Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

05
Ago 19

E surpreendendo o Homem-Racional,

Sem intervenção exterior visível

(no entanto, sempre presente)

Milagrosa, mas não cientificamente

Com o Calhau-Irracional deslocando-se,

de um ponto para outro.

 

Sem vestígios visíveis da presença de “Matéria Orgânica” na LUA, desde há centenas de anos observada da Terra por astrónomos e há cerca de meio século pisada por uma dúzia de astronautas remetidos do nosso planeta (tendo como destinatário da viagem o seu único satélite natural, localizado a uns insignificantes 384,4 milhares de Km, distância cerca de 390X menor que a distância SOL/TERRA), eis que um fenómeno aparentemente insólito ocorre na superfície da Lua, com um Calhau a tomar a iniciativa e a deslocar-se − como se tivesse um objetivo, como se fosse Racional − em direção a uma cratera lunar: deixando-nos aqui a pensar qual será a (real) diferença entre IRRACIONAL/RACIONAL e se haverá mesmo alguma diferença (básica) podendo distinguir e diferenciar (e até hierarquizar), Mundo Orgânico e Mundo Mineral.

 

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Um Calhau movimentando-se na superfície da Lua

 

No caso aqui referido e ocorrido na Lua (na sua superfície) integrando como protagonista desse episódio um Calhau Lunar certa e aproximadamente com a idade da Terra (cerca de 4,5 biliões de anos) − com a Lua progressivamente a afastar-se da Terra, até um dia a abandonar de vez, desligando-se do cordão umbilical unindo SOL/TERRA/LUA, talvez o fator central e determinante tendo levado ao despoletar de Vida – com um elemento pertencendo ao Mundo Mineral “Irracional e Sem Alma” (no fundo como todas as espécies existentes à superfície da Terra, Fauna & Flora incluídas, mesmo integrando o Mundo Orgânico, exceção-excecional feita ao HOMEM) a manifestar-se inapropriadamente e fora de tempo (de uma forma descontrolada, no espaço para o mesmo disponibilizado) em função do planeado e para si projetado antecipadamente: e em vez de manter o seu estatuto de neutralidade (relativa, mas nunca absoluta) decidindo fazer algo não estando em conformidade (com o seu papel a desempenhar) e tal como o HOMEM (imitando-o) justificando estar Vivo, MOVIMENTANDO-SE. Uma característica básica dos Sujeitos (Racionais e com Alma como o Homem) sempre retirada aos Objetos (pelos vistos juntando Matéria Mineral e para lá do Homem, a restante Matéria Orgânica) Irracionais, sem Alma, apenas existentes e pelos vistos para estarem à nossa inteira disposição.

 

Devendo-se ver o Mundo Mineral e o Mundo Orgânico (como pertencendo a um Todo ainda maior, em extensão/compreensão) talvez não separado/desligado, mas representando em conjunto e como uma célula (conjuntamente com “Algo +” ainda por compreender/identificar) a Unidade Básica de Vida.

 

(imagem: LRO/NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:58

30
Jul 19

Imagens da sonda espacial indiana CHANDRAYAAN-2, a ser transportada pelo foguetão GSLVMkIII-M1 e a ser lançada do Centro Espacial de SATISH DHAWAN. No dia 7 de Setembro (não existindo imprevistos) tocando a superfície da Lua.

 

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Sonda Chandrayaan-2 na rampa de lançamento

 

Tendo esta segunda missão à LUA concretizado com sucesso (neste final do mês de julho) mais uma das fases do seu projeto e trajeto (içando ainda mais a sua órbita e lançando a sonda em direção à Lua), tendo como objetivo (citemos três):

 

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Trajetória da sonda Chandrayaan-2

 

A chegada ao nosso satélite natural, a sua inserção em órbita e finalmente a alunagem pela 1ª vez (um momento histórico para a Índia assumindo-se depois dos EUA, da Rússia e da China, como a 4ª Potência Espacial) de uma sonda indiana num Mundo Alienígena.

 

(imagens: ISRO/earthsky.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:34

22
Jul 19

[Face a tanta porcaria hoje aceite por tão banal e não apenas poluindo a terra, o mar e o ar – “esqueceram-se da nossa Cabeça?” − mas muito mais perigosa e insidiosamente intoxicando (manipulando e comandando/por nosso cansaço/demissão/entrega), a nossa tão torturada e cada vez alienada mente.]

 

Há 50 anos com o Homem

− ARMSTRONG, ALDRIN e COLLINS

A conseguir fazer aquilo

Que não consegue imitar hoje.

 

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A Terra, a Lua e o módulo lunar Eagle

(com Armstrong e Aldrin a bordo)

 

Neste registo da autoria de COLLINS

(filmando a aproximação do módulo lunar EAGLE)

Com ARMSTRONG e ALDRIN

(no interior do mesmo módulo)

Acabadinhos de chegar da superfície da LUA:

Aqui na sua aproximação para acoplagem

Com o módulo de comando COLUMBIA.

 

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A Lua e a Terra

Um dos últimos registos da missão Apollo 11

Apresentando-nos dois Mundos distintos

Mas unidos por complementares

(pelo menos no que aos Humanos diz respeito)

Colocando-nos a questão:

O que seria da Terra e do Homem

Se a Lua não lá estivesse?

 

Nunca mais?

