Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

18
Fev 21

“Pelas 14:10 desta quinta-feira e com 99,89% da viagem já concluída, com a sonda espacial PERSEVERANCE viajando a uma velocidade de mais de 76.000Km/hora, a situar-se a pouco menos de 500.000Km de Marte. Tocando a superfície marciana pelas 20:00.”

 

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Num Evento Interplanetário ligando o nosso planeta ao Planeta Vermelho (atualmente a cerca de 200 milhões de Km) e iniciado em 30 de julho de 2020 em Cabo Canaveral (Flórida/EUA), conclui-se hoje (18 de fevereiro de 2021) por volta das 20:00 a longa viagem (cerca de 470 milhões de Km) de mais uma sonda espacial (produzida nos EUA e da responsabilidade do JPL/NASA): com a sonda espacial norte-americana PERSEVERANCE a entrar em órbita do planeta Marte (com o seu orbitador) e de seguida aterrando à sua superfície (na cratera JEZERO), lá colocando o ROVER com o mesmo nome (integrando a missão MARS 2020) devidamente apetrechado para além do próprio ROVER PERSEVERANCE (o veículo motorizado habitualmente utilizado à superfície) equipado de várias câmaras e igualmente de microfones, estreando-se nesta missão um novo veículo (numa ação nunca antes concretizada) igualmente motorizado mas aéreo, o helicóptero INGENUITY. Podendo ser acompanhado ao vivo através da INTERNET utilizando a página da NASA ou as redes sociais (Twitter, Facebook, YouTube), num episódio da série “Missão Marte 2020” a transmitir (programado) a partir das 19:00. Uma missão até pelo lugar de contacto escolhido ─ uma bacia à superfície do planeta podendo (segundo os cientistas) ter estado num passado bastante remoto submersa ─ procurando vestígios da existência de Água (no passado, talvez em depósitos subterrâneos no presente) e ainda de Vida (tal como na Terra acompanhando esse possível ciclo da água); e ainda sendo mais valorizada por mais uma função atribuída ao ROVER e ao HELICÓPTERO, tendo que num trabalho conjunto recolher amostras (da superfície marciana) e guardá-las para uma próxima missão a Marte (então sendo enviadas para a Terra).

 

(imagem: mars.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:13

16
Fev 21

“Missão MARS 2020

colocando o seu ROVER na cratera JEZERO,

acompanhado pelo helicóptero INGENUITY.”

 

Screenshot_2021-02-15 Mars 2020 Perseverance Rover

A primeira missão interplanetária

(TERRA → MARTE)

transportando um helicóptero

 

A pouco menos de 70 horas da sonda norte-americana PERSEVERANCE entrar na órbita de Marte, a previsão da colocação na superfície marciana de mais um veículo motorizado ou ROVER (c/ o mesmo nome) e da chegada e estreia do primeiro helicóptero sobrevoando a sua superfície ─ o INGENUITY.

 

“Following “seven minutes of terror”

after it reaches Mars’ upper atmosphere,

Nasa’s Perseverance rover is expected to land

on the surface of the red planet at 20:55 GMT on February 18.”

(Andrew Coates/theconversation.com)

 

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Com a sonda PERSEVERANCE

a ser lançada da Flórida por um foguetão ATLAS V

em plena Pandemia (julho de 2020)

 

Para além de toda a investigação científica levada a cabo a partir do seu orbitador, com a missão da PERSEVERANCE (MARS 2020) a colocar (em fevereiro de 2021) mais um ROVER em MARTE, juntando-se ao ROVER CURIOSITY (igualmente norte-americano, em Marte desde agosto de 2012) e mais tarde sendo acompanhada pelo ROVER TIANWEN-1 (em maio de 2021).

