Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

16
Jun 18

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Observando o planeta Marte com a maior aproximação à Terra a ser a de 2003

(utilizando para tal um telescópio)

 

Quando o planeta Marte desde o início de Junho (deste ano) se apresenta no céu noturno terrestre (e ao contrário do que tem acontecido nos últimos anos) cada vez mais brilhante e inicialmente confundindo-se com uma estrela (mas não cintilando não o sendo),

 

‒ Consequência da sua aproximação à Terra atingindo o seu mínimo a 31 de Julho quando estiver a uma distância de apenas 57 590 000 Km do nosso planeta (a sua anterior maior aproximação tendo-se registado em 2003 a 55 760 000 Km da Terra)

 

Sugerindo-nos para os próximos espetáculos (celestiais e noturnos) e para os próximos tempos (e tal como aconteceu há 15 anos atrás) situações muito semelhantes (talvez não tão intensas) com aquela a seguir referida,

 

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Marte em finais de Agosto de 2003

(no momento da sua maior aproximação à Terra)

 

“For a few months, Mars was exceedingly spectacular in our sky, outshining all the stars and planets except brilliant Venus” (Deborah Byrd/Earthsky/21.05.2018)

 

Talvez pelo mesmo se encontrar em aproximação à Terra e ao Sol (hoje sábado 16 de Junho encontrando-se a mais de 77,2 milhões de Km da Terra e a mais de 214,9 milhões de Km do Sol) e simultaneamente numa mudança de Estação anual (tal como na Terra com as suas 4 Estações) num dos seus polos o Inverno no outro o Verão,

 

Eis que uma Gigantesca Tempestade (de areias e poeiras) atinge a superfície marciana.

 

Imagens (figuras 3 e 4) da grande Tempestade de Poeira atingindo a superfície marciana ‒ iniciada a 31 de Maio e estendendo-se até 11 de Junho ‒ disponibilizadas (respetivamente) pelas câmaras do ROVER CURIOSITY e pelo instrumento ótico MARCI equipando a sonda MRO (Mars Reconnaissance Orbiter): dada a sua grande extensão (da tempestade) afetando as tarefas desenvolvidas na superfície de Marte pelos ROVER CURIOSITY e OPPORTUNITY.

 

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Visão da Tempestade de Poeiras em Marte de Junho de 2018

(CURIOSITY ROVER ‒ SOL 2074 e SOL 2077)

 

Na figura 3 mostrando-nos os efeitos provocados pela tempestade de poeiras (e de areias) no interior da cratera GALE, evoluindo de uma forma crescente (tornando-se cada vez mais intensa) durante um período de 3 dias e afetando notoriamente a visibilidade à sua superfície (da cratera). Com a imagem da esquerda a oferecer-nos o limite E-NE da cratera Gale a 7 de Junho e a imagem da direita a mesma vista mas a 10 de Junho (pior visibilidade).

 

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Tempestade Gigantesca de Poeiras em Marte ‒ 2018

(MRO ‒ PIA 22519)

 

Com a expansão desta grande Tempestade ‒ de Areias e Poeiras (com uma dimensão idêntica à da América do Norte) ‒  afetando há cerca de quinze dias a atmosfera e a superfície marciana, com a mesma a poder afetar equipamentos (terrestres) no terreno como módulos de aterragem ou Rovers (2 norte-americanos como os da figura 4): dos veículos norte-americanos (motorizados) movimentando-se em Marte (à sua superfície) com a Tempestade a afetar menos o ROVER CURIOSITY (menos exposto), enquanto noutra zona do planeta devido à maior intensidade da mesma (tempestade) e à dificuldade dos raios solares em atravessarem a atmosfera (carregada de poeiras suspensas) com o ROVER OPPORTUNITY (com a sua bateria em baixo e levando com a Tempestade em cima) a ser obrigado a proteger-se e a entrar em Modo de Espera. E dos módulos orbitais (como será por exemplo o caso da sonda chinesa MOM/Mars Orbiter Mission da responsabilidade da Agência Espacial Chinesa ISRO) circundando o planeta, com a sua altitude ‒ cerca de 300Km para a MOM ‒ protegendo-as da Tempestade.

