Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

17
Jan 15

Aquilo que mais nos indigna e revolta além de nos revolver as nossas mais profundas entranhas, é a brutalidade bestial do argumento Administrativo:

 

Sem hesitação e pelo doente Administração demitida!

 

É que chefes e filhos da puta são o que não falta por aí.

 

Garcia da Horta vs. Vítima Mortal

 

TRIAGEM MAL FEITA B.jpg

 

O doente padecia de uma doença grave...
Com vários dias de evolução...
Esta sexta-feira...
O seu agravamento súbito...
Pelo carácter fulminante...
Tornou impossível qualquer procedimento...
Em tempo útil que evitasse a morte.

O tempo de espera não influenciou o desfecho final.
(administração do Hospital Garcia de Orta)

 

Um homem com cerca de 60 anos...
Recebeu uma pulseira amarela na triagem...
Morreu no dia 11 de Janeiro...
No serviço de urgência do Garcia de Orta...
Depois de ter estado três horas à espera de atendimento médico...
Mas a administração do hospital assegurou logo...
Que foram prestados todos os cuidados...

Que numa situação deste tipo são considerados adequados.
(administração da Família da Vítima)

 

Lembram-se?
Já na altura a guerra pela triagem estava instalada entre médicos e enfermeiros
Com o Ministro e como sempre irresponsavelmente a assistir

TRIAGEM MAL FEITA.jpg

Este caso aconteceu no Verão de 2013
E no entanto tudo se mantém

 

De quantas vítimas divulgadas pelos órgãos de comunicação social estão as autoridades responsáveis pela nossa Saúde à espera, para responsabilizarem de vez e se necessário FOR criminalmente, todos aqueles que com conhecimento de causa e por omissão deliberada têm pactuado com esta situação?

 

Para finalizar não interessa aqui considerar a consulta da ficha clínica do doente (atitude oficializada por ausência de resposta), já que se por um lado os leigos (a família) não a mencionaram, por outro lado os eruditos (o Hospital) limitaram-se a ignorá-la.

 

Pelos vistos somos todos Charlie!

 

(texto em negrito/itálico retirado de: RR – imagem retirada de: JN)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:15

20
Jul 14

I

 

Projéctil de 155mm a caminho de Gaza

(lançado a partir de território israelita)

 

Sem falar no número de feridos (aos milhares) registados desde o início desta nova campanha de limpeza israelita na Faixa de Gaza, os mortos já estão neste preciso momento muito perto de ultrapassar as quatro centenas: com a população civil à cabeça deste assassinato indiscriminado e colectivo e incluindo agora em muito maior número velhos e crianças – dada a opção estratégica de Israel ao decidir bombardear habitações civis – o genocídio da população palestina e a terraplanagem do território de Gaza tornaram-se agora muito mais evidentes. Mais um passo para um futuro colonato.

 

A Morte a caminho das habitações civis da Faixa de Gaza

 

E apesar das intermináveis e sucessivas violações dos direitos internacionais – incluindo o desrespeito total pelas deliberações do conselho de segurança da UN – Israel lá continua com a sua repetida e eficaz estratégia de impor a morte e o terror como forma de dominar mais facilmente o seu inimigo e inferior: é que não é por acaso que os residentes na Faixa de Gaza vivem tal e qual como um qualquer animal irracional e doméstico vivendo numa quinta de produção animal, deixados aí a crescer até ao seu ciclo se completar e finalmente chegar o momento de o abater. Cercados por terra, mar e ar, como num moderno e renovado campo de concentração.

 

(imagem/parcial – AFP/Jack Guez)

 

II

 

Thousands Flee Major Battle In Gaza

GAZA CITY, Gaza Strip

(AP)

 

Escalating their ground offensive, Israeli troops backed by tanks and warplanes battled Hamas militants in a crowded neighborhood of Gaza City on Sunday. The fighting, including heavy Israeli tank fire, killed scores of Palestinians, forced thousands to flee their homes and left dozens of homes destroyed.

