Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

15
Jul 15

Agora que o HOMEM parece ter desistido da (sua) CONQUISTA (pessoal) do ESPAÇO enviando DRONES teleguiados a partir de construções edificadas em TERRA – o que seria da nossa HISTÓRIA se o HOMEM tivesse abandonado a sua SAGA dos DESCOBRIMENTOS e apenas tivesse largado barquinhos no mar para se entreter – só nos restam as imagens de TV: e é pena não podermos TOCAR e SENTIR, pondo todos os nossos órgãos dos sentidos em plena actividade (fazendo-nos sentir de novo vivos e em movimento contínuo).

 

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PLUTÃO o planeta e CHARON uma das 5 luas
Aquilo que parece um sistema duplo de corpos celestes
(muito semelhantes e com aspecto familiar)

 

Em vez de nos oferecer imagens da chegada da sua sonda NEW HORIZONS ao ponto de maior proximidade ao longínquo planeta PLUTÃO (já lá vão mais de 25 horas), a NASA continua a apresentar-nos uma imagem referente a 13 de Julho (anterior ao encontro de 14 de Julho): só que em vez de ser apresentada com uma cor mais natural mas um pouco esbatida e com pouca definição, aparecendo agora mais bonita socorrendo-se da adição de cores falsas.

 

O que mais uma vez nos entristece a todos (sejamos leigos ou eruditos) pois esta actuação por parte da NASA já se tornou comum e banal e sempre com as mesmas explicações – sempre direccionadas de iluminado para ignorante e com total desrespeito pelos segundos: uma demora sempre justificada por algum tipo de execução técnica ainda por cumprir ou com uma outra justificação aparentemente mais respeitosa para com a inteligência dos seus (muitos deles há muito fieis) seguidores.

 

Mas convenhamos que apesar de assim proceder na esmagadora maioria de casos ocorridos (e semelhantes), por vezes a NASA no decorrer da concretização de cada um desses diferentes percursos nos vai dando algumas boas pistas e sinais: que finalmente e na hora prevista ao tornarem-se efectivos, até que acabam por ser divertidos (e que já agora confessando nos fazem ficar sempre à espera). Deste modo aceitamos a para já desalentadora definição das imagens oriundas das vizinhanças de Plutão (quando as câmaras a bordo da New Horizons são segundo os técnicos da missão das melhores até agora enviadas equipando sondas espaciais) e a demora da chegada das primeiras imagens após o histórico encontro NEW HORIZONS/PLUTÃO (talvez para a NASA as embelezar). Pelo menos confesso que estive à espera e em verdadeira suspensão pela chegada a zero da contagem indicando a chegada da sonda ao planeta; depois olhando com expectativa a contagem decrescente até que o ET a bordo da sonda telefonasse; neste momento vendo o tempo a passar após o ET ter telefonado esperando ansiosamente que este envie imagens por FAX; sabendo que talvez a única coisa que me espera será continuar a olhar para o relógio indicando o tempo total da missão (hoje no seu 3463.º dia). Sejamos pacientes, confiemos na NASA e saibamos esperar (três verdadeiras missões).

 

Perto das 15:00 continuamos à espera.

 

(imagem – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:06

14
Jul 15

Antes das duas da madrugada de quarta-feira (amanhã) a NASA começará a receber as mais próximas e nítidas imagens alguma vez obtidas do misterioso planeta PLUTÃO.

 

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Plutão a 13 de Julho

 

Vista parcial de PLUTÃO (imagem da passada segunda-feira) quando a sonda NEW HORIZONS se encontrava ainda a mais de 700.000km de distância do planeta anão. Tendo atingido entretanto o seu ponto de maior aproximação a Plutão (o que aconteceu hoje a pouco mais de 12.000km da superfície do planeta), aguarda-se agora na TERRA a chegada das primeiras imagens deste extraordinário acontecimento (previstas para dentro de pouco mais de nove horas).

 

(imagem – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:53

14 de Julho de 2015
“Finalmente Plutão, o Décimo Planeta do Sistema Solar!”
(como aprendi na minha escola primária)

 

No preciso momento em que a sonda NEW HORIZONS se encontra a pouco mais de 570.000km do seu ponto de trajectória mais próximo de PLUTÃO (faltam pouco mais de 11 horas para lá chegar) e viajando a uma velocidade perto dos 14km/s, os cientistas que acompanham esta missão de mais um DRONE telecomandado da NASA (convencidos depois da conquista da LUA, que os humanos terão sempre problemas ao atravessarem o Cinturão radioactivo de VAN ALLEN), descobriram que o planeta é na realidade maior do que o previsto e que poderá conter ainda mais água do que antes imaginado.