 

(imagens: mars.nasa.gov ─ NASA/JPL-Caltech)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:25

15
Fev 21

In the late 1800s, telescopes first revealed a surface full of intriguing features—patterns and landforms that scientists at first wrongly ascribed to a bustling Martian civilization. Now, we know there are no artificial constructions on Mars. But we’ve also learned that, until 3.5 billion years ago, the dry, toxic planet we see today might have once been as habitable as Earth.” (Nadia Drake/nationalgeographic.com)

 

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Fig. 1

Em aproximação

Imagem do planeta Marte

obtida a partir da sonda espacial Tianwen-1

 

Com pelo menos 8 missões ainda operacionais, 2 acabadinhas de chegar (9 e 10 de fevereiro) HOPE (UAE) e TIANWEN-1 (CHINA) ─ e 1 outra a rebentar dentro de poucos dias (18 de fevereiro) ─ PERSEVERANCE (EUA) ─ duas imagens fornecidas pela Agência Espacial Chinesa (CNSA) da aproximação da sua sonda espacial ao Planeta Vermelho, uma perto de alcançar o planeta (fig. 1) a outra aquando da entrada em órbita (fig. 2). Cumprindo (a sonda chinesa) com sucesso duas das fases desta missão ─ aproximação e entrada em órbita ─ seguindo-se no mês de maio (depois de operações científicas levadas a cabo no orbitador) a tentativa de aterragem na superfície do planeta e o lançamento do seu veículo motorizado ou ROVER: em UTOPIA PLANITIA “a maior bacia de impacto reconhecida em Marte com um diâmetro aproximado em 3300 km.” (wikipedia.org)

 

[Tendo como a última das missões anterior a estas três (a MARTE) a missão norte-americana INSIGHT, colocada na superfície de Marte desde novembro de 2018: imobilizado o módulo (de aterragem), tendo como objetivos da missão (utilizando os seus instrumentos científicos) o estudo da sismologia marciana, o estudo dos fluxos de calor (a partir da superfície), o estudo do interior de Marte e o estudo do clima do planeta (incluindo os ventos).]

 

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Fig. 2

Em órbita

Imagem da entrada em órbita do planeta Marte

da sonda espacial Tianwen-1

 

Dispondo a sonda espacial árabe (dos Emiratos Árabes Unidos) ─ sonda HOPE, sendo neste evento um pioneiro ─ apenas de um orbitador, superada em opções pela sonda chinesa (com ROVER) e esta ainda pela norte-americana: para além do seu respetivo ROVER permitindo-lhe circular na superfície marciana, estreando neste tipo de missões um outro veículo motorizado, mas neste caso voador ─ um helicóptero (INGENUITY). Na aproximação a Marte (fig. 1) sobressaindo desde logo dois aspetos (fig. 2), a sua topografia (as crateras bem visíveis à sua superfície) e a sua ténue atmosfera (envolvendo o planeta). Limitando-se a HOPE (pioneira) ao estudo da atmosfera de Marte, enquanto a TIANWEN-1 e a PERSEVERANCE (mais experimentadas e como tal ambiciosas) ao estudo da possibilidade (de no passado) aí poder ter existido vida ─ para além de algo mais antes já feito na Lua, recolhendo amostras do solo (nesta missão) e enviando-os para a Terra (posteriormente noutra missão).

 

[Revealing … “some of the most Incredible features and strange structures discovered on the Martian surface, which hint to the existence of an ancient civilization that somehow endured a planet-wide catastrophe. Some of these anomalous structures, including faces and pyramids, bear striking similarities to ancient geoglyphs near Mayan cities in Nazca, and other human-made constructions on Earth.” (starnationsnews.com)]

 

(imagens ─ cnsa.gov.cn)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:27

11
Fev 21

Na sequência da apresentação de alguns cenários colocando a Terra em causa ─ INVADERS FROM MARS (William Cameron/1953), THE DAY MARS INVADE EARTH (Maury Dexter/1962) e MARS ATTACKS (Tim Burton/1996) ─ mais uma resposta adequada por parte do nosso planeta colocando Marte no seu lugar.

