Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

01
Fev 17

[E neste caso algo mais]

 

Entre todos os planetas conhecidos fazendo parte do Sistema Solar, o maior deles e simultaneamente o que mais satélites naturais possuem (para já 67) é sem dúvida o planeta gigante gasoso JÚPITER.

 

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IO

(NASA – sonda GALILEU – resultado da junção de imagens de 07.09 e 06.11 de 1996)

 

De todos esses satélites tendo quatro deles sido descobertos há mais de 400 anos por GALILEU (1610), tendo sido tal feito e para a época considerado extraordinário utilizando apenas uma LUNETA: a Luneta de Galileu um instrumento ótico inventado anos antes pelo fabricante de lentes holandês (nascido na Alemanha) Hans Lippershey para observação terrestre (comercializado por volta de 1608), adaptado posteriormente por Galileu para a observação astronómica.

 

Com as Luas de Galileu (Europa, Ganimedes, IO e Calisto) a serem os primeiros quatro objetos descobertos no Espaço a girarem não em torno do Sol (como os planetas) nem em torno da Terra (como a Lua) mas à volta de outro corpo celeste – neste caso Júpiter localizado a quase 800.000.000Km de distância do Sol (mais de 5 AU).

 

No caso de IO a terceira maior lua de Júpiter e a quarta do Sistema Solar (ligeiramente maior que a nossa LUA), apresentando-se esta como um Mundo bastante dinâmico e caraterizado pela sua intensa atividade vulcânica. Habitando uma região do Sistema Solar situada para além da Cintura de Asteroides (entre Marte e Júpiter) a cerca de 3-4 AU do Sol.

 

E pertencendo a um Sistema ainda delimitado por uma segunda e terceira fronteira mesmo que virtual (o cinturão de KUIPER a 30-50 AU e a Nuvem de OORT a 50.000-100.000 AU), mas talvez protetora ou servindo apenas de marco: um marco que para o caso da Nuvem de OORT poderia representar (apenas) 25% da distância de uma possível viagem interestelar entre o SOL e a estrela mais próxima PROXIMA CENTAURU – 4 anos-luz (ou seja a distância percorrida pela luz durante 4 anos à velocidade de 300.000Km/s).

 

No Ranking Solar dos maiores satélites naturais com IO estando em 4º lugar logo à frente da nossa LUA (5ª Ranking Solar).

 

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BLACK KNIGHT

(NASA – STS088-724-66 – 11.12.1998 – 20:17:04 TMG)

 

Com a Estação Espacial Internacional (ISS) a ser de momento o maior satélite artificial da Terra com cerca de 109 metros (equiparado a um estádio de futebol), seguido da MIR com 31 metros (equiparado a uma baleia) e do SKYLAB com pouco mais de 26 metros (equiparado a um dinossauro) – e ainda da VOYAGER 1 (mais de 17 metros) e no fim da tabela com o diminuto SPUTNIK 1 (não atingindo sequer 1 metro).

 

Isto para já não falar de outros satélites artificiais podendo também orbitar a Terra (e pondo de lado todos os outros planetas mais distantes e desconhecidos do nosso Sistema) alternativamente de origem desconhecida mas talvez com indícios de remetente alienígena: como o poderia ser para alguns a nossa própria Lua (o nosso único satélite para além de alguns troianos) ou então esse mais que provável bocado de sucata orbitando há já vários anos a Terra e conhecido como BLACK KNIGHT (e segundo alguns emitindo sinais).

 

No primeiro caso com a Lua (e tal como o cientista e escritor de ficção-científica ISAAC ASIMOV afirmou) a apresentar os parâmetros necessários e exatos (uma coincidência) para a mesma não se escapar da órbita da Terra sendo inevitavelmente puxada para as proximidades do Sol (o que deveria acontecer aplicando a Lei da Gravitação Universal a qual diz que F = G x (M₁ x M₂)/d²) – para além de ser curiosa e  eventualmente mais velha do que a Terra, não possuir campo magnético e apesar disso possuir as suas rochas magnetizadas (no mínimo algo estranho e podendo apontar para uma possível origem externa);

 

Já no segundo caso com um objeto de origem desconhecida, pretensamente artificial e muito provavelmente alienígena (dada a sua idade atual, reportada a 13.000 anos) a levar – segundo alguns teóricos acreditando veementemente na sua existência e suportados unicamente por uma imagem divulgada pela NASA há já quase 20 anos – a afirmar com toda a certeza e convicção tratar-se de um artefacto extraterrestre transmitindo sinais de rádio pelo menos há 50 anos (envolvendo mesmo o grande Nikola Tesla há quase 120 anos atrás como o primeiro a descobrir os sinais vindos deste satélite).