 

(imagens: nakedeyeplanets.com ‒ skyandtelescope.com ‒ photojournal.jpl.nasa.gov

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:43

29
Mar 18

Sem Desespero

(se não for agora será para a próxima)

À Espera de Irene

 

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Nos EUA com um familiar afastado, o Furacão Irene

(ocorrido em Agosto de 2011 e aí sim sendo uma verdadeira tempestade)

Apesar do humor introduzido pelo cartoonista

(e como se afirma de seguida)

Afetando uma população de cerca de 60 milhões de pessoas

(provocando 40 vítimas mortais e 11 mil milhões de dólares de prejuízo)

 

Com a chegada de uma nova tempestade (a partir de sexta-feira) até ao momento ainda não tendo sido confirmada – não se conhecendo muito bem a intensidade do seu impacto e como tal não tendo sido ainda oficialmente batizada (depois de Hugo e seguindo as letras do alfabeto) como Tempestade IRENE – como medida de segurança e de proteção o IPMA acaba de lançar um aviso (meteorológico) de Alerta Laranja para 7 distritos do país (continente): particularmente para a grande agitação marítima prevista (com ondas podendo alcançar os 11 metros de altura) atingindo mais intensamente todo o litoral de Viana do Castelo (a norte junto ao Minho) à região de Lisboa (no centro junto ao Tejo).

 

E como tem ocorrido sistematicamente na passagem destas Tempestades agora sendo catalogadas (desde Dezembro de 2017) por Agências Meteorológicas de 3 países europeus, ocidentais e próximos (Portugal, Espanha e França) – tempestades Ana, Bruno, Carmen, David, Emma, Félix, Gisele, Hugo – com as previsões acompanhando esta tempestade denominada ou não como Irene (veremos se é assim tão intensa para merecer esse título) a sugerirem a chegada (logo esta sexta-feira) de chuva forte e rajadas de vento (sobretudo a norte), durante o fim-de-semana espalhando-se a todo o território com precipitação e queda de neve (acima de 800 metros).

 

No que diz respeito às temperaturas talvez se registando uma ligeira descida, mas mantendo-se no limite do facilmente suportável: com as mínimas a variarem entre os - 3⁰C (terras altas) e os 10⁰C (generalidade do país) e com as máximas a andarem entre os 15⁰C e os 18⁰C. Para uma tempestade apresentando um tempo bem aceitável, nada tendo a ver com Mau Tempo (como se dizia antigamente) especialmente (estando-se) no Algarve (por exemplo em Albufeira): com as previsões para este próximo fim-de-semana (de Páscoa) em Albufeira a apontarem para céu nublado com posibilidade de aguaceiros, vento moderado e temperaturas a variarem entre os 9⁰C/20⁰C (mínima/máxima). Segunda-feira dia 2 de Abril (segundo essas previsões e já depois do Dia das Mentiras) regressando a chuva.

 

(imagem: Hurricane Irene Hits Jersey Shore, Cast Among Casualties Cartoon/cartoonday.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:21

“À medida que a Tecnologia se desenvolve a um ritmo acelerado e surpreendente, em contramão e incompreensivelmente o Homem parece regredir mentalmente e exponencialmente.”

 

Na passada segunda-feira (dia 26 de Março) e enquanto alguns (mais interessados) observavam a transmissão em direto oriunda da Estação Espacial Internacional (figura 1/ISS) – orbitando o nosso planeta a cerca de 400Km de distância – algo de estranho (por não devidamente esclarecido) se passou em seu redor (como se pode ver pela alteração de tonalidade) sendo registado pelas câmaras deste (grande) satélite artificial (e além do mais tripulado).

 

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Fig. 1

Estação Espacial Internacional

(ISS)

 

Num momento em que na Terra (já com mais de 4,5 biliões de anos) ainda se discute se devemos ou não pensar em partir do nosso planeta – à procura de Outros Mundos e de Outras Terras, como o fizeram os Navegadores na sua Conquita dos Oceanos – de modo (único) ao Homem poder garantir desde logo o seu Futuro (já que a Terra como o Sol não duram para sempre), por cá nada se passa senão a inquietante, progressiva e acelerada degradação mental do Homem (bem espelhadas nas sua Elites e no seu puro e dedicado oportunismo) deixando-nos prever Tempos (talvez mesmo a muito Curto-Prazo) no mínimo preocupantes: (1º) ficando-se muito admirado (agora e com este último incidente) pelo Facebook nos ver meramente como um Produto/uma Coisa (não pagam logo de que é que estavam à espera?) – falando-se para nos entreterem/enrolarem em falhas (de seguranças) (2º) e verdadeiramente siderado (como animais ditos racionais) por todas as Ideias e Ações (propostas e levadas a cabo) se basearem apenas no ACREDITO porque foram ELES que disseram!

