Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

07
Out 15

São tantos os erros de perceção induzidos pelos nossos órgãos sensitivos,
Que jamais encontraremos a nossa realidade.
Quanto mais entendermos a dos outros.

 

Enquanto nos céus da Síria (na Terra) os meios aéreos norte-americanos e russos combatem (cada um para seu lado) os exércitos de terroristas e de mercenários apoiantes do Estado Islâmico, por sua vez a agência espacial norte-americana decide agora divulgar mais algumas imagens (inéditas) do programa Apollo (no Espaço).

 

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(Apollo 8 Flight Journal)

 

Como o é o caso da imagem anterior obtida durante a missão Apollo 8. A primeira missão tripulada que orbitou a Lua no Natal de 1968, enviando-nos imagens nunca vistas do solo lunar assim como da Terra como se vista da orbita do seu satélite. Sobreposta sobre o fundo escuro do espaço rodeando o planeta Terra, surge uma imagem inesperada do que se assemelha ao emaranhado de raízes de uma árvore (terrestre).

 

Será que se esqueceram de as retirar do cenário (as raízes)? No fundo estávamos no Natal e até que poderiam ser as raízes de um pinheiro.

 

(imagem: history.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:37

17
Mar 15

Novos Ficheiros Secretos – Albufeira XXI
A Estreita Relação entre Realidade e Imaginário
[Os Trilhos são Muitos (livro) – A Redução está na Mente (capítulo)]

 

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Suponhamos que a partir desse momento tudo se alterou e se anteriormente a vida se estendia tranquilamente por toda a extensão do Sistema Solar, a partir daí teve que se tornar nómada e para sobreviver teve que procurar outros mundos. À medida que nos aproximávamos do Sol a temperatura ia subindo, mas nos extremos o clima tornava-se insuportável. Os passos seguintes eram previsíveis: sob elevada pressão algo de titânico se passou e talvez como resultado duma grande colisão ou de centenas ou milhares de outras, pela pressão exercida pela matéria e energia exterior ao nosso sistema e até pelas forças de reacção produzidas pelo Sol, muitos mundos foram decaindo (e extinguindo-se), outros foram abandonados (morrendo) e até nalguns casos, fugitivos desses mundos ainda encontraram exílio (próximo). E no fim desta fase do processo, com cometas, asteróides e muitos outros corpos celestes (sólidos, líquidos, gasosos ou encontrando-se noutro estado) em constante movimento e repetida interacção, contando ainda aqui e ali com o aparecimento de grandes cataclismos mesmo nas proximidades do Sol (o equilíbrio deve chegar sem excepção a todos os pontos do conjunto) – como foi o caso do aparecimento da Cintura de Asteróides – ficamos com um único planeta ainda revestido de vida. Para simplificarmos a ideia aqui aparentemente exposta, a Terra surge nesta história como o antepenúltimo planeta a poder afirmar ter vida ainda por cima inteligente: aos outros terá restado água e mais uns quantos gases e calhaus. Num esquema de concretização muito simples e analisando a história recente numa perspectiva de anos-luz, a Vida acaba de saltar de Marte para a Terra: e se olharmos para trás vemos o (nosso) passado e se olharmos para o Sol o nosso futuro. Talvez num sítio calmo e por essa altura ameno como o poderá ser o jovem planeta Vénus. Nunca esquecendo que um dia a mãe morrerá e se quiserem viver os filhos terão que partir.

 

Suponhamos que nos encontramos agora em pleno século vinte e um e estando a viver o presente um dia antes do futuro, já não precisamos mais de nos preocupar (em supor), mas apenas em observar: os SINAIS. O sistema Solar continua a sua caminhada pelo espaço sideral, tendo como referência o Sol (estrela de meia-idade) e transportando atrás de si 8 planetas ainda considerados como tal (além das várias luas que geralmente os orbitam e seguem); tendo ainda atrelados outros planetas entretanto despromovidos (casos dos planetas anões CERES e PLUTÃO), cometas e asteróides e tudo o resto que preenche o Espaço. Viajamos sentados na fila T de um gigantesco Vaivém, atravessando o espaço e a matéria estelar a velocidades incríveis e pelo homem nunca atingidas e protegidos no seu interior por um fortíssimo escudo protector deixando-nos a salvo de todas as influências exteriores e negativas para a nossa existência: com esta máquina mais que divina protegida a toda a sua volta pela HELIOSFERA e reforçada na sua zona dianteira por uma forte e larga camada de matéria, extremamente activa a nível energética e onde brutais forças electromagnéticas se gladiam tentando assegurar a sua supremacia. Até hoje e aparentemente ainda inteira e eficaz e capaz de nos assegurar uma boa viagem através do cosmos.

