Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

28
Fev 16

Bolas de Fogo
Agora na Península Ibérica

 

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Espanha
Bola de Fogo
(21.02.2016)

 

Desde o dia 19 de Fevereiro pelo menos quatro meteoritos (bastante brilhantes) foram registados a atravessar a atmosfera da Terra, sobre o território da Península Ibérica (sendo observados nos céus de Espanha, de Portugal e de Marrocos). Num desses casos o meteorito atravessou os céus do sul de Espanha e de Portugal, sendo observado durante a sua aproximação como uma bola de fogo cada vez mais brilhante (pelas 02:42 UTC), até se desintegrar e desaparecer. O meteorito foi detetado pelas estações de Toledo, de Sevilha e de Huelva, tendo colidido com a atmosfera terrestre a cerca de 120km de altitude e a uma V=30m/s. Ter-se-á desintegrado por volta dos 40km (de altitude).

 

(imagem: thewatchers.adorraeli.com/University of Huelva)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:45

25
Fev 16

E só se soube muitos dias depois do desfile

 

A esmagadora maioria dos meteoritos que têm entrado em rota de colisão com a Terra (mais de 99%), devido às suas reduzidas dimensões (muito mais pequenos que o meteorito que caiu recentemente no Atlântico), desaparecem aquando da sua entrada na atmosfera (como as estrelas cadentes). No entanto um dos fatores além da sua dimensão que torna estes meteoritos inofensivos, é certamente o do momento em que entrados na atmosfera terrestre explodem: invariavelmente a grandes altitudes (o do Atlântico desintegrou-se a 30km). O problema surgirá no dia em que um destes pequenos corpos celestes explodir perto de nós (da superfície terrestre): lembrando-nos aí a bomba de Hiroshima.

 

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Local de impacto do meteorito de 6 de Fevereiro sobre o Atlântico

 

Passados mais de quinze dias sobre o Evento Astronómico do Ano (envolvendo o planeta Terra e um outro corpo celeste), a mundialmente reconhecida (pela sua excecionalidade) agência espacial norte-americana NASA, vem-nos agora informar que no passado dia 6 de Fevereiro um meteorito entrou em rota de colisão com a Terra, acabando por explodir a cerca de 30Km de altitude sobre o Oceano Atlântico. A isto chama-se previsão (para assim nos podermos proteger de possíveis consequências) baseada em conhecimento (de especialistas excecionais) – mas será mesmo assim? Um Evento que deixou de o ser ao não se apresentar provas ou uma única testemunha (e nem sequer sendo notícia). E só nos apercebendo dele olhando (acidentalmente) para os próprios arquivos da NASA (uma espécie de RTP Memória):

 

Near Earth Object Program – Fireball and Bolide Reports

(dados aproximados: neo.jpl.nasa.gov/fireballs)

 

Data Dimensão Altitude Potência Impacto
06-02
(2016)
5-7
(metros)
30
(km)
13
(quilotoneladas TNT)
A 1000Km
(da costa Atlântica do Brasil)

(Meteoro de Chelyabinsk: cerca de 20m de dimensão e 500kt de potência)

 

Um meteorito muito mais pequeno do que atingiu a região russa de Chelyabinsk há três anos atrás (provocando muitos danos materiais e mais de um milhar de feridos – devido à onda de choque), não tendo sido notícia apenas porque caiu no mar, mas que no entanto se tal tivesse ocorrido em terra, provavelmente teria originado outra história com algo mais para contar (apesar de ser desde logo o que mais energia libertou desde 2013). Uma história que ao contrário do que muitos pensariam poderia ser até bastante interessante (e positiva), recordando que a potência do meteorito seria 40X inferior ao de Chelyabinsk e as consequências do seu impacto com a Terra dada a sua dimensão (por volta de 5m) não teria a mesma repercussão – evidentemente desde que não atingisse em cheio uma zona populosa.

 

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15 de Fevereiro de 2013 – Meteoro de Chelyabinsk

 

O que não nos deixa de surpreender (a não deteção e posterior divulgação do meteorito) num mundo onde um satélite com equipamentos da mais alta tecnologia incorporada e colocado a centenas de quilómetros da Terra consegue localizar e observar até ao mais pequeno detalhe o que estamos a fazer a cada momento que passa: bastando apenas apontar e começar a olhar. Onde estava a comunidade científica que todos os dias acompanha os fenómenos internos ou externos que podem influenciar o normal funcionamento do planeta e do meio ambiente que nos recebe e protege, quando nenhum deles (ou outro qualquer) utilizando um único que fosse dos seus órgãos dos sentidos (e outros periféricos tecnológicos associados) o percecionou e mencionou: cegos, surdos e mudos. Sociedade Civil (observatórios, satélites, sismógrafos, etc.) e até Militar (vejam lá a que ponto de degradação tecnológica chegaram os militares norte-americanos). Nem dá para acreditar.