 

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Figs. 2-3-4-5

ISS sob Ataque Vermelho

(Março 2018)

 

“Num Mundo cheio de Mentes Brilhantes, mas onde são os Idiotas a deterem o Poder.”

 

Como se pode constatar pela sequência de imagens anterior (2/3/4/5) com a ISS a ser subitamente invadida por um clarão de luz avermelhada (antes não visível) parecendo dirigida e como que envolvendo a estação espacial: aparecendo e desaparecendo pouco tempo depois (e por mera curiosidade/coincidência originando um corte temporário na transmissão) num fenómeno de origem desconhecida e entre outros entretanto ocorridos e não completamente esclarecidos sugerindo as mais diversas explicações e (até) associações – podendo até ser um fenómeno natural (de origem/associação terrestre) ou então artificial (com intervenção externa afetando a Terra e recuperando de novo as Teorias da Conspiração/ entre outras o sempre previsto, presente, mas nunca concretizado, Planeta X).

 

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Fig. 6

A Terra também sob Ataque?

(Março 2018)

 

Em Terra (e apesar da desvalorização e não divulgação do incidente alegadamente ocorrido no Espaço) com outros fenómenos um pouco estranhos (pelo menos para nós os leigos) a ocorrerem (na mesma semana e nas proximidades), pelo período de tempo em que ocorreram e por algumas similitudes entre eles (contestáveis) sendo por alguns associados ao ocorrido na ISS: atingindo aqui países europeus (da Europa Central/Leste como a Bulgária, a Roménia, a Rússia e a Ucrânia/figura 6) – depois de um outro fenómeno simultâneo e associado (a tempestade de areia oriunda do Sahara) ter atingido a região do Mediterrânico (Oriental).

 

(imagens: nasa.gov – John/youtube.com/nasa.gov/ISS – Margarita Alshina/Instagram/eventregistry.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:22

28
Mar 18

Um cenário numa tonalidade mais marciana do que terrestre

(tendo em comum as areias)

 

Numa clara demonstração do imenso poder  detido (e exercido) pela Atmosfera (e pelas suas diversas camadas constituintes e sobrepostas) sobre a evolução do nosso Ecossistema Terrestre (onde todos vivemos),

 

‒ para além da presença e da intervenção da Litosfera (ex: sismos/vulcões) e da Hidrosfera (ex: inundações/tsunamis)

 

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Um fenómeno atmosférico originado no norte de África (no deserto do Sahara) e atravessando o Mar Mediterrânica (em direção à Europa) atingiu intensamente (na passada quinta-feira 22)  toda a parte leste dessa região, especialmente (e como se pode ver pelas imagens) a ilha grega de Creta (localizada do sul do Mar Egeu e tendo como capital Heraclião):

 

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Com uma Tempestade de Areia oriunda da Líbia a impactar violentamente sobre a 2ª maior ilha da região (e 5ª no Mar Mediterrâqnico), mesmo de dia impedindo a observação do Sol, carregando o ar de uma espessa (e por vezes irrespiravel) camada de poeira e dando ao céu uma tonalidade bem estranha (apesar de já por diversas vezes observada mas com menor intensidade ‒ como no sul de Portugal): em Albufeira com episódios semelhantes (e recentes) a limitarem-se às poeiras observadas (dando-lhe uma tonalidade acastanhada/avermelhada) cobrindo carros e outras estruturas (naturais ou artificiais).

 

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Pelas 16:00 da passada quinta-feira com as areias do deserto do Sahara oriundas e compartilhando território líbio (África), após transporem a fronteira litoral e asvançarem sobre o Mediterrânico em direção a Norte (Europa), a atingirem violentamente e no seu trajeto a ilha grega de Creta, com as suas nuvens carregadas de uma espessa camada de poeiras (areias) a reduzirem drasticamente a visibilidade tornando o ar irrespirável.

 

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E com esta Tempestade de Areia (Severa) vinda do Sahara (Reino dos Nómadas) e objetivamente dirigindo-se para cá (certamente cumprindo um plano da Natureza) ‒ como se tratasse de um Ataque oriundo da Líbia (em Guerra Civil) contra a Europa (tendo-a posto num ato ilegal e criminoso neste trágico estado) utilizando uma Arma Biológica (dadas as possíveis consequências negativas associadas) – a atingir (mais intensamente) não só a ilha de Creta como outras regiões da Grécia, Chipre, Turquia e Egito.