 

Correndo pela Vida face à selvajaria dos bombardeamentos israelitas

 

Palestinian health officials reported at least 50 dead in air and artillery strikes that echoed across the city for hours and sent panicked residents fleeing, many carrying small children and waving white flags. Gaza officials said 35,000 people fled their homes Sunday.

 

(texto/parcial: Karin Laub/Peter Enav/The Huffington Post – imagem: AFP/Mahmud Hams)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:59

16
Jul 14

“Fortemente criticada no Facebook por promover a morte dos animais irracionais: o problema é que os outros – os racionais – já parecem estar mortos”

 

Kendal Jones é uma jovem caçadora norte-americana com apenas 19 anos de idade. Como figura pública é conhecida por publicar imagens de animais mortos durante as suas caçadas, justificando a sua postura como uma forma de controlar a densidade populacional das diferentes espécies selvagens.

 

Os Animais segundo Kendall Jones

 

Naturalmente que nem todos aceitam esta filosofia de vida pessoal e particular: é que todos nós sabemos que hoje em dia as fronteiras anteriormente reconhecidas entre os diversos sectores e estruturas da nossa sociedade (então fortalecidas pela preservação da nossa memória e da nossa cultura popular e humanista) estão cada vez mais desvanecidas (senão mesmo desaparecidas), podendo em certos casos ser deslocadas abusivamente de cenário e de elenco, edificando a partir daí uma construção evidente e propositadamente desenquadrada. Animais somos todos nós, mas agora com a possibilidade de podermos ser abatidos a qualquer momento e sem aviso prévio, desde que alguém veja nesse acto espontâneo uma virtude. Depois é só legalizar a situação junto das entidades governamentais e a partir daí formar o nosso grupo e milícia privada: no fundo o que os Estados já fazem mas que ainda lhes custa divulgar.

 

(imagem retirada da página do Facebook de Kendall Jones)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:51

11
Jul 14

“Enquanto o mundo estiver nas mãos das auto-nomeadas e minoritárias elites que dele apenas se aproveitam para nos subjugar e manipular, não vejo como algo poderá mudar por pouco que seja: talvez esta civilização esteja apenas perto de um novo Salto”.

 

Gaza

 

Enquanto existirem entrepostos comerciais de vendas de armas e de fornecimento ilimitado de mercenários, o resto do mundo jamais poderá viver em paz. Exemplos de estados como o de Israel em que toda a sua estrutura socioeconómica de base assenta nas suas forças armadas e no seu poderio militar (para desse modo se impor aos seus vizinhos, aterrorizando-os) nunca poderão ser algo a aceitar e a replicar, isso se quisermos sobreviver e impormo-nos neste planeta modelo como a espécie predominante. A violência e a morte nunca serão uma solução, apenas mais um campo de sofrimento e de destruição das grandes e poderosas industrias militares mundiais, unicamente interessadas em testar directamente os seus novos equipamentos, em cenários recriados de guerra e contando com a presença humana (de modo a uma fácil determinação da sua eficácia, pelo simples cálculo da razão mortos/feridos).

 

Gaza

 