 

(imagens: WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:48

02
Fev 16

Reentrada de um meteorito na atmosfera terrestre ocorrida depois das 18:00 deste último sábado (hora local) nas proximidades do aeroporto de New Jersey. A imagem foi registada no passado dia 30 por uma câmara instalada num avião tripulado pelo piloto Mike Grossman sobrevoando o rio Hudson a cerca de 500m de altitude. Um evento que foi presenciado por muitas testemunhas (mais de 700) não só nos EUA como também fora dele (Canadá).

 

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Reentrada do meteorito registado em pleno voo

(visível à direita do avião)

 

Como se pode ver na imagem e quando o avião já iniciava as suas manobras de aterragem e de aproximação à pista do aeroporto de New Jersey (sobrevoando nessa altura e já em descida o rio Hudson) à sua direita e repentinamente surge um ponto brilhante que crescendo de intensidade ilumina os céus (que a grande velocidade vai atravessando na sua trajetória final) até atingir o seu clímax (em brilho) diminuir e desaparecer na escuridão.

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Imagem do meteorito registada na cidade de Falls Church

(visível na parte superior/central da imagem)

 

“More than 715 witnesses have reported a large fireball over Pennsylvania on January 30th around 6:16pm ET (23:16 UT). The fireball was seen from primarily New Jersey and Pennsylvania, but witnesses from Virginia, Washington DC, Maryland, North Carolina, New York, Delaware, Ohio, West Virginia, Kentucky and even Ontario also reported seeing the fireball.” (amsmeteors.org)

 

(imagens: Mike Grossman e Alexander Salvador)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:18

26
Jan 16

An unidentified object flew over the city of Blagoveshchensk in the Russian Far East, breaking apart and leaving a blazing trail across the sky on Sunday.

 

E se a Terra estivesse agora em conjunto com o seu sistema a atravessar uma região mais confusa e um tanto congestionada do espaço (com tudo a girar à volta e com todos meio tontos)? Uma região de maior movimentação entre os diferentes elementos presentes, desde o maior ao mais pequeno interagindo entre si. Corpos celestes, sistemas planetários, galáxias e até mesmo universos. Que periodicamente ou não também compartilham espaços – por todos serem feitos de matéria e de energia (em constante movimento).

 

snapshot A.jpg

1

 

An alleged meteor or comet, as some local residents suggest, brightened the sky between 9-10 p.m. GMT, January 17 in the Amur Region. “It looked like a plane’s trail but way bigger and brighter.”

 

Se tal acontecesse e sobre interação de sistemas (ou então de planetas simplificando o problema e reduzindo-lhe as dimensões), as probabilidades de se verificar um evento de consequências mais ou menos secantes (como um impacto direto) seriam naturalmente maiores. Suponhamos então que um dia um tal evento ocorre: um planeta até aí de existência desconhecida aparece nos radares terrestres descrevendo uma trajetória alongada e com um período de milhares de anos – acabando por integrar o sistema e tornando-se o seu nono planeta. Aproxima-se do seu periélio e aí dá-se a interação. Uma perturbação temporária atravessa o Sistema Solar libertando energia e deslocando matéria. Com o movimento a implicar choques como numa mesa de bilhar: falhando, tocando ou caindo no buraco.

 

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2-3

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 4-5

 

After streaking through the sky, the object exploded, disintegrating into a number of pieces with a dazzling flash. “At 9:40 p. m. GMT, January 17 the object exploded, but the sound came in after eight minutes. It was quite loud.”

 

Mas voltemos aos meteoritos: corpos celestes oriundos maioritariamente do Cinturão de Asteroides com outros (em menor número) resultantes da fragmentação de certos cometas (vindos do Cinturão de Kuiper). Visitantes usuais destas paragens na sua trajetória em torno do Sol, numa corrida contra o tempo e repetida no espaço (e talvez com uma missão) – ou não fossem estes corpos possíveis depósitos de água. E pela sua natureza e também pela sua velocidade podendo ser desprezáveis ou pelo contrário catastróficos: dependendo o efeito provocado pela sua passagem da sua massa, da sua densidade, da sua velocidade e da sua distância em relação ao planeta (neste caso a Terra) – numa trajetória externa, tangente ou secante.

 

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Vestígios da passagem do objeto voador nos céus da região russa de Amur

 

On February 15, 2013, a 10,000-ton meteorite hit the Earth near the Russian city of Chelyabinsk. Its explosion inflicted damage on the infrastructure and injured 1,500 people with glass shattered by the shockwave.

