grupo e só integrando (2) Mulheres.

(duas norte-americanas com uma delas sendo metade israelita)

 

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Christina Koch e Jessica Meir

 

GUERRA FRIA

(EUA/URSS)

Com o início da “Exploração Espacial” a não ter sido possível sem a “Corrida ao Espaço”, no decurso do período da “Guerra Fria– EUA Vs. URSS − sendo um dos métodos mais utilizados para “sem se verificarem conflitos”, uma Nação poder impor (sem recurso a Armas) a sua “Supremacia (sobre outra).

URSS

(rocketmime.com)

On April 12, 1961, Russian Cosmonaut Yuri Gagarin

became the first human to travel into space

in Vostok 3KA-2/Vostok 1.

EUA

(rocketmime.com)

Alan Shepard holds the distinction of being the first American to journey into space: on May 5, 1961, in the Freedom 7 spacecraft, he was launched by a Redstone rocket on a ballistic trajectory suborbital fligh.

 

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Depois de

 

VALENTINA TERESHKOVA

1ª mulher a “Viajar no Espaço

 

E de

 

SVETLANA SAVITSKAYA

1ª mulher a dar um “Passeio no Espaço

 

− Para já não falarmos de YURI GAGARIN e de ALEXEY LEONOV,

tendo concretizado respetiva e exatamente (no masculino)

o mesmo feito histórico

 

Por sinal todos cidadãos Soviéticos ou Russos (como quiserem, dado designarem o mesmo território e cidadãos) saindo da sua NAVE ESPACIAL,

 

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Eis que os norte-americanos na sua senda da Excecionalidade e não resistindo (nas suas intenções e ambições) aos Elogios e como consequência ao Poder,

 

Anunciam hoje dia 18 de outubro de 2018 o 1º duo de mulheres a

 

Passear em Grupo no Espaço”,

(37 anos depois, da soviética Svetlana Savitskaya o ter feito, em solitário)

 

Realizando trabalhos de manutenção (neste caso no exterior da Estação Espacial Internacional/ISS):

 

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Tratando-se de Christina Koch

(norte-americana, de 40 anos, natural do Michigan)

 

E de Jessica Meir.

 (norte-americana/sueca/israelita, de 42 anos e natural do Maine)

 

Curiosamente sendo concretizado num momento delicado da política Mundial (ainda dominada pelos EUA, mas agora tendo de enfrentar novas potências emergentes, como a todo-poderosa CHINA), mais uma vez com o problema da Energia (e o seu total controlo por parte dos EUA, mesmo sendo um produtor de energia e autossuficiente)

 

− E logicamente do Médio-Oriente

(onde existe petróleo e grandes reservas)

 

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Presente (por associação e causa do problema), colocando (no potencial campo de guerra económico-militar então criado) e como todos os sucessivos Governos dos EUA tanto gostam (sejam DEM sejam REP sejam OBAMA sejam TRUMP)

 

− Ou seja de “uma forma insultuosa

(por negar a Memória)

e simplória

(por negar a Cultura)

 

De um lado o EIXO do BEM

(com ISRAEL como seu aliado preferencial e único)

E do outro o EIXO do MAL.

(representado pelas restantes tribos árabes, que não a oriunda da Judeia)

 

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Talvez em mais um gesto de apoio (político e sobretudo interessado) dos EUA a Israel e simultaneamente uma “palmada nas costas (científica e de prestação de solidariedade) após mais uma tentativa falhada (por duas vezes e por volta das duas recentes eleições israelitas) de uma nave sua aterrar (com sucesso) na Lua.

 

[Colocando nesta “pequena, mas vistosa (e atual) missão pioneira” (incluindo apenas mulheres) a astronauta Jessica Meir (filha de mãe sueca e pai israelita e entrando na NASA, via LOCKEED MARTIN) … e por vias travessas e escuras um dos seus países (do lado do pai), Israel: e com toda a sua ambição (pelo menos Militar) e incluído já nos países ATÓMICOS, podendo-se agora integrar (finalmente e como uma Potência) nos países ESPACIAIS. Terrestres e “Lunáticos” que se cuidem, pois eles estão (cada vez mais) próximos.]

 

[E ainda para maior gáudio (merecido, por antecipação) da “Exploração Espacial Soviético-Russa”, recordando-se os seus primeiros voos espaciais (e com passageiros) − como atos PIONEIROS − não se limitando apenas à Natureza  e à nossa espécie de animais – como o Homem, um Animal Racional − mas estendendo-se igualmente aos Animais Irracionais – como a cadela Laika − e até (como produto artificial, criado pelo Homem) aos Robôs-Humanoides − como é o caso de Fedor (já a bordo da ISS).]

 

(imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:07

30
Set 19

Imagem da cápsula SOYUZ lançada do cosmódromo de BAIKONOUR no Cazaquistão a 25 de setembro (quinta-feira) − já com 2º andar em ação – transportando consigo três astronautas – Jessica Meir (EUA), Oleg Skripochka (Rússia) e Hazzaa Ali Almansoori (EAU) – em direção à Estação Espacial Internacional (ISS). Numa operação bem-sucedida, com a acoplagem da SOYUZ (61) à ISS. Num registo já observado antes (c/ outros lançamentos semelhantes) mas que até poderíamos pensar (não o identificando) tratar-se (recorrendo a “algo mais”) de um OVNI (ou UFO).