 

Voltando de novo à terceira maior lua de Júpiter e quarta do Sistema Solar (a maior de todas sendo Ganimedes um dos satélites naturais de Júpiter) – IO.

 

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O Outro Lado da Lua

(NASA – LRO – PIA 14021)

 

Conhecida como o corpo celeste mais vulcanicamente ativo de todo o Sistema Solar e no seu registo topográfico preenchido à sua superfície por um terreno bastante acidentado (com montanhas podendo atingir vários Km de altitude), formando aqui e ali planaltos (por sobreposição de camadas) e algumas depressões de origem vulcânica (caldeiras): com a sua superfície preenchida pela maior concentração de vulcões (em todo o Sistema Solar) e apesar das temperaturas (aí registadas) serem mesmo muito baixas (atingindo temperaturas inferiores a 180⁰C negativos), podendo ter temperaturas elevadas na zona desses vulcões (na ordem dos 1700⁰C positivos e mais quentes que os da atual Terra).

 

Dada a sua Evolução (de IO) e em função da sua composição (de todos os elementos e compostos aí produzidos), apresentando-se com um colorido variado semelhante a uma pintura – muito diferente do aspeto da Lua que apesar da sua cor (base) pouco se diferencia do preto-e-branco. E até ejetando material (devido à intensa atividade vulcânica) para muito longe da mesma. Um corpo celeste localizado a quase 630 milhões de Km da Terra, com uma força de gravidade 5.5 X menor que a nossa, vestígios de oxigénio e cheio de SO₂ e com temperaturas médias em torno dos 140⁰C negativos. O que nos deixa a pensar sobre o que se passará na região de transição entre as zonas mais frias e as zonas mais quentes e se por acaso existirá água – ou outra forma de vida qualquer (já que a poção parece pronta).

 

Ontem e hoje com a sonda Cassini a proporcionar-nos (ainda) imagens únicas do planeta Saturno, dos seus múltiplos anéis e das suas dezenas de luas (mais de sessenta como Júpiter) – e de outros corpos celestes passando pela vizinhança – mas com o seu episódio final a estar já traçado para o final do terceiro trimestre deste ano com a sonda automática a entrar na atmosfera do planeta, acabando por se despenhar e desintegrar (em meados de Setembro). Nessa região do Espaço ocupado por esses dois Gigantes Gasosos (Júpiter e Saturno) ficando-se definitivamente órfão dos seus progenitores (as sondas) e dos astrónomos homenageados (Cassini e Huygens). Mas com um seu descendente integrando o programa da NASA Novas Fronteiras e lançado com a finalidade de explorar o nosso Sistema Solar (dele também fazendo parte a sonda New Horizons, tendo já passado o seu encontro com Plutão e dirigindo-se agora para o Cinturão de Kuiper), já em órbita do planeta Júpiter após uma viagem de mais de cinco anos iniciada no distante planeta Terra (Cabo Canaveral): Juno.

 

Dada a dimensão do Sistema Solar e começando-se a conhecer e a compreender cada vez melhor tudo o que ele nos poderá oferecer (agora imagine-se aquilo, de que nem sequer suspeitamos), é evidente que um dia o Homem terá de partir à Descoberta deste Novo Mundo assumindo o seu lugar no mesmo: é que fazendo parte de um sistema dinâmico, se parar morre.

 

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IO – com a pluma ultrapassando os 300Km de altitude

(New Horizons – Maio 2007 –  vulcão Tvashtar)

 

Para além do objetivo de estudo mais profundo (e indiretamente presencial) do planeta Júpiter, dos seus anéis e das suas luas, simultaneamente mais uma tentativa de utilizando uma sonda automática (operada a partir da Terra) perscrutar lugares colocados a grandes distâncias de nós e desse modo tentar entender melhor as diferenças existentes (no tempo e no espaço) entre diferentes porções do Sistema e até do Universo – tentando perceber de onde evoluiu, como o fez e para onde ainda hoje se desloca.