 

E só de pensarmos nas consequências imediatas da sua velocidade média de deslocação (um indicativo para o tempo máximo de preparação de que a Terra disporia após ser dado o alerta) é só refletirmos um pouco: supondo que a velocidade média dum destes corpos celestes anda pelos 25km/s (dependendo a sua velocidade – podendo chegar aos 35/70km/s – da influência de muitos fatores como o da sua distância ao Sol – mais baixa se estiver afastado mais alta se estiver perto) e que quiséssemos dispor de um mínimo de 24 horas para nos prepararmos, teríamos que avistar este corpo viajante dirigindo-se para a Terra no mínimo quando ele estivesse a mais de 2 milhões de quilómetros de distância (ou seja 5,6 LD). E a essa distância para o mesmo ser detetado, qual teria que ser a sua real dimensão (certamente sabendo que nessa falsa peneira, por mais que nos esforcemos muitos monstros passarão)? E se tudo correr mal então será uma questão de horas (para evacuar a Terra?).

 

Na Rússia esteve-se perante dois simples meteoritos.

 

(1-2-3-4-5: trajeto do meteorito de Amur/Rússia ocorrido em 17 de Janeiro deste ano)

 

(texto/inglês/imagens: #метеорит #falcon9/Astro Channel/sputniknews.com – última imagem: Konstantin Pivkin/ufosightingshotspot.blogspot.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:54

10
Jan 16

Eles estão entre Nós!

 

No passado dia 27 de Novembro de 2015 (uma sexta-feira início de mais um fim-de-semana) a camada atmosférica envolvendo o planeta Terra foi sujeita a uma intrusão de um objeto voador desconhecido vindo do espaço exterior (neste caso uma Bola de Fogo) – e que acabou por impactar a superfície do nosso planeta: o incidente foi registado por uma rede de câmaras instaladas em pleno deserto australiano (numa iniciativa de um conjunto de investigadores da Universidade de Curtin) com os responsáveis pelo projeto a partirem de imediato para o terreno na procura de algum tipo de vestígios do impacto do objeto.

 

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Entrada na atmosfera do meteorito de Curtin

 

Uma procura que só terminou quando um dos fragmentos pertencentes à bola de fogo esverdeada (o dito meteorito), foi finalmente descoberto (bem enterrado) num leito lamacento de um lago de um deserto localizado nas proximidades. Um meteorito (bola de fogo ou estrela cadente) que ao atravessar a atmosfera terrestre se desintegrou (e vaporizou); no entanto com alguns dos seus fragmentos a atingirem o solo. Uma rocha com 1,6kg provavelmente formada aquando do nascimento do Sistema Solar – há mais de 4,5 biliões de anos.

 

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Fragmento do meteorito de Curtin após o impacto

 

Originalmente e antes de entrar na nossa atmosfera, fazendo parte de um corpo celeste de maior dimensão e que os cientistas estimaram andar pelos 80kg (o fragmento representaria assim 1/50 do meteorito inicial). Um corpo exterior ao nosso planeta e como tal alienígena, cheirando a uma mistura de sal e de lama (características do terreno onde caiu) e provavelmente contaminado (ou não viesse ele de sítios desconhecidos): no entanto tocado por todos (sem proteção) e sem qualquer problema. Ou não fosse neste caso mútuo o contacto – entre ele e a Terra e entre a mesma e nós próprios.

 

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Hoba o maior meteorito descoberto na Terra

 

Um fragmento de meteorito de pequenas dimensões (1,6kg dos 80kg iniciais), se o compararmos com o maior meteorito/fragmento descoberto sobre a superfície terrestre com cerca de 66 toneladas – há quase 100 anos por um agricultor namibiano: um grande objeto metálico chamado Hoba (constituído sobretudo por ferro/84% e níquel/16%) com quase 3m de comprimento (volume de 2,5m³) e tendo caído na Terra há cerca de 80 milhões de anos. Considerado um monumento nacional da Namíbia.

 

Ainda se lembram do incidente ocorrido com um meteoroide em Cheliabinsk (10.000 t e 17m)?
Foi só há três anos e causou mais de mil feridos.
É considerado o maior corpo celeste a atingir o nosso planeta desde o último acontecimento semelhante.
Ocorrido em 1908 em Tunguska.

 

(imagens: Desert Fireball Network, Curtin University e Wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:57

05
Ago 15

Se os Terrestres se Auto Exterminam porque não terem a colaboração de Extra Terrestres?

 

Como se já não bastasse ter inimigos como os EUA, Israel e agora as temperaturas elevadas, o Irão poderá estar agora a caminho de ser atacado por entidades alienígenas: depois da campanha levado a cabo contra os russos (Chelyabinsk) chegou agora a vez da campanha iraniana (Qazvin). E com a intervenção de verdadeiros projeteis, só faltando mesmo afiná-los.

