ALBUFEIRA
Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)
O Trabalho Também Mata
“Preferindo que se confirmem evidências (como a de que o trabalho em excesso pode matar), em vez de se perder tempo com falsas inovações (veja-se o caso em Portugal da aplicação “Task Force”) ─ sendo estas apenas réplicas (oriundas de um mesmo molde) utilizadas anteriormente (pelos vistos sem efeitos sentidos, pelo menos para nós) e sendo repetidas até à exaustão (para acabar de vez connosco).”

Entrados nesta Pandemia já com números sociais e económicos denotando uma grave e contínua crise sistémica, bem refletida por demonstrada na taxa de desemprego ─ com cada vez menos gente a trabalhar e com os restantes, mantendo-se a necessidade do mercado, a terem de trabalhar por si e pelo seu colega entretanto despedido (1 fazendo o trabalho de 2) ─ e vendo-a ainda mais agravada com a chegada do coronavírus paralisando/fechando parcialmente a economia e lançando ainda mais gente para o desemprego ─ passando agora o trabalhador sobrevivente a fazê-lo, por 3 ou mesmo 4 colegas ─ tornando-se notório fazendo uns cálculos e até por claramente visível (e entendível), que os trabalhadores ativos antes do aparecimento deste surto pandémico e ainda mais os sobreviventes saídos deste período de mais de um ano de Covid-19, foram evidentemente forçados a cumprirem um horário para além do contratualmente estipulado, transformando legalmente esse excesso em horas extraordinárias (não se cumprindo, podendo ter consequências, que “ninguém” deseja): e não se recrutando mais pessoal, mantendo-se as necessidades, tendo o trabalhador (queira ou não queira) de trabalhar em excesso.

Daí vindo o último estudo realizado por vários investigadores de quase 200 países e levado a cabo sob a responsabilidade da Organização Internacional do Trabalho e da Organização Mundial de Saúde ─ investigando a relação do aparecimento de doenças cardíacas, com o excesso no número de horas de trabalho ─ concluindo-se que executado sob determinadas condições “o trabalho também mata”: trabalhando-se em muitos casos 55 horas por semana, ou ainda mais. Só no ano de 2016 (3 anos antes do início desta crise pandémica) com quase 750.000 indivíduos a morrerem de ataque/doença cardíaca, numa morte provocada por “períodos seguidos e excessivos de trabalho” (mais de 55h/semana): afetando os tendo feito mais anos seguidos estes horários excessivos (mais de 55h/semana, entre os 45/74 anos de idade), especialmente se se estiver entre os 60/74 anos, idade com que deveríamos estar já reformados (e financeiramente estabilizados), vivendo-se em média nem 80 anos e que se saiba uma só vez.

Verificando-se um maior risco de morte e de género entre os homens e geograficamente, ocorrendo mais para os lados do Oceano Pacífico (ocidente) e da Ásia (sudeste). Mas sendo o excesso de trabalho a razão para estas mortes e sendo apesar das diferenças o mesmo sistema económico e ideológico a dirigi-lo (a este como a oeste) ─ obtenção da mais-valia máxima possível (do objeto), a qualquer custo mesmo humano (do sujeito), já que tempo é dinheiro ─ ocorrendo um pouco por todo o lado. Um primeiro passo para depois de se falar do desgaste rápido do homem e das despesas de manutenção que o mesmo representa, sujeitando-o a trabalhar 2X, 3X, 4X mais, fazendo-o “explodir” provando já estar inadequado e para seu bem (e do sistema, do coletivo a preservar) sendo substituído pelas máquinas tornando-se então excedentário. E com aqueles que não o sendo pensando estar acima, mais tarde ou mais cedo chegando a sua hora e aí tendo de optar entre abandonar progressivamente a sua componente biológica ou existindo possibilidade fugir (podendo esse destino quanto mais tarde se fizer essa opção, ser a morte).
(consulta: boingboing.net/sciencedirect.com/who.int
─ imagens: boingboing.net/huffpost.com)
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TASSY a Cadela-Terapeuta Agora Reformada
No passado dia 30 de abril de 2021 com mais uma funcionária-de-saúde a atingir a data da sua reforma, depois de oito anos consecutivos passados na companhia da sua colega terapeuta ─ colaborando com ela e auxiliando-a na sua missão ─