 

O que a sonda Juno a partir de agora fará certamente, podendo até um dia destes ser o nosso representante (no local) como uma fiel testemunha, enviando-nos imagens de eventos fantásticos e antes nunca vistos – só mesmo imaginados e raramente observados: como foi o caso do impacto do cometa Shoemaker Levy-9 com Júpiter em Julho de 1994. Agora com os cientistas a aproveitarem a boleia proporcionada pela sonda Juno em torno do Gigante Júpiter, para proporem à NASA uma espreitadela a IO para verem os vulcões. Pois tal como afirma Bob King (universetoday.com) por um lado IO poderá ser mesmo especial (sendo um corpo afastado do Sol mas extremamente ativo) e por outro lado as fugas repetidas de Júpiter só fariam bem à sonda Juno (á saúde):

 

“With an estimated 400 volcanoes, many of them still active, Io is the most volcanically active body in the Solar System. In the moon’s low gravity, volcanoes spew sulfur, sulfur dioxide gas and fragments of basaltic rock up to 310 miles (500 km) into space in beautiful, umbrella-shaped plumes.”

 

“Io is the main supplier of particles to Jupiter’s magnetosphere. Some of the same electrons stripped from sulfur and oxygen atoms during an earlier eruption return to strike atoms shot out by later blasts. Round and round they go in a great cycle of microscopic bombardment! The constant flow of high-speed, charged particles in Io’s vicinity make the region a lethal environment not only for humans but also for spacecraft electronics, the reason NASA’s Juno probe gets the heck outta there after each perijove or closest approach to Jupiter.”

 

(dados/texto em inglês: wikipedia.org/universetoday.com – imagens: NASA)

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:40

21
Jan 17

Realçando nesta imagem (para além do fascínio pela mistura de cores) o violento turbilhão atmosférico provocado pela circulação de nuvens a grande velocidade, localizado a sudoeste de uma das oito Pérolas até agora descobertas no longínquo planeta Júpiter. E por se assemelhar muito a muitas das criações ditas artificiais (e inteligentes).

 

A Pérola aqui apresentada faz parte de um conjunto de oito formando o conhecido “Coral de Pérolas” de Júpiter, sendo uma das oito tempestades maciças circulando à latitude aproximada de 40⁰ sul do planeta.

 

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Uma das Pérolas de Júpiter

(à esquerda)

 

Enquanto a sonda automática JUNO enviada da Terra em direção a JÚPITER não nos envia mais imagens desse Gigante Gasoso considerado o maior de todos os planetas (conhecidos) integrando o Sistema Solar (lembremo-nos que são oito após a despromoção a planeta-anão de Plutão), lá nos vamos entretendo com uma imagem já com mais de um mês (reportada pela NASA a 11 de Dezembro) agora processada por um cientista amador de nome Eric Jorgensen.

 

Segundo dados da NASA uma imagem registada pelas câmaras da sonda Juno quando a mesma se encontrava a apenas 24.000Km de distância da atmosfera de Júpiter, apresentando-nos com razoável resolução uma das famosas PÉROLAS, assim como o desenvolvimento e deslocação das nuvens cobrindo toda a superfície localizada a sudoeste (desse círculo branco). Uma das Pérolas do Colar de um conjunto mais vasto de oito.

 

Num trabalho desenvolvido a partir da imagem original captada pela sonda Juno (e posteriormente editada pela agência espacial NASA) e que há falta de outras imagens que nos pudessem fazer refletir sobre outros pormenores igualmente interessantes (sobre Júpiter), levaram (meritoriamente) o cidadão-cientista Eric Jorgensen a realçar cores e formas (originais) para dessa forma realçar certos detalhes.

 

Ficando-se aqui à espera que a única presença do Homem nas proximidades de tão longínquo planeta a partir de 15 de Setembro (data em que a sonda CASSINI se suicidará, impactando com o seu vizinho Saturno o outro Gigante Gasoso), nos presenteie rapidamente com mais algumas imagens deste misterioso planeta, talvez primitivo e talvez jovem, mas que certamente um dia (e até como ponto obrigatório de passagem) nos poderá oferecer o Futuro ou então fazer o seu anúncio.

 

Alguém sabe o que se esconde para lá das densas nuvens?