 

(imagens: severe-weather.EU/Noé Zufferey/kbrin/severe-weather.EU ‒ twitter.com ‒ watchers.news)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:52

23
Mar 18

“We meet Hugo who dreams of one day becoming a meteorologist and being able to predict the weather to help keep people warm, safe and dry.”

 

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Hugo

(o rapaz que quer ser Meteorologista)

 

Tempestade HUGO

A 7ª Tempestade desde Ana (Dezembro de 2017)

Às quais os nossos pais chamariam (simplesmente) Mau Tempo

 

E eis que a 23 de Março (sexta-feira) ‒ e quando já todos se preparavam para o primeiro fim-de-semana da estação da Primavera com o céu limpo e sem chuva (podendo-se então arrumar o guarda-chuva, talvez imaginando-se que já aí vinha mais calor) ‒ uma nova depressão se formou no oceano Atlântico a NW do arquipélago dos Açores deslocando-se agora para leste: segundo as previsões dos meteorologistas indo afetar mais intensamente Espanha (sobretudo hoje e amanhã começando a desanuviar domingo) sobretudo o Norte da Península (Ibérica) por onde a mesma (tempestade) entrará ‒ destacando-se (por poder originar condições de tempo mais extremas) a Galiza e por proximidade o norte de Portugal. Com o nome da depressão transformada em Tempestade (depois de Félix e alfabeticamente) a ser denominada como HUGO.

 

No caso de Espanha e por poder vir a ser a região mais atingida (segundo as previsões) ‒ entre Portugal, Espanha e França ‒ com a Agência Meteorológica Espanhola AEMET a lançar um Alerta Vermelho, avisando para uma possível Bomba Ciclone (podendo atingir 80% do seu território) com fortes rajadas de vento, queda de neve (acima dos 800 metros e formação de gelo) e grande agitação marítima (com ondas podendo atingir 0s 12 metros). Com a chuva (talvez não tão intensa como persistente) também a aparecer, podendo afetar outras regiões como as ilhas Baleares (Espanha) e a Madeira (Portugal). Naturalmente sendo de esperar (até pelo vento frio e pela neve) uma descida das temperaturas. No que toca a Portugal (continental) e na sequência do anúncio da chegada desta 7ª tempestade ao nosso território (desde a Tempestade Ana ‒ a 1ª tempestade catalogada ‒ ocorrida em Dezembro de 2017) ‒ num trabalho conjunto de três agências meteorológicas (IPMA, AEMET e MÉTEOFRANCE) ‒ com as previsões a apontarem (com a passagem de Hugo) cenários idênticos aos de Espanha mas menos extremos e afetando sobretudo os distritos do norte: com neve (Gerês, Marão, Montemuro, Estrela, entre outros), vento (80/100Km/h) e grande agitação marítima (de 6/12 metros). Centrando-se o mau tempo a norte, quando muito chegando a Lisboa e deixando o Algarve (e Albufeira) mais tranquilo e desejado (agora que aí vêm para alguns, Abril e as férias da Páscoa).

 

Em resumo e no que diz respeito à nossa região (do Algarve) com as previsões para este fim-de-semana (até segunda-feira/dia 26, início para a maioria das pessoas de mais uma semana de trabalho) ‒ incidindo em Albufeira ‒ a apontarem para 3 dias de chuva/aguaceiros (sexta, sábado e Domingo), vento moderado de W (sexta) passando a NW e com as temperaturas (ligeira subida nas máximas sentindo-se especialmente terça/27 e quarta/28) a variarem entre os 7⁰C/19⁰C (mínima/máxima). Com a semana (de 26 a 30 de Março) a poder-nos proporcionar uns dias menos húmidos, regressando de novo a chuva para o fim-de-semana que se segue (31 Março e 1 de Abril).