 

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MARCIANOS

Querendo destruir a civilização terrestre

apenas para se divertirem

 

Ultrapassada a Lua (o nosso único satélite natural, localizado a pouco mais de 384 mil Km da Terra) e apontando todas as nossas baterias para Marte (o 4º planeta mais afastado do Sol, localizado a uma distância média de 225 milhões de Km) ─ distando Marte da Terra, 585X mais que da Lua ─ eis que 3 sondas espaciais terrestres (todas lançadas em julho de 2020) chegam entre 9 e 18 de fevereiro ao Planeta Vermelho, duas delas para além do orbitador sendo acompanhadas pelo respetivo Rover (a chinesa e a norte-americana): uma sonda dos Emiratos Árabes Unidos (chegando a 9.02) ─ juntando-se pela 1ª vez às potências espaciais ─ outra da China (chegando a 10.02) e finalmente uma terceira dos EUA (chegando a 18.02), por sinal além do Rover transportando (numa ação espacial pioneira) um helicóptero (o Ingenuity).

 

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HOPE

Lançada do Centro Espacial Mohammed bin Rashid

no Dubai/UAE

 

Colocando o itinerário Terra/Marte no topo das preferências das viagens espaciais, não só por iniciativa do estado (pública) mas igualmente privada (empresas aeroespaciais). E mantendo este objetivo como uma prioridade (alcançar Marte) ─ talvez para explorar o planeta, talvez para o utilizar como entreposto (ignorada a Lua, nela se podendo fazer o mesmo) ─ entrando em órbita e (no caso de 2 das sondas) tocando a superfície marciana. Intensificando o volume do transito local, cada vez apresentando mais vestígios (nos céus e à superfície) de uma presença alienígena: neste caso sendo os terrestres (para os marcianos, caso existam) os estranhos oriundos de uma terra estranha (a Terra).

 

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TIANWEN-1

Lançado do Centro de Lançamentos Espaciais

de Wenchang/China

 

E assim chegando repentinamente a Marte outras 3 sondas espaciais ─ HOPE (UAE), TIANWEN-1 (CHINA) e PERSEVERANCE (EUA) ─ na prossecução do objetivo final e comum (dos terrestres) de colonizar Marte e aí criando um entreposto possibilitando o alargamento das viagens interplanetárias e o caminhar (extravasando o Sistema Solar) para as Interestelares: fazendo a viagem contrária (tendo-nos visitado no passado, como ainda ontem, com o artefacto Oumuamua) dos nossos deuses astronautas. No caso da UAE com a concretização da sua 1ª viagem interplanetária tendo como destino Marte (c/ o seu orbitador), tornando-se o quinto país a atingir o planeta (depois dos norte-americanos, russos, chineses e europeus) e lá se fixando (orbitando no céu marciano) observando e estudando (entre outros e durante um ano) os fenómenos ocorridos na sua atmosfera ─ e tal como os outros planeando viagens (talvez) tripuladas à Lua (2024) e ainda a Marte (2117).

 

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PERSEVERANCE

Lançado de Cabo Canaveral

na Flórida/EUA

 

Já no caso das sondas chinesas e das norte-americanas ambas equipadas com o seu respetivo Rover (veículo motorizado utilizado para se movimentarem na superfície marciana), no caso da missão conduzida pela NASA (chegando a 18 de fevereiro) utilizando a sonda PERSEVERANCE, com esta a ter a particularidade (única e extraordinária) de para além de lá chegar, aterrar e explorar, ainda estar preparada para ─ fazendo uma recolha de solo marciano ─ abandonar o planeta e reenviar (aproveitando a viagem de volta) as amostras para a Terra (determinante para se saber se alguma vez existiu Vida em Marte). Relativamente à sonda chinesa e à sua projetada missão ─ “Tianwen-1 Mars Mission” ─ com a mesma a já se ter inserido em órbita do planeta Marte (hoje dia 10 de fevereiro), para lá para o mês de maio enviar até à sua superfície (pretensamente rica em água, que não à superfície) o seu módulo de aterragem (pondo de lado os EUA cliente habitual, com os únicos países a fazê-lo desde há quase 50 anos ─ depois dos russos falharem e aí abandonarem ─ a serem os chineses).