 

This Astronaut Photo

of Her Friend's Launch Into Space

Is Absolutely Stunning!

(Meghan Bartels/space.com)

 

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Cápsula SOYUZ a caminho da ISS

(em 25 de setembro de 2019)

 

À primeira vista e para qualquer leigo ou adepto da Conspiração (e perdida a esperança no Real) estando-se certamente perante algum tipo de fenómeno desconhecido e aparentemente artificial, não sendo que se saiba de origem terrestre (nunca se tendo visto por cá, coisa igual) logo tratando-se de obra de extraterrestres (recorrendo apenas à nossa Imaginação): deixando sobre a profunda escuridão do Espaço (bem visível, bem contrastado) a sua eventual assinatura.

 

Mas não sendo esse o caso, tratando-se apenas de um foguetão russo transportando para a Estação Espacial Internacional − numa função já realizada várias vezes − uma nova equipa de (três) astronautas. Um trabalho que a curto-prazo começara também executado pela SPACE X (empresa espacial norte-americana, de iniciativa privada e do milionário Elon Musk) e pela sua nave DRAGÃO: deixando igualmente para trás rastos como o da Soyuz, no Espaço associando-o (fazendo-nos sonhar, antecipar) a Viagens a Outros Mundos.

 

(imagem: NASA Astronaut Christina Hammock Koch/25.09.2019/facebook.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:26

23
Jun 19

Oferecida pela ISS

− Estação Espacial Internacional −

uma imagem da famosa “Bota Italiana

tendo do seu lado ocidental a Sicília.

 

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Itália

 

Obtida no fim da Primavera (no Hemisfério Norte) sobre o Mar Mediterrânico e a cerca de 400Km da superfície da Terra.

 

(imagem: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:53
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30
Mai 19

Olhando-nos “Lá-de-Cima”, cá para baixo.

 

Referindo-se esta notícia à ISS e à sua 59º Expedição (expedições iniciadas em Outubro/2000) − composta de 6 elementos (3 norte-americanos/1 mulher, 2 russos e um canadiano/1 mulher), metade oriundos da 58ª Expedição (como o Comandante), a outra metade tendo chegado como novos elementos na nave de transporte SOYUZ MS-12 (como o Engenheiro de voo).

 

Hoje com dois cosmonautas russos – o comandante OLEG KONONENKO e o engenheiro de voo ALEXEY OVCHININ – no presente residentes na ISS (Estação Espacial Internacional), a saírem do seu habitáculo (no cumprimento da 59ª Expedição e 46º Passeio Espacial Russo) para darem um PASSEIO pelo ESPAÇO.

 

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No seu 217º Passeio Espacial (Expedição 59/EVA 4) levado a cabo ontem durante cerca de 6 horas, com os russos no exterior a operarem e os astronautas da América do Norte no interior a observarem (agora que separados entre Este e Oeste e recordando o quotidiano terrestre, assumindo as suas origens talvez conspirando entre si).

 

Por momentos deixando os seus trabalhos científicos levados a cabo no único laboratório fora da Terra (e instalado na ISS), para enquanto olhando para o fantástico cenário então disponibilizado, ir dando umas voltinhas e dando uns pequenos retoques (como por exemplo limpar uma janela).

 

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Naturalmente e como sempre com os Russos (como diriam os políticos norte-americanos e com uma simbologia negativa “estando-lhes no sangue”) − mais uma vez (esquecendo-se a Memória e a Cultura e apenas para os denegrir, comparando-os com “Putin na Crimeia”) aproveitando-se da situação − no seu Passeio Espacial e antes do início das suas pequenas tarefas de manutenção, para (fazendo este anos) saudar (com um retrato) o seu camarada russo ALEXEY LEONOV (nascido a 30.05.1934) o “primeiro Homem a Passear no Espaço”. Na véspera do seu 85º Aniversário.

 

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Em 1965 (18.03) realizando o 1º passeio alguma vez realizado pelo Homem, saindo da sua nave VOSKHOD 2 e “mergulhando” no Espaço, à sua volta com a Terra (como nunca visto pelo Homem) bem ali à sua frente. Se vista numa projeção virtual (e indireta) sendo já aí Espetacular (para o astronauta russo), há meio século atrás devendo ter sido, certamente de “Outro Mundo”, mesmo estando-se a ver apenas “o Nosso”.

 

Numa Visita de Estudo (Espacial e com trabalho de campo) estimada em 7 horas (a decorrer) e executada por dois astronautas (por acaso) da mesma nacionalidade, numa das muitas missões da ISS incluindo tripulações norte-americanas, russas como também de outras nacionalidades.

 

(imagens: NASA TV/space.com e NASA/cbsnews.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:41

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