 

(imagem: Uma das Pérolas de Júpiter – PIA 21377)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:33

18
Dez 16

Agora que a sonda automática JUNO já se encontra em órbita de JÚPITER (lançada da TERRA em Agosto de 2011 e chegando ao seu destino em Julho de 2016) começa a chegar ao público as primeiras imagens enviadas deste GIGANTE GASOSO (e maior planeta do SISTEMA SOLAR) localizado a quase 800 milhões de Km do SOL.

 

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Júpiter – 11 Dezembro 2016

(JUNO – PIA 21219)

Com Juno a 24600Km de Júpiter

 

Uma realidade que até agora só era possível utilizando uma outra sonda norte-americana lançada no último trimestre de 1989 e tendo entrado em órbita deste planeta no final de 1995: a GALILEU inicialmente transportada para o espaço a bordo do vaivém ATLANTIS e posteriormente lançada em direção a Júpiter e às suas quase 70 luas.

 

Uma sonda já com mais de 20 anos de atividade em torno deste planeta gigante e que conjuntamente com uma outra dirigida a um vizinho (aqui numa iniciativa conjunta NASA/ESA/ISA) se focou nos planetas, exteriores mas mais próximos: caso da sonda CASSINI-HUYGENS lançada em 1997 e atingindo SATURNO em 2004 (12 anos de atividade).

 

Sondas automáticas (GALILEU e CASSINI-HUYGENS) que ao longo de todos estes anos nos têm presenteado através das lentes das suas câmaras com imagens espetaculares desta longínqua região do nosso Sistema (situada para além da Cintura de Asteroides e pertencendo ao grupo dos Planetas Exteriores) ainda tão misterioso para o Homem.

 

E que para além do cumprimento de todos os objetivos pretendidos para estas missões – como estudar os planetas, as suas luas, outros corpos celestes e até testar a teoria de EINSTEIN – ainda assistiu a fenómenos incríveis (como entidade mecânica) nunca vistos por estes lados (pela entidade biológica): como o foi o impacto do cometa SHOEMAKER-LEVY 9 com JÚPITER em 1994 (testemunhada pela GALILEU).

 

Podendo-se desfrutar agora de imagens (em princípio) com melhor resolução e através da sua análise melhor compreender o Gigante, a região que ocupa e todo o Sistema Solar: origem, evolução e estrutura. Como é o caso da imagem inicial fornecida pelas câmaras instaladas na jovem sonda JUNO mostrando-nos o HEMISFÉRIO SUL do planeta JÚPITER.

 

Cingindo-nos à imagem inicial enviada pela sonda JUNO e tendo como alvo o planeta JÚPITER, com as suas câmaras a proporcionar-nos a observação de tempestades formando-se à superfície deste planeta (círculos brancos) no seu hemisfério sul (rodando no sentido contrário ao dos ponteiros dos relógios) – no seu conjunto formando as conhecidas Pérolas de Marte (variando nos últimos 30 anos entre 6 e 10).

 

Um privilégio não só destinado aos técnicos da NASA como igual e generosamente posto à disposição do público em geral: não oferecido sem pedir nada em troca, neste caso solicitando-nos apenas (às claras e de uma forma honesta) o nosso próprio envolvimento (e compromisso) no seu projeto em Júpiter. Oferecendo guloseimas a crianças interessadas.

 

(dados e imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:33

28
Out 16

“Iraq's Transport Minister Kazem Finjan has claimed that ancient Sumerians in Iraq invented space travel. Finjan made the outlandlish claim during a press conference in the southern Iraqi province of Dhi Qar. In a speech, he said that the ancient civilisation had built the world's first airport in the area around 5,000 BC. Finjan went on to claim that the airport had served as a hub for space exploration and that the Sumerians discovered Pluto falsely claiming it to be the solar system's "twelfth planet" and discovered by NASA.” (alaraby.co.uk)

 

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Júpiter

(segundo imagens JUNO/a sonda e composição MAI/o cientista)

 

Numa primeira montagem utilizando imagens já disponibilizadas pela sonda JUNO (tal como informa o site da NASA da autoria do cidadão-cientista Alex Mai), chegam-nos agora as primeiras imagens do distante e gigante planeta gasoso JÚPITER: o maior planeta conhecido integrando o Sistema Solar (r = 70.000Km), com um período orbital de 12 anos e distando quase 800 milhões de Km da sua estrela de referência o SOL (a Terra dista cerca de 150 milhões de Km).

