Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

24
Jul 18

[Um território (Alienígena) possivelmente com Água (cobrindo a maioria da Terra e constituindo a maioria esmagadora do nosso Corpo), localizado a uma distância (média) de 780 milhões de Km (do Sol): mais pequeno do que a LUA e com as suas temperaturas a andarem entre os 220⁰C Negativos para baixo (como Mínima) e os 150⁰C Positivos (no Máximo).]

 

“O que se passa aqui, ali e acolá obedece sempre às propriedades (e manifestações) de um determinado conjunto (ou Ser Vivo): só assim se agregando e formando (mesmo que virtualmente e à nossa imagem), tornando-se relevante. Seja ele Mineral (a base de toda a Estrutura) ou Orgânico ou então como na Terra com evidentes Sinais de Vida. E sendo o Homem uma Máquina, à procura do seu criador, a Máquina Perfeita.”

 

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Radiação na lua de Júpiter EUROPA

(ilustração)

 

Radiation from Jupiter can destroy molecules on Europa's surface. Material from Europa's ocean that ends up on the surface of Europa will be bombarded by radiation. The radiation breaks apart molecules and changes the chemical composition of the material, possibly destroying any biosignatures, or chemical signs that could imply the presence of life.

(nasa.gov)

 

Como se olhássemos para a epiderme de um ser Humano (o nosso maior órgão revestindo todo o nosso corpo ‒ tal como a fina crosta terrestre envolvendo o nosso planeta) e observássemos a evolução de uma “espinha ou bico” desde o início da sua formação (em camadas inferiores da nossa “pele”), passando pela sua elevação (começando a aparecer nesse ponto da epiderme uma pequena protuberância) até à mesma rebentar, explodindo e entrando em erupção (com o processo a poder ser acelerado se a “espremermos e esvaziarmos” ‒ tal como as forças atuando no interior da Terra e forçando o material a ser expulso para o exterior numa erupção vulcânica) ‒ num processo associando Forças da Natureza atuando no Interior de uma determinada Unidade e outras Forças complementares dando-lhe forma e existência a partir do Exterior (e em conjunto formando um conjunto Relevante como o será a Terra e ainda mais a Vida)

 

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Erupção de material em Europa ‒ em 2014 e 2016

Podendo ser plumas de Água

(composição de imagens)

 

Rapidamente chegando-se à conclusão de como a compreensão de tudo o que nos rodeia (nos alimenta, dá forma e conteúdo), poderia ser muito mais fácil do que sempre nos disseram (certamente para nos condicionar reforçando a nossa Indiferença e desse modo deixando como sempre “as coisas a andar”) ‒ daí as grandes descobertas virem de Autodidatas e Experimentalistas, repetindo praticas e técnicas sucessivamente (errando e acertando) e daí tiradas as respetivas ilações repetindo essa prática (Imitando/Replicando como uma criança) com êxito nessa e noutras áreas de nosso interesse ‒ sendo que tudo o que vemos e que pressentimos tem como base um mesmo MOLDE, replicado e projetado incessantemente em todas as direções (e do infinitamente pequeno ao infinitamente grande) pelo menos no que diz respeito ao nosso UNIVERSO (visto como uma gota entre um oceano de Universos, formando um conjunto ainda maior um Multiverso): sendo fácil de o interiorizar e entender (o Universo) desde que o consideremos uma Unidade como a nossa (integrando matéria, energia, movimento) ou seja um UNIVERSO VIVO (assentando a sua Alma tal como nos Humanos, na manutenção do Equilíbrio das forças Eletromagnéticas).

 

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As luas de Júpiter, Europa (à direita) e Io

Esta última igualmente com atividade vulcânica

(New Horizons/2007)

 

E assim com o fenómeno a ocorrer em EUROPA (uma das muitas luas de JÚPITER) a ser algo já visto na Terra e no Homem (erupções vulcânicas e “espinhas ou bicos”) bastando para o confirmar lá ir e verificar (algo difícil de executar agora que o Homem deixou as viagens espaciais tripuladas, e como se fechasse em si (nesta Terra condenada) ‒ deixando-se morrer por inação ‒ pusesse mesmo em causa as missões telecomandadas). Se não o fizer cumprirá um trajeto sem retorno face à sua Morte Anunciada (tal como os Dinossauros rumo à Extinção).