 

Suponhamos que não necessitamos mais de supor e então encaremo-nos sem restrições ou reservas no espelho onde este gigantesco holograma estará a passar. Mas como tudo o que a vida comporta e que a sua constante evolução demonstra, nada se mantém para sempre inalterável e se cada planeta do Sistema Solar tem as suas características muito particulares e a sua respectiva história cronológica, alguns factores por menos visíveis que sejam parecem ter algo de comum a todos eles e a todo o espaço envolvente: o seu modelo evolutivo e sequencial e a presença quase constante (mesmo que em certos casos minoritária e disseminada) do composto que maioritariamente nos dá a nossa forma e constitui o nosso corpo (em torno dos 60/75%): a ÁGUA. Se por um lado o aparecimento deste composto em diversas regiões do nosso Sistema vai sendo cada vez mais evidente (são cada vez em maior número os corpos celestes que pela sua actividade indiciam a sua existência), por outro lado não andará muito longe da realidade a ideia de que a VIDA se tem deslocado entre bolsas de sobrevivência, deslocando-se e saltando entre planetas de um ponto (exterior) para outro ponto (interior): porque não supor que provocado por um fenómeno simétrico e tomando o Sol como foco, o que hoje verificamos na Terra não se terá passado anteriormente em Marte – e muitos outros milhões e milhões de anos atrás num outro qualquer planeta exterior? Um dia Marte terá sofrido um grande cataclismo que acabou por tomar proporções brutais e globais para esse planeta, destruindo todo o seu ambiente propício à existência de vida e como consequência levando à sua extinção: o sinal que lhe deu origem ainda hoje é visível para além da órbita de Marte (a Cintura de Asteróides), talvez um antigo planeta por nós habitado (ou partilhado) e o anterior local ocupado pela nossa civilização antes de ser sujeita a um novo salto. Agora e como crianças ingénuas e felizes mas ainda inconscientes do seu papel fundamental a desempenhar neste mundo, ainda não queremos reconhecer tal como ele foi, é e será (o mundo e a nossa relação com o Sistema Solar): mas dada a nossa especificidade local acrescida de todas as reminiscências que parecemos interiorizar/exteriorizar constantemente (e que talvez sejam um reflexo real do que já fomos, talvez implicando sermos mesmo os únicos seres vivos nascidos e criados nesta parte minúscula do Universo) talvez sejamos mesmo só Nós (neste buraco) e quanto muito mais uns quantos visitantes passageiros e estrangeiros.

 

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Suponhamos que supor é apenas uma parte da verdade e então tentemos esventrá-la: certamente que na escuridão da nossa mente uma pequena luz aparecerá, se fará sentir e se imporá. Olhemos só mais um pouco para a Terra, para aquilo que já poderemos ter sido e para aquilo que seremos. Se na Terra os indícios de não retorno se acumulam, se em Vénus a juventude do planeta ainda nada esclarece, talvez seja em Marte que encontremos a solução para este segredo: um sinal.

 

Durante a passagem efectuada em meados de Outubro do ano passado a pouco mais de 130.000km de Marte (1/3 da distância entre a Terra e a Lua) e a uma velocidade muito próxima dos 56km/s, o cometa SIDING SPRING oriundo da longínqua Nuvem de OORT (nascido antes da Terra e sendo o resultado de um planeta que não vingou) terá provocado um grande clarão luminoso na atmosfera (seja qual for a sua composição) do planeta vermelho: a partir do planeta Terra vários astrónomos (mesmo amadores) interessados e atentos à ocorrência deste tipo de acontecimentos (imaginem o espectáculo que seria um cometa destas dimensões a passar perto do nosso planeta) assistiram talvez espantados mas também iluminados a algo que nunca pensariam visualizar – num planeta aparentemente morto, sem nenhum indício de vida totalmente confirmado, sem vestígios de aí poder ter existido qualquer tipo de civilização e acima de tudo desértico e em muitos locais extremamente fragmentado (à superfície) e parecendo até por vezes ter sido calcinado (a partir de cima do exterior). Nunca esquecendo a sua baixa gravidade, a inexistência prática de atmosfera e a pouca quantidade de água previsivelmente aí ainda existente (pólos). Apesar das hipóteses oceânicas e da ideia de que em Marte num passado já muito distante já teria existido um oceano. Mas o factor que de momento aqui nos chama é evidentemente outro. Poderá num planeta sem atmosfera a considerar, acontecer um fenómeno como o aí verificado? O que é certo é que a passagem do cometa SIDING SPRING provocou uma clara descarga eléctrica, talvez magnética ou mesmo conjunta, talvez mesmo coadjuvada pelo atrito provocado por tão próxima passagem sobre a superfície de Marte, que tal Evento se tornou imediatamente extraordinário quer pela sua fácil visibilidade por um simples astrónomo amador quer pela sua grande dimensão bem expressa nas imagens. Se tal tivesse acontecido connosco na Terra, o que se teria seguido ou estaríamos ainda todos cá para o contar? No Sistema Solar muitos dos seus planetas principais poderão ter sofrido Incidentes dramáticos e como tal marcantes na sua Evolução: sofrendo alterações tão profundas que os poderão ter deformado, fragmentado e até alterado as suas propriedades e apresentação. Os asteróides e os cometas poderão não ser as únicas consequências destes Incidentes, como também as luas acompanhando esses planetas: estes satélites poderão ser fragmentos daquilo que antes existia de uma forma (os planetas iniciais) e que hoje se nos apresentam de outra – os mesmos onde por coincidência a água aparece em abundância e onde o Homem espera um dia chegar. Um dia um mundo partiu-se, foi destruído ou extremamente alterado, acabando no entanto por lançar no espaço uma ilha de esperança, com água e talvez vida primitiva.