 

Por favor leiam e viagem e deixem para trás

(agora que é a Silly Season,

momento em que tudo se desculpa

e desse modo/e contra-a-corrente

mostrando categoricamente

toda a vossa coragem)

a

Fornicação Global Certificatória”.

 

(imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:52

21
Jul 19

Não acreditando na iniciativa Privada (nesta área fulcral para a Humanidade, a Exploração do Espaço) apenas e logicamente interessada no lucro e no OBJETO (como a SPACE X e ainda mais a VIRGIN GALATIC), tornando-se difícil de visionar como num tão curto espaço de tempo (até 2024) a NASA conseguirá obter a sua Estação Espacial (Entreposto), o seu foguetão (para Marte Interplanetário), o seu módulo de aterrissagem (lunar/marciano) e até o fato apropriado para cada astronauta (e sua função) – nunca se esquecendo da prioridade desta nova missão o SUJEITO, o Homem (o seu desenvolvimento, evolução e persistência, como contraponto à sua Extinção). Seguindo-se o nosso desígnio (a nossa última esperança) as Viagens intergalácticas.

 

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Buzz Aldrin na Lua

(julho 1969)

 

'Shocking' Apollo 11 Success Stands Alone in Modern History

Astronaut Scott Kelly Says.

Kelly is amazed that NASA pulled off the moonshot

eight years after JFK announced the plan.

(Elisabeth Howell/space.com)

 

“E ainda mais chocante ainda

foi o abandono da Lua pelo Homem.”

(PA/Publicações Anormais)

 

Numa Missão Espacial Extraordinária (iniciada por Verne e declarada por Kennedy) levada a cabo há 50 anos (1969) – ligando o nosso planeta à Lua, localizada a pouco mais de 384.000Km de distância − atingindo o seu clímax quando Neil Armstrong (e a missão Apollo 11) pela 1ª vez e em nosso nome tocou (com a sua bota) a superfície de um outro Mundo que não a Terra (um território alienígena) e terminando abruptamente − sem nenhuma justificação credível (por honesta) apresentada − três anos depois (1972) com a realização da missão Apollo 17: segundo alguns rumores de então e de outros posteriores, com a medida de encerramento definitivo do Programa Apollo (levando ao cancelamento das missões Apollo 18/19/20) deveu-se unicamente ao elevado custo do Programa − quando se sabe que se pegarmos por exemplo em cinquenta anos de Exploração Espacial (apanhando ainda o Programa Apollo e os Vaivéns) e nos respetivos investimentos realizados pela NASA (por injeção financeira Governamental), o dinheiro nesse período gasto com o desenvolvimento do programa (Apollo) seria muitíssimo inferior ao esforço do departamento de Defesa dos EUA (de modo a manter o seu poderio e supremacia Militar Global) despendido num só ano.

 

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Lançamento da Apollo 11

(16 julho 1969)

 

Por essa altura (anos 70) com o investimento do Governo dos EUA na NASA (e no desenvolvimento da Exploração Espacial) a andar por volta dos 4,5 do seu PIB, quando agora e abertas as portas aos Privados (financiando-os em alternativa à NASA) se quedar por uns míseros 0,45 do PIB (aproximadamente 10X menos) − algo de ridículo (vejam-se as últimas ajudas financeiras da Administração de Donald Trump para a concretização de tais projetos) para quem pretende voltar à Lua e virar-se de seguida para Marte, sem querer alargar os cordões da sua bolsa (disponibilizando muitos biliões de dólares) e sem explicar como o fazer (e a sua razão e benefícios a tirar) claramente e sem subterfúgios (por exemplo eleitorais) aos seus cidadãos.

 

Relembrando que nos anos do Programa Apollo os seus detratores chegaram a afirmar que o investimento de tal projeto andaria certamente muito perto de 20% do PIB norte-americano de então: apesar de ser um argumento completamente falso e absurdo (até pelos biliões e biliões, triliões de dólares gastos em Guerras) tendo mesmo funcionado e suspenso temporariamente (para o tempo médio da vida do Homem uma Eternidade) o nosso obrigatório e cada vez mais urgente Destino − como Nómadas e esgotado o local anterior, partindo à descoberta de Outros Locais (Mundos e Terras) onde se possa no futuro instalar e evoluir.

 

Já que sem Movimento (Massa e Energia) não Existe Vida (Alma e Eletromagnetismo) e um animal parado é-o porque já está morto (extinto).

 

(imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:38

17
Jul 19

“E mesmo assim (realço, passados 50 anos) comemorando-se festivamente (hipócritas de um lado, estúpidos do outro) o “Estado Comatoso” em que se encontra atualmente a Exploração Espacial: é que se não partirmos (com o nosso Sistema a meio do seu Ciclo de Vida), da mesma forma que um certo dia aparecemos, aqui desapareceremos (definitivamente, de vez).”