 

(imagens: NASA ‒ NASA/ESA/W. SPARKS ‒ NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:41

12
Jun 18

[Um asteroide observado pela 1ª vez a 2 de Junho de 2018, com as suas características orbitais definidas a 5 de Junho e com impacto com a Terra previsto para 7 a 8 horas depois ‒ no fundo o Tempo de Preparação até à sua chegada.]

 

Numa aparição felizmente pequena (em dimensão) e com impacto previsto num prazo de 8 horas (e com muitos deles só sendo descobertos depois), um objeto com 2 metros e em trajetória de colisão com a Terra, entrou no início deste mês na atmosfera terrestre, explodindo e desintegrando-se de seguida: surgindo a uma V = 17Km/s e atravessando sob a forma de uma bola luminosa ‒ uma Bola de Fogo ‒ o céu do Botswana (iluminando-o por breves segundos à sua passagem).

 

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2018 LA

(ilustração)

 

Designado como o asteroide 2018 LA (descoberto pela NASA a 2 de Junho) sendo observado pela 1ª vez quando se encontrava a uma distância muito próxima da distância Terra/Lua (384 400Km) e após análise dos dados ao mesmo referente e entretanto recolhidos, sendo-lhe atribuída uma órbita colidindo com o nosso planeta num prazo de poucas horas (300000: 17: 60: 60 = 6,28 horas): mas dada a sua reduzida dimensão e dado ir desintegrar-se na atmosfera, sendo inofensivo não sendo dado o alerta.

 

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Asteroide 2018 LA

(a 2 de Junho de 2018)

 

Um objeto que pelas suas dimensões reduzidas até poderia ter sido criado numa outra colisão registada há pouco tempo e nas nossas proximidades (do planeta Terra), com um outro objeto (o original em princípio de maior dimensão) impactando um planeta por exemplo Marte e enviando na direção da Terra pequenos fragmentos rochosos: um objeto que sendo maior mas estando mais bem escondido (antes pequeno e estando escondido pela pequena Lua), poderia surgir vindo do Lado de Lá (do Sol) e aqui chegar em apenas 50 a 100 dias ‒ o tempo para nos prepararmos.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:39

14
Mai 18

The life cycle of our Sun began roughly 4.6 billion years ago. In roughly 4.5 to 5.5 billion years, when it depletes its supply of hydrogen and helium, it will enter into its Red Giant Branch (RGB) phase, where it will expand to several times its current size and maybe even consume Earth! And then, when it has reached the end of its life-cycle, it is believed that it will blow off its outer layers and become a white dwarf. Until recently, astronomers were not certain how this would take place and whether or not our Sun would end up as a planetary nebula (as most other stars in our Universe do). But thanks to a new study by an international team of astronomers, it is now understood that our Sun will end its life-cycle by turning into a massive ring of luminous interstellar gas and dust – known as a planetary nebula.” (Matt Williams/universetoday.com/11.05.2018)

 

O Fim da nossa Estrela/Legal o SOL

‒ E como consequência a destruição da Terra ‒

Poderá ser provocada por uma outra Estrela/Fora-da-Lei GLIESE 710.

 

I

Estrela Legal

(Estrela Fora-da-Lei)

 

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O Sol estrela legal

Com cerca de 4,5 biliões de anos, nos próximos 4,5 a 5,6 biliões Evoluindo

(inicialmente tornando-se mais luminoso e posteriormente aumentando de volume) Transformando-se numa Gigante Vermelha (e incinerando e engolindo a Terra)

 

Vivendo num Universo com uma idade estimada de 13,8 biliões de anos e localizado num Sistema com cerca de 5 biliões de anos,

 

A Terra com os seus 4,6 biliões de anos e circulando com todo o seu respetivo Sistema Planetário (no presente com oito planetas considerados) em torno da sua estrela de referência o Sol,

 

‒ Sensivelmente a meio do seu Ciclo de Vida uns 10 a 11 biliões de anos ‒

 

Poderá num Futuro,

 

Infinitamente próximo para o Universo (visto em biliões de unidades de Espaço/Tempo);

 

Mas infinitamente distante para os Humanos (visto em unidades de Espaço/Tempo utilizando unicamente 2 dígitos);

 

Terminar a sua Aventura no Espaço (acompanhando na sua viagem o Sol, o seu Sistema e a sua Galáxia):

 

Não e como se pensava unicamente devido ou à Evolução da própria estrela o Sol,

 