 

O que na realidade sucedeu em Marte aquando da passagem do cometa Siding Spring, foi somente mais um aviso para todos nós e mais um alerta de qual será o próximo Salto da Humanidade: ou nos viramos para o nosso interior (com Vénus a deusa do Amor e da Beleza esperando por nós) ou partimos para outro Sistema ou Galáxia (como os antigos e destemidos descobridores atravessando os perigosos e desconhecidos mares da Terra, mas nunca renegando o desejo de aventura e de conhecimento). Ou em alternativa mais uma Informação para os terrestres escrita pelos extraterrestres, não utilizando neste caso hieróglifos mas fenómenos electromagnéticos. Alguns imaginando mesmo uma guerra em Marte (com a acção a ser encoberta pela passagem do cometa) utilizando bombas atómicas – talvez pensando que ainda existirão sobreviventes da imaginada batalha final (que Marte perdeu).

 

(Fim da 2.ª parte de 2)

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:01

Novos Ficheiros Secretos – Albufeira XXI
A Estreita Relação entre Realidade e Imaginário
[Os Trilhos são Muitos (livro) – A Redução está na Mente (capítulo)]

 

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Suponhamos que há cerca de 5 biliões de anos e como resultado de uma interacção ocorrida entre matéria e energia (provocada pela inserção neste conjunto elementar de um outro parâmetro sempre presente, mas podendo aparecer em diferentes estados de intrusão – o movimento), algo semelhante a uma molécula gigante e por acção de diversas forças interestelares em presença entrou em colapso, explodindo de imediato com extrema violência (E = M x C²) e espalhando todo o conteúdo nesse foco criado por todo o espaço (infinito) que o envolvia. A esse momento poderíamos chamar o BIG BANG ou seja, não a data por nós escolhida para celebrarmos o nascimento do Universo, mas somente (não deixando de ser para o Homem o seu momento fulcral e de criação do seu futuro espaço de vida) o Dia da Independência e declaração de existência do nosso Sistema Solar. Quanto ao Universo e não se regendo o mesmo pelas leis superiormente criadas pelo Homem (na tentativa de criar a sua Religião e Deus à sua imagem), logicamente terá sempre existido, não se limitando por definição (de Infinito) aos momentos por nós definidos como o do nascimento e da morte, mas estendendo-se para lá destes pontos virtuais. Aliás foi o Homem que na sua inconsciência e sabedoria afirmou que “nada se perde, nada se cria e tudo se transforma”.

 

Suponhamos que até ao aparecimento de vida no nosso planeta (ocorrida 0,5 biliões de anos após o BIG BANG) entretanto todas as poeiras assentaram e a partir daí se constituíram definitivamente os planetas, luas e restantes corpos celestes. Por essa altura os agregados de maior dimensão ou densidade seriam certamente mais de doze. E aparentemente todos poderiam ser acompanhados por um outro elemento, em princípio posto à disponibilidade de todos: a vida. Mas como tudo o que se transforma inevitavelmente evolui (seja em que direcção for), nem tudo ficou igual e ao longo de mais de 4 biliões de anos muito se alterou. Além da desintegração de pelo menos dois dos seus grandes planetas de referência que deram origem à relativamente próxima Cintura de Asteróides e à mais longínqua Cintura de Kuiper (uma infinidade de fragmentos de maiores ou menores dimensões muitos deles ainda hoje em stand-by e com muitos outros viajando solitariamente ou acompanhados pelo espaço), outro fenómeno extremamente violento terá decorrido simultaneamente e em paralelo. Recordemos que actualmente enquanto os quatro planetas interiores (Mercúrio, Vénus, Terra e Marte) são maioritariamente sólidos e constituídos por pedras e metais, os outros quatro planetas exteriores (Júpiter, Saturno, Úrano e Neptuno) ou são gigantes gasosos constituídos sobretudo por hidrogénio e hélio ou então planetas gelados de água, amónia e metano.