 

(imagens: punverse.blogspot.com ─ AP Photo/Jon Gambrell/phys.org

─ Luo Yunfei/China News Service/Getty Images ─ nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:58

10
Mai 20

Num momento em que o criador do possível primeiro terrestre líder de uma cidade alienígena (instalada na primeira colónia edificada, num planeta que não a Terra) em MARTE, ameaça deslocar face ao confinamento imposto (devido ao Covid-19) mantendo-lhe a produção paralisada, a sua fábrica TESLA (de carros elétricos) da Califórnia para o Nevada: pouco se incomodando com os governantes locais (que direta/indiretamente lhe abrem os “cofres do estado”) como com a saúde dos seus trabalhadores (colocando-os entre a espada e a parede, “ou morrendo da doença ou então morrendo de fome”). Suscitando desde logo algumas respostas e comentários, como a de uma política e dirigente local  Lorena S. Gonzalez: “FUCK YOU ELON MUSK”.

 

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X Æ A-12 MUSK

Talvez o primeiro líder da primeira cidade marciana

 

Tendo em mente o desejo e a ambição do multimilionário e fundador da SPACE X ─ o norte-americano ELON MUSK ─ para o lançamento e consolidação dos seus projetos contando não só com um grande e necessário financiamento privado, como simultaneamente e sendo esse mesmo ponto prioritário e fulcral, com um fortíssimo apoio por parte de Instituições Públicas ligadas ao Governo dos EUA, eis que estando estabelecido há muito (programado e planeado) e por ação do mesmo o lançamento de uma nave espacial em direção a MARTE ─ tendo como objetivo da missão fazer o mesmo que a nave espacial APOLLO 11 fez há quase meio século na LUA, fazendo lá chegar e tocar a sua superfície os primeiros terrestres ─ estipulada para lá chegar ainda nesta metade da década (2024/25), o projeto espacial SPACE X/FALCON 9/DRAGON parece continuar em andamento, depois de lançar o seu batedor para recolha de informação e ampliação de conhecimento ─ STARMAN (O Homem das Estrelas) pilotando o carro elétrico TESLA ROADSTER e cumprindo a sua missão mesmo nunca atingindo Marte (o mais próximo que estará deste será a 7,5 milhões de Km) ─ contribuindo pessoalmente para a criação daquele que poderá ser o primeiro líder da primeira colónia terrestre no Planeta Vermelho: aí e por volta de meados deste século construindo uma cidade autossustentável dirigida (aí nos seus 30 anos) pelo seu filho  X Æ A-12 MUSK.

 

(imagem: Elon Musk/Twitter)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:08

08
Mai 20

Com as Tempestades de Areia sendo fenómenos atmosféricos  suscetíveis de ocorrerem em vários objetos rochosos circulando no interior do nosso sistema planetário (Sistema Solar), acontecimentos como os ocorridos em Marte com o planeta a ser quase que completamente envolvido por uma espessa e impenetrável camada de poeiras (em maior, igual ou menor extensão), poderão igualmente suceder noutros objetos semelhantes e até próximos, como o será o caso do planeta Terra.

 

Olhando para o planeta Marte (um corpo à nossa medida, tão perto ele está de nós) muitas vezes com o único objetivo de ao olharmos para o mesmo (e como se fosse um espelho) podermos estar a recolher provas (sinais, vestígios) de que alguma vez na sua história poder lá ter existido Vida (podendo o aspeto do Planeta Vermelho ser uma consequência do passado e um retrato do nosso futuro),

 

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Fig. 1

Deserto do Sahara

Tempestade de Areia

Julho 2018

 

Em 31 de julho de 2018 e observada a partir da Estação Espacial Internacional (ISS), com uma grande Tempestade de Areia (fig. 1) a atravessar todo o deserto do Sahara (o maior deserto da Terra) ─ fazendo-nos lembrar a última grande Tempestade Marciana (como aquela que pôs definitivamente KO o Rover Opportunity), aí cobrindo quase todo o planeta.

