Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

20
Jan 15

Num país onde mais de 70% do seu território é constituído por terreno montanhoso, é fácil de perceber que as montanhas tal e qual como os vulcões, estejam tão ligados à sua cultura e tradição. Tal como para todos nós a Luz, a nossa fonte de vida.

 

winter-lights-nabano-no-sato.jpg

(fonte: Animal – anymalnewyork.com)

 

Mal olhei para estas decorações luminosas e ainda levado pela recente passagem da quadra natalícia e pela chegada do Ano Novo, lembrei-me logo da pobre e miserável iluminação de Natal montada pelo município da minha terra (onde moro há muitos anos), praticamente reduzida a meia dúzia de lâmpadas aqui e ali colocadas, a um presépio frio e austero e a uma mangueira de iluminação na fachada principal do edifício camarário – talvez (sabe-se lá) oferecida pelos chineses. Ainda não há muitos anos o orçamento do município de Albufeira andava pelo meio milhão de euros!

 

winter-lights-kuwana-city.jpg

(fonte: Twisted Sifter – twistedsifter.com)

 

Neste caso estamos no interior da localidade de KUTAWA, uma conhecida cidade japonesa que durante a época do Inverno e aproveitando o seu conhecido jardim e outras estruturas de apoio turísticas ali existentes, realiza todos os anos por essa altura um grande espectáculo de luzes. Durante os seis meses que decorrem de Outubro a Março quase que 6.000.000 de lâmpadas decoram toda essa zona, originando cenários maravilhosos de luzes coloridas. Como é o caso do lindíssimo túnel de luzes e o espectacular cenário apresentando o vulcão ao fundo. Qual será o segredo?

 

(imagens – all-that-is-interesting.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:15
tags: , ,

08
Out 14

O Mais Forte Ciclone do Ano 2014 a Caminho de OKINAVA
(sul do Japão)

 

Depois da passagem há dois dias atrás (pelo centro do Japão) do tufão Phanfone, mais outro tufão se desloca a caminho (do sul) do país – o tufão Vongfong – sendo já considerado pela Agência Meteorológica Japonesa como violento: com ventos cujas rajadas máximas poderão atingir uma velocidade próxima dos 300Km/h.

 

Imagens de satélite do tufão Vongfong

 

O furacão de categoria 4 (na escala Saffir-Simpson) desloca-se para já para oeste (a uma velocidade de 20Km/h), tudo indicando que irá ganhar mais força durante o seu trajecto, virando então para norte e ameaçando todo o sul do Japão.

 

(na imagem a zona a vermelho assinala nuvens capazes de provocar grandes tempestades; a zona a cinzenta assinala nuvens ainda mais altas e sem possibilidades de medição)

 

(dados e imagem – climatempo.com.br)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:57

27
Set 14

Quando cheguei ao Algarve ouvi logo falar do vulcão de Monchique: mas nunca o vi, só provei das suas águas termais. O que não quer dizer que nunca tivesse existido ou que até pudesse ser um familiar (afastado) dele. Geologicamente falando, claro!

 

Erupção no vulcão do Monte de Santa Helena

(USA – 1980)

 

Em 20 de Março de 1980 uma sucessão de sismos registados no estado norte-americano de Washington (mais precisamente na região envolvendo o monte de Santa Helena) despoletou a actividade sísmica e eruptiva no vulcão aí existente (despertando-o). Dois meses depois o vulcão de Santa Helena explodiu (a 18 de Maio de 1980) provocando a destruição e o deslizamento de todo o flanco norte da montanha: o seu cume desapareceu deixando no seu lugar apenas um enorme buraco. Apesar de tudo apenas se registaram cerca de seis dezenas de vítimas mortais – originadas pelos efeitos devastadores da poderosa nuvem piroclástica criada após a explosão (com velocidades que poderão ter atingido os 1.000Km/h e um raio de acção de vários quilómetros).

 

As cinco crateras do vulcão Ontake

(Japão – 2014)

 

Mais um vulcão na Ásia a entrar de novo em erupção, neste caso o vulcão mais alto do Japão com uma altitude de mais de 3.000 metros (que até 1979 se pensava inactivo, entrando nesse ano em plena actividade). Situado na ilha japonesa de Honshu (a maior do conjunto de ilhas do arquipélago japonês) e a cerca de uma centena de quilómetros da cidade de Nagoya (e a 200Km da capital Tóquio). Na imagem anterior podemos ver as suas cinco crateras em acção – desde o dia 27 de Setembro deste ano – as quais apanharam muitos dos locais de surpresa (entre curiosos e habitantes locais) provocando uma dezena de feridos e obrigando quase três centenas de pessoas a procurarem protecção em refúgios na montanha. Até ao momento não existindo notícias sobre o aparecimento de lava, registando-se apenas a queda de cinzas e de pequenas pedras.