 

Suponhamos que quando se deu o nosso BIG BANG (mais rigorosamente na galáxia a que pertencemos a VIA LÁCTEA e que por coincidência tem sensivelmente a mesma idade) muitos sistemas apareceram, uns perdendo-se nas correntes violentas da criação, outros transformando-se noutras versões de matéria/energia/movimento e até outros formando sistemas planetários organizados e constituindo um conjunto relativamente uniforme de objectos, tendo todos eles um mesmo ponto de referência e uma fonte de energia comum que os suportasse. Um desses pontos de referência e fonte de energia comum foi uma estrela (o SOL), foco de origem do Sistema Solar. E como na dimensão INFINITA um único ponto visto isoladamente (o erro de paralaxe que não admitimos) não tem expressão que verdadeiramente o classifique como um valor (talvez zero), se o Sol apareceu como centro, naturalmente o que ele forneceria seria distribuído por todos. Como terá acontecido com a vida. Todos os planetas se terão candidatado (em condições iniciais muito semelhantes) à presença de vida no espaço por si ocupado, evoluindo como sempre acontece para formas superiores mais organizadas e elaboradas (capazes de experimentar e compreender) e finalmente transformando, criando e construindo (com suas próprias mãos) os dois alicerces centrais de todo este edifício: vida e inteligência. Só que mesmo em espaços pequenos as transformações nunca param e conforme os contextos em que eles se dão, se por um lado o destino é o mesmo a sequência de propagação é sempre diferente. Começa num lado e acaba no outro – saltando depois de sequência.

 

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Suponhamos que terá existido vida talvez mesmo inteligente, entre todos esses planetas inicialmente existentes no Sistema Solar. Que seriam mais de doze ou até muito mais do que isso. Mas para facilitar o raciocínio e até porque a quantidade pode provocar mais confusão e originar falta de credibilidade, limitemo-nos apenas a doze: Mercúrio, Vénus, Terra, Marte, X (que originou a Cintura de Asteróides), Júpiter, Saturno, Úrano, Neptuno, Plutão, Y (que originou a Cintura de Kuiper) e Z (um outro planeta entre muitos outros, ligados à formação da Nuvem de Oort). Antes de tudo e do que de mais se verá, convém relembrar que toda esta região que envolve a nossa estrela (o Sol) está sujeita à acção e influência de constantes ventos solares, sendo os mesmos unicamente detidos aquando da sua chegada à heliopausa, devido ao estabelecimento do equilíbrio entre forças internas e externas exercidas sobre o Sistema Solar. Desse modo se cria uma bolha de protecção solidária e igualitária a ser sistematicamente disseminada por todo o sistema, originando igualdade de oportunidades assentes nesse precioso equilíbrio e na certeza da continuidade da protecção da acção dos raios cósmicos oriundos de outras bolhas (galáxias): como se de uma célula em desenvolvimento se tratasse, rodeada de uma ou de mais membranas protectoras e com a sua forte presença defendendo o seu núcleo de possíveis intrusões de outras células adjacentes. Daí e até à sua total estruturação evolutiva sendo só um instante.

 

Suponhamos que inicialmente todos estes planetas estariam muito vivos e extremamente felizes. Como se vivêssemos numa cidade ou então na sua periferia, mas em qualquer dos casos com ambientes e condições muito semelhantes para a existência de vida. O que aconteceu a seguir tornou-se (por evidente relação íntima com o ponto de vista anteriormente reportado) numa opção bastante racional (emocional) e nesse sentido credível (porque não?), chegando mesmo a atingir de uma forma inesperada e surpreendente, picos máximos (e porque não estranhos) de atitudes e comportamentos – capazes de (vejam lá) conjugar opostos sempre separados. Mesmo em casos envolvendo relações humanas e contando com indivíduos perdidos circulando como zombies: entre liberdade e prisão, mas nunca reconhecendo uma (os normais e a liberdade) ou protegendo ferozmente a outra (os anormais e a prisão). Mas porque seria? Porque só se dá valor aquilo que se conhece (nós) e nunca ao que se oferece (eles). O Sistema Solar era uma célula gigante. Tudo se manteve normal nos primeiros tempos: ordenados, bem distribuídos e protegidos. Mas como sempre acontece um dia a membrana partiu-se e o sistema abriu-se ao Universo: aí as regras mudaram. Mas afinal de contas (já agora) como poderíamos definir melhor o momento do nosso BIG BANG (solar), se quiséssemos inserir integralmente essa grande performance cósmica, na nossa cronologia defensiva e limitada? Tratasse de um modelo assente num processo de simples replicação, por interacção entre um espaço ainda não ocupado e células pré-existentes ocupando espaços adjacentes: como as bolhinhas que aparecem (como que empolgadas ou alucinadas) correndo umas atrás das outras.

