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Sea Blob

Sábado, 10.12.16

Taxonomic groups the Genus Bathochordaeus belongs to

(Taxonomic tree with all the different species)

 

Kingdom: Animalia – Phylum: Chordata – Class: Appendicularia – Order: Copelata – Family: Oikopleuridae – Genus: Bathochordaeus

(Bathochordaeus charon and Bathochordaeus stygius)

 

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SEA BLOB

(Bathochordaeus charon)

 

Um ser vivo de forma e consistência estranha (para os seres vivos de contornos e constituição bem definidas com quem habitualmente convivemos no nosso quotidiano diário) habitando as águas profundas dos oceanos (registos a partir dos 135Km de profundidade), levando-nos a pensar mais uma vez como a Vida se pode apresentar com aspetos tão diferenciados (e por vezes mesmo irreconhecíveis), à primeira vista e sob análise dos nossos órgãos dos sentidos (que como todos nós sabemos introduzem erros ao adaptarem-se à nossa realidade) nem o parecendo: quando muito um ser vivo pertencendo ao mundo vegetal, ao mundo mineral ou a um outro subconjunto destes (podendo ser partilhados e ter algo de orgânico) – e inferior num contexto de hierarquia de classes (no fundo tratando-se de uma simples larva), de persistente falta de notoriedade (ausência prolongada), de insuficiente definição física (e transparência excessiva) e sobretudo seguindo um ponto de vista estritamente racista (social e cultural) tão característico da nossa Sociedade e Civilização (o que nos define como inteligentes), antissocial, marginal e parecendo mesmo um Extraterrestre.

 

Não sendo esse o caso do nosso ser vivo SEA BLOB pois sendo imensa a diversidade de vida existente neste fantástico ecossistema que envolve o nosso planeta, muitas serão as visões do mundo propostas pelo conjunto dessa espetacular e sempre imprevista variedade biológica – rapidamente aceites e integradas pela Natureza que esta Esfera suporta. Um ser vivo diferente, presente, complementar: usando uma túnica (a película que o envolve) vivendo no fundo do oceano (podendo por vezes surgir perto da superfície), em colónias ou em solitário e sendo hermafrodita. Semelhante a uma larva (com cauda), envolvida por uma camada gelatinosa (que elas próprias produzem), conservando ainda a corda dorsal e como animais marinhos vivendo nas profundezas dos oceanos alimentando-se de plâncton e outros compostos orgânicos (como detritos).

 

Uma larva gigante (Bathochordaeus charon) de aspeto bem psicadélico envolvida por uma nuvem de muco completamente transparente e transformada na concretização do seu ciclo de vida (e apenas flutuando) num verdadeiro e grande filtro instalado no ecossistema marinho: filtro esse vital por responsável pela sua alimentação. No entanto e ao contrário do seu companheiro Bathochordaeus Stygius (observado às centenas) com esta larva Bathochordaeus charon (uma espécie já mítica e rara) a ser registada apenas uma dúzia de vezes.

 

(introdução/inglês: skaphandrus.com – imagem: livescience.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:13

MARTE – Mars Curiosity Rover

Segunda-feira, 06.04.15

Enquanto o veículo motorizado da sonda Curiosidade continua a sua interessante e instrutiva visita sobre a superfície do planeta Marte (sob comando dos responsáveis da NASA), não deixam de crescer os comentários e as sugestões cada vez mais elaboradas sobre aquilo que provavelmente estaremos a ver.
Se alguns de nós poderemos discordar de muitas das sugestões e explicações até agora propostas, o que nunca poderemos negar é que estaremos perante vestígios arqueológicos de qualquer coisa na sequência de algo qualquer.

 

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De um lado estarão os cientistas da NASA; do outro os cépticos de tudo o que os primeiros nos apresentam; e finalmente no meio de toda esta confusão estaremos nós.
Quanto à NASA tudo terá uma explicação desde que não envolva terceiros (apenas eles e nós) e seja de origem natural: desde podermos estar a observar regiões da superfície marciana anteriormente cobertas por oceanos e agora secas, desérticas e isentas de vida, até à verificação actual de exemplos de formação à superfície de alguns depósitos minerais.
Quanto a nós a decisão mais razoável será a de aceitar o que a NASA diz: afinal de contas são cientistas, têm um grande trabalho já realizado anteriormente e estão mesmo que indirectamente no local do crime.
Crime? Aí entram os cépticos e entre eles os teóricos da conspiração.

 

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Há pouco mais de 4 biliões de anos o planeta Marte estava parcialmente coberto de água. Com a existência desta já suficientemente confirmada, tantos eram os vestígios da sua presença em pequenos depósitos nos pólos, em indícios de antigas correntes impressas no seu solo e até nos sedimentos encontrados nas grandes bacias de Marte. Calcula-se que cerca de 20% do planeta estivesse coberto por água e que um grande oceano cobrisse o planeta. Algo de que na altura a civilização aí existente usufruiu, tanto para sua subsistência como para recreação e prazer. Em Marte a força de gravidade era menos de metade de que na Terra: aproveitando este facto e as vagas criadas por este fenómeno, o surf era um desporto de massas e mesmo de nível planetário.