 

A missão da sonda JUNO é mais uma iniciativa da agência espacial norte-americana NASA, tendo sido lançada há cerca de 5 anos a partir de Cabo Canaveral por um foguetão ATLAS 4 e tendo como seu destino final o maior planeta do Sistema Solar: o primeiro planeta exterior (os outros são Saturno, Úrano e Neptuno) assim denominado por se localizar para além da Cintura de Asteroides. Após uma viagem de quase 3 biliões de Km dedicando-se exclusivamente ao estudo de JÚPITER (sua origem e evolução) e simultaneamente tornando-se a primeira sonda terrestre a observar o planeta por baixo da sua densa camada de nuvens (envolvendo-o e encobrindo os seus segredos).

 

Atualmente com a sonda JUNO numa nova órbita de aproximação ao planeta JÚPITER (tendo recuperado do seu modo de segurança a 24 de Outubro devido a um anterior problema de software), que a transportará a um novo ponto de reaproximação ao gigante gasoso no próximo dia 11 de Dezembro. Pondo certamente ao dispor das câmaras da sonda JUNO imagens inéditas das camadas opacas e sobrepostas de nuvens, que escondem o que para lá delas existe no seu interior ainda por desvendar. No que poderá ser um marco da História da Conquista do Cosmos pelo Homem, sabendo-se que outros planetas vizinhos e ainda mais distantes (ultrapassando a órbita de Júpiter e estendendo-se para lá do Cinturão de KUIPER) poderão conter na sua constituição um composto tão precioso como a ÁGUA (e servir de trampolim para voos mais altos).

 

Num Mundo que apesar de ser Único (pelo menos para nós adeptos do geocentrismo) tem na sua espécie dominante (pretensamente indígena, inteligente e organizada) – o Homem – o carrasco nomeado e o dono da cabeça decapitada. Destruindo sem clemência esta obra-prima do Universo (o aparecimento da Vida) e fazendo desaparecer sem qualquer tipo de remorso este extraordinário Ponto Azul (como diria Carl Sagan) na escuridão profunda do Espaço. Acabando o Homem por ser esquecido tal e qual como se nunca tivesse existido – algo que na Era dos Descobrimentos nos lançara no mar não só pelo prazer da conquista como pelo dinamismo da espécie (por natureza nómada e curiosa).

 

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Nono Planeta

(um alinhamento à esquerda equilibrado com a presença de um planeta à direita – do Sol)

 

Logo agora que sufragada a Terra (por aqueles que mais afincadamente a têm vindo ao longo dos anos a destruir – e na qual a única opção disponibilizada é ser pró ou a favor) e eleito um novo Presidente (dos EUA), um novo e cada vez mais numeroso número de cientistas repete cada vez mais insistentemente a tese de uma nova e talvez revolucionária (pelas consequências futuras) constituição do Sistema Solar: integrando nele um novo planeta pela ordem sendo o Nono (na Antiguidade e integrando ainda Plutão – entretanto despromovido a planeta-anão – denominado como Planeta X). Com a História a repetir-se (com a insistência num outro planeta) mas desconhecendo para já as suas características orbitais (como o periélio, o afélio, o período, a dimensão e a massa entre outros fatores) – do referido e fascinante planeta. Aparentemente podendo ter uma massa 10 x Massa da Terra e demorando aproximadamente 20.000 anos a completar a sua órbita em torno do SOL (e desse modo explicando a estranha inclinação do eixo solar). A caminho do seu afélio (ponto mais distante do Sol/Terra) ou do seu periélio (ponto mais perto do Sol/Terra).