Sendo especialmente reconhecida por toda a sua dedicação e excelente trabalho (por si desenvolvido, na sua unidade de saúde), através da realização de uma “festa-de-despedida” acompanhada por muitos agradecimentos, aplausos e algumas recordações, dos seus colegas de trabalho e (tendo-os acompanhado, ou tendo outros falado dela) dos doentes:

No dia da sua passagem à reforma com a cadela TASSY de 12 anos de idade (2/3 da sua vida passando-a a trabalhar na área da Saúde, terapia/recuperação) sendo pela última vez acompanhada pela sua dona, colega e terapeuta Gary Azevedo,

Atravessando até à sua saída final (triunfal, merecida, sendo um animal irracional) os corredores do hospital da localidade norte-americana de Modesto (um Centro Médico da Califórnia), sendo ainda aplaudida por todos os aí presentes ─ aguardando propositadamente por ela ─ e recebendo no caminho um prémio simbólico (um pequeno bolo) e o respetivo certificado (comprovativo/profissional).

E antes de abandonar de vez a sua função, o seu emprego/o seu trabalho de oito anos (um pouco mais do que isso), passando o testemunho para a sua sucessora a cadela Bria, agora a nova colaboradora da terapeuta-voluntária Azevedo.
E assim passados mais de oito anos a trabalhar (pelos outros, pelos racionais), aos doze ainda lhe restando tempo para viver e para descansar, algum espaço para usufruir (algo de/para si).
(imagens: Doctors Medical Center/@dmcmodesto/twitter.com)
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Covid-19 PT ─ A Luta pelo Poder ─ Marcelo Vs. Costa
“Mais apoios sociais para trabalhadores independentes, gerentes, pais em teletrabalho e profissionais de saúde. Marcelo promulga medidas que Governo considerou "inconstitucionais." (Madremedia/28.03.2021/24.sapo.pt)

Marcelo promulga medidas de apoio social urgentes e lembra que Governo pode recorrer ao TC (mas não tem maioria absoluta). |
(29.03.2021/ZAP/aeiou.pt) |
Conhecendo-se a fragilidade deste Governo de António Costa (minoritário na Assembleia da República) e ─ sabendo-o na sua mão ─ o poder crescente do Presidente Marcelo Rebelo de Sousa (justificando-se, podendo a qualquer momento demitir o Governo),
Eis que depois de alguns avisos anteriores deste último (sugestões/conselhos de Marcelo, nem todos sendo respeitadas por Costa) “engolidos, mas não digeridos” pelo primeiro (como é o caso da Educação tendo-se iniciado já o regresso às escolas, quando o presidente sugeriu fazê-lo ─ lembrando o sucedido no Natal ─ mas só depois da quadra festiva da Páscoa),
Marcelo o Presidente resolve final e claramente (para todos os que queiram ver) pôr “os pontos nos Is” comunicando e colocando por escrito “o que ele acha sobre a situação, o que falta fazer e o que deve ser ainda adicionado”:
Para que ninguém nem sequer Costa o 1º Ministro diga “desconhecer os seus pensamentos” (de Marcelo), se necessário e assim a situação o exija demitindo o Governo.
Voltando à carga com as suas medidas (anteriormente não tendo passado na AR) e insistindo nelas mais uma vez (de novo na AR após Marcelo o ter promulgado), até para ver qual será agora a reação de Costa, cada vez mais isolado (mesmo no seu partido) e podendo até perder o apoio (tácito, estratégico, preparativo) de Marcelo:

Índice médio de transmissibilidade R(t) subiu ligeiramente, mas continua abaixo de 1 (nível considerado seguro). |
(29.03.2021/lifestyle.sapo.pt) |
Com Costa não obedecendo a Marcelo podendo começar a ver a “luz ao fim do túnel”, indicando-lhe a curto-prazo o fim do seu trajeto a porta de saída ─ e abrindo essa porta às suas ideias, à sua ideologia e no fim ao seu partido.
Ainda-por-cima (“um presente envenenado” para Costa) introduzindo medida extras que à primeira vista ninguém contestará, sendo estas urgentes, de apoio e de solidariedade tanto individual (ajudando o cidadão) como coletiva (ajudando as empresas):
Costa a não ter argumentos contra, senão “falar no dinheiro gasto” ─ invocando um aumento orçamental impossível e ilegal de assumir ─ quando noutras situações o dinheiro parece não faltar “caindo na bolsa de alguns como enormes gotas-de-chuva numa tempestade”. Sendo essas medidas (c/ Marcelo a favor e c/ Costa contra) de novo mandadas pelo Presidente à AR (a ver se agora são aprovadas e passam).
Um aumento dos apoios sociais aos trabalhadores e empresas (incluindo trabalhadores independentes/empresários), um aumento do apoio a pais em teletrabalho (tendo de trabalhar e ao mesmo tempo no mesmo local e por períodos, “dividir-se” de modo a cuidar dos filhos) e medidas excecionais tendo em conta o esforço dos profissionais de Saúde (tão sacrificados, tão elogiados, tão abandonados).