É no entanto bastante claro para todos nós que nos postos de comando destes típicos, tradicionais e cada vez mais mortais jogos de guerra, terão de estar forçosamente presentes, uma grande variedade de psicopatas. Rebobinando os episódios poderemos recuar aos acontecimentos decorrentes na Guerra Civil Síria, agora estendendo-se sem fim à vista até ao terraplanado Iraque: tudo iniciado há muitos anos atrás com o slogan promocional invocando a existência de armas de destruição maciça (nunca se imaginando – nem em sonhos – serem de origem norte-americanas). Agora com os novos subprodutos terroristas norte-americanos e verdadeiros sucessores da Al-Qaeda a assumirem o protagonismo no Médio-Oriente (contando com o apoio financeiro da Arábia Saudita e em armamento dos USA), tentando por todos os meios apoderar-se pela força da matéria-prima destes ex-estados, colocando-a ilegalmente no mercado e trocando-a por uns miseráveis dólares. É evidente que Israel compreende o perigo que pode vir desses movimentos terroristas apoiados pelos USA e das armas que continuam a circular entre estas fronteiras inexistentes e no interior de territórios sem qualquer tipo de controlo. A táctica foi evidente: criar uma diversão (a morte dos três jovens israelitas), invocá-la como justificação (matando desde logo outro jovem mas agora palestino) e atacar sem aviso, brutalmente e de imediato. Gaza foi mais uma vez a escolha de Israel, tal e qual como a sua população civil: mais de 100 mortos e de 600 feridos com os alvos a serem as casas dos palestinianos. Nestas guerras brutais entre criminosos de guerra que não recuam perante a morte dos seus semelhantes, tudo é sempre possível ou imaginável: como o que já corre por aí na comunicação mundial de que a morte dos três jovens israelitas poderia ter outro autor verdadeiramente inesperado e inacreditável (pelo menos para alguns). Obsceno!

 

(imagens – sott.net)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:52

03
Jul 14

Agora que o Iraque e a Síria são dois estados completamente destruídos e entregue ao saque desenfreado e sem limites de milhares de mercenários, acho que o mundo já tem todas as provas necessárias para chamar ao banco dos réus dum qualquer Tribunal Penal Internacional os criminosos de guerra – que como todos nós sabemos a patrocinaram e assumiram – assim como todos os seus apoiantes: acho que toda a destruição causada e o genocídio brutal de populações são suficientes.

 

          

Opositores sírios nas mãos de mercenários ISIS

(presos, torturados, abatidos, crucificados e finalmente reescritos)

 

É certo que alheando-nos de tudo o que não vemos ou escutamos à nossa volta – mesmo que nos caia o céu em cima – poderemos pensar que afinal de contas Bagdade fica a cerca de 5.000Km de distância (de Lisboa), lá muito e muito longe de Portugal e por onde antigamente chegaram a andar os nossos Cruzados combatendo corajosamente os infiéis, mas sempre em nome de Deus e da religião Cristã: no fundo uma guerra declarada contra Maomé – uma espécie de heterónimo de Cristo – neste caso como uma projecção do mesmo profeta (original), mas aqui moldado para consumo exclusivo dos muçulmanos. Já agora não se esqueçam que as Cruzadas Cristãs foram apenas uma resposta do Ocidente às Cruzadas Muçulmanas que varreram largos territórios após a morte de Maomé – dando vazão ao fervor religioso árabe registado na época – e se foram alastrando um pouco por todo o mundo (mesmo indirectamente) acabando mais tarde por atingir a própria Europa.

 

Mas então aproximemo-nos um pouco mais de Portugal e fixemo-nos em Kiev: ultrapassamos agora os 3.000Km de distância. Já estamos agora no interior do continente Europeu, mesmo sobre a linha de fronteira entre a velha Europa de Merkel e a nova Rússia de Putin. O ponto e o momento ideal para mais uma intervenção dos Estados Unidos da América no Mundo, tentando desta maneira matar logo três coelhos de uma só cajadada e retomar assim o seu sonho já antigo (ressuscitado com a derrocada da U.R.S.S.) da conquista da supremacia absoluta: colonizar a Europa moribunda de Merkel (e de Cameron), desestabilizar a dinâmica Rússia de Putin e indirectamente afectar o seu poderoso inimigo asiático, a China. Apesar da Ucrânia poder ser o ponto de viragem em direcção a um novo conflito regional (levando atrás de si toda uma Europa em decadência e sem liderança ou ideologia e provavelmente orientando-nos para um renovado cenário de subdesenvolvimento apocalíptico), esqueçamos mais uma vez o significado da expressão proximidade e aproximemo-nos ainda mais da nossa linda e acolhedora casinha.