 

Como explica Elisabeth Bailey estudante graduada do Instituto de Tecnologia da Califórnia (CALTECH): “We simulated the solar system’s motion. Planet 9 forces the solar system to slowly wobble. If Planet 9 is out there, we are in the process of wobbling right now, as we speak! But it happens very slowly, a few degrees tilt per billion years. Meanwhile the sun is not wobbling much, so it looks like the sun is tilted. A range of Planet 9 parameters cause exactly the configuration of the sun that we see today.” (universetoday.com) [Tilted = Inclinado e Wobbling = Oscilação]

 

O que como conclusão poderia traduzir-se na existência de um nono planeta no interior (mais alargado) do nosso sistema com uma órbita muito mais extensa e alongada (comparativamente com os restantes), segundo certos cálculos possuindo um período orbital de 17.177 anos e podendo estar localizado a uma distância aproximada de 665 UA (se comparado com Plutão 15 a 30 x mais distante). Despertando-nos a curiosidade de saber se o mesmo se encontra ou não em aproximação à Terra (em aproximação os efeitos sentidos no Sistema Solar serão logicamente maiores) e sendo o seu período (orbital) de cerca de 20.000 anos, o que se poderá ter passado de significativo na História da Terra (e associado à sua passagem) durante este mesmo intervalo de tempo (entre 18.000 AC e 2.000 DC). Já imaginaram o que seria (para a Humanidade) se o mesmo fosse portador de uma outra Civilização?

 

(imagens: nasa.gov e Caltech)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:42

29
Ago 16

Depois de ter entrado em órbita do planeta JÚPITER a 5 de Julho deste ano (quase 5 anos decorridos desde o seu lançamento de Cabo Canaveral e após uma viagem de quase 800 milhões de Km) a sonda norte-americana JUNO (utilizando como fonte propulsora a Energia Solar) acaba de cumprir a sua primeira órbita em torno deste gigante gasoso e maior planeta do Sistema Solar.

 

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Júpiter a 27 de Agosto de 2016

(ainda a 700.000Km de Juno)

 

Num primeiro trajeto concluído no passado dia 27 de Agosto em torno do planeta Júpiter com a sonda Juno a atingir o seu ponto de maior aproximação ao planeta a cerca de 4.200Km da sua impenetrável cobertura de nuvens viajando a uma velocidade alucinante de mais de 200.000Km/h (com os cientistas a acreditarem terem nesta sonda o mais rápido objeto voador jamais criado pelo Homem – utilizando apenas como fontes de energia o SOL e as forças GRAVITACIONAIS planetárias).

 

Enquanto isso iniciaram-se os primeiros testes e experiências científicas relacionadas com a sua 1ªpassagem em torno do planeta (num total de 36 órbitas a cumprir) pelo que as informações já disponíveis sobre esta missão ainda são bastante escassos (pelo menos para o público em geral).

 

Assim como as imagens sobre este encontro até agora publicadas: praticamente nada e com péssima resolução (fazendo-nos recordar PLUTÃO, as primeiras imagens más e às pinguinhas e finalmente escolhidas e com boa resolução – a partir das câmaras da sonda NEW HORIZONS); quanto a Juno talvez daqui a duas semanas, lá para meados de Setembro.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:34
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14
Jul 16

Uma das primeiras imagens do planeta JÚPITER obtidas a partir das câmaras instaladas na sonda espacial JUNO, após a mesma ter entrado em órbita do maior planeta do Sistema Solar no passado dia 4 de Julho (já dia 5 em Portugal). Uma sonda que estudará o que se passará debaixo da camada de nuvens que cobrem o planeta gigante (e as suas auroras), contribuindo decisivamente para um melhor conhecimento da sua história (origens, estrutura, atmosfera e magnetosfera).

 

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Júpiter – PIA 20707

(JunoCam – 10.07.2016)

 

No dia da captura desta imagem (10 de Julho) a sonda JUNO encontrava-se a mais de 4 milhões de Km de JÚPITER (mais de 10X a distância Terra/Lua), esperando-se que nas próximas semanas e com a aproximação da sonda ao planeta a sua resolução melhore substancialmente (lá para os fins do mês de Agosto).

 

Entretanto os cientistas responsáveis pela missão da sonda JUNO continuam bastante otimistas quanto ao sucesso da mesma, até porque no seu primeiro embate contra o ambiente extremamente radioativo e sujeito a intensas forças magnéticas que envolvem este Gigante Gasoso, nada parece ter sido danificado continuando a funcionar normalmente.

 

Ficamos assim à espera que a câmara de alta-resolução da sonda JUNO cumpra o anteriormente prometido e que dentro de pouco tempo nos envie imagens espetaculares e nunca vistas dos polos do planeta e das suas nuvens situadas a grande altitude. Para tal a sonda circundará JÚPITER por 37 vezes, atingindo no seu ponto mais próximo do planeta a distância de aproximadamente 4.000Km.