Covid-19 rouba emprego a 104 mil pessoas no último ano. Desemprego cresceu mais de 30% face a janeiro do ano passado. Confinamento do início do ano com mais impacto do que o de março de 2020. |
(23.02.2021/R. Oliveira e A. Ribeiro/cmjornal.pt) |
Pelo que a partir de hoje e depois de muito “baralhadas” (bem ou mal, com batota ou não) as cartas (deles os predadores), “estas estão definitivamente lançadas na mesa” esperando-se (nós, as presas) pelos próximos episódios:
De um lado puxando Marcelo, do outro puxando Costa e connosco ainda-por-cima sendo obrigados a pagar bilhete, para ver este espetáculo (miserável de manutenção ou de sucessão).
E então questionando-nos estando os nossos Chefes tão ocupados, “se sobra algo para dizerem e nos salvarem desta Pandemia?
Em riscos de cairmos no abismo económico, não nos matando o “bicho” pela doença, matando-nos o “sistema” (que escolhemos/votamos/entregamos) ─ estagnado, mas beneficiando em milhões uma minoria (retirando-nos “o pão & a água”, “o emprego & a saúde”) ─ pela fome.
“Os três diplomas do parlamento - todos com origem em apreciações parlamentares de decretos do Governo - foram aprovados em 3 de março, com o PS a votar isolado contra o dos apoios sociais e o da saúde e a abster-se no das famílias (juntamente com Iniciativa Liberal, neste diploma).” (Madremedia/28.03.2021/24.sapo.pt)
(imagens: José Sousa Goulão/LUSA/expresso.pt ─ sns.gov.pt ─ uk.finance.yahoo.com)
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O Plano Aparecendo aos Frangalhos
“Premature unrealistic
COVID-19 will end soon.”
(WHO/wset.com)

Óbitos no Algarve em 2021
E perante o desespero instalado (na cabeça da maioria dos portugueses) afetando ora a área da Saúde ora a área da Economia (duas áreas onde os lobbies abundam) ─ para já não falar do bárbaro ocupando a pasta da Educação (sempre ansioso por se abrir, mas só e sempre para alguns) ─ andando-se constantemente à boleia, para a frente e para trás, alienados de tudo e de todos e no salve-se quem puder ─ e só a meio por insistente pressão da Entidade (o presidente) com os seus súbditos planificando (o governo) ─ o mais que garantido espanto por parte dos patrões e dos trabalhadores ligados à Indústria Hoteleira do Algarve (prostrada ou já colapsada) ao saberem aproveitando uma linha de fuga oriunda do Covidário Governamental (depois de horas e horas de profunda reflexão e planificação) que trabalho, só lá para o mês de maio. Devendo-se questionar estas Altas Entidades (tão bem alimentadas, física como pelos vistos ─ deixando-os falar e calando ─ mentalmente) de forma a explicarem-nos como sobreviveremos ainda mais dois meses, sem nada que fazer e de mãos a abanar. O problema a ser não termos Governo e muito menos um plano (pretensamente a ser criado/parido/inserido nuns extraordinários 15 dias).
[Num fim-de-semana em que entre muitos anúncios (de desconfinamento público-privado), diversas promoções (dadas eventuais aberturas) e levado pelo mercado (o que faz funcionar a economia), o povo começa já a sair à rua (tentando de uma forma ou de outra libertar-se), batendo recordes de confinamento (60% na rua, esta sexta-feira 5 de março) como se já estivéssemos a desconfinar (quando o mesmo período se iniciará o mais cedo a 17 de março, depois da apresentação do plano a 11 desse mesmo mês).]
(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)
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Dilema ─ E agora?
[“Apostas Mútuas Desportivas”:Num caso podendo-se morrer da doença (1) e no outro podendo-se morrer de fome (2). Mas já agora onde estará o outro símbolo disponível (X)?]