Dentro de um bilião de anos e ainda num período de contração aumentado o seu brilho e intensificando o Efeito de Estufa ‒ na Terra ‒ colocando o nosso planeta num percurso e destino muito semelhante, ao que hoje se verifica em Vénus … e dentro de uns 3,5 biliões de anos colocando os oceanos a ferver, a sua Água a evaporar-se e a perder-se ‒ juntamente com a Atmosfera ‒ para o Espaço … para finalmente e ao entrar no seu período de expansão ‒ mais uns quantos biliões de anos ‒ engolir literalmente a Terra,

 

Ou em alternativa ao movimento da sua Galáxia a Via Láctea,

 

Prevista pelos cientistas para colidir dentro de 5 biliões de anos com uma outra estrutura semelhante e local, a galáxia de Andrómeda ‒ deslocando-se na mesma direção e ponto de encontro comum, localizado neste de muitos Universos constituindo um Multiverso ‒ levando o evento à destruição de ambas/consigo levando a Terra e à formação/transformação de terceiras/galáxias,

 

Mas à intrusão inopinada no nosso Sistema de uma Estrela Pária, Perdida, Fora da Lei

 

Por qualquer motivo um dia num passado longínquo sendo expulsa da sua galáxia talvez pela colisão com outra galáxia: denominada (em inglês) como uma ROGUE STAR.

 

II

Três Opções Apocalíticas

(Ao Nível de Extinção)

 

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Evento ao Nível da Extinção

A nebulosa NCG 6565 resultante do fim de vida de uma estrela

(e do seu possível sistema planetário)

Num cenário possível de ocorrer com a nossa estrela (O Sol)

 

Tomando em consideração as três anteriores opções para o Fim da Vida (e de todo o seu Ecossistema) tal como hoje a conhecemos neste nosso último Planeta de Salto (único até hoje conhecido, capaz de nos receber e de nos proteger) denominado Terra

 

(não para se transpor um argumento para uma Nova Temporada e nas mesmas coordenadas, mas para um outro Espaço/Tempo de Ultrapassagem dessas mesmas coordenadas para desse modo se atingir um Novo Ciclo, Fase ou Etapa, noutro ponto do Universo)

 

‒ Pelo menos no que diz respeito à Salvação da Raça Superior

 

Sendo conveniente no entanto recordar antes de analisar outros aspetos (igualmente relevantes),

 

Que se daqui a uns 3 a 4 biliões de anos a intensidade do Sol será 33% mais intensa que a registada hoje (subindo sucessivamente ultrapassando os 100% atuais), evoluindo posteriormente para uma estrela Gigante Vermelha (criando logo no início como sinais as condições ideais para Alterações Climáticas Catastróficas e para a perda dos Oceanos) e levando à destruição definitiva (entre outras e pelo menos por aqui) da nossa espécie (exceção se repetirmos o Evento Arca de Noé),

 

Pela mesma altura (3 a 4 biliões de anos) e noutro espaço estará já em curso a Colisão anunciada entre galáxias (Via Láctea e Andrómeda);

 

Mas agora com a intromissão de uma outra estrela

 

‒ A estrela anã (Dwarf Star) GLIESE 710 ‒

 

No nosso Sistema Solar, com a Terra a poder ficar mais perto do que nunca (tantas vezes anunciado tendo como protagonista o Sol, Cometas e até Extraterrestres, mas felizmente nunca sendo verdade e nunca se concretizando) do Dia do Juízo Final ‒ a uns escassos 1,29 milhões (não biliões) de anos (se entretanto não vier aí um Grande Calhau) de um,

 

MPEPE (Mais Próximo Evento e Ponto de Encontro).

 

E com as apostas a variarem agora ‒ ocorrência de um ELE (Evento ao Nível da Extinção) ‒ entre 1 (milhão) e 3 a 4 (biliões).

 

III

Racismo Cultural

(O Eixo do Mal)

 

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Uma Aventura na China p/ Espaço

Com a China depois da queda da estação espacial Tiangong-1

(Tiangong-2 lançada em 2016)

A ter já planeada a construção de uma grande estação espacial modular (para 2019/22)

 