 

new-horizons-size-pluto-charon.jpgCharon e Plutão

(comparação de tamanhos)

 

Já hoje (dia 14) pouco antes das 13 horas portuguesas a sonda da NASA atingirá Plutão, pondo fim a mais de 3.462 dias de viagem e a biliões de quilómetros percorridos. Esperamos que a NASA nos recompense da nossa perseverança e dedicação revelada ao longo destes últimos anos e em homenagem à propalada excelência de resolução das suas câmaras a bordo da NEW HORIZONS, nos proporcione belas e espectaculares imagens de PLUTÃO e das suas cinco luas. Com o seu próximo objectivo a ser o CINTURÃO de KUIPER (e a procura de outros corpos celestes que nos ajudem a compreender melhor a História do nosso Universo).

 

(imagem – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:03

13
Jul 15

TERÇA-FEIRA A TERRA CHEGA A PLUTÃO

 

Na sua longa viagem a caminho do planeta anão PLUTÃO a sonda NEW HORIZONS envia-nos agora uma imagem de uma das suas luas CHARON: uma dos cinco do planeta, a maior delas e por sinal apresentando metade do seu tamanho (ou seja sendo bastante grande).

 

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CHARON a 11 de Julho de 2015

 

Uma imagem de CHARON que levou de imediato os cientistas a afirmar que a superfície desta grande lua (comparativamente com a dimensão do planeta) revelava um corpo celeste cheio de crateras (como a maior bem visível nas proximidades do pólo sul e com cerca de 100km de comprimento) e grandes abismos (como o localizado à direita na imagem, maior e mais profundo que o Grand Canyon na Terra).

 

A cratera terá sido originada através do impacto de um pequeno corpo celeste sobre a superfície provavelmente gelada de CHARON (num passado recente da lua e em termos geológicos), o que justificará a parte mais brilhante da superfície em torno da zona de colisão; com a zona escura central a ser justificada pelo menor poder de reflexão dos cristais produzidos após o choque brutal.

 

Contribuindo para adensar ainda mais todo o mistério envolvendo PLUTÃO e todo o seu sistema planetário (no mínimo com cinco luas conhecidas), a grande região escura situada no pólo norte.

 

No dia 14 de Julho deste mês a sonda NEW HORIZONS atingirá finalmente o seu ponto mais próximo do planeta PLUTÃO, após uma viagem de mais de 9 anos iniciada no planeta TERRA (a cerca de dia e meio de distância da sua chegada, encontra-se a pouco mais de 1,7 milhões de quilómetros de Plutão). Partindo de seguida em direcção da CINTURA de KUIPER e dos limites desconhecidos do nosso Sistema Solar.

 

(dados e imagem – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:44

12
Jul 15

Para quem já está habituado às manigâncias da NASA e à sua estratégia de comunicação com a generalidade dos cidadãos de todo o mundo que fielmente a acompanham na sua já longa e atribulada viagem, depois de nos termos já habituado aos constantes cortes da ISS LIVE FEED precisamente quando algo de novo aparece e se quebra a monotonia da emissão, não nos importamos nada em aceitar que a NASA tenha enviado a Plutão uma sonda, equipada por uma câmara do tempo da nossa avó (até dizem que eram mais resistentes). Seja.

 

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PLUTÃO
A melhor imagem até agora

 

A NASA acaba de nos presentear com mais uma imagem oriunda de PLUTÃO, agora que a sua sonda NEW HORIZONS se encontra a apenas três dias de atingir o seu ponto de maior aproximação ao planeta: viajando neste momento em direcção ao planeta anão a uma velocidade perto dos 14km/s e encontrando-se a pouco mais de 3 milhões de quilómetros de distância do mesmo.

 

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PLUTÃO
E a NASA explica aos ceguinhos

 

No entanto o que vem intrigando muitos daqueles atentos a esta viagem em direcção ao distante e misterioso planeta Plutão, é sem sombra de dúvida (e ao contrário do que se pensaria) a péssima resolução das imagens divulgadas sobre este corpo celeste, mesmo com a rápida aproximação da sonda ao seu objectivo final: relembre-se que muitos astrónomos amadores conseguem obter a partir da Terra (em muito piores condições de observação e estando Plutão localizada não a milhões mas a biliões de quilómetros de distância) imagens de Júpiter com uma resolução muito semelhante. O que no mínimo não deixa de ser estranho (as imagens são o único contributo a que podemos aceder socorrendo-nos dos nossos órgãos dos sentidos, neste caso a VISÃO, o único susceptível de ser usado directamente por nós – não podemos ouvir, saborear, cheirar, nem sequer tocar o planeta) e que até nos poderá levar para outras interpretações laterais e incompreensíveis: como se fosse algo de deliberado e resultando em manipulação. Mas será que encontraram extraterrestres?