 

(texto inicial/inglês e imagem: McGraw-Hill Education Prek-12/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:41

13
Mar 18

Mais fraquinha que Félix e com tempestade a ser mau tempo

 

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A chegada da tempestade Gisele a Portugal Continental

(prevista para esta quarta-feira 14/previsão para as 12:00 e 15:00)

 

Passada a sexta tempestade (FÉLIX) catalogada desde o fim do ano passado (por iniciativa e por ordem alfabética) por três agências Meteorológicas ‒ IPMA (Portugal), AEMET (Espanha) e MÉTÉOFRANCE (França) ‒ uma nova depressão (associada à passagem de uma superfície frontal fria) aproxima-se rapidamente da ilha da Madeira (indo-se sentir mais intensamente esta quarta-feira dia 14) dirigindo-se de seguida em direção ao Golfo de Biscaia e ao sul da Grã-Bretanha: no seu trajeto originado no arquipélago dos Açores (afetando já esta terça-feira com mau tempo este território) atingindo Portugal Continental sobretudo a região norte.

 

Com esta nova tempestade oriunda do oceano Atlântico e deslocando-se para leste a transportar consigo (tal como a anterior Félix) chuva intensa, rajadas de vento e forte agitação marítima e com os meteorologistas a preverem aquando da sua passagem (amanhã, dia 14) precipitação elevada, queda de granizo e trovoada (principalmente a partir do período da tarde) e ainda vento intenso por vezes com rajadas (sobretudo a partir do início da noite). Naturalmente com estas condições atmosféricas a refletirem o que se irá passar a seguir no continente, com a passagem desta nova tempestade (a sétima) ‒ já denominada como GISELE ‒ dentro de dias e por cá.

 

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Gisele

(chuva, vento e agitação marítima sobretudo a norte)

 

Para já e no que diz respeito exclusivamente a Portugal com o IPMA a manter o Alerta Laranja para o arquipélago dos Açores (em 7 das suas 9 ilhas) ‒ tendo sido o primeiro território a ser atingido (os Açores) devido sobretudo à ação do vento e ao estado bastante agitado do mar ‒ salientando desde logo (e alertando) para a chegada da tempestade Gisele à Madeira e ao Continente e com os primeiros efeitos a fazerem-se sentir (como já referenciado) amanhã. (No fundo) Uma tempestade (Gisele) com um menor impacto que a anterior (Félix), afetando essencialmente o norte e com ondas não tão altas (4/5 metros).

 

E segundo as previsões do IPMA para o Algarve e para Albufeira (até 18 de Março um domingo) com o tempo a apresentar-se com períodos de chuva ou aguaceiros, vento geralmente moderado e temperaturas variando entre os 7⁰C/18⁰C (mínima/máxima) ‒ com uma acentuada descida das temperaturas mínimas de 6⁰C de quarta-feira (14) para sexta-feira (dos 13⁰C previstos para hoje para os 7⁰C de sexta-feira).

 

(imagens: sat24.com/portugalresident.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:58

09
Mar 18

[Em Estado de Alerta pela Agitação Marítima]

 

Com as temperaturas em Portugal a variarem entre os - 0,1⁰C (mínima nas Penhas Douradas) e os + 19,3⁰C (máxima em Castro Marim),

 

Com o máximo de precipitação a atingir os 76,3mm (na Madeira/Areeiro)

 

‒ No continente com 14,6mm (no Cabril/Montalegre)

 

E com o vento a registar rajadas máximas de V = 133,49Km/h (na Madeira/Lombo da Terça)

 

‒ No continente com V = 59Km/h (na Fóia)

 

A caraterizarem fortemente o dia de ontem (quinta-feira 8 de Março, vésperas da chegada da tempestade FÉLIX),

 

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Ondulação ‒ Previsão da altura significativa

Sexta-feira/15h, Sábado/15h e Domingo/00h

(fonte: IPMA)

 

Esta sexta-feira com todo o continente sob um manto cinzento de chuva (nuvens) e de vento moderado e com as temperaturas de momento (14:30) a andarem entre os 6,8⁰C (Penhas Douradas) e os 16,5⁰C (Aveiro e Sagres),

 

Mantêm-se sensivelmente as mesmas condições meteorológicas de ontem (de vento e de chuva) sendo apenas de relevar o agravamento do estado do mar

 

‒ Estando previstas para hoje e para toda a costa portuguesa ondas de 3 a 4,5 metros (no domingo sobretudo na costa ocidental podendo atingir os 7,5 metros).