 

Estamos agora no Norte de África nas proximidades do porto de Tânger – a cerca de 440Km de Lisboa (ou no caso de seres um turista ocasional a 230Km de Faro):

- “E hordas de mouros fazendo-se transportar em todo o tipo de barcos começaram a invadir a Europa, morrendo milhões na travessia do estreito mas com outros tantos ou mais vingando à chegada a morte dos seus, impondo a sua moral e cuspindo no servilismo dos situacionistas. Entretanto a invasão vinda de África tornara-se esmagadora e enquanto os fogos se aproximavam no horizonte, já a falta de água era uma doença crónica”.

 

(imagens tiradas do NYT)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:22

11
Abr 14

Copenhagen Zoo Kills Four Healthy Staff Members To Make Space for New Employees

(The Global Edition)

 

 

COPENHAGEN (The Global Edition) – The Copenhagen Zoo has killed several of its staff members early this morning in order to create four new job openings, the Zoo public relations sector reported.

 

Officials of the Zoo say that the four members of the staff were humanely executed after being put to sleep with a lethal injection, and then skinned and chopped up while visitors crowded around and the meat was fed to the lion population.

 

“Based on the recommendation of the European Association of Work and Organizational Psychology (EAWOP), we have decided to make space for new work positions, because the Zoo needs new workers, and we found that killing old staff members was the cheapest and the most efficient way to do it,” said Zoo spokesman Tobias Stenbaek Bro “Four of the oldest staff members, among them one female, were put to sleep with a lethal injection and then fed to the giraffes. However, the giraffes didn’t show interest in their meat, so they were fed to the lions,” explained the Zoo spokesman.

 

“Being that the oldest staff members could no longer keep track with the new Zoo technologies, and could not manage themselves in the fast and ever-changing job environment, we feel that the criticism coming from some of their family members is completely unfounded,” the Zoo spokesman was quoted as saying.

 

“Zoos do not own the staff, but they are in charge of their employment, and in that regard have the full right to do with them whatever is considered necessary when they are on the Zoo territory”, said Tobias Stenbeak Bro. “It was the only humane way to dispose of them, you know. We couldn’t just leave them without jobs in this economy, as some heartless observers suggested”.

 

The Zoo spokesman concluded that “considering that the Zoo animals were fed with the meat of the former employees, the food chain was virtually completed, which is totally in respect of the law of nature”.

 

(theglobaledition.com – 28.03.2014)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:07

05
Abr 14

“Existem mais norte-americanos que acreditam no Diabo do que no Sonho Americano – motivo pelo qual muitos dos seus políticos afirmam falar diariamente com Deus” (!?)

 

II Guerra Mundial

Os Campos da Morte de Eisenhower

(Martin Brech – Humans Are Free)

 

 

Campo de Concentração Aliado de Andernach

Alemanha

1945

 

 

Alguns dos factos:

 

  • 50,000 prisoners;
  • I encountered a captain on a hill above the Rhine shooting down at a group of German civilian women with his .45 caliber pistol. When I asked, “Why?,” he mumbled, “Target practice,” and fired until his pistol was empty; 
  • They considered the Germans subhuman and worthy of extermination;
  • These prisoners, I found out, were mostly farmers and workingmen, as simple and ignorant as many of our own troops. As time went on, more of them lapsed into a zombie-like; 
  • Whenever a German prisoner staggered or dropped back, he was hit on the head with a club and killed;
  • I remember an eighteen-year old woman who had the side of her faced smashed with a rifle butt, and was then raped by two G.I.; 
  • So what? The enemy’s atrocities were worse than ours;
  • Since I spoke out a few weeks ago, I have received threatening calls and had my mailbox smashed. But it’s been worth it. Writing about these atrocities has been a catharsis of feelings suppressed too long, a liberation that perhaps will remind other witnesses that “the truth will make us free, have no fear.” 

(Martin Brech – humansarefree.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:03

31
Mar 14

Does Death Exist? New Theory Says ‘No’

(Robert Lanza – Chief Scientific Officer of Advanced Cell Technology)

 

The Multiverse

 

Many of us fear death. We believe in death because we have been told we will die. We associate ourselves with the body, and we know that bodies die. But a new scientific theory suggests that death is not the terminal event we think.