 

(imagens – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:27
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10
Jul 15

Contando já com a presença de um planeta anão situado mais perto de nós e apresentando umas manchas brilhantes bastante misteriosas (com imagens enviadas pelas câmaras da sonda DAWN), eis que agora outro planeta anão vê cada vez mais perto de si a chegada da sua vez (com imagens da aproximação oriundas da sonda NEW HORIZONS): PLUTÃO, propondo-nos novos mistérios.

 

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Plutão

 

A poucos dias da data marcada para o seu encontro com o longínquo planeta PLUTÃO (um planeta anão há anos despromovido de 10.º planeta principal do Sistema Solar), a sonda norte-americana NEW HORIZONS envia-nos mais uma imagem desse misterioso corpo celeste (e tal como o seu irmão CERES profundamente enigmático para nós).

 

A sonda da NASA encontra-se neste momento a menos de 8 milhões de quilómetros de PLUTÃO (distância a que se encontrava a 7 de Julho data deste registo de imagem), atingindo o seu ponto de maior aproximação ao planeta a 14 de Julho pelo lado de Plutão retratado na imagem. Num cenário representando apenas um dos hemisférios do planeta Plutão, contando à sua superfície com a presença de uma extensa área escura intercalada por zonas mais ou menos brilhantes.

 

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Plutão e a sua (maior) lua Charon

 

A missão da sonda norte-americana vai já no seu 3458.º dia de actividade desde que abandonou o planeta Terra.

 

(imagens – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:54

22
Jun 15

Enquanto os teóricos do fim do mundo se dedicam mais uma vez à descoberta da nova data do nosso apocalipse – agora estabelecido para meados do próximo mês de Setembro, período no qual um corpo celeste atingirá a Terra – são agora os cientistas a preverem num futuro próximo, a nossa extinção como espécie. E a explicação para este acontecimento é por demais evidente: “Our activities are causing a massive loss of species that has no precedent in the history of humanity and few precedents in the history of life on Earth.” (Gerardo Ceballos)

 

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Superfície de Ceres
(PIA 19574 – Dawn Survey Orbiter)

 

Explicam estes cientistas que muitas das espécies ainda presentes no nosso espaço-tempo de vida e que noutros tempos e noutras condições ambientais poderiam durar cerca de 12.000 anos, vêm agora o seu período de existência brutalmente encurtado e acelerado mais de 100 vezes: assim de 12.000 anos passámos para 120 anos e vimos diante de nós (no nosso curtíssimo tempo de existência) sucessivas espécies a desaparecerem, sem que nada se fizesse para impedir esta catástrofe (na qual estamos incluídos). Entre mortos e feridos a banalização da extinção.

 

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Ceres
(Monte com cerca de 6km de altitude)

 

Teoria do nosso destino (banalizada a morte não interessa a causa, nem sequer as consequências) pela qual muitos dos apologistas do fim do mundo (próximo) têm lutado afincadamente nos últimos anos (no sentido em que se confirme que tinham razão e que o mesmo se concretize – já com eles evidentemente há muito preparados), especialmente desde que se ressuscitou de novo e se transformou em moda as previsões apocalípticas pretensamente atribuídas aos Maias, concretizadas nos ecrãs através do filme 2012. Não compreendendo no entanto que a extinção das espécies não advém apenas de influências exteriores (oriundas do interior da Terra ou do Espaço exterior que a rodeia), mas também do papel desempenhado nesse mundo pela espécie dominante: precisamente aquilo que os dinossauros (e por qualquer tipo de razão) não tiveram capacidade de compreender.

 

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Ceres
(Estrutura desconhecida com cerca de 10x a altura do ESB)

 