 

E devido à aproximação e passagem da tempestade Félix com a mesma colocando a Madeira e todo o norte de Portugal continental em Alerta Laranja (exceção feita à sua ponta leste),

 

Para além de se estender ainda (o alerta) por todo o litoral continental (do rio Minho ao rio Guadiana) e como consequência da forte ondulação (marítima) prevista,

 

Com ondas a surgirem que segundo as previsões poderão atingir os 12 metros (de altura).

 

(dados e imagens: ipma.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:21

08
Mar 18

A caminho do fim da estação do Inverno (20 de Março) e com a grande maioria do território do continente a atravessar um período de seca severa/extrema, eis que finalmente chega a chuva (diminuindo mesmo que ligeiramente os efeitos da seca) mas infelizmente (no que toca à região do Algarve e ao Sotavento Algarvio uma das zonas mais afetadas pela seca) acompanhada por fenómenos (outros) atmosféricos extremos ‒ como os Tornados.

 

Um fenómeno para o Futuro (e como se vê para o Presente) já falado há anos atrás (até no Algarve como uma das zonas a poder ser atingida) ou já não tivéssemos tido outros fenómenos semelhantes como resultado do Aquecimento Global e das Alterações Climáticas (que se vão registando um pouco por todo o Mundo): como o de 2012 entrando por Lagoa (Carvoeiro), derivando de seguida para o interior (atravessando Lagoa e prosseguindo) e atingindo ainda e violentamente a cidade de Silves (já no interior algarvio).

 

Para já com as Entidades Locais (públicas e privadas e como numa grande parceria) parecendo mais preocupadas com o impacto turístico ‒ dirigindo desde logo a sua atenção (para eles Obrigatória) para a recuperação das estruturas de praia (veremos o que acontece aqui na Praia do Peneco) ‒ mas agora com outras (só porque algo de óbvio já se passou na Praia do Vau/Portimão) como a de Queda das Falésias.

 

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Evolução meteorológica prevista

Este mês entre as 18:00 do dia 8 (5ªf) e as 18:00 do dia 9 (6ªf)

Nos dias 8/9 apresentando piores condições do tempo em Portugal

(fonte: sat24.com)

 

Depois de Ana, Bruno, Carmen, David e finalmente Emma ‒ isto para só falarmos de tempestades batizadas pelos serviços meteorológicos Portugueses (IPMA), Espanhóis (AEMET) e Franceses (METÉOFRANCE), já que outras tempestades também nos acabaram por atingir (mesmo que em menor grau) como Eleanor (oriunda do norte/Reino Unido) e mais recentemente a Besta de Leste (oriunda do Ártico/Síbéria) ‒ eis que o Oráculo Coletivo da Nova Tríade Meteorológica acaba de nos anunciar a chegada de uma nova tempestade (respeitando religiosamente a ordem alfabética): equiparando as tempestades quanto ao género (masculino/feminino), depois de 2 nomes masculinos e de 3 nomes femininos surgindo agora a Tempestade FÉLIX (e logo no Dia da Mulher/8 de Março aproveitando o género masculino a oportunidade ‒ ou não estivesse já em desvantagem de género por 2-3 ‒ de forma a não deixar distanciar ainda mais o feminino).

 

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É difícil prever ocorrência de tornados em Portugal

Previstas (5ª/6ª feira) rajadas de vento superiores a 100Km/h no nosso país

Com o IPMA em alerta e anunciando uma situação mais crítica para o fim-de-semana

(fonte: sabado.pt)

 

E assim com a palavra Meteorologia por tantas vezes repetida e introduzida na nossa cabeça (como se algo de extraordinário e de inesperado se passasse a nível do clima e do tempo ‒ ou não se constatasse já há muito tempo o aparecimento de fenómenos contribuindo para o Aquecimento Global e para as Alterações Climáticas), chegando-se ao ponto (por vezes ao seu cúmulo) de transformar o que seria no passado um período de mero Meu Tempo (muitas vezes suportando-se condições meteorológicas mais extremas e sem grandes condições económicas para as combater prevenindo-se) ‒ ainda-por-cima ocorrendo na estação de Inverno (em geral fria e com muita precipitação sobre a forma de chuva ou de gelo) ‒ numa ocorrência quase extrema (ou com grandes probabilidades de em determinadas condições de evolução puder vir a ser) e sendo equiparada (adjetivada) a uma Tempestade: apesar de aqui adjetivada (como tempestade) sendo apenas mais um período temporal e banal apresentando condições de mau tempo (chuva, vento e agitação marítima) que ainda há poucos anos atrás nos levaria (normalmente e sem grandes avisos e olhando apenas para o céu) a prevenir nos agasalhos, nos transportes, nas habitações e na especial proteção a crianças e idosos - como hoje mas sem alvoroço mediático.