 

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Victoria

O único navio da frota de Magalhães a ter completado a circum-navegação

(wikipedia.org)

 

A poucos dias da comemoração dos 50 anos sobre a primeira vez que o HOMEM pisou a superfície de um corpo celeste que não a TERRA – com o módulo lunar EAGLE (da missão APOLLO 11) a alunar pouco depois das 20:00 UTC do dia 20 de Julho de 1969 e com o astronauta NEIL ARMSTRONG horas depois (já na madrugada do dia 21) a pisar a LUA seguido (minutos depois) pelo seu colega BUZZ ALDRIN – é triste de constatar como passado meio século (uma Eternidade para o Homem) e depois de tantas afirmações elogiando as Extraordinárias Capacidades do Ser Humano (Científicas e Tecnológicas), o mesmo abandonou incompreensivelmente uma das fases obrigatórias do seu processo evolutivo, absolutamente necessário para a sua sobrevivência (e não Extinção): tal como no processo associado à Aventura dos Descobrimentos e à Conquista dos Oceanos (na procura de Outros Mundos), com o mesmo empurrando o Homem ao abandono da sua “Zona de Conforto” (a Casa onde Nasceu) na procura de outros e novos “Espaços”, com este novo empreendimento a solicitar-nos agora não apenas mais um esforço para o desenvolvimento compreensivo da Humanidade (o que já iniciamos na Terra um conjunto limitado) mas alargando-o (esse objetivo) anexando-lhe um novo destino, Exterior (à Terra) e muito mais extenso, ilimitado, INFINITO – a única forma de encerrado o Ciclo Terrestre (podendo já ter existido muitos outros) o Homem (saindo finalmente de casa) poder persistir noutro lado.

 

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Nixon

Telefonando da Terra para Armstrong e Aldrin já na Lua

(wikipedia.org)

 

Mas tal não tendo acontecido (já bem no interior do séc. XXI) deixando-nos cinquenta anos simplesmente a olhar (para a LUA ali tão perto), vendo sondas automáticas a partir e muitos calhaus no céu a passar: com as naves e sondas penetrando a escuridão profunda do Espaço (comandadas por Robots), ultrapassando sucessivamente corpos e fronteiras cada vez mais distantes (caso das sondas VOYAGER), mas não colocando o HOMEM a tripular (excetuando a sua presença por perto a uns 400Km na ISS), com este não chegando a Lugar Nenhum (como um Avestruz escondendo a cabeça num buraco) podendo a qualquer momento (tal como o eventualmente sucedido anteriormente com os Dinossauros a raça dominante então dominando o planeta) ficar pelo caminho. E não saindo voluntariamente de casa (um dia a Terra deixará de o ser, tal como hoje a conhecemos) com o Homem a correr o risco de repentinamente poder ser expulso (não reunindo as condições, para se adaptar e sobreviver ao novo Meio ambiente), não tendo tempo para se preparar podendo-lhe acontecer o pior: pelo que obrigatoriamente um dia teremos de partir, naturalmente em naves e como seus tripulantes. Certamente com grandes investimentos e inicialmente com muitas perdas (sobretudo humanas tal como na senda dos Descobrimentos), mas não sendo desculpa os BILIÕES (para a concretização do Projeto) − a justificação apresentada há cinco décadas − face aos TRILIÕES gastos nas últimas Guerras & Genocídios.

 

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Lua

Imagem de Armstrong com Aldrin refletido no seu visor

(wikipedia.org)

 

No presente e face às várias sondas automáticas lançadas para o Espaço pelas mais diferentes nações − EUA, Rússia, China, Japão, Índia, etc. – e com os mais diferentes destinos − desde a Lua, passando por asteroides e outros objetos,  até ao planeta mais distante e ultrapassando-os (“mas nunca com a nossa presença”) – tornando-se cada vez mais premente o retorno às Viagens Espaciais Tripuladas (terá de ser sempre o Homem a chegar a Outro Mundo) com a NASA, privados e restantes Agências Espaciais Mundiais (como a ESA, a ROSCOSMOS, a CNSA, a JAXA, a ISRO, etc.) virando-se de novo para o Espaço e para a sua efetiva conquista (com a sua presença) pelo Homem: relançando-se o objetivo LUA, lançando-se o objetivo MARTE e até como futura base de apoio, planeando-se uma nova Estação Espacial neste caso com os chineses na vanguarda. Criando-se bases na Lua, bases em Marte (como Entrepostos Espaciais) e deixando-se para as sondas automáticas (para já) destinos (para voos futuros tripulados) como Titã: e estabelecidas as redes entre planetas (com as Viagens Interplanetárias) partindo-se para outros Sistemas e até para outras Galáxias (Viagens Intergalácticas), sempre à procura de um novo lar − a TERRA 2. Sabendo o que ele sabe (mais uma vez com o Mundo, por responsabilidade DEM e REP, à beira do abismo) contando com todo o apoio de TRUMP (faltando-lhe apenas o seu Bilhete Dourado, esperando-o se reeleito), enquanto os restantes desgraçados (a caminho dos 8 biliões) esperam pelo ASTEROIDE (sob a forma de objeto/calhau ou sujeito/pessoa).

 

(imagens: wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:28

15
Mai 19

[Com tanta Cerimónia (em Terra) e antecedendo-os (os norte-americanos), apenas se não chegar lá (à Lua) Algo (interno ou externo) antes. E não sendo certamente um “lunático”.]

 

“Entre os norte-americanos com todos e em cartel

– NASA (de Donald Trump), SPACE X (de Elon Misk) e BLUE ORIGIN (de Jeff Bezos)

a marcarem a sua chegada à LUA (a NASA o seu regresso) para daqui a 5 anos.”