One well-known aspect of quantum physics is that certain observations cannot be predicted absolutely. Instead, there is a range of possible observations each with a different probability. One mainstream explanation, the “many-worlds” interpretation, states that each of these possible observations corresponds to a different universe (the ‘multiverse’). A new scientific theory – called biocentrism – refines these ideas. There are an infinite number of universes, and everything that could possibly happen occurs in some universe. Death does not exist in any real sense in these scenarios. All possible universes exist simultaneously, regardless of what happens in any of them. Although individual bodies are destined to self-destruct, the alive feeling – the ‘Who am I?’- is just a 20-watt fountain of energy operating in the brain. But this energy doesn’t go away at death. One of the surest axioms of science is that energy never dies; it can neither be created nor destroyed. But does this energy transcend from one world to the other?

Consider an experiment that was recently published in the journal Science showing that scientists could retroactively change something that had happened in the past. Particles had to decide how to behave when they hit a beam splitter. Later on, the experimenter could turn a second switch on or off. It turns out that what the observer decided at that point, determined what the particle did in the past. Regardless of the choice you, the observer, make, it is you who will experience the outcomes that will result. The linkages between these various histories and universes transcend our ordinary classical ideas of space and time. Think of the 20-watts of energy as simply holo-projecting either this or that result onto a screen. Whether you turn the second beam splitter on or off, it’s still the same battery or agent responsible for the projection.

According to Biocentrism, space and time are not the hard objects we think. Wave your hand through the air – if you take everything away, what’s left? Nothing. The same thing applies for time. You can’t see anything through the bone that surrounds your brain. Everything you see and experience right now is a whirl of information occurring in your mind. Space and time are simply the tools for putting everything together.

Death does not exist in a timeless, spaceless world. In the end, even Einstein admitted, “Now Besso” (an old friend) “has departed from this strange world a little ahead of me. That means nothing. People like us…know that the distinction between past, present and future is only a stubbornly persistent illusion.” Immortality doesn’t mean a perpetual existence in time without end, but rather resides outside of time altogether.

This was clear with the death of my sister Christine. After viewing her body at the hospital, I went out to speak with family members. Christine’s husband – Ed – started to sob uncontrollably. For a few moments I felt like I was transcending the provincialism of time. I thought about the 20-watts of energy, and about experiments that show a single particle can pass through two holes at the same time. I could not dismiss the conclusion: Christine was both alive and dead, outside of time.

Christine had had a hard life. She had finally found a man that she loved very much. My younger sister couldn’t make it to her wedding because she had a card game that had been scheduled for several weeks. My mother also couldn’t make the wedding due to an important engagement she had at the Elks Club. The wedding was one of the most important days in Christine’s life. Since no one else from our side of the family showed, Christine asked me to walk her down the aisle to give her away.

Soon after the wedding, Christine and Ed were driving to the dream house they had just bought when their car hit a patch of black ice. She was thrown from the car and landed in a banking of snow.

“Ed,” she said “I can’t feel my leg.”

She never knew that her liver had been ripped in half and blood was rushing into her peritoneum.

After the death of his son, Emerson wrote “Our life is not so much threatened as our perception. I grieve that grief can teach me nothing, nor carry me one step into real nature.”

Whether it’s flipping the switch for the Science experiment, or turning the driving wheel ever so slightly this way or that way on black-ice, it’s the 20-watts of energy that will experience the result. In some cases the car will swerve off the road, but in other cases the car will continue on its way to my sister’s dream house.

Christine had recently lost 100 pounds, and Ed had bought her a surprise pair of diamond earrings. It’s going to be hard to wait, but I know Christine is going to look fabulous in them the next time I see her.