 

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Chuva com congelação ocorrida a 27 de Fevereiro de 2018 ‒ 10:00 ‒ Lamego/Viseu

Quando a chuva com temperaturas acima de 0⁰C atinge superfícies com temperaturas negativas

(fonte: IPMA)

 

Com a chegada da depressão FÉLIX em formação em torno do arquipélago dos Açores (recordando-nos no passado como referência para a previsão meteorológica em Portugal e na Europa, da importância do Anticiclone dos Açores) prevendo-se para os próximos dias o agravamento do estado do tempo (mas com subida das temperaturas), com mais chuva e mais vento (o parâmetro mais intenso em terra) e agitação marítima. Mantendo-se assim as condições atmosféricas atuais, por vezes com mais chuva e tendo-se que dar particular atenção ao vento: podendo ser forte e sob a forma de rajadas e suscitando a preocupação sobre o possível aparecimento de outros fenómenos atmosféricos extremos ‒ como os ocorridos no Algarve (de novo exposto a condições semelhantes) com 2 tornados entre 1 e 5 de Março (deste ano) e rajadas de vento chegando a atingir os 180Km/h.

 

(imagens: sat24.pt ‒ sábado.pt ‒ João Canelas/ipma.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:11

28
Fev 18

Com a BESTA de LESTE e com EMMA ainda à solta e logo em simultâneo

(mas sem grande impacto ‒  para além da chuva ainda insuficiente, caída no no Algarve)

 

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Barra de Faro-Olhão e a chegada da tempestade Emma (com o mau tempo a obrigar ao encerramento de 6 barras, 3 delas algarvias ‒ Alvor, Faro e Olhão); de resto com os efeitos das 2 tempestades a resumirem-se a céu encoberto e a curtos períodos de chuva

 

Com a Europa a ser simultaneamente atacada por 2 frentes transportando consigo condições meteorológicas provocando mau tempo ‒ uma vinda do Círculo Polar Ártico (do norte e do leste) denominada (pelos ingleses, só podia) BESTA DO LESTE outra oriunda do oceano Atlântico (do oeste) e denominada (por portugueses/espanhóis/franceses) EMMA ‒ o continente europeu vê-se agora submetido a uma vaga de frio extremo vindo de um dos lados e a uma outra vaga de vento e de chuva intensa vinda do outro: com Portugal Continental “estrategicamente” colocado entre as 2 e de ontem para hoje (na passagem de terça-feira/27 para quarta-feira/28) sentindo o efeito simultâneo das mesmas ‒ juntando tudo chuva e vento de norte a sul do país e descida mais acentuada da temperatura a norte com queda de neve e formação de gelo.

 

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Vila Pouca de Aguiar

(distrito de Vila Real)

 

E tal como se previa desde o dia de ontem (27) com a chegada eminente da tempestade EMMA, com as condições climatéricas em Portugal a agravarem-se significativamente durante esta madrugada (de 27 para 28) provocando a comunicação de cerca de 200 ocorrências (sem vítimas ou casos graves) e afetando sobretudo distritos a norte e localizados no interior: destacando-se Bragança, Guarda, Vila Real e Viseu com queda de neve intensa (e formação de gelo nas vias de comunicação) interrompendo várias estradas, isolando várias localidades e levando ao encerramento de vários serviços (até para prevenção e segurança das populações) como terá sido o caso de muitas Escolas (protegendo assim as crianças). Logicamente com queda de neve na Serra da Estrela (que não em Monchique no Alto da Fóia) levando à interrupção do trânsito naquela região (durante a madrugada) mas por outro lado e logo ali (como em todos os 4 distritos mais afetados) provocando com o Espetáculo da Neve a alegria das crianças.