 

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Blue Moon (o modulo lunar) e Jeff Bezos (fundador da Blue Origin)

Apresentando-se para a sua ida até à Lua

 

A promessa de mais um empresário e multimilionário norte-americano (neste mês de Maio de 2019 com uma fortuna ultrapassando os 160 mil milhões de dólares)

 

– Fundador da AMAZON (comércio de serviços e produtos), fundador da BLUE ORIGIN (empresa espacial), dono do WASHINGTON POST (Comunicação/Média) e de nome JEFF BEZOS –

 

No passado dia 9 de Maio numa apresentação em WASHINGTON DC, revelando o seu plano para atingir a LUA e o momento marcado para esse mesmo encontro:

 

Prometendo o 1º contacto com a superfície do nosso único satélite (natural)

 

− A ser concretizada pela sua nave Blue Origin –

 

Para o mês de Maio de 2024 (dentro de precisamente 5 anos), rivalizando com a NASA (a agência espacial governamental) e com a outra empresa sua concorrente a SPACE X (tal como a Blue Origin privada), todas elas prometendo (quase em uníssono, em cartel) praticamente o mesmo plano (pisar a superfície da LUA no ano de 2024).

 

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Com Jeff Bezos inspirando-se

Nas colónias espaciais imaginadas por Gerard K. O’Neill

 

E acreditando em Jeff Bezos o norte-americano de Albuquerque (estado do Novo México) além de criado em Houston (estado do Texas)

 

– Por sinal um Independente (pró-Democrata), não apoiante de Trump, declinando um convite deste (enfurecendo-o ainda mais) e “vendo usar o seu foguetão, como piada e com humor, enviando Donald Trump, em direção ao Espaço Sideral” –

 

Com a sua Missão Lua a ser possível/concretizável até pelas seguintes vantagens face a outros (possíveis e próximos) destinos (como o será, logo de seguida e aparentemente em mais uma decisão de Cartel, MARTE):

 

Baixa gravidade (quase 1/6 da Terra);

Proximidade (estando no mínimo perto das 150X mais perto do que Marte);

E a possibilidade (quase certeza) de acesso ao nosso líquido fundamental (constituindo a larga maioria do nosso Corpo) a Água.

 

Esperando-se para ver (e com outros − como a privada VIRGIN GALATIC − ainda à espreita) e só depois acreditar. Isto para não se falar dos Russos (ROSCOSMOS) e dos Chineses (CNSA).

 

Dado o tiro de partida a 9 de Maio de 2019

(por Jeff Bezos e com uma distância idêntica a percorrer)

Com o atleta chegando em 1º lugar (à Lua)

deixando para trás (inacreditavelmente) e em 2º o foguetão:

"Passando por ele que nem uma flecha!"

(ou não fosse o Recordista Mundial dos 100 metros planos)

 

Parâmetros/Veículo

Blue Origin

Usain Bolt

Distância (a percorrer)

384.400Km

384.400Km

Tempo (de viagem)

1.830 dias

427 dias

Velocidade (média)

2,4 m/s

10, 4 m/s

 

E em estilo de passatempo e aproveitando a ocasião (“A Ocasião Faz o Ladrão”, diplomando-o/certificando-o) tentando assim resolver o mistério e a discrepância (absolutamente anormal), entre as poderosas “Pernas de BOLT(mais de 10m/s) e o fraquinho “Motor de BLUE (nem 2,5m/s): numa razão impossível (impensável pelos elementos em presença) de 1 BOLT (chegando) para 4 BLUE!

 

(imagens: Blue Origin e NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:03

27
Abr 19

Como utilizando um telescópio terrestre (neste caso um bom aparelho ótico − mas podendo ser um bem mais barato − o telescópio GSO 12" Ritchey Chretien, podendo ultrapassar os 4500€) a partir do Hemisfério Sul (África do Sul) unicamente para observar e simultaneamente registar (adaptando-lhe uma máquina fotográfica) uma imagem ou evento por algum motivo particular (objetivo/subjetivo) achado num determinado momento algo relevante (por exemplo ocorrendo longe para lá da Terra, no nosso Sistema Planetário), se consegue obter uma sequência de um fenómeno astronómico (Ocultação) envolvendo dois astros em movimento e interpondo-se (nas suas respetivas trajetórias), com um (neste caso a Lua) fazendo desparecer o outro (Saturno) por algum tempo e com o outro a reaparecer pouco tempo depois. Tendo já observado há muitos anos (atrás) e com um telescópio muito mais rudimentar tanto a Lua (bem definida) como Saturno e seus anéis (assim o Rei-Sol e as suas manchas solares) mas nunca tendo observado tal fenómeno, no fundo tão repetido como tão natural (dependendo apenas dos objetos e dos postos de observação).

 

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Ocultação

A Lua um objeto Anão (d=3.475Km)

Fazendo desaparecer Saturno um objeto Gigante (d=120.536Km)

(imagem: Cory Schmitz/Joanesburgo/África do Sul)

 

No caso desta observação astronómica levada a cabo pelo fotógrafo sul-africano Cory Schmitz com o seu telescópio RC (e câmara fotográfica adaptada) em Joanesburgo − no dia 29 de Março de 2019 (faz amanhã quatro semanas) – com a Lua a intrometer-se entre o posto de observação de Cory Schmitz na Terra (África do Sul) e o planeta Saturno e como consequência, devido à proximidade do nosso único satélite e á grande distância a que se encontra Saturno (mesmo que Saturno tenha um diâmetro quase 35 X maior que o da Lua) – a Lua a pouco mais de 384.000Km e Saturno a uns 1.500.000.000Km (3.900X mais) – com a aparentemente “Gigante-Lua” a como que engolir o aparentemente “Pequeno-Saturno”. Com a Lua ocultando o Gigante durante durante uns 104 minutos, num fenómeno astronómico denominado Ocultação. No caso do nosso único satélite ou lua – natural, ao contrário da ISS (Estação Espacial Internacional) um satélite artificial – com o Homem a já ter pisado por diversas vezes a sua superfície e a pensar (finalmente) voltar a fazê-lo brevemente (quase meio século depois da última “pisadela lunar”) − com o apoio do presidente Trump e da sua Administração.