No 1º dia de venda pública de testes rápidos Covid-19 na Alemanha,
com os mesmos a esgotarem-se em poucas horas.
E se fossem vacinas?
Acontecendo o mesmo, tal como se passa atualmente com os Estados,
esgotadas as vacinas não as tendo.
Com os números da saúde a continuarem nitidamente em descida e com os outros números (cada dia que passa indicando estarmos mais próximos do colapso socioeconómico) revelando uma pressão económica a aumentar ─ tornada obsessiva e podendo passar rapidamente a explosiva ─ aumenta cada vez mais a distância (o fosso) entre estas duas áreas ─ Saúde e Economia ─ com a segunda inevitavelmente e de acordo com o processo em curso (levando à garantia da nossa sobrevivência) “a engolir” a primeira: podendo-se morrer da doença (se não formos eficazes no seu tratamento, na saúde), podendo-se morrer de fome (devido à doença e ao confinamento, destruindo empresas/empregos, na economia).

Notando-se nalguns países (ultrapassado o pico máximo, em descida Covid-19)
um novo crescimento de infeções (depois de uma acentuada descida),
deixando os especialistas de sobreaviso (até por informação da WHO/OMS)
para o possível aparecimento de uma nova vaga:
daí o avanço e recuo nalguns deles.
E encontrando-nos neste momento e em Portugal (como noutros países do mundo, mais ou menos avançados na doença) entre dois caminhos alternativos (pelo menos o que nos é oferecido/servido) ─ “abrir (1) ou fechar (2) até com a hipótese Nem (X)” ─ na prática secundarizando uma das áreas de modo a tornar a outra a protagonista, suspeitando-se que a 17 de março e depois de apresentado “o plano” (mais de um ano depois do início desta tragédia, nada mau?) ─ ainda por cima pressionado por um dos mais fortes lobbies nacionais, o da Educação ─ as autoridades cedam e abram progressivamente as portas (antes da Páscoa), para mais uns 2 milhões: podendo estar-se novamente a convidar, alguém para entrar.
(dados: dgs.pt ─ imagens: 24.sapo.pt e Produções Anormais)
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Covid-19/Portugal ─ Nova Vaga
“Entregue a produção das vacinas aos privados,
logicamente com a lei do mercado a prevalecer:
vacinas prioritariamente para quem pagar mais.”
(e em vez de se revoltarem, c/ político a gritarem “paguem”)
Divulgados este sábado os últimos números da Pandemia Covid-19, registando-se na região do Algarve um total acumulado de 19.319 infetados (+295/hoje, cerca de 19% do total nacional/dia) e de 295 óbitos (+11/hoje, cerca de7% do total nacional/dia). Adicionalmente com o número de internados a nível nacional a indicar 4.850 doentes (-380 do que ontem), desses com 803 em UCI (-43 do que ontem). Com os diferentes parâmetros (e respetivos valores) a continuarem em descida.

Com os números de infeções/óbitos e de internados/UCI a continuarem a encorajar-nos (renovando-nos a esperança) ─ e mantendo-se estes em nítida descida ─ abrindo-se a perspetiva de que mantendo as nossas cautelas, cumprindo as regras (de prevenção) ─ máscaras, mãos, distanciamento ─ e efetuando-se as testagens e as vacinações necessárias (rapidamente e em massa), brevemente tudo se resolverá voltando-se ao (novo) normal e (gradualmente) ao desconfinamento geral.

Colocando nas nossas mãos (da população em geral e não na dos políticos) a verdadeira resolução deste gravíssimo problema sanitário (uma Pandemia já perto dos 2,5 milhões de mortes globais), tendo simultaneamente e agregado ao mesmo (problema de saúde), enormes repercussões económicas: concluindo-se que não havendo alternativas, “não trabalhando não se comendo e não se comendo não se trabalhando”. Pelo que não se assumindo (a crise terrível que atravessamos) caindo-se no precipício.