 

Suponhamos que o Sistema Solar se formou, se desenvolveu e atingida a maior idade se libertou. A membrana que o envolvia desintegrou-se, deixando de ser a muralha solar – ficando a partir daí completamente escancarada a porta para o exterior e ao mesmo tempo profundamente exposto o intimo do sistema. Com o passar do tempo o Sol foi alterando de uma forma significativa a sua intervenção, tornando-se incerto, evasivo, por vezes duro e outras inexistente: e quebrada a bolha que mantinha o sistema equilibrado desde há milhões de anos, as condições globais deterioraram-se e para alguns dos planetas que de início o constituíam o pesadelo concretizou-se. Uma grande explosão varreu a periferia do nosso sistema, originando o que mais tarde seria a Nuvem de OORT – resultado de um choque violento entre regiões adjacentes e bastante energéticas, pertencentes à Via Láctea; este pré-condicionamento que se estendeu até ao centro do Sistema sobrecarregando as condições de funcionamento da nossa estrela, não só condicionou a sua acção em todo o espaço circundando a mesma, como causou a mudança dos seus raios emitidos e do calor/energia que os mesmos transportavam – extremando condições em certos pontos do sistema e pondo em causa a estrutura original do mesmo e até as condições de existência de vida. Com o passar do tempo os ajustes sucederam-se e o Sistema Solar passou por um período de grande actividade e cataclismos renovadores.

 

(Fim da 1.ª parte de 2)

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:51

12
Mar 15

“Talvez um dia encontremos o lugar onde os nossos sonhos e a realidade colidam”
(Deviant Art)

 

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Ultimamente sujeitos a mais horas de trabalho extraordinário, todos os FAZEDORES/REDUTORES de cabeças usufruindo das suas capacidades intrínsecas e privilegiadas em acederem de uma forma brilhante às notícias da LUSA (oferecendo-nos graciosa e desinteressadamente a sua respectiva INTERPRETAÇÃO/TRADUÇÃO doutrinária), descobriram mais qualquer coisinha que associada à grande discussão em que o país mergulhou recentemente, nos poderá esclarecer melhor do que na realidade é (ou aparenta ser) PERFEITO ou IMPERFEITO.

 

Apesar do OUTRO (candidato) já ter arquivado o assunto (talvez por também acreditar na dicotomia Perfeito/Imperfeito e temer ser alienado por/para um dos lados – já agora qual?) e ao contrário do que muitos também pretendiam e até já visualizavam, o tema feliz e/ou infelizmente ainda não morreu: a culpa é da LUSA e também dos CIENTISTAS (ainda por cima com um estudo oriundo de uma universidade ALEMÃ).

 

“Há um sítio em Portugal onde os raios UV são quase perfeitos” – tal e qual!
“A luz solar em Santiago do Cacém tem um nível quase perfeito de raios ultravioleta (UV), que estimulam a produção de vitamina D pelo corpo humano, o que ajuda a manter o organismo equilibrado e a combater diversas doenças, revelaram esta quarta-feira investigadores de uma universidade alemã” – o que poderá provocar uma grande hemorragia na capital, com uma migração humana maciça em direcção às zonas de UV Perfeitos.

 

O que poderá vir a ter consequências MUITO GRAVES para o nosso país, na sequência do STRIPTEASE público do nosso PRIMEIRO-MINISTRO (a quanto o poder obriga!) – e que exibiu as suas partes, deixando o resto em banho-maria (já que ao contrário do que afirmam, os mirones nunca se cansam). Podendo até nada se passar pois o Outro (candidato) vem a caminho. E que certamente não quererá repetir este acontecimento embaraçoso.

 

(imagem – deviantart.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:49

19
Mar 14

Ficheiros Secretos – Albufeira XXI

(Mecanismos Cognitivos Terrestres na Construção de Situações Equívocas)

Projecção Experimental em Meio Indígena

 

“A verdade anda por aí mas não é para todos – especialmente se formos susceptíveis à acção de uma bala”

 

Raio X das testemunhas para sua protecção e privacidade

 