 

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Mogadouro

(distrito de Bragança)

 

Mantendo-se de momento esta situação meteorológica em Portugal Continental pelo menos no dia de hoje (quarta-feira 28), com as condições do tempo naturalmente a condicionarem a vida e a circulação de pessoas e bens em meios urbanos, enquanto nos meios rurais ‒ sobretudo a norte com a queda de neve e a formação de gelo (com Bragança e Viseu à cabeça sofrendo mais com os efeitos causados pela passagem do mau tempo) ‒ e interrompidas as estradas, não havendo hipóteses de utilização de transportes (públicos e privados) e de circulação, deixando centenas de pessoas (muitas delas idosas e não estando preparadas para estes casos mais extremos de frio) isoladas. E podendo as condições do tempo melhorar (ou não) ao longo desta quarta-feira, com o IPMA a levantar o Alerta Laranja de ontem (para Viseu, Bragança e Vila Real por causa da neve) substituindo-o hoje pelo Alerta Amarelo (para os mesmos distritos mas agora devido à chuva e ao vento) ‒ ao mesmo tempo continuando a registar-se grande agitação marítima (com ondas podendo atingir os 9 metros) levando ao encerramento (total) de muitas barras (6 de norte a sul) incluindo as Alvor, Faro e Olhão (na Região do Algarve).

 

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Com o Reino Unido (na imagem Londres) a ser apanhado pelo frio gelado e pela intensa queda de neve transportada desde a Sibéria e da responsabilidade da Besta de Leste (nome dado pelos britânicos à tempestade) e agora ainda levando com Emma (a outra tempestade originada no Atlântico)

 

E entre os Europeus com o Reino Unido a ser um dos territórios a sofrer mais com estas 2 frentes, levando primeiro em cima com a BESTA de LESTE e logo de seguida com as ações de EMMA: “Reino Unido e Irlanda ficaram cobertos de neve nesta quarta-feira, quando o frio de um sistema climático siberiano apelidado de "Besta do Leste" prejudicou os planos de viagem de milhares de pessoas. Centenas de escolas foram fechadas, e houve atrasos em estradas, ferrovias e aeroportos em um dos dias mais frios que o Reino Unido já testemunhou nesta época do ano em quase três décadas. As temperaturas chegaram a 12 graus Celsius negativos em algumas áreas rurais, e o serviço de meteorologia britânico alertou para até 40 centímetros de neve nas terras altas da Escócia. A Irlanda pode ter sua pior precipitação de neve desde 1982.” (swissinfo.ch/reuters)

 

(imagens: sulinformação.pt ‒ lusa.pt ‒ jn.pt ‒ reuters.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:42

13
Jan 18

Afetando desde há vários dias o norte-leste dos Estados Unidos

(chuva intensa, queda de neve, formação de gelo e temperaturas na ordem dos – 30⁰C)

 

O leste dos EUA continua a ser fustigado por uma forte tempestade oriunda do Círculo Polar Ártico, tornando praticamente impraticável viajar-se pelas estradas dos estados sob o seu efeito (costa leste norte-americana). Com a frente da tempestade transportando consigo muita chuva e bem gelada (podendo originar granizo), queda de neve bastante intensa (acumulando-se e atingindo vários centímetros) e ventos fortes, frios e cortantes ‒ provocando adicionalmente devido à elevada precipitação (de chuva e de gelo) e à subida do nível da água dos rios grandes inundações.

 

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EUA

Os militares trabalhando num acidente de trânsito envolvendo várias viaturas

 

Com o avanço da tempestade do Ártico pelo leste dos EUA, com a chuva gelada a transformar-se em neve ou gelo, tornando o trânsito extremamente caótico (além de perigoso) e levando ao encerramento de muitas vias de comunicação (tornadas impraticáveis): com as temperaturas baixíssimas registadas (muito abaixo de zero) e como vimos, cortando em muitas regiões as comunicações e isolando várias comunidades (algumas debatendo-se com falta de eletricidade), perturbando a vida social das populações e acarretando milhões (de dólares) de prejuízo.

 

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EUA

Uma mistura de água, gelo e detritos levados pelo rio e originando inundações

 

Com os militares a terem que intervir na desobstrução das estradas (devido aos vários centímetros de neve e formação de gelo no pavimento) e para além da chuva, da neve, do frio e do vento com a população a debater-se (a curto-prazo) com outro perigo originado agora pelas inundações: imediatas (sentindo-se já) com o gelo a derreter, os caudais dos rios a aumentarem e com a água (daí proveniente e em excesso) inundando tudo em redor. Com os meteorologistas a preverem (de seguida) a deslocação da tempestade para sul começando a sentir-se já dia 12 (sábado).

 

(imagens: TN Highway Patrol/@TNHigwayPatrol e AccuWeather/@breakingweather)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 03:40

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