 

(imagem: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:47
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08
Jul 16

“Over the next few months, Juno’s mission and science teams will perform final testing on the spacecraft’s subsystems, final calibration of science instruments and some science collection.” (missionjuno.swri.edu)

 

Enquanto no planeta MARTE o veículo motorizado da sonda CURIOSITY se debate há já alguns dias com problemas técnicos inesperados, no caso da sonda JUNO neste momento já inserida em órbita do planeta JÚPITER, para já nenhuma novidade ou uma única imagem.

 

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Marte

(c/ o Rover Curiosity temporariamente paralisado)

 

No caso do ROVER CURIOSITY movimentando-se nas proximidades do monte SHARP, com o seu computador a entrar repentinamente em modo de segurança provavelmente devido a problemas técnicos de SOFTWARE.

 

O que tem vindo a impedir desde o passado dia 2 de Julho a chegada de novos dados e imagens oriundos desta sonda norte-americana em atividade na superfície de Marte (a outra é a OPPORTUNITY), com os últimos registos a referirem-se ao 1388ºdia marciano.

 

Logo no momento em que circulando na superfície de Marte o veículo motorizado nos tinha proporcionado uma imagem panorâmica da zona de MURRAY BUTTES, com um pormenor interessante integrado no cenário: como se fosse uma estátua precariamente apoiada.

 

Esperando que todos os problemas técnicos se resolvam (e que não sejam do seu HARDWARE), confiando na boa saúde do ROVER, na sua total recuperação e na continuação com sucesso dos objetivos da missão (com os cientistas a tentarem tirá-lo do modo de segurança).

 

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Juno

(c/ a sonda terrestre já em órbita de Júpiter)

 

Já no caso da sonda JUNO (lançada há quase cinco anos de Cabo Canaveral) com a mesma a entrar em órbita do planeta JÚPITER a 4 de Julho, iniciando aí a sua verdadeira missão de estudo da origem e evolução do planeta Gigante e Gasoso.

 

Investigando entre outros parâmetros que influenciam diretamente a caracterização do planeta, a possível existência de uma parte sólida central, o seu intensíssimo campo magnético e a quantidade de água e de amónia presente na sua atmosfera – além das tempestades aí constantemente observadas (como as AURORAS).

 

Um planeta gigante onde caberiam por várias vezes todos os planetas do Sistema Solar (a Massa de Júpiter = 2.5X Massa dos restantes planetas) e que segundo os cientistas da NASA poderia ser um dos elementos responsável pela manutenção do equilíbrio do nosso Sistema (mantendo-o ligado): e devido à sua grande dimensão sendo visto como um fortíssimo elemento de proteção.

 

No entanto e tal como o sucedido com a sonda NEW HORIZONS (tendo como destino o planeta anão PLUTÃO e a região do Cinturão de KUIPER), com as primeiras imagens do encontro da sonda JUNO com o planeta JÚPITER a tardarem a chegar deixando-nos inquietos e em suspenso. Esperemos que agora com boa definição, mas certamente com uns bons tempos de espera.

 

(imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:33

05
Jul 16

“Entre o marido e a mulher tentando meter a colher”

00:03:10:00

Countdown to Jupiter Orbit Insertion Maneuver

 

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Luas IO e GANIMEDES

Planeta JÚPITER e a sua grande mancha vermelha

(autor: astrónomo amador Damian Peach em 12.09.2010)

 

Tendo como objetivo da sua missão o estudo do distante planeta JÚPITER, a sonda JUNO aproximando-se do planeta pela sua parte superior e já depois de cruzar a órbita da sua lua IO, atingirá durante a madrugada de hoje (ainda dia 4 nos EUA) o seu ponto de maior aproximação ao maior planeta do Sistema Solar: aproximadamente 160.000Km (quando da TERRA o observamos a uma distância cerca de 50.000X superior). Com a sonda JUNO – tal como na mitologia a deusa (greco-romana) com o mesmo nome – a desvendar os segredos de Júpiter (o seu marido) escondido atrás das nuvens.