1

Fontes que não querem ser identificadas instaladas numa determinada região da Ásia Central acabam de afirmar terem testemunhos credíveis da passagem do desaparecido Boeing 777 das Linhas Aéreas da Malásia sobre o seu território, dirigindo-se em direcção a zonas situadas a noroeste. O avião estaria a ser acompanhado por uma outra aeronave muito semelhante, que segundo uma das testemunhas visuais especialista em aeronáutica poderia muito bem ser um aparelho militar, muito provavelmente – por um aspecto particular e típico da aeronave – equipado dum sistema aéreo de alerta e controlo conhecido como AWACS. A outra testemunha adulta – as restantes duas são menores – também ligada ao sector da aeronáutica mais precisamente ao sector dos aeroportos e do controlo de tráfego aéreo, acrescentou ainda ter dados não confirmados de que os dois aviões se dirigiriam para um aeroporto pretensamente inactivo situado a algumas centenas de quilómetros do local do avistamento, mas pertencente no entanto ao mesmo país. Questionadas se por acaso se estariam a referir ao Afeganistão os interlocutores sorriram por momentos, devolvendo de imediato a pergunta e propondo que a colocassem aos norte-americanos: que soubessem e segundo testemunho colateral e sem significado efectuado por parte das duas crianças que acompanhavam os dois adultos, os ares de muitos países da zona estariam cheios mas de pequenos aviões telecomandados, especializados em espionagem mas sobretudo na eliminação de adversários políticos e religiosos. Segundo dados não confirmados as testemunhas pertenceriam todas à mesma família – pais e dois filhos – estando todos por coincidência incontactáveis desde essa altura. As mesmas fontes levantam a hipótese de estes quatro elementos terem sido entretanto eliminados, ao serem localizados por alguma organização que considerasse o seu testemunho e presença indesejáveis: por essa altura notou-se um maior número de avistamentos em toda a região envolvida por parte da população em geral de objectos voadores não identificados, a que em geral os populares chamavam de DRONES.

 

2

Na pista do aeródromo os preparativos aceleravam-se com o aproximar da hora prevista para a chegada do Boeing 777 vindo da Malásia. Toda a estrutura provisória fora montada num curto espaço de tempo e o esconderijo para a recolha do avião já estava preparado: quanto aos passageiros o processo já estava em curso conforme planeado e o grupo por eles responsável aguardava tranquilamente nos seus camiões de transporte a chegada dos passageiros e tripulação. Perdidos no meio da planície árida e desértica desta região da Ásia Central, os militares aí presentes e responsáveis por esta operação secreta multi-assumida e partilhada, tinham a certeza absoluta de que não seriam importunados pelo menos no intervalo de tempo para tal disponibilizado: o que não impedia o nervosismo demonstrado pelo oficial de ligação às autoridades do Governo do território, que tinham acedido em troca duma avultada quantia ao pedido das entidades internacionais envolvidas no processo. Se por um lado os Chineses ainda se mantinham (estranhamente) na expectativa a ver o que ia acontecendo apesar do número dos seus cidadãos envolvidos neste incidente e a Rússia se mantinha aparentemente ocupada com a crise na Crimeia apesar do ainda reduzido acréscimo do seu envolvimento militar na Ucrânia, em contrapartida os EUA face aos constantes ataques a que estava a ser sujeito mesmo no seu próprio país com diversos sectores da comunicação social acusando as suas autoridades de estarem directa ou indirectamente envolvidas em tudo o que estava a suceder no sul da Ásia começavam a perder a paciência, ameaçando tomar em mãos toda a investigação fossem quais fossem as consequências. E com o Irão ali tão perto e as memórias do Iraque ainda tão frescas, o ambiente tornava-se cada vez mais propício ao rebentar de outro conflito artificial, intencional e meramente oportunista. Os sequestradores teriam que ser rápidos e invisíveis e os dirigentes das grandes corporações responsáveis sabiam disso melhor do que ninguém: no fundo eram eles os verdadeiros detentores do mundo, os políticos os seus fantoches e o povo a base da sua mercadoria, mais-valia e facturação – uns verdadeiros objectos.

 

Direcção tomada: Ásia Central

 

3

O Boeing 777 encontrava-se já em fase de aproximação ao aeroporto da nova base militar de Manas – situada no Quirguistão – considerada estrategicamente uma porta fundamental de entrada para o seu vizinho Afeganistão. Na base o movimento era já bastante intenso com todos os sistemas de segurança activos e em alerta máximo. Todo o pessoal associado à recepção do voo proveniente da Malásia se encontrava já preparado para a execução da sua função, aguardando apenas a aterragem e a colocação do aparelho na zona destinada para a sua intervenção: teriam que ser precisos e rápidos na sua concretização, já que o Boeing teria que recolher no mais curto espaço de tempo ao abrigo subterrâneo para posteriores verificações e manutenção. Além de que teriam que evitar exposições desnecessárias às observações intrusivas vindas do exterior, realizadas naquela zona por satélites espiões de potências adversárias e que os observavam periodicamente em intervalos de tempo conhecidos. Seis horas passadas sobre o último contacto estabelecido entre os pilotos do voo das Linhas Aéreas da Malásia e as estações de controlo civis que o acompanhavam, o avião aterrava numa base secreta estrangeira em pleno interior da Ásia Central: imobilizado o avião na plataforma assinalada com um X e situada numa das extremidades duma das pistas laterais do aeroporto iniciou-se a intervenção que durou precisamente trinta minutos. Imediatamente a plataforma onde se encontrava o aparelho começou a mover-se, com a aeronave a afundar-se no solo e a desaparecer no seu interior: em poucos segundos a actividade à superfície tinha voltado à normalidade faltando ainda alguns minutos para a passagem do primeiro satélite espião. A absoluta confidencialidade da operação tinha sido mantida como o confirmavam os relatórios provenientes dos AWACS e a cobertura electrónica de segurança em nível máximo aplicada na sua execução e que as primeiras informações de retorno indicavam ter sido absoluta e sem conhecimento de tentativas de interferências internas ou externas. Todos os passageiros e restante tripulação tinham sido entretanto recolhidos, com excepção de dois indivíduos que tinham logo no início e após a imobilização do avião abandonado o mesmo vindos do cockpit e que foram escoltados por um grupo de militares fortemente armados até um edifício central situado ao lado da torre de controlo. O interior do avião seria controlado numa fase posterior já resguardado de possíveis olhares vindos do exterior.