 

Montanhistas apanhados de surpresa

(Japão – 2014)

 

Com uma grande presença de locais e ocasionais nas imediações do monte Ontake – devido ao atractivo que o vulcão aí existente representa para todos os japoneses (e para a sua cultura) e sabendo-se que as montanhas cobrem quase 70% do seu território – a repentina erupção registada a 27 deste mês apanhou muitos deles de surpresa. Como se pode verificar na imagem anterior, com os elementos presentes nas imediações das encostas do vulcão a fugirem apressadamente, perante a rápida aproximação de uma densa e cinzenta nuvem de cinzas (tal e qual uma nuvem piroclástica). Tanto os Estados Unidos como o Japão têm assim (como em muitos outros campos) estreitas ligações entre si: neste caso tendo os vulcões (existentes nos seus territórios) como elemento comum.

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:48

26
Mai 14

Explosão nas proximidades de Kume jima – Uma das Ilhas de Okinawa

(Japão)

 

Ao largo de Kume jima

 

No dia 21 de Maio deste ano registou-se uma violenta explosão em pleno Mar da China Oriental. Testemunhas nas proximidades deste acontecimento afirmam ter escutado o som correspondente a duas fortes explosões e o aparecimento sobre o local de origem das mesmas de uma densa, escura e vertical nuvem de fumo.

 

Uma das explicações para o sucedido nesta região oceânica que separa o Japão da grande potência asiática que é actualmente a China, poderá estar em manobras militares norte-americanas realizadas no local, incluído nas proximidades doutros pontos já por diversas vezes utilizados em exercícios militares similares, servindo-se do mais diferenciado tipo de bombas.

 

Mas também poderá tratar-se simplesmente de mais uma erupção vulcânica submarina associada a uma forte explosão, que terá feito chegar à superfície e duma forma violenta e bem visível o material expelido pelo dito vulcão, misturado com vapor de água a altíssimas temperaturas.

 

Ou então uma explosão nuclear contando com a participação ou não de alienígenas. Mas o mais certo é estarmos apenas em presença de mais um típico e vulgar caso de “American Shit”.

 

(imagem – cosmostv.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:49

20
Jan 14

 

 

Depois do terramoto que atingiu o Japão em 11 de Março de 2011 (8.9 na escala de richter) e do tsunami que se lhe seguiu – atingindo e levando ao colapso da Central Nuclear de Fukushima – eis que finalmente chega a público o primeiro relatório oficial conhecido sob a contaminação até agora provocada nas águas do Pacífico.

 

E aí estão os primeiros efeitos radioactivos (registados e oficiais) provenientes da central japonesa de Fukushima – após o seu colapso aquando do tsunami ocorrido no ano de 2011 – a começarem a atingir a costa Pacífica da América do Norte (Estados Unidos da América e Canadá) depois de já terem atingido zonas litorais do Alasca (as ilhas Aleutas já em 2012) e a ilha de Vancouver (meio ano depois). A contaminação radioactiva terá também começado já a ser detectada perto da costa mexicana e da América Central. No entanto a controvérsia e o alarme já estão instalados depois da divulgação do último relatório da PICES proveniente do seu encontro anual (2013), realizado sob o patrocínio do governo do Canadá e pelo seu Departamento de Pescas e Oceanos.

 

 

Note-se que o relatório que actualmente deu início ao debate sobre a questão da contaminação ambiental procedente da central japonesa já é de Outubro de 2013, tendo sido apenas agora divulgado (três meses depois). É da responsabilidade técnica da Organização de Ciência Marinha do Norte do Pacífico (PICES), tendo como membros seis países: além dos EUA e do Canadá, Japão, China, Coreia do Sul e Rússia. No entanto as autoridades oficiais da América do Norte continuam deliberadamente a ignorar o problema, optando para já “por não alarmar a população”, mantendo-se em silêncio mesmo depois da divulgação do seu próprio relatório, dos níveis crescentes de radiação e das muitas denúncias já efectuadas.