 

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Sistema Solar

Para além do Sol e dos seus 8 planetas principais

Com o Cinturão de Kuiper (origem de asteroides)

E a Nuvem de Oort (origem de cometas)

 

Já no caso do planeta Saturno (e tendo ainda pelo meio uma viagem planeada − uma pública/NASA e outra privada/SPACE X − ao vizinho planeta Marte) − e falando-se já no presente da viagem tripulada a Marte só lá para o final de 2030/início de 2040 – tornando-se tudo muito mais difícil pela distância e pelo tempo (com o Homem a durar em média uns 80 anos e com a velocidade máxima atingida por uma nave espacial a andar pelos 16,26Km/s): se recorrendo unicamente à ciência e à tecnologia disponível (pelo menos a conhecida) e se previamente não se derem outros passos “revolucionários” (por inovadores), adicionais e obrigatórios (como na proteção do Homem das radiações exteriores, no desenvolvimento das Naves e da sua propulsão e ainda na instalação de bases de apoio intermédias, como será já a ISS no presente e como poderá ser uma possível, futura e já planeada base na Lua). Só que a uns 16,26Km/s (18.450 X menor que a Velocidade da Luz), vivendo em média uns 80 anos e mesmo partindo lá para os 20 (anos de idade), em 60 anos de viagem ficaríamos apenas por uns míseros 31.000.000.000Km percorridos (pouco mais de 200UA): deixando-nos para lá do último e oitavo planeta integrando o Sistema Solar (Neptuno) − para lá mesmo de Plutão (o despromovido 9º planeta agora planeta-anão) − dirigindo-nos para o Cinturão de Kuiper (a umas 30UA/50UA do Sol) fonte de diversos objetos/KBO’s (como os asteroides), levando-nos a abandonar a Heliosfera e a atravessar a Heliopausa (a umas 100UA), para finalmente entrarmos no Espaço Interestelar a caminho da Nuvem de Oort (estendendo-se por vários milhares de UA, afirmando-se umas 50), talvez o último limite do nosso Sistema Planetário (centrado no Sol e sob a sua ação), a última membrana rodeando-o e protegendo-o (do Espaço Exterior), além de ser a fonte e a origem dos Cometas esses astros viajantes e ainda misteriosos portadores de Água e talvez de Vida (como se fossem Espermatozoides).

 

Por essa altura com 80 anos (se ainda vivos), mas talvez "mais Perdidos (já no Espaço Interestelar) do que Achados" (por nós/encontrando um Novo Mundo ou por outros/encontrando a nossa espécie).

 

(a partir de notícia e imagem 1: ufosightingshotspot.blogspot.com − imagem 2: spaceplace.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:35

13
Abr 19

E no entanto falhando cientifico-tecnologicamente (mas diga-se que a nível da iniciativa privada de Israel, neste caso a SpaceIL) no que se refere ao que está para além da Terra (e seus problemas políticos internos): a nível extraterrestre (e da Exploração por Israel do Espaço Exterior à Terra) com o módulo de alunagem BERESHEET a despenhar-se − hoje 11 de Abril − sobre a superfície da Lua.

 

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Benjamin Nethanyahu

Festejando a sua vitória e a do seu partido Likud nas eleições israelitas

(timesofisrael.com)

 

Politicamente falando (em termos e tempos eleitorais) e apesar da forte presença e impacto na sociedade israelita do seu (de Netanyahu) grande adversário e rival de campanha Benny Gantz – um consagrado General 20º chefe do Estado-Maior Geral das Forças de Defesa de Israel (IDF), criador do seu próprio partido e opondo-se a BN com uma visão mais centrista e moderada – no final e perante a aparente indiferença da generalidade do eleitorado (votando ou não mostrando cansaço ou não vivesse permanentemente em guerra) com o LIKUD de Benjamin Netanyahu a vencer (de novo) reforçando mesmo a sua posição e perspetivando para o futuro (deste território e seus residentes) um Israel ainda mais duro (contra os seus inimigos internos e externos) e indefetível. E apesar do brilhantismo de Gantz (e dos seus 35 lugares) com o aumento de lugares do Likud (+de 30 para 36) a ser o necessário e o suficiente para manter a direita no poder (ultrapassando os 60 em número de lugares e mantendo a maioria num total de 120). Com esquerda a descer (quase dizimando a outra grande força política de Israel e adversário de sempre do Likud, os Trabalhistas/anteriormente o 2º partido nacional) assim como os nacionalistas árabes (quase reduzidos a metade).