 

4

A sul navios da esquadra norte-americana no Índico intensificavam as buscas em torno do desaparecimento do voo MH 370, convencidos de que o Boeing da Malásia teria sido desviado da sua rota inicial em direcção a Pequim invertendo a sua direcção e dirigindo-se para o interior do seu oceano, onde se teria despenhado e desaparecido no mar. As causas poderiam estar ou não associadas a um possível sequestro do avião e a uma despressurização inesperada no interior do mesmo, que teria como consequência levado todos os ocupantes do avião a ficarem em poucos segundos inconscientes, ficando o aparelho a voar provavelmente em velocidade de cruzeiro e em piloto automático até o combustível se esgotar, acabando finalmente o avião por entrar em queda livre, cair no mar e desaparecer sob a superfície das águas (profundas) do oceano Índico. Acção da marinha de guerra norte-americana que até não era incompreensível face ao que se passava na sua base situada mais a norte em plena Ásia Central, conhecendo-se a colaboração estreita apesar de muitas vezes conflituosa, contraditória e diametralmente oposta, entre os interesses e os objectivos das autoridades militares oficiais norte-americanas (estatais e privadas) e o das companhias privadas com interesses económicos, financeiros e comerciais vitais nesta região do globo em acelerado desenvolvimento e expansão, suportadas por exércitos paralelos e aparentemente confluentes com os interesses do Estado norte-americano, mas actuando independentemente e sem controlo de ninguém e muitas das vezes substituindo duma forma declarada e prepotente os primeiros. Já tinha decorrido mais do que uma semana sobre o incidente e nada se tinha modificado desde que o alarme fora lançado: mas mais cedo ou mais tarde tudo teria que ser esclarecido – alguma coisa teria que emergir deste episódio invulgar e o mais certo nestes casos é que seriam cadáveres ou destroços. Só não se sabia quando.

 

Corredores de fuga – Norte e Sul

 

5

As primeiras notícias chegavam da parte ocidental do continente australiano. Pescadores locais actuando nessa zona do oceano Índico afirmavam terem visto sobre a superfície do mar onde tradicionalmente pescavam, alguns destroços que segundo os mesmos poderiam muito bem pertencer ao desaparecido avião malaio. Na altura não tendo ainda muito conhecimento dos factos ocorridos com a aeronave nem tendo presenciado nada de invulgar na zona por eles frequentada, tinham continuado normalmente a sua labuta pesqueira. Até que ao fim do seu dia de pesca e tomando mais atenção às notícias vindas pela onda curta, tinham escutado as rádios australianas informando as autoridades do governo da Malásia que também a Austrália se juntava ao esforço dos países da região, para tentarem descobrir o paradeiro do desaparecido Boeing 707. Um pouco renitentes ainda reflectiram se deveriam ou não contactar as suas autoridades, até porque não tinham vislumbrado nenhum sinal de presença de corpos flutuando sobre as águas do oceano Índico e poderiam estar mesmo a prejudicar a operação de salvamento. Foram apenas dois pequenos pormenores um pouco laterais que levaram o chefe da embarcação a fazê-lo: a pressão da mulher – uma nativa australiana mas com ascendentes e traços fisionómicos que a ligavam à China e ainda com familiares vivendo na zona de Xangai – e a recordação do que dissera o homem do farol, o qual afirmara que um dos seus filhos habitando mais a norte ouvira claramente sons do motores dum avião passando provavelmente não muito longe do local onde se encontrava – e que pelo barulho deveria ser de grandes dimensões – mas que não conseguira ver devido à presença de nuvens no céu. Fornecidas as informações às autoridades competentes que o receberam com toda a cordialidade e confiança, só mais tarde reparou num pequeno detalhe na sua narrativa que entrava em conflito com a cronologia conhecida dos factos. Mas a partir daí nada mais disse sobre o assunto, com vergonha do erro em que caíra e que certamente iria induzir (por culpa sua) outros em erro, prejudicando certamente as buscas que decorriam e o trabalho esforçado de muita gente; mas também por medo do que pudessem descobrir e das suas possíveis consequências, até porque e como confirmara, o facto referido pelo homem do farol ocorrera há um ou dois dias atrás enquanto o voo MH 370 desaparecera há mais de uma semana.