Em função de todas as informações, dados fornecidos e na melhor das hipóteses, com o desconfinamento a poder ocorrer depois da Páscoa (início do mês de abril) ─ nunca antes (só muito parcialmente) ─ abrindo-se progressivamente à economia, desbloqueando-se as fronteiras (aéreas/terrestres) e reiniciando-se (nas escolas) as aulas presenciais ─ para além do necessário reapetrechamento (em equipamento e em pessoas) das tão castigadas unidades de saúde (centros de saúde e hospitais).
Isto se os nossos governantes e políticos não se anteciparem e atirarem tudo pelo cano abaixo: com o Costa (e o Tiago) impaciente e Marcelo a afirmar (nas atuais condições), nem pensar.
(imagens: Produções Anormais)
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Outra Vez Não!
COVID-19 em 09.02.2021 (terça-feira) | Valores (evolução face ao dia anterior) |
Casos de Infeção/dia | 2.583 (+78) |
Óbitos/dia | 203 (+7) |
Nº Doentes Internados | 6.070 (-274) |
Nº Doentes em UCI | 862 (-15) |
“Esta terça-feira 9 de fevereiro com a Organização Mundial de Saúde a (WHO) a confirmar a não presença do vírus em Wuhan antes de dezembro de 2019 (disseminando o vírus e originando a pandemia) ─ não diabolizando um pouco mais os chineses (animais racionais como nós) ─ indicando simultaneamente não se ter identificado ainda o (possível) animal transmissor do vírus SARS CoV-2 provocando este surto de Covid-19 ─ livrando para já alguns animais (irracionais como o Pangolim e o Morcego) da sua perseguição e morte.”

Então em regime presencial
─ 18 de novembro do ano passado ─
hoje em videoconferência
(aparentando maior abertura)
No dia em que decorre mais uma reunião no INFARMED ─ “autoridade nacional autónoma tendo por missão regular e supervisionar os setores dos medicamentos e produtos de saúde” (wikipedia.org) ─ tendo como protagonista o vírus SARS CoV-2 (curiosamente apenas com a presença dos especialistas e com os políticos a assistirem por videoconferência), a informação agora divulgada de que o pico de infeções terá sido atingido a 29 de janeiro: uma notícia há muito esperada e excelente ─ para o nosso país já num estado social e económico calamitoso ─ fazendo renascer em todos nós e de novo a esperança (o nosso último apoio a morrer) de um regresso à normalidade (o mais possível próxima da de 2019), mas que por outro lado nos provoca um imenso “arrepio na espinha” ao vermos os abutres (oriundos do público como do privado) a contorcerem-se freneticamente tentando desde já aproveitar em seu benefício e unilateralmente, a informação (infelizmente apenas parte dela) então disponibilizada. E apesar dos novos avisos dos nossos especialistas (na essência aparentemente escutados, mas parcial e estrategicamente ignorados) como o foi anteriormente (não aceite pelas autoridades responsáveis) o do encerramento imediato das escolas (nem se devendo ter iniciado o 2º período) ─ sendo a interrupção sucessivamente adiada e contribuindo diretamente para o alastrar da epidemia ─ temendo-se que face à possibilidade de nos abrirmos de novo (uma das três vias principais de transmissão do vírus) alguns (até para ainda poderem salvar a sua face) o façam apressadamente, antes do tempo: como será o caso da Educação, mal possa (quando nunca deveria iniciar as aulas presenciais antes do 3º período), criando de novo ajuntamentos e reabrindo as portas de contágio e as vias de transmissão deste vírus mortal (sendo as três principais as vias Famílias/Lares, Famílias/Empresas e Famílias/Escolas). Assim como o da Saúde (criticável em muitos aspetos como, abandonando os especialistas e apoiando os políticos) com os seus responsáveis mesmo vendo a situação explosiva que aí vinha ─ dando sinais desde o fim do Verão (oscilações visíveis e preocupantes, nos valores infeções/óbitos) ─ para além da total subserviência à Economia (por irracional/inadequada dado o ponto de todo este processo), a não se prevenirem com recursos (materiais/humanos), a deixarem os hospitais explodirem e a permitirem (já sem alternativas deixando-se levar) o caos gerir-se a si próprio.