 

(text – robertlanzabiocentrism.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:00

24
Mar 14

“Mesmo que o caminho seja único, existe sempre alternativa – e a morte não é impedimento ou desculpa, apenas uma porta de entrada”

 

Normalmente estariam numa situação anormal

 

O João despertou do seu coma profundo quando se encontrava no último andar dum arranha-céus em construção situado bem no centro da capital. Ao seu lado encontrava-se um cão que na altura ele não reconheceu, suportado como se fosse um humano em dois dos seus membros, enquanto atentamente observava o cenário que se abria diante de si. Usavam ambos óculos – o João e o cão – e ambos olhavam espantados: debaixo do céu avermelhado ninguém se mexia.

 

Estavam no centésimo andar. Enquanto o cão perscrutava por simples instinto e por necessidade de perda de tempo o horizonte, o João deixara-se ficar estrategicamente paralisado, não mexendo nem piando. À volta deles não viam ninguém. Enquanto isso o silêncio era asfixiante, aqui e ali apenas perturbado por uma mais intensa e ruidosa rabanada de vento ou por um súbito mas curto som indefinido e não localizável.

 

O João ainda deu uma dezena de passos em frente, mas a força do vento e a falta de barreiras de protecção na elevada construção, levou-o rapidamente até ao mundo das vertigens e à sensação de queda eminente no abismo. Interessado o cão continuava a analisar a situação em que se encontrava, olhando para todos os lados, espreitando sem desequilíbrio para baixo e até cheirando a união duma das vigas laterais: pelo seu odor a novo – típico de todo o material produzido recentemente – e pela perfeição de todos os seus acabamentos o edifício não representava qualquer tipo de perigo.

 

O piso não tinha qualquer tipo de acesso: nem escadas, nem elevador nem outro tipo qualquer de transporte vertical. Não se percebia como era possível ter-lhe acesso, nem sequer como é que os dois lá tinham ido parar. O cão parecia rir-se de contente, olhando por vezes de soslaio para o João e parecendo estar a divertir-se com a situação: talvez num momento de aflição o João ainda o viu a levantar uma das suas patas traseiras, urinando com um esgar de prazer e de satisfação em direcção ao abismo. Alguém gritou lá em baixo mas certamente não seria por estar a chover e se sentir molhado.

 

Passada uma hora ainda se encontravam sensivelmente no mesmo sítio, cem andares acima do solo. Ninguém dera pela sua falta nem gritara fosse pelo que fosse. E o frio apertava à medida que ia anoitecendo, com a fome e a sede a serem cada vez mais difíceis de suportar. Para piorar o cenário e abatê-los aos dois um pouco mais, lá em baixo e bem iluminada no interior da praceta anexa ao centro comercial, a casa de hambúrgueres explodia de gente com o próprio drive-in esgotado e um cheiro profundo e brutal a elevar-se nos ares.

 

Em conjunto e após um curto período de reflexão chegaram finalmente à conclusão de que aquela situação era verdadeiramente insuportável e que teria que ter uma resolução imediata. Era inaceitável estarem limitados aquele espaço, não tendo sequer aceso às áreas adjacentes que o suportavam: a liberdade era um direito alienável e nada nem ninguém os poderia impedir de a usufruir à sua vontade. Olharam para baixo, deram as mãos e atiraram-se de cabeça: sabiam andar, sabiam nadar e certamente que se arranjariam a voar. A carne picada chamava por eles.

 

(um dia o João – um jovem tranquilo, simpático e conversador, vivendo num ambiente familiar comum e sem sinais visíveis de anormalidade – perdera definitivamente a cabeça ao ver pela enésima vez os miúdos da sua rua a atirarem pedras ao pequeno cão, que o seu pai lhe dera quando concluíra com empenho e distinção o seu percurso na escola primária; levado por um impulso repentino e actuando duma forma inconsciente pegara então na espingarda do seu progenitor e pusera-se a disparar indiscriminadamente sobre quem lhe aparecia pela frente; só foi interrompido na sua saga ininterrupta e assassina quando foi atingido à queima-roupa em cheio e em pleno crânio pela bala da pistola disparada por um vizinho; em coma foi então enviado de urgência para o hospital da cidade onde viria a falecer pouco tempo depois; atingido no tiroteio por uma bala perdida também o seu cão acabaria por ter destino idêntico sensivelmente pela mesma hora)