 

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Beresheet

A sonda espacial israelita

(SpaceIL)

 

Israel – Eleições de 2019

(resultados finais)

 

Partido

Líder

OP

%

L

V

Likud

Benjamin Netanyahu

D/CD

26,3

36

+6

Azul & Branco

Benny

Gantz

C

26,0

35

+24

Shas

Aryeh

Deri

ED/D

6,1

8

+1

J. U. do Torá

Yaakov

Litzman

ED/D

5,9

7

+1

Haddash

Ayman

Odeh

EE

4,6

6

-

Trabalhista

Avi

Gabbay

CE

4,5

6

-13

Beitenu

Avigdor Lieberman

D

4,1

5

-1

Direita Unida

Rafi

Peretz

ED/D

3,7

5

-3

Meretz

Tamar  Zandberg

CE

3,6

4

-1

Kulanu

Moshe

Kahlon

CD/C

3,6

4

-6

Balad

Mansour

Abbas

(Árabe)

3,5

4

-3

Partidos com Representação Parlamentar − Lugares: 120

(OP: Orientação Política L: Lugares V: Variação)

Dados: Wikipédia

(D: Direita CD: Centro-Direita C: Centro ED: Extrema-Direita D: Direita EE: Extrema-Esquerda CE: Centro-Esquerda)

 

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Última imagem da sonda Beresheet a 22Km de altitude

Antes de se despenhar na Lua a 11 de Abril

(SpaceIL)

 

Científico-tecnologicamente − e ao contrário da política onde é sem dúvida um dos protagonistas (desde há dezenas de anos) do cenário geoestratégico global (fiel apoiante dos EUA e da sua política de intervenção) envolvendo toda a região do Médio-Oriente (como um Farol avançado e como primeira máquina de guerra norte-americana) – com todo o Ambiente de Guerra envolvendo Israel (descendentes de uma tribo árabe) e países vizinhos (aglutinando outras tribos árabes) afetando direta ou diretamente cerca de 420 milhões de pessoas (Israel/8,5 milhões ou 2% do total), não sendo de admirar que cercados e asfixiados os Judeus por esta guerra ininterrupta muitos optem por tentar ignorá-la, outros por participarem ativamente nela e ainda outros aproveitando a ocasião e a obrigação (sem saída e em que a guerra os coloca) se dediquem ao desenvolvimento da ciência e da tecnologia mesmo sabendo antecipadamente os objetivos primordiais em causa: fazendo-se ciência e produzindo-se tecnologia posteriormente prostituída pelos militares. E como seria obvio num país como Israel, com a iniciativa privada a tomar em mãos o Espaço e a Exploração Espacial: entrando aí a SPACEIL e o envio de uma sonda automática à Lua com um módulo a alunar – a sonda lunar BERESHEET.

 

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Sonda Beresheet

Lançada da Terra a 22 de Fevereiro

E com chegada prevista a 11 de Abril

(SpaceIL)

 

Com Israel pretendendo reforçar a sua posição no Mapa Espacial terrestre – liderado pelos EUA, Europa, Rússia e China, acompanhados agora pelo Japão e pela Índia e seguidos à distância por países como o Irão e a Coreia do Norte (neles se podendo integrar ainda Israel e o Brasil) – aproveitando tecnologia disponível e uma missão de baixo-custo (a 1ª a executar-se e podendo ser seguidas em caso de sucesso futuro por muitas outras) a juntar-se ao clube restrito de países (EUA, Rússia, Japão, China, Europa, Índia) enviando uma missão à Lua e de uma forma ou de outra (com ou sem sucesso) atingindo a sua superfície: mas no caso da sonda Beresheet (com a sua chegada à Lua estando prevista para o período de Comemoração da vitória de Netanyahu) com uma falha técnica detetada durante o processo de aproximação à Lua a levar ao descontrolo no comando da nave e na prossecução do seu trajeto levando-a a despenhar-se (desintegrando-se) no solo lunar.

 

E a partir da reeleição de Benjamin Natanyahu (e da vitória do Likud) com o mesmo voltando à ribalta − Política e Global – faltando-se saber apenas o que acontecerá à Space IL, agora nas suas mãos com a defunta Beresheet (com a sua página a zeros e esperando atualização).

 

(imagens: Ariel Schalit/AP Photo/timesofisrael.com e SpaceIL)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:00

08
Abr 19

A Terra (a azul, branco e castanho) como vista a partir da Lua

Podendo-se observar o deserto do Sahara (abaixo a Arábia Saudita)

E o nosso vizinho oceano Atlântico

 

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Com a Apollo 11 (tendo a bordo Neil Armstrong, Michael Collins e Buzz Aldrin) partindo de uma órbita terrestre, a atingir a órbita lunar em menos de 52 horas (V = 7.400Km/h). No presente e tomando como referência a velocidade atingida pela sonda automática (obviamente não tripulada) New Horizons (mais de 58.000Km/h) com o tempo de viagem a descer drasticamente para pouco mais de 8,5 horas.

 

A TERRA (um dos 8 planetas do nosso Sistema) a 12 de Outubro de 2015 conforme registo obtido por uma das muitas sondas da NASA – o LRO (um orbitador lunar) lançado em meados de 2009 e atualmente orbitando a LUA – um corpo celeste por nós conhecido (os seus habitantes) como o 3º planeta do Sistema Solar e interior à Cintura de Asteroides,

 

Tendo como companhia (entre os seus colegas de Viagem mais próximos) no seu movimento de translação anual (durando 365 ou 366 dias caso o ano seja bissexto) em redor da sua estrela de referência − o SOL (uma entre um número incontável de estrelas integrando a Via Láctea) − um único satélite (natural),

 

main_1200 C.jpg

No primeiro voo tripulado (norte-americano) levando três seres humanos a bordo para a concretização da Viagem Espacial pioneira (equivalente à Aventura dos Navegadores desbravando os Oceanos) ligando a Terra a outro Corpo Celeste (a Lua), um registo do módulo lunar da Apollo 11 (LM) obtido a partir do módulo orbital (CSM) − a 21.07.1969 − e tendo a Terra a erguer-se (ao fundo bem azul) acima do horizonte lunar.