Origem do coronavírus
não estará nos morcegos
ou num acidente de laboratório
(sol.sapo.pt/09.02.2021)
Mas graças à contribuição voluntária e não remunerada (isto sim sendo solidariedade efetiva, não apenas palavras de circunstância) do cidadão comum ─ tão atacado e humilhado, sendo responsabilizado pelos números (COVID-19) do Natal e do Ano Novo (desmentido por muitos especialistas, vindo por inação/indecisão o problema mais de trás) e no entanto pelo duro combate travado sendo um herói (aí se encontrando muitos dos infetados/mortos) ─ com os números finalmente a regredirem apesar dos parasitas lá em cima (indevida e imoralmente) ainda instalados (vejam só todas as histórias, já em torno da vacina). Pelo que abrir as portas antes do tempo, face a toda a informação no presente disponível (dado estar a vida de milhões de portugueses em causa) ainda-por-cima ignorando (de novo) todos os ouvidos e conselhos especializados (politicamente), deveria ser evidentemente condenado, julgado e penalizado. Questionando-nos no dia de hoje encerrada mais esta reunião de 9 de fevereiro tendo como tema a Evolução da Pandemia (no INFARMED) ─ sabendo-se que felizmente os políticos assistiram à mesma à distância, deixando os especialistas falarem livremente, não se intrometendo e aconselhando-lhes o silêncio ─ sobre o que “acontecerá depois”, deglutidos os especialistas (e filtradas as conclusões) entrando em ação os políticos: só podendo ser sustidos (neste sobe/desce insustentável) pelo vírus (morrendo-se) ou por nós (sobrevivendo-se).
Provas?
(perante o imperturbável Henrique Barros ─ corresponsável pelos últimos episódios desta pandemia, como o do encerramento das escolas ─ até pelo que antes disse, sugeriu e levou a concretizar e para nosso prejuízo, o epidemiologista do regime)
“Ministra da Saúde reduziu decisão de Manuel Carmo Gomes (de deixar de participar nas sessões de especialistas conhecidas por reuniões do INFARMED) a “uma questão de agenda” (do epidemiologista crítico do governo) e garantiu que encara propostas alternativas como “formas de progredir”. Epidemiologista pôs em causa a resposta “gradualista” do Governo à pandemia de Covid-19 durante a reunião no INFARMED.” (jornaleconomico.sapo.pt/09.02.2021)
(imagens: António Pedro Santos/sicnoticias.pt/18.11.2020 ─ AFP/sol.sapo.pt)
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Vacinas Covid-19 ─ Asfixiados em Números, Cada um Querendo o Seu
[Dá-me a minha vacina, já!]
“Uns dados sobre as vacinas contra a Covid-19 já aprovadas e em circulação, aqui deixados para neste novo confinamento, pensarmos (pelo menos nos intervalos que eles nos dão) um pouco mais (no que estamos metidos).”

Pouco mais de um ano passado sobre o aparecimento do vírus SARS CoV-2 (o bicho microscópico que paralisou o Mundo) e da Pandemia de Covid-19 (a doença provocada pelo bicho) ─ nos finais do ano de 2019, eclodindo violentamente na Europa em 2020 ─ eis que o mercado (global) nos oferece (para já) 11 vacinas (aprovadas) estando ainda outras 79 em preparação (20 já na fase 3, ou seja, perto da aprovação e do mercado).
Utilizando cada uma delas no seu fabrico e aplicação diferentes tecnologias, todas podendo provocar reações secundárias (em princípio não mortais ─ apesar dos poucos ensaios realizados ─ mas por vezes tendo de proteger certos grupos etários ou possuidores de outras doenças graves) e ainda com algumas a serem promovidas comercialmente (no ocidente as ocidentais) enquanto outras não (as oriundas do oriente).
Entre elas (onze vacinas já aprovadas) estando ─ entre as aprovadas em mais países ─ a vacina PFIZER (EUA/Alemanha) aprovada em 55 países (c/ 8 ensaios realizados), a OXFORD/ASTRAZENECA (Grã-Bretanha) aprovada em 43 países (c/ 16 ensaios realizados), a MODERNA (EUA) aprovada em 37 países (c/ 5 ensaios realizados), a SPUTNIK V (Rússia) aprovada em 16 países, a BBIBP-CORV (China) aprovada em 11 países (c/ 6 ensaios realizados).
“Num momento da nossa história em que assistimos ao “Eixo Económico-Financeiro do Mundo” a deslocar-se para oriente, com o centro a deslocar-se de Washington para Pequim. Sendo o impacto do vírus apenas mais um sinal.”
Para além da COVISHIELD (Índia) aprovada em 8 países, da CORONAVAC (China) aprovada em 5, da INACTIVATED (China) aprovada em 2 e ainda da EPIVACCORONA, da AD5-NCOV e da COVAXIN. Ou seja, 6 países presentes na produção de vacinas ─ EUA (2 vacinas), Alemanha (1), Grã-Bretanha (1), Rússia (2), China (4), Índia (2) ─ com o Ocidente a apresentar 3 vacinas (27%) e o Oriente 8 (73%).
No entanto com o Ocidente a ter uns 135 países a aprovarem a vacina e o Oriente apenas uns 45 (3 X menos) a aprovarem a mesma. E em função dos resultados/eficácia (divulgadas) das diferentes vacinas contra a Covid-19 (valores aproximados das 5 apresentando maior eficácia), com a EPIVACCORONA (Rússia) a afirmar ter uma eficácia de 100%, a PFIZER (EUA/Alemanha) 95%, a MODERNA (EUA) 94%, a SPUTNIK V (Rússia) 91% e a OXFORD/ASTRAZENECA (GB) 70%.
“Para no fim chegarmos mais uma vez à conclusão de estarmos nas mãos da iniciativa dita privada (no fundo subsidiada pelo estado) ou estatal, ou seja, mais uma vez subalternizando a nossa Saúde à poderosa e omnipresente/omnipotente Economia.”
(imagem: internationalsos.com)
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O Milagre dos Hospitais
Covid-19:
Variante do Reino Unido
(50% mais transmissível)
em “crescimento exponencial"
(alertas internacionais começaram a surgir em meados do mês de dezembro)
em Portugal.
(hoje já 35%/40% dos casos totais)