 

(imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:23

20
Mar 14

Falta de Valores (de quem manda – as corporações multinacionais) e Hipocrisia (de quem lhes obedece – os políticos e corruptos)

 

O Mundo tem que se começar a convencer que quem manda já não são os políticos que muitos ainda elegem convencidos que os irão defender, mas as grandes corporações internacionais que “fazem do segredo a alma do seu negócio”: nós somos apenas instrumentos ainda necessários mas futuramente sujeitos a formatação (que incluiu a eliminação de excedentários). De resto aquilo que nos ensinaram (e a que nos condicionaram): “amigos amigos negócios à parte”.

 

Base militar dos EUA em Diego Garcia

 

A resposta a todas as interrogações e dúvidas sobre o misterioso caso do Boeing 777 desaparecido no passado dia 8 de Março – já lá vão 11 dias – em pleno voo entre Kuala Lumpur e Pequim ao serviço das Linhas Aéreas da Malásia, poderá estar em pleno oceano Índico mais precisamente no atol de Diego Garcia onde os EUA tem instalado uma grande base militar.

 

E a prova real e irrefutável reside nos relatos oriundos do atol de Dhaal localizado nas Ilhas Maldivas – por sinal também situado em pleno oceano Índico um pouco acima do atol de Diego Garcia – onde residentes afirmam ter avistado um avião em tudo idêntico ao Boeing 777 malaio – até nas suas características riscas vermelhas sobre fundo branco – a sobrevoar a baixa altitude o território: no mesmo dia do seu desaparecimento, cinco a seis horas após a sua partida de Kuala Lumpur e parecendo dirigir-se de norte para sudoeste em direcção à base norte-americana.

 

A baixa altitude a que se deslocava o avião terá despertado a curiosidade dos residentes do atol, dado o intenso barulho produzido pelo avião a jacto ao fazer a travessia da ilha. Recorde-se que os últimos sinais relacionados com o voo MH 370 reportam-se a uma área relativamente próxima das Maldivas e de Diego Garcia e que nas proximidades do atol de Dhaal não era na altura esperada a passagem de qualquer tipo de voo – pelo menos civil.

 

Os testemunhos registados por várias dos residentes no local são todos coincidentes: afirmam ter vindo para o exterior de suas casas alarmados com o estranho e intenso barulho que se fazia sentir, acabando por avistar um jacto sobrevoando o seu território e voando a tão baixa altitude, que até conseguiam descortinar alguns pormenores do mesmo como portas e janelas.

 

Tendo ou não sido dirigido para a base de Diego Garcia, tendo ou não desaparecido em pleno oceano Índico, ninguém poderá acreditar que o sistema de vigilância desta importantíssima base aérea norte-americana na região, não estivesse alertada para a situação nem tomasse nenhuma atitude face à (possível e/ou esperada) aproximação dum objecto desconhecido e potencialmente perigoso. Mas dado o tempo que já passou é cada vez menos credível que alguma vez possamos ver ainda vivos os ocupantes do avião: e disso se começam a convencer os familiares (com as suas manifestações de revolta a aumentarem à medida que o tempo passa e nada de visível para descobrir os seus familiares se faz) e os próprios investigadores (sem acesso a ferramentas disponíveis mas a eles interditas, para poderem trabalhar com eficácia).

 

Só lhes restará mesmo esperar e ver no final como a China aceita a morte dos seus compatriotas: se nada fizer então também estará implicada – mesmo que indirectamente no encobrimento das suas causas (provocadas por outros) e consequências (afectando todos nós). Aliás como já muitos observadores independentes vão afirmando sabendo-se das movimentações estranhas e recentes em torno da base de Diego Garcia, com notícias a referirem-se insistentemente à chegada de especialistas chineses ao atol sob controlo norte-americano.

 

(imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:51

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