 

Localizado a apenas 384.400Km de distância (nem 10 voltas em redor do nosso planeta) e parecendo ter estabelecido connosco (pelo menos temporariamente e numa base de muitos e muitos milhões de anos − isto apesar de se estar gradualmente a afastar cada vez mais do nosso planeta) um percetível (veja-se o caso das Marés) cordão umbilical:

 

Unindo dois corpos celestes na sua (extrema/dependente) adoração à mesma estrela (o Astro-Rei) − apesar de tão diferentes tanto na apresentação, como no conteúdo − e mesmo assim até pela interdependência (ou conivência evolutiva e de sobrevivência entre ambos a Terra e a Lua) surpreendendo-nos na proporcionalidade das suas dimensões.

 

main_1200 B.jpg

Apesar de apresentado num registo a P/B, um contraste bem visível entre a superfície da Lua (um Mundo “Morto”) − completamente exposta aos efeitos exteriores (e suas consequências) oriundos do Espaço (parecendo a casca completamente seca de um fruto) – e a variação de cores (entre a não cor/o preto e a cor/o branco) e texturas refletidas para o mesmo Espaço pela Terra (um Mundo bem Vivo): e tudo isso graças a essa extraordinária camada protetora representada pela atmosfera terrestre envolvendo todo o nosso planeta. Numa foto Lunar Orbiter 1 (anterior à missão Apollo 11) de 1966.

 

Contrapondo aos 12.742Km de diâmetro da Terra, uma Lua ultrapassando os 3.474Km de diâmetro (mais de 27% do tamanho da Terra).

 

Quando o que se verifica esmagadoramente em casos semelhantes passando-se no nosso Sistema Planetário − neste caso entre os planetas e as suas respetivas luas (se as tiverem) – e que não se verifica ao compararmos a dupla em causa (e que nos afeta) Terra/Lua – com esta última a ser “o maior satélite natural de um planeta no sistema solar em relação ao tamanho do seu corpo primário (wikipedia.org),

 

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O nosso Mundo a 142.000.000Km de distância

A Terra e a Lua tal como as veria um extraterrestre (aqui pela câmara HiRise da sonda automática MRO), passando nas proximidades do planeta Marte (o nosso vizinho exterior) – a cerca de 142 milhões de Km do nosso planeta – no dia 03.10.2007 – e com cerca de metade dos seus discos (da Terra e da Lua) iluminados.

 

É que a desproporção (de dimensões/tamanho) planeta/lua é muito maior do que a registada pelos nossos lados:

 

Escolhendo entre o nosso Sistema (Solar) uma lua maior e outra menor que a nossa (a LUA) – por exemplo Ganimedes (a maior lua do Sistema Solar e a maior do planeta Gigante-Gasoso Júpiter) e Titã (a 2ª do Sistema e a maior de Saturno),

 

a2.jpg

O nosso Mundo a 183.000.000Km de distância

Visionadas a partir do exterior (Terra e Lua) a uma distância superior à que separa a Terra do Sol (150.000.000Km) − com a luz necessitando de mais do que 8 minutos para atingir esta distância (á v=300.000Km/s) – uma imagem de 06.05.2006 enviada pela sonda Messenger, mostrando-nos (a sudoeste) um ponto brilhante a Terra e logo à sua direita um mais pequenino a Lua.

 

Rapidamente se chegando aos valores da relação lua/planeta (usando maiores planetas/maiores luas) respetivamente 3,8% e 4,4% (bem menores que os espetaculares 27% da relação lua/Terra).

 

Podendo-se facilmente andar pelos 0,04%.

 

(dados e imagens retirados de: Alan Taylor/Portraits of the Earth-Moon System/theatlantic.com e theatlantic.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:16

04
Abr 19

Extinção em Massa do Ordoviciano, Devoniano, Permiano, Triássico e Cretáceo, seguindo-se o Holoceno, tempo em que nós vivemos e em que poderemos ser os grandes protagonistas – da Extinção (do Homem) e sucedendo aos nossos queridos Dinossauros (então com o Homem a perpetuar-se nas prateleiras de um novo Toys "R" Us e nas mãos de um outro animal).]

 

Fanerozóico

(últimos 542 milhões de anos)

 

531px-Extinction_intensity.svg.png

(% de Extinção Marinha/Milhões de anos)

 

Num momento da História da Terra em que poderemos já estar a viver a 6ª Maior Extinção Maciça um recordar dos seis Eventos de Extinção (para já conhecidos): (1) há quase 450 milhões de anos o fim do Ordoviciano com a extinção de cerca de 85% das espécies (como os graptólitos), (2) há 375 milhões de anos já avançado no Devoniano com a extinção de 75% das espécies (entre elas as trilobites), (3) há 250 milhões de anos no fim do Permiano com a extinção de mais de 95% das espécies (caso dos tabulate coral) a maior de todas as extinções, quase erradicando todo o tipo de vida do nosso planeta (4) há 200 milhões de anos no fim do Triássico com a extinção de 80% das espécies (como os Conodanta) e finalmente (5) há 66 milhões de anos no fim do Cretáceo com a extinção de 76% das espécies (caso da amonite e podendo Já em terra circularem os dinossauros). E iniciada a 6ª Maior Extinção Maciça, depois dos Dinossauros seguindo-se (com grandes hipóteses de se acertar, caso não partamos para o espaço) o Homem. (fonte: Viviane Richter/COSMOS)