 

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Meteorito atinge o Irão

 

No passado dia 30 de Agosto (quinta-feira) o Irão terá sido atacado a partir do espaço por uma nave de origem extraterrestre, a qual terá lançado em direção a este território situado nas proximidades do Golfo Pérsico (por coincidência localizado nas proximidades de Teerão), um artefacto desconhecido e potencialmente agressivo e que terá impactado finalmente em pleno solo iraniano. Muitos céticos e ainda um expressivo contingente de paranoicos (e outras autoridades oficiais, vieram desde logo contestar esta certeza (e não opinião), afirmando mais uma vez que ações deste tipo desenvolvidas no nosso planeta só poderiam ser lavados a cabo por terrestres e obviamente por norte-americanos: estes seriam os autores do ataque (aviso) e quando muito os alienígenas seriam seus aliados (e colaboradores).

 

No entanto a versão exclusivamente alienígena apresentada logo de início, é um facto inevitável e irrefutável: o artefacto é de origem extraterrestre e sendo oriundo do ambiente exterior ao nosso planeta, de uma forma ou de outra o seu controlo e comando também terá que ser forçosamente exterior (assumido externamente e de uma forma consciente, por algo ou por alguém).

 

O artefacto oriundo do espaço exterior terá penetrado a atmosfera terrestre no passado dia 30 de Julho, acabando por se desintegrar e cair sobre uma região desértica do Irão, localizada na região de QAZVIN muito próxima da capital Teerão. Segundo as poucas notícias que entretanto vão chegando do Irão não se terão registado vítimas mas apenas danos materiais: a explosão do artefacto (e o subsequente impacto dos seus fragmentos com o solo) terá provocado uma violenta onda de choque que terá sido responsável pelos maiores danos registados nas cidades mais próximas. Como se estivéssemos perante um ataque utilizando bombas de fragmentação e que num cenário muito semelhante nos recordasse o acontecimento de Chelyabinsk na Rússia (Fevereiro de 2013).

 

Seja de origem natural ou artificial, interna ou externa, o único facto real é que a Terra (tal como todos os outros planetas do Sistema Solar) continua a ser periódica e sistematicamente bombardeada por calhaus vindos do espaço que a rodeia. Se esses artefactos são dirigidos ou se autodirigem, essa já será uma questão mais profunda mas que certamente envolverá seres vivos organizados e certamente inteligentes: como nós, parecidos ou até diferentes. Mas que terá sempre como ponto de interrogação “quem são eles” e “o que será de nós”.

 

Já agora: terão os norte-americanos a Exclusividade Alienígena?

 

(imagem – WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:00

08
Set 14

 

Local de impacto do meteorito

 

Segundo notícias oriundas da Nicarágua a sua capital Manágua foi atingida no passado domingo dia 7 de Setembro por um objecto provavelmente vindo do espaço, que atravessou rapidamente a sua atmosfera acabando por colidir com a Terra: no local do impacto (situado nas proximidades do seu aeroporto) surgiu uma cratera de 12 metros (de diâmetro) por 5 metros (de profundidade).

 

Por coincidência no mesmo dia o asteróide 2014 RC (um calhau com 20 metros de diâmetro) passava aproximadamente a 40.000Km do nosso planeta, o que fez desde logo levantar a suspeita de que os dois acontecimentos poderiam estar interligados. Pelo menos o porta-voz do governo da Nicarágua não o desmentiu, ao afirmar que se tratava de “um pequeno meteorito talvez originado num asteróide que teria passado muito perto da Terra”.

 

(imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:46

17
Jan 14

Portugal: registo público de bola de fogo/meteorito

 

Data

14.01.2014

Observador

Rinka

Localização

Portugal – Corroios

Hora

20:25:00

Duração

2 segundos

Direcção

Norte-Sul

Cor

Laranja

Som

Não

Brilho

Semelhante ao da Lua

Fragmentação

Não

Comentário

Nunca vira um fenómeno semelhante e com tanto brilho


(fonte: thelatestworldwidemeteorreports.blogspot.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:36

17
Dez 13

“Todos os dias à nossa volta, uma infinidade de coisas acontecem”


O Meteorito de Chelyabinsk – Foto: Evgeny Andree

(há dez meses atrás)

 

Imagem do meteorito que sobrevoou a região russa de Chelyabinsk no dia 11 de Fevereiro deste ano explodindo e desintegrando-se ao atravessar a atmosfera terrestre, sendo na altura acompanhado pela respectiva onda de choque que provocou avultados danos e prejuízos em habitações e outras estruturas da região, além de muitas centenas de feridos.

 

(imagem – seti.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:59

19
Jan 12

O recém-chegado

 

Este meteorito foi recentemente descoberto por cientistas em Marrocos, sendo dos raros exemplares originários do planeta Marte, que atingiram recentemente a superfície do planeta Terra.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:28

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