Num planeta criado há 4,5 biliões de anos, com os nossos antepassados a começarem a andar por aí há cerca de 6 milhões de anos, com a nossa forma actual a evoluir nos últimos 200 mil anos e com a civilização tal como hoje a conhecemos a começar a erguer-se há 6 mil anos (por acaso a idade que a Bíblia atribui à Terra), a primeira constatação a tirar reside no grande interregno entre a criação do planeta e o aparecimento do Homem. O que nos leva a pensar que excluindo toda a nossa História, poderão ter acontecido muitas outras Histórias (na Terra e fora dela) e com destinos muito diferentes. Da mesma forma que os especialistas sugerem que actualmente todos os sinais apontam para uma extinção das espécies, ao mesmo tempo acrescentam que esta não será a primeira mas efectivamente a Sexta Extinção (registada nos últimos 500 milhões de anos): com a dos Dinossauros (a intermédia e a mais violenta) tendo sido há cerca de 250 milhões de anos. E porque não acrescentar (mesmo que vindo de um leigo interessado e curioso) que a Terra já tenha sido sujeita a vários ciclos evolutivos (Saltos), podendo esta entre todas as espécies que foram aparecendo ao longo da sua transformação, ter aproveitado uma delas, dando-lhe a hipótese de se replicar e de novo evoluir (como se alguém fizesse reset e recomeçasse o mesmo programa)?

 

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Ceres
(Manchas brilhantes à superfície do planeta anão)

 

Enquanto isso e dados os Eventos possíveis (mas não confirmados) ainda estarem cronologicamente a caminho, as nossas atenções viram-se agora para outros mundos do nosso Sistema Solar, particularmente aqueles com possibilidades de existência de água, mais distantes, desconhecidos e ainda misteriosos. Com a sonda New Horizons encaminhando-se para Plutão e com outra sonda norte-americana já em órbita de Ceres: dois planetas anões (ex-planetas do Sistema Solar entretanto despromovidos) de características ainda desconhecidas, provavelmente podendo conter água e transportando consigo alguns mistérios interessantes, como a forma estranha e o movimento bizarro de alguns dos cinco satélites de Plutão e as misteriosas manchas brilhantes na superfície de Ceres (além de outras estranhas evidências topográficas).

 

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Plutão
(imagens da sonda New Horizons na aproximação ao planeta anão)

 

Mas fiquemo-nos por Ceres: um pequeno planeta situado na Cintura de Asteróides, apresentando manchas brilhantes em diferentes locais da sua superfície (que muitos afirmam poder ser sinal de existência de água) e agora mostrando-nos a presença de estranhas elevações aí se destacando claramente e atingindo altitudes bastante consideráveis. Com uma montanha podendo atingir os 6.000 metros de altura e uma outra construção de menor envergadura a ser equiparada a 10x a altura do Empire State Building (edifício com cerca de 400 metros de altura). E juntemos toda a gente: leigos (curiosos) e eruditos (conhecedores). Se no primeiro caso até que éramos capazes de aceitar num solo tão castigado e cheio de crateras o aparecimento excepcional de uma grande elevação (um processo natural de transformação), já no segundo caso o aparecimento de uma outra estrutura estranha e extremamente elevada no interior de uma cratera, levanta sérias dúvidas e grandes suspeitas (por susceptível de contribuição artificial). E então se associarmos a tudo isto o mistério das manchas brilhantes, ainda se adensa mais o mistério e a nossa oscilação entre o natural e o artificial. Para uns apenas mais um acaso (físico) e uma resposta às nossas necessidades (psíquicas), para outros mais uma manifestação de que não estaremos isolados no (nosso) cosmos: sejam simples emigrantes (noutros tempos o Homem terá partido para o Espaço, estando agora e lentamente de regresso) ou desconhecidos de outras paragens.

 

E sabendo todos nós como até há bem pouco tempo o nosso planeta Terra era o único a ter água, sendo esta molécula na actualidade uma presença já comprovada em muitos outros corpos celestes do nosso Sistema Solar, não será assim tão difícil de acreditar que além de nós algo mais existirá. Só falta mesmo a confirmação oficial pois já os vemos em sinais e até nos nossos sonhos.

 

(imagens – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:11

07
Jun 15

A pouco mais de um mês do encontro histórico com Plutão e suas cinco luas

 

Despromovido de nono e último planeta do Sistema Solar (para mero corpo celeste integrante do mesmo sistema), Plutão é agora (tal como Ceres) um simples planeta anão. Relembre-se que Plutão já foi considerado um planeta; demitido mais tarde pela parasita elite burocrata (sempre presente em qualquer área) e aguardando agora redefinição. Como consequência de toda esta anedota e da mesma forma como desapareceu, Plutão deverá ser de novo promovido, sendo provavelmente acompanhado pelo seu irmão de destino, no seu regresso à lista VIP (anterior). Ainda por cima podendo considerar-se mais um dos objectos do exclusivo grupo H₂O.