 

Por vezes no meio da nossa neblina mental (provocada por um quotidiano monótono e extremamente tóxico) orientada numa única direção e como se nada as interligasse (fazendo tudo parte de algo mais), desprezando todas as restantes opções (direções), não reparamos não ser necessário olhar para os outros nem neles tentar encontrar uma nossa possível projeção, para de uma forma ou de outra mas de acordo com a maioria encontrarmos a nossa alternativa (opção de Vida):

 

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Fig. 2

Niamey, Níger

Tempestade de Areia

Maio de 2020

 

Em 6 de maio de 2020 com uma Tempestade de Areia oriunda do deserto do Sahara e com centenas de metros de altura ─ “Cool, Weird & Scary” (rt.com)  ─ a envolver com um tom vermelho/alaranjado a capital do Níger (Niamey): com uma impressionante muralha maciça de areias (e de poeiras) avançando sobre a capital e ameaçando todos os seus residentes.

 

Bastando olharmo-nos de cima-a-baixo (tanto o Homem como a Terra) para sem recorrermos ao espelho (seja-o literalmente ou noutra projeção Marte) ─ e já que temos a patente exclusiva do Centro ─ compreendermos definitivamente que o que ali e acolá se passa é apenas mais um dos muitos produtos da mesma linha de montagem, sendo neste caso a Terra e Marte réplicas derivadas (diferenciadas e complementares) de um mesmo molde.

 

Pouco importando o Espaço/Tempo e integrando um mesmo conjunto (o Sistema Solar) tudo o que se passasse em Terra se passasse igualmente em Marte (e vice-versa):

 

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Fig. 3

Niamey, Níger

Tempestade de Areia

Maio de 2020

 

Tempestade de Areia (em Niamey/Níger) engolindo todos os edifícios aparecendo no seu caminho ─ e como que transformando o dia em noite ─ aparentemente não causando danos materiais nem vítimas humanas, mas podendo transportar consigo partículas/agentes infeciosos (como a bactéria da meningite) dando origem a outros surtos (perigosos) epidémicos.

 

Tal como acontece com as Tempestades de Areia ocorrendo num planeta aparentemente do passado e (para já) declarado oficialmente morto, ocorrendo igualmente num planeta ainda considerado do futuro pois comprovativamente (mesmo visto à distância, com todas as suas texturas e os seus coloridos) possuindo Vida.

 

E existindo Tempestades de Areia em Marte ─ por vezes envolvendo quase todo o planeta ─ existindo as mesmas na Terra ─ para já muito menos intensas.

 

(texto: apoiado em artigos rt.com ─ imagens: 1/Ricky Arnold/Twitter

e 2/3/Francesco Strazzari/Twitter em RT)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:25

01
Mar 20

Staring into a Pit

(ESP_063262_1755)

Ross A. Beyer 21 February 2020

 

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Superfície de Marte

Imagem antes e depois de realçado o brilho no interior do buraco

(NASA/JPL/UArizona)

 

This observation was meant to examine a pit identified in a Context Camera image to see if HiRISE could resolve any details inside. In this cutout, we see the “normal” view of the HiRISE image on the left, while the right shows what happens when we try to “enhance” the brightness of the pixels in the pit.

 

Fortunately, HiRISE is sensitive enough to actually see things in this otherwise dark pit. Since HiRISE turned by almost 30 degrees to capture this image, we can see the rough eastern wall of the pit. The floor of the pit appears to be smooth sand and slopes down to the southeast. The hope was to determine if this was an isolated pit, or if it was a skylight into a tunnel, much like skylights in the lava tubes of Hawai’i. We can’t obviously see any tunnels in the visible walls, but they could be in the other walls that aren’t visible.