E se ainda continuassem as escolas abertas?
Numa altura em que Portugal ainda hoje (29.01) é o 6º país da Europa em novos casos de contágio pelo vírus SARS CoV-2 e o 8º país europeu no número de vítimas mortais, a constatação face à evidente ultrapassagem da nossa capacidade hospitalar e à incapacidade oficial e governamental de suster na sua origem o vírus (Escolas/Famílias/Empresas), de que só um “Milagre na Saúde” poderá de alguma forma combatê-lo, amortecer o seu embate e finalmente sustê-lo: colocando-nos de corpo e alma ao lado de todos os profissionais da saúde e de muitos outros colaboradores fundamentais como os bombeiros e a polícia, esperando que a restante população o faça igual e solidariamente, ajudando direta ou indiretamente, na direção da resolução deste gravíssimo problema (não só de Saúde, mas como consequência Económico) coletivo.
Só nos questionando se “mesmo vencendo o vírus” ─ podendo ser tarde, podendo ser crónico ─ alguma vez recuperaremos a “nível económico e profissional”. No Algarve podendo ser um desastre (este ano, o segundo fechado), prolongando-se, antecipando a catástrofe (sendo o turismo na região algarvia, assumido como uma monocultura).
(texto inicial: a partir de 24.sapo.pt/29.01.2021 ─ imagem: tek.sapo.pt)
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Nova Normalidade
Globalmente com mais de 80 milhões de infetados e a caminho dos 1,8 milhões de mortos e a nível de vítimas mortais com os EUA a liderarem no Hemisfério Norte (mais de 338 mil de óbitos) e o Brasil a liderar no Hemisfério Sul (mais de 190 mil de óbitos).

Coronavírus (Covid-19) em Portugal
1ª/2ª Vaga
Pensando que ainda há meio ano (durante a 1ª Vaga) Portugal e o Mundo tremiam de medo e de terror face ao nº de infetados pelo coronavírus e pelo nº de vítimas mortais associados ao covid-19 ─ com o nº máximo de vítimas mortais diárias em Portugal a atingir os 37 ─ convenhamos que perto do final deste ano de 2020 (O Ano da Pandemia) com os números de infeções/óbitos clara e inequivocamente a dispararem (chegada da 2ª Vaga), parecemos mesmo estarmos já a percorrer os tempos da Nova Normalidade: esmagado o Trabalho e a Economia, nem se pestanejando face à brutalidade dos números oriundos do Desemprego e da Saúde (inevitavelmente secundarizada) ─ em Portugal com o número máximo de vítimas mortais a atingir os 97 (mais de 2,5X). Em Portugal a 26 de dezembro de 2020 com o número de infetados a ser de 391.782, o número de vítimas mortais de 6.478 e o número de recuperados de 315.126 (504 indivíduos em cuidados intensivos); e em número de vítimas mortais a ser o 38º país no mundo (17º Europeu).
Nas mãos de grandes corporações multinacionais controlando o Mundo Económico-Financeiro e o acesso à Sociedade e ao Mundo do Trabalho e no cumprimento de um modelo há muito estagnado e em modo concentracionário, regressivo e implosivo, de modo a atingirmos de novo o estatuto (de novo escravo/cobaia) faltando apenas estregarmos o nosso certificado de Saúde.
(imagem: worldometers.info)