 

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No litoral as habitações seguiam sofregamente a linha da costa. Para o interior do continente largas vias de comunicação estabeleciam estreitas e intrincadas ligações com os mais importantes centros urbanos: com estradas perfeitamente asfaltadas e direccionadas para todos os grandes pólos desta civilização (previsivelmente) demasiadamente centrada em si e talvez por essa razão ainda pouco interessada no que se passava no seu exterior (na Terra). Que por ironia iria representar o seu futuro. Hoje com essas habitações completamente obliteradas e disseminadas pelo solo marciano durante milhões e milhões de anos e com o que restou dessas estradas grandiosas a poder ainda ser observado aqui e ali através das imagens enviadas pelas sondas oriundas da Terra, mostrando-os um solo como que partido e construído como se de um puzzle se tratasse.

 

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O crime residirá para os adeptos da conspiração na não divulgação de tudo o que na realidade os responsáveis da NASA sabem, pois se tal o fizessem poriam definitivamente a claro o facto então indesmentível da existência de alienígenas: e até com ligações familiares. Da mesma forma que toda a atmosfera e água marciana desapareceram de repente, podendo por qualquer tipo de Evento extraordinário e inexplicável terem sido transportados directa e acidentalmente para a Terra (porque não transportado por um grande cometa), porque não se terá também preparado antecipadamente para o Evento que aí vinha, a civilização aí posta em causa? Era só apanhar a boleia (do cometa) ou deslocar-se em transporte próprio. Dado o salto na Terra recomeçariam um novo ciclo.

 

(imagens – NASA)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:47

Se É Assim … Vamos Lá Destruir!

Segunda-feira, 28.05.12

No nosso mundo organizado não podemos deixar as crianças fazer tudo – é que de início elas imitam tudo e isso não pode ser!

 

O Dia em que a Terra parou – filme de SCI-FI de 1951

 

ET (extraterrestre)

 

O mais famoso caçador de extraterrestres do nosso planeta afirmou que os ET na sua passagem por outros mundos como a Terra não tem como objetivo único e paranoico escravizar-nos ou mesmo comer-nos – dado o seu imenso avanço tecnológico não têm necessidade de usar estas atitudes violentas e extremas – mas apenas o de explorar novos mundos existentes neste universo. Quando muito o de analisar cientificamente o nosso comportamento social por vezes inexplicável e incompreensível, de modo a contribuir positivamente no sentido de nos salvar de atos que nos poderão levar à extinção.

 

T (terrestre)

 

Se os extraterrestres forem todos assim, vamos lá continuar a dar cabo dos terrestres, pois para isso cá estamos nós … sós!

 

Canibalismo – Da Bactéria ao Homem, do Alimento ao Combustível

 

BC (biólogo do costume)

 

Em pânico temporizado e antecipado, o mundo observa o progressivo e acelerado fim do maior combustível fóssil utilizado hoje em dia para fazer funcionar todas as máquinas do planeta – o petróleo – sem ver ainda qualquer tipo de luz ao fundo do túnel, que alimente o resto do caminho da humanidade, na sua passagem por este espaço reservado. No entanto os biólogos do costume – que poderiam trabalhar para uma multinacional ligada à alimentação, mas que alternativamente trabalham para uma multinacional ligada aos combustíveis – optam servilmente em transformar toda e qualquer fonte de alimento, aéreo, terrestre ou marinho, nesse combustível imprescindível à sobrevivência das máquinas que nos dirigem e controlam.

 

C (costume)

 

Se todos procederem assim não necessitaremos destes biólogos: basta melhorarmos os métodos de Hitler, os objetivos dos fornos crematórios e queimarmos os excedentes populacionais existentes em abundância e sem registo em todos os cantos do mundo, para consumo urbano e satisfação dos mais desprotegidos, ainda registados e não desativados. Toda a comida é combustível e as nossas células são a prova disso!

 

O Salvador Substituto – A Erva do Mar

 

IO (investigador de oceanos)

 

Investigadores descobriram que muita da flora marinha existente sob os oceanos – o equivalente aos nossos relvados à superfície da terra – é capaz de armazenar grandes quantidades de dióxido de carbono, tal e qual como o que acontece nas nossas florestas. Note-se que os níveis de carbono afetam diretamente a evolução da temperatura no nosso planeta, podendo provocar ao longo do tempo, fortes alterações climáticas e mudanças imprevisíveis e negativas para a nossa sobrevivência.

 

I (investigador)

 

Assim já podemos alegremente deitar fogo ao que resta da nossa floresta sobre o planeta Terra, encher os terrenos de revolucionárias culturas biocombustíveis e vê-las em seguida e como num sonho todas a arder: se entretanto tivermos falta de algo, basta atirarmo-nos ao mar e ir para lá pastar. 

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:19