 

(texto/inglês: Ross A. Beyer/UAHiRISE − imagem: uahirise.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:45

25
Fev 20

[Só faltando mesmo oxigénio e água (em quantidade) e marcianos (pelo menos alguns para entreter).]

 

Num contexto podendo ser considerado muito próximo do da Terra (com as suas placas tectónicas), em 235 dia marcianos (ou SOL) registando-se 174 sismos (0,74/SOL) − e assim (com a sonda InSight) dando-nos uma pequena ideia de como seria um dia passado no Planeta Vermelho.

 

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InSight em Marte

(ilustração)

Por baixo da sonda observando-se

as diversas camadas da subsuperfície marciana

e por cima visionando-se

os redemoinhos de poeiras (à esquerda) e nuvens no céu do planeta

 

Com os responsáveis da missão da sonda (da NASA) Insight desde 26 de novembro de 2018 sobre a superfície de Marte, tendo chegado à conclusão depois do registo de tremores (sismos), da observação dos efeitos do vento (redemoinhos ou Dust Devils) e da deteção de pulsos magnéticos (utilizando um magnetómetro) que “Marte estava Vivo”: pelo menos geologicamente (Mundo Mineral) mas para já nada se descortinando a nível biológico (Mundo Animal).

 

Revelação baseada nas informações sísmicas obtidas (pelo sismógrafo instalado na sonda InSight) – com epicentros a 50Km de profundidade e intensidade máxima atingida M4,0 transformando-o (Marte) segundo os cientistas (da missão) num Mundo a Nível Geológico Ativo − "We've finally, for the first time, established that Mars is a seismically active planet" (Bruce Banerdt/NASA/JPL) sendo ainda complementadas por outras medições, como vento, pressão atmosférica e temperatura.

 

Até porque ainda nesta metade do século XXI o Homem – “promessa de norte-americano(público c/ NASA e privado c/ SPACEX) − pretende pisar (depois da Lua, há quase meio século) a superfície de MARTE.

 

(imagem: IPGP/Nicolas Sarter/mars.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:19

15
Fev 20

[Sondas Automáticas e Sistema Solar]

 

Com a NASA cada vez mais limitada nos seus financiamentos (até pela chegada dos privados como a SPACEX, desviando investimentos) e ainda-por-cima preocupada com as suas próximas idas à Lua e a Marte − utilizando inicialmente sondas automáticas de modo a preparar o regresso do Homem à Lua e a colocação da sua primeira pegada em Marte – eis que no estreito corredor que para já lhe é proporcionado (no Espaço e no Tempo), limitando-se ao estudo não presencial do Universo genericamente recorrendo a cada vez mais poderosos telescópios e a sondas não tripuladas, a agência espacial e governamental norte-americana (NASA) escolhe (entre tantos outros mais ambiciosos, pelos custos  certamente postos de lado) quatro objetivos a cumprir (para as expetativas criadas no século passado, podendo ser considerados mínimos) utilizando entre outros − incluindo a colaboração de vários grupos de cientistas e engenheiros − o seu Programa de Descobertas (NASA’s Discovery Program).

 

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Sistema Solar

Sol, Mercúrio, Vénus, Terra, Marte, Cintura de Asteroides,

Júpiter, Saturno, Úrano, Neptuno e outros objetos como cometas

 

Sendo as  quatro (4) propostas aceites (para a concretização dos objetivos e respetivas missões) as seguintes (tal como designadas pela NASA):

 

(1) DAVINCI+ (Deep Atmosphere Venus Investigation of Noble gases, Chemistry, and Imaging Plus);

(2) Io Volcano Observer (IVO);

(3) TRIDENT;

(4) VERITAS (Venus Emissivity, Radio Science, InSAR, Topography, and Spectroscopy).