 

Sabe-se agora que desde o colapso da central nuclear japonesa esta tem estado a verter no Oceano Pacífico uma média brutal de 300-400 toneladas de água altamente contaminada com material radioactivo por dia, com as correntes oceânicos a transportá-la em direcção ao litoral da América do Norte. Existe ainda a forte possibilidade (ou certeza) que a contaminação oceânica se estenderá posteriormente ao Pólo Norte e de seguida ao Oceano Atlântico, o mesmo que banha o litoral de Portugal. Para já não falar na contaminação provocada no mar envolvendo o Japão e nas consequências ambientais brutais na indústria pesqueira local.

 

 

Agora que este relatório oficial foi finalmente divulgado, espera-se que duma vez por todas os estados sob ameaça de contaminação (não serão todos?) tomem desde já medidas preventivas para defesa dos seus cidadãos, ao mesmo tempo que os que já estão sob ataque reconheçam a negligencia e passividade criminosa das suas autoridades e passem de imediato à acção – pelo menos avisando a sua população despreocupadamente desprotegida e resistindo por ignorância e indiferença cultural à gravidade extrema da situação. Se apenas acreditam no que dizem as autoridades oficiais responsáveis, lembrem-se de Masao Yoshida que muitos telespectadores devem ter visto nas redes de televisão de todo o mundo, como sendo um dos principais responsáveis pelo funcionamento da central nuclear de Fukushima à hora da tragédia: morreu recentemente aos 58 anos de idade com um cancro motivado pela sua excessiva exposição à radiação, enquanto lutava para minimizar os catastróficos efeitos ambientais provocados – ele que afirmara desde o início, que “não haveria perigo de contaminação”.

 

(imagens – turnerradionetwork.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:58

15
Jul 12

COMETA

 

Nesta imagem SOHO obtida pela LASCO 3 apercebe-se no canto inferior direito a aproximação de um cometa ao Sol.

 

Cometa 96P/Maccholz

 

Descoberto no ano de 1986, este cometa passará muito perto do Sol, a uma distância aproximada de 0,13 U.A. (perto de 20 milhões de quilómetros).

 

(imagem – spaceweather.com)

 

UFO

 

Um antigo agente da CIA com 25 anos de experiência ao serviço desta agência de espionagem norte-americana, divulgou recentemente uma informação muito interessante sobre a existência de um documento secreto relacionado com a queda de um UFO na localidade americana de Roswell, no já distante ano de 1947.

 

UFO – Roswell

 

Este agente afirmou que segundo o mencionado nesse documento supostamente confidencial, o incidente relativo à queda de um UFO aconteceu mesmo. Não se tratava nada de um balão meteorológico – como na altura se tentara explicar oficialmente esse acontecimento – mas sim de uma nave espacial que nunca poderia ter tido como origem o planeta Terra.

 

(imagem – disinfo.com)

 

VISÕES

 

Tinha eu ainda 13 anos de idade e já me tinha iniciado na leitura dos livros de ficção científica da coleção Argonauta. Juntamente com o meu início na banda desenhada – especialmente após o lançamento em Portugal da revista TINTIN – já apresentava um certo currículo de leitor cheio de vontade de aventuras e de novas descobertas, chama que tinha sido muito bem alimentada pelas aventuras escritas e ilustradas de júlio Verne ou da imperdível coleção Salgari.

 

Japão – Visões do Futuro – 1969

 

Foi nesses finais dos anos sessenta/início da década de setenta, que muitas ilusões se espalharam pelas mentes de uma nova geração em explosão de expetativas e cada vez mais convicta da possibilidade de se atingir a utopia. Ia-se atingir o auge da industrialização, era o tempo do aparecimento da cibernética, da fantástica ida à Lua numa nave tripulada e da chegada do Homem a um outro mundo fisicamente estranho e exterior ao seu. E no entanto surgiu de novo a guerra, a luta entre os blocos inimigos, a queda do muro instituído, o imperialismo sem ética nem moral e finalmente como resposta a todas as desilusões que nos foram aos poucos corroendo, a apatia e o desmoronamento geral de um modelo de sociedade progressivamente desmantelado e reciclado. Tudo se perdeu e apenas as imagens nos deixam traços de um trilho abandonado.

 

(imagem – boingboing.net)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:50

Junho 2019
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
10
11
12
13

16
17
18
19
20
21
22

23
24
25
26
27
28
29

30


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

subscrever feeds
mais sobre mim
pesquisar
 
blogs SAPO