 

toolkit-01.jpg

 

Num momento em que em Portugal o delfim de Marcello Caetano (1906/1980) se não governa pelo menos é Rei (desde o ano de 2016)

 

– Marcelo Sousa o homem que foi capaz de passar de forte apoiante do Estado Novo (inicialmente até pensado pelo próprio Marcello para seu sucessor) a protagonista do regime Democrata (que lhe sucedeu hoje sendo o seu Presidente)

 

Corporizando através do seu carisma bipolar (adorou/atraiçoou o Padrinho que o iria tornar seu Delfim) uma região particular do planeta Terra (no presente micro) que para determinados observadores aparenta ter parado no respetivo espaço/tempo (veja-se o que Portugal já foi no Mundo e no Passado),

 

Eis que do Outro Lado do Oceano Atlântico os sucessores de um antigo contingente de europeus expulsos das suas terras (de família e de nascimento) e levados pelo mar fora para outro continente distante e ainda no início do seu processo de desenvolvimento e de consolidação

 

– Obviamente tratando-se da América do Norte e particularmente dos EUA

 

Nos prometem de novo a LUA e como se já não bastasse MARTE:

 

Uns (Portugal) alegremente deixando-se ficar (pelo apeadeiro)

 

“Felizmente temos o Algarve, dirão alguns”

 

E vendo sem perceber os outros (EUA) seguir (para a seguinte Estação).

 

foo-02.jpg

 

No final da segunda década do 2º milénio e a caminho de se perfazer meio-século (este ano fazendo 47 anos no mês de Dezembro) sobre o último voo espacial tripulado levando o Homem à LUA e aí fazendo-o pisar (algo de impensável mesmo na altura e em que muitos ainda não acreditam) o seu primeiro Mundo Extraterrestre (o nosso único satélite localizado a cerca de 384400Km da Terra),

 

Com a Agência Espacial Norte-Americana (e governamental) NASA colocada perante o ambicioso projeto e o trabalho já levado a cabo (e tendo a vir a ser concretizado com sucesso) pela empresa privada do multimilionário Elon Musk, a privada SPACE X

 

– Com o seu alvo estratégico apontando o planeta Marte (mais distante de nós, mas supostamente mais interessante), utilizando ainda o nosso satélite natural a Lua (muito mais próxima de nós e já visitada) como forma de financiamento (com voos privados pagos) e desenvolvimento da nave espacial SPACE X STARSHIP que os levará ao seu “Destino-Marte

 

A apresentar finalmente o seu Programa Espacial a ser cumprido nos próximos anos, tendo como objetivo o regresso à Lua e o lançamento da missão Marte (num projeto apoiado pela atual Administração Norte-Americana): não levando milionários em passeios privados e turísticos até à Lua (para o usufruto e o prazer de um só) mas aí alunando, criando uma base e utilizando a Lua como uma plataforma para alcançar com maior fiabilidade (cientifico-tecnológica e não contabilística) Marte e a partir daí e da consolidação de todos os fatores e conhecimentos adquiridos, atirando-se então e decisivamente para o lançamento de um maior e mais arriscado empreendimento espacial, dirigindo-se então para Marte e aí colocando o primeiro ser humano.

 

foo-03.jpg

 

E assim respondendo por necessidade e no presente (sentindo-se abandonada e podendo ser ultrapassada) ao nítido avanço da iniciativa privada na área da conquista do Espaço (igualmente financiada por verbas governamentais) – privados mais que nunca desejosos de tomar as rédeas da Exploração (em todos os sentidos sobretudo comerciais) do Espaço (com a maior abertura da nova Administração norte-americana à iniciativa privada, diminuindo impostos e facilitando o financiamento privado) – com a NASA respondendo ao pedido do atual presidente Donald Trump (da sua Administração e contando ainda com o total apoio de alguns dos seus maiores oposicionistas nas primárias republicanas de 2016) a assumir o desígnio proposto e a apresentar recentemente a sua versão do projeto LUA/MARTE (respondendo assim à apresentação alternativa da privada Space X):

 

“President Donald Trump has asked NASA to accelerate our plans to return to the Moon and to land humans on the surface again by 2024. We will go with innovative new technologies and systems to explore more locations across the surface than was ever thought possible. This time, when we go to the Moon, we will stay. And then we will use what we learn on the Moon to take the next giant leap - sending astronauts to Mars.” (Jim Bridenstine/ NASA)

 

Propondo-nos a LUA em 2024 e Marte para lá de 2030, nesses anos com o Homem voltando a pisar a superfície da Lua e pouco tempo depois a pisar o solo do primeiro planeta para além do nosso o vizinho exterior o Planeta Vermelho: explorando e lá tentando construir a sua primeira base/colónia marciana e com mais esse passo talvez ajudando a abrir mais uma porta para as próximas visitas interplanetárias, interssistemas e intergalácticas. Mas até lá havendo ainda muito que fazer na Terra (cá dentro) e fora dela (no Espaço exterior).

 

(imagens: wikipedia.org e nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:18

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