 

E tendo como objetivos bem definidos das missões dos remetentes (da TERRA) destinatários como VÉNUS (um Planeta Interior) e duas luas como IO e TRITÃO respetivamente de Saturno e de Neptuno (dois Planetas Exteriores). DAVINCI+ utilizado para o estudo da atmosfera de Vénus,  IVO para estudar os fenómenos de vulcanismo em IO, TRIDENT para o estudo da lua gelada Tritão e finalmente VERITAS, incidindo ainda sobre Vénus e fazendo um mapa geológico do planeta (o 2º mais perto do Sol e nosso vizinho interior, o exterior sendo Marte) de modo a assim entender melhor a sua evolução, a sua história geológica.

 

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E a presença do Homem?

Explorando o Sistema Solar e mais além,

somente com telescópios e sondas automáticas?

 

E mais uma vez recordando os meados do século XX (num passado com cerca de sete décadas) e o registo dos primeiros passos do Homem e da sua civilização em direção ao Espaço (com o lançamento em 1957 do 1º satélite artificial de origem soviética, o Sputnik) – concluindo com o programa norte-americano Apollo e a chegada do 1º Homem à Lua colocando lá o seu pé/a sua bota – seguido pelo abruto e inexplicável fim das viagens espaciais tripuladas (limitando-se no presente às idas e vindas entre a Terra e a ISS), questionando-nos para quando assunção de que para sobreviver (evoluir/persistir), o Homem mais cedo ou mais tarde terá de deixar esta Terra, neste Tempo/Espaço de conforto, no futuro de Inferno (senão por outro motivo) engolida pelo Sol. Mais tarde ou mais cedo sairemos de casa, nem que seja para o cemitério.

 

(imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:44

Uma observação do céu de Marte de 6 de fevereiro (deste ano) registada no 425º dia (SOL 425) de estadia da sonda automática norte-americana InSight (operada pela NASA) na superfície marciana:

 

Tendo como objetivo da missão estudar o interior do Planeta Vermelho (e a partir daí tentar perceber melhor a evolução dos planetas rochosos do Sistema Solar, como Mercúrio, Vénus e a própria Terra) baseando-se num estudo sismográfico (instrumento SEIS), do fluxo de calor (instrumento HP), da rotação do planeta (instrumento RISE) e da temperatura e ventos à superfície (instrumento TWINS) − neste último caso contribuindo para monitorizar o clima marciano.

 

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Céu de Marte

(Missão InSight − Câmara ICC − SOL 425)

 

Ah … e ainda um instrumento para a definição de campos magnéticos produzidos pela sua ionosfera (sujeita à radiação solar). Numa imagem (da responsabilidade da NASA/JPL-Caltech) registada pelas câmaras do NASA INSIGHT MARS LANDER pouco antes das 22.42 PM (já sendo noite em Albufeira).

 

Mostrando-nos um cenário infinito polvilhado por um número incontável de estrelas − cintilando umas maiores outras menores, com maior ou menor intensidade e com um colorido diferenciado, percorrendo diversos espectros de cores – ponteando e iluminando como faróis, diversas zonas do Espaço (espalhados pelo Tempo), aqui e ali sendo atravessadas por linhas tracejadas deixados por um outro viajante mais apressado:

 

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SOL 425

(ampliação parcial/centro-direita)

 

Objetos em princípio de origem natural (como pequenos meteoros ou asteroides) atravessando nesse momento o céu colocado diante das câmaras da InSight (e dada a deslocação com a representação do objeto de um ponto a passar a uma linha), igualmente podendo ser de alguma forma de origem artificial se nisso quisermos (mesmo nunca tendo visto) acreditar:

 

Seja ele terrestre (sendo homocêntricos) ou extraterrestre (acreditando em alienígenas não mexicanos, mas do espaço).

 

[SOL: dia solar marciano correspondendo a 24 horas 39 minutos e 35,244 segundos.]

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:35

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