 

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Plutão e as suas cinco luas

 

A sonda norte-americana New Horizons encontrava-se no passado dia 7 de Junho a pouco mais de 43 milhões de quilómetros do planeta anão Plutão, deslocando-se na sua direcção a uma velocidade aproximada de 14km/s: a sua viagem iniciou-se em 19 de Janeiro de 2006 quando a sonda foi lançada a partir de Cabo Canaveral num foguetão Atlas V 551, como mais uma iniciativa da agência espacial norte-americana NASA. Durante estes anos todos (2006/20015) a New Horizons já passou nas proximidades de diversos corpos celestes situados no nosso Sistema Solar, podendo-se destacar entre eles o gigante gasoso Júpiter e até um asteróide. Agora vai ao encontro de Plutão e das suas cinco luas.

 

Distância da New Horizons Em milhões de km
Ao Sol 4.890
À Terra 4.756

 (em 07.06.2015)

 

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A forma das cinco luas de Plutão

 

A 14 de Julho deste ano a sonda da NASA atingirá finalmente o seu ponto de maior aproximação ao planeta anão Plutão: nesse dia a New Horizons passará a poucos quilómetros da superfície do ex-nono planeta do Sistema Solar (12,5km) e um pouco mais afastada da sua maior lua Charon (28,5km). A melhor oportunidade para incidir todo o seu equipamento de investigação sobre o misterioso planeta Plutão, a sua maior e mais próxima lua Charon e as restantes luas do seu sistema. Principalmente as duas irrequietas luas Hydra e Nix (com as suas órbitas caóticas) e a estranha forma que apresentam.

 

Finda a sua missão em redor deste planeta anão e das suas respectivas luas, a sonda norte-americana deslocar-se-á na direcção de outros corpos celestes situados para além da órbita de Plutão, mais precisamente na Cintura de Kuiper (prevendo-se o seu funcionamento até o ano de 2020).

 

(imagens – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:13

05
Mai 15

Continuando na sua aproximação ao planeta anão PLUTÃO a sonda NEW HORIZONS encontra-se agora a mais de 100 milhões de quilómetros do planeta e a cerca de três meses da sua data de chegada. Viaja neste momento com uma velocidade próxima dos 14km/s.

 

NASA's New Horizons detects surface features, possible polar cap on Pluto
(Science Daily)

 

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Plutão e uma das suas luas Charon

 

For the first time, images from NASA's New Horizons spacecraft are revealing bright and dark regions on the surface of faraway Pluto – the primary target of the New Horizons close flyby in mid-July.

 

As we approach the Pluto system we are starting to see intriguing features such as a bright region near Pluto's visible pole, starting the great scientific adventure to understand this enigmatic celestial object.

 

Also captured in the images is Pluto's largest moon, Charon, rotating in its 6.4-day long orbit.

 

It orbits our sun more than 5 billion kilometers from Earth.

 

These incredible images are the first in which we can begin to see detail on Pluto, and they are already showing us that Pluto has a complex surface.

 

(tirado de artigo: sciencedaily.com – imagem: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:14

17
Abr 15

“When NASA's New Horizons cruises by Pluto in 2015, the images it captures could help astronomers determine if an ocean is hiding under the frigid surface, opening the door to new possibilities for liquid water to exist on other bodies in the solar system. New research has not only concluded such an ocean is likely, but also has highlighted features the spacecraft could identify that could help confirm an ocean's existence.” (space.com)

 

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Encntro marcado com Plutão a 14 de Julho

 

Lançada de CABO CANAVERAL no ano de 2006 num foguetão ATLAS V-551, a sonda da NASA NEW HORIZONS continua na sua trajectória de aproximação ao objectivo final da sua missão: o despromovido planeta PLUTÃO. Depois de ter acordado no início de Dezembro do ano passado de um longo período de hibernação, espera-se que a sonda atinja PLUTÃO (e as suas luas) no próximo mês de Julho. Actualmente desloca-se em direcção ao agora denominado planeta anão a uma velocidade próxima dos 15km/s (o que significa que atravessaria Portugal de Norte a Sul em menos de um minuto), encontrando-se a mais de 4.780 milhões de quilómetros da Terra e a pouco mais de 104 milhões de quilómetros de PLUTÃO. Podendo ser observado na constelação SAGITÁRIO, aquele que já foi considerado o nono planeta do nosso Sistema Solar estará assim nos próximos tempos sob o olhar atento dos cientistas da NASA responsáveis pela missão: fazer o mapa da superfície, caracterizar a geologia/morfologia, procurar/caracterizar a atmosfera, determinar a temperatura, procurar anéis ou outras luas tanto em PLUTÃO como na sua maior lua CHARON, são os seus objectivos da NEW HORIZONS. Assim como aproveitar a ocasião para dar um saltinho e uma espreitadela ao Cinturão de KUIPER.

 

(imagem – earthsky.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:51
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