 

6

Mas a realidade mostrou-se efectivamente mais forte do que as suas interrogações e desconfianças: menos de vinte e quatro horas decorridas sobre o seu testemunho a marinha norte-americana já tinha localizado o local dos destroços, situado ao largo do litoral sudoeste da Austrália ainda a umas largas milhas da costa. Pelos primeiros indícios seria mesmo o avião misteriosamente desaparecido há mais de uma semana e pertencente às Linhas Aéreas da Malásia, desaparecido após ter interrompido sem aviso e contra todos os regulamentos aéreos, os seus contactos obrigatórios enquanto se dirigia para a China – invertendo o seu curso e evaporando-se no ar. Praticamente duas semanas após ser dado a conhecer ao mundo o seu desaparecimento misterioso, todas as agências noticiosas falavam da descoberta efectuada pela marinha norte-americana em colaboração estreita com as autoridades australianas, confirmando-se assim a tão repetida e propalada opção maioritária emitida pelos técnicos e especialistas da aviação que apontavam o corredor sul como o seguido pelo até aí desaparecido Boeing 777 malaio: sequestrada ou não a aeronave seguira o caminho da Morte e do suicídio colectivo.

 

Fim da 1.ª parte de 2

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:13

10
Jan 14

A realidade segundo os extremistas norte-americanos é que tudo se resolve à força de bala!

 

AR-10

 

Segundo certos paranóicos de naturalidade norte-americana e destacados militantes ultra-fanáticos da chegada do Dia do Juízo Final, o objecto primordial que abrirá a porta do novo mundo para os escolhidos de Deus, é por eles simbolicamente representada através da arma AR-10. Uma beleza!

 

Descrita como a arma perfeita de sobrevivência e de protecção, este artefacto de características milagrosas e essencial para o período de colapso económico que segundo estes alienados aí vem, poderá representar a partir da sua simples posse e capacidade de utilização, a diferença entre a vida e a morte.

 

Se assim for o mais certo é que cada um de nós já tenha uma bala reservada em nosso nome, não vá o Diabo tecê-las e percamos a cabeça.

 

(fonte – beforeitsnews.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 09:14

27
Dez 13

“A transcendência de π estabelece a impossibilidade de se resolver o problema da quadratura do círculo”

(Wikipedia)

 

Mas o que faz um saudosista da social-democracia do século passado (Pacheco Pereira) – que nem sequer aproveitou os ensinamentos básicos desta ideologia, não os promovendo ou aplicando enquanto poder – no meio dum futuro passarão (António Costa) e dum sempre passarinho (Lobo Xavier) deste novo e anti-democrático regime? O moderador (Carlos Andrade) só torna tudo muito pior, martelando o círculo sempre o deixam, para que fique mais quadrado.

 

A Quadratura do Círculo

 

Limito-me a olhar para um cenário de estúdio modelo T3+1 que a SIC me oferece e apresenta no monitor colocado na parede, enquanto mecanicamente levanto o cobertor que cobre a minha cama, esticando-me nela confortavelmente e ao longo de todo o seu comprimento. Debaixo do cobertor aqueço-me o melhor que posso já que o crédito está difícil e o salário não dá para comer. Com os olhos ainda fixos no monitor de forma rectangular, retorno visualmente ao quadrado e adapto a audição a este fenómeno televisivo. Só falta mesmo regular o volume. E é então que ouço a palavra crise e reparo que já vi aquele programa.

 

“Só temos duas hipóteses no cumprimento do nosso trajecto obrigatório em torno do quadrado que representa o nosso percurso de vida: ou nos deixamos levar pelo sonho e nos despistamos logo ao atingirmos o nosso primeiro vértice (e depois o que será será) ou então como única alternativa só nos restará dobrar completamente a espinha, se quisermos que nos deixem passar e que alcancemos a realidade”

 

(imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:55

10
Jun 11

O macaco e o espelho

 

Existem três tipos de animais: os irracionais, os racionais e a espécie humana.

 

A mulher e o espelho

 

Todos se reproduzem e a fêmea é uma das partes.

 

O mundo e o espelho

 

O mundo é o espelho de todas essas partes e a realidade é uma das suas consequências.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:45

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