 

Após ser colocada numa órbita solar em torno do gigante gasoso JÚPITER, a NASA tem previsto que JUNO circunde o planeta por 37 vezes, podendo a mesma atingir nas suas sucessivas aproximações distâncias na ordem dos 4.000Km, quase que tocando a parte superior da camada de nuvens que envolve este gigante gasoso. Contando os cientistas da NASA – com a colaboração presencial da sonda espacial JUNO – aumentar os seus conhecimentos sobre a origem, estrutura, atmosfera e magnetosfera não só de Júpiter, mas como de todos os outros planetas.

 

(dados e imagem: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:04

02
Jul 16

A 4 de Julho

A dois dias da sua inserção na órbita de Júpiter

 

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Imagem de uma impressionante aurora

Num dos polos do planeta Júpiter

 

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Countdown to Jupiter Orbit Insertion Maneuver

 

Na altura em que a sonda espacial JUNO já entrou na região do Espaço sob a influência do maior planeta do Sistema Solar (há cerca de uma semana) – o gigante gasoso JÚPITER – eis que o telescópio espacial HUBBLE nos oferece esta espetacular imagem do longínquo planeta (distando quase 800 milhões de Km do Sol) onde é bem visível a presença de auroras num dos seus polos.

 

A JUNO entrará na próxima segunda-feira numa órbita solar em torno do planeta Júpiter comemorando com a sua chegada o Dia da Independência dos EUA: o objetivo da sua missão (tal como o próprio telescópio Hubble o confirma com estas imagens libertadas antes da chegada da sonda) será o de estudar a atmosfera do planeta e ainda de como a mesma (tal como na formação das suas auroras) é afetada pelas partículas solares, emitidas pela sua estrela de referência o Sol.

 

Um mundo gigante e gasoso com uma magnetosfera 20.000X mais poderosa que a da Terra (bastante brilhante) e possuindo uma massa 1/1000 da do Sol e no entanto 2,5X superior ao de todos os outros planetas do Sistema Solar em conjunto. Com a sonda JUNO nas suas órbitas em torno de Júpiter e nos momentos de maior aproximação ao planeta, a colocar-se a cerca de 5.000Km da parte superior da sua atmosfera (as camadas de nuvens situadas a maior altitude).

 

(imagem: Hubble/NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:22

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Jun 16

Júpiter a 4 de Julho

 

Com a chegada a JÚPITER marcada para a próxima 2ªfeira (e ao contrário das missões anteriores), a sonda JUNO aproximar-se-á do planeta pelo seu Polo Norte e não pelo seu Equador – o que segundo a NASA oferecerá uma nova perspetiva de todo o seu sistema planetário, contribuindo assim para uma sua melhor compreensão. Veremos. Pelo menos a jovem Juno irá fazer companhia à velha Galileu.

 

PIA20701.jpg

As luas Ganimedes, Calisto, Io, Europa e o planeta Júpiter

Ainda com Júpiter a quase 11.000.000Km de Juno – mais de 28X a distância Terra/Lua

(PIA 20701)

 

Na sua aproximação ao gigante gasoso do nosso Sistema Solar – o planeta JÚPITER – e quando já se encontrava a pouco menos de 11 milhões de Km da Terra (precisamente há uma semana atrás), a sonda da NASA lançada há quase 5 anos de Cabo Canaveral por um foguetão ATLAS V 551 em direção à região do Espaço rodeando esse planeta (onde o circundará numa órbita solar por um período de quase 2 anos findo o qual mergulhará no planeta sendo destruída), oferece-nos agora uma das primeiras imagens da última parte da sua grande viagem (de quase 600/1000 milhões de Km – distância variável): enviada por um veículo – a sonda JUNO – deslocando-se através do Espaço utilizando como fonte de energia a nossa estrela de referência o SOL e tendo prevista a chegada ao destino da sua missão o dia da Independência dos EUA – 4 de Julho (na próxima 2ªfeira). A segunda sonda a ser enviada com êxito em direção ao planeta Júpiter, tendo como sua antecedente ainda no ativo a sonda GALILEU (em missão nas imediações do planeta desde fins de 1977) – mundialmente conhecida como tendo sido testemunha direta de um grande Evento Cósmico regional, a colisão do cometa SHOEMAKER-LEVY 9 (sua fragmentação e destruição) com o gigante gasoso Júpiter.

 

[Nota: continuando ainda por explicar a toda a opinião pública a baixa qualidade de muitas das imagens disponibilizadas pela NASA]

 

(imagem: photojournal.jpl.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:56

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