[Se não se intrometerem os chineses (agora tentando enviar para o Espaço ‒ segundo os servidores e fazedores da opinião pública ocidental e católico-romana ‒ os seus tradicionais, infantis, pouco fiáveis e nada recomendáveis produtos, oriundos como antecipadamente nos ensinaram e nós imediatamente e por boa educação interiorizamos, das originais, fraquinhas e baratinhas Lojas dos 100) já nos tendo atirado para cima com a sua Estação Espacial Tiangong-1 (da responsabilidade da CNSA ‒ Agência Espacial Chinesa ‒ e concretizada como um protótipo da sua próxima estação), lançada em 2011 para estar ao serviço durante um período previsto de 2 anos (até 2013), colocada em hibernação (durante quase 5 anos) e em 2018 inevitavelmente e por descaimento orbital (não corrigida a sua órbita terrestre) entrando na atmosfera e despenhando-se na Terra: como não poderia deixar de ser (como se estivéssemos num Mundo de Crianças e de Brinquedos) caindo no nosso planeta num local chamado NEMO (o capitão do submarino Nautilus no livro de Júlio Verne “Vinte Léguas Submarinas”), considerado um Cemitério (de outras veículos e detritos espaciais) e um local de muito Mistério ‒ envolvendo desaparecimentos, segredos e criaturas de outros Mundos e assim tal como na nossa infância nele incluindo Feiticeiros, Bruxas e Magia (só mesmo vindo de mentes de crianças) e outras Maravilhas de Criança.]

 

IV

A Estrela Fora-da-Lei

(A Anã Gliese 710)

 

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Estrela anã Gliese 710

Uma estrela perdida em rota de colisão com o Sistema Solar

Podendo acarretar consequências catastróficas

Atingindo a Nuvem de Oort e com hipóteses de alcançar o Cinturão de Kuiper (e os seus KBO)

 

Pelo que se entretanto não formos atingidos por um cometa ou por um asteroide,

 

‒ Muito mais frequentes (no nosso tempo de duração) e previsíveis de ocorrerem se comparadas com implosões e explosões de estrelas e colisões de galáxias ‒

 

Como provavelmente a Terra já terá sido antes, levando à extinção de muitas espécies incluindo a então dominante (e certamente alteradas as condições ambientais ao aparecimento de outras),

 

Com um novo protagonista a surgir (na nossa ainda tão curta história de Estadia e de Consciência, inseridos no incrível ecossistema que este simples e único rochedo nos ofereceu e proporcionou, mesmo que dito perdido nos confins de um Universo Infinito) oferecendo-se igualmente para a concretização do nosso Final:

 

Gliese 710 uma estrela anã atualmente localizada na constelação Serpens Cauda a uma distância de cerca de 62 Anos-luz (do nosso Sistema) e deslocando-se na nossa direção a uma velocidade (radial) de quase 14Km/s, atingindo dentro de aproximadamente 1300/1400 milhões de anos as nossas vizinhanças

 

(podendo colocar todo o Sistema Solar ‒ nele incluindo a Terra ‒ num grande reboliço),

 

‒ No mínimo afetando os cometas (mesmo aí com consequências para a Terra) presentes na Nuvem de Ooort.

 

E com a nossa estrela o SOL (naturalmente e tal como todos os corpos com movimento próprio),

 

‒ No seu movimento em torno do centro da Via Láctea demorando de 225 a 250 milhões de anos a cumprir o seu trajeto

 

Podendo ter no seu percurso um Encontro do 1º Grau na sua 5ª/6ª rotação ao Centro (da galáxia) situado algures no Espaço, mas em grande proximidade e dada essa presença adicional (de mais uma poderosa estrela) tendo lógicas consequências (talvez terríveis) nomeadamente para nós (entre fauna e flora) os habitantes da Terra:

 

“Gliese 710 could cause a torrential rain of icy meteors to pelt the Earth into oblivion. The rogue star is set to pass through the Oort Cloud, a ring of icy comets, meteors, and planetesimals at the farthest edge of our solar system. This could potentially cause millions of asteroids to be ejected towards the center of the solar system, pelting unfortunate planets into Swiss cheese like a cosmic hailstorm. Maybe immortality isn’t so great after all.”

(Brett Tingley/mysteriousuniverse.org/11.05.2018)

 

(imagens: businessinsider.com ‒ livescience.com ‒  nasaspaceflight.com ‒ skymania.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:45

04
Mai 18

Inseridos num ponto perdido por comprimido no Infinito, inacreditavelmente ainda não nos convencemos que terão forçosamente que existir pontos comuns de ligação entre os vários elementos constituindo este conjunto: com o Sistema Solar a ter uma Estrutura e História conjunta obviamente interligada e inevitavelmente intersetando-se. Como se o Sistema Solar fosse um Organismo Vivo e a Terra uma das suas partes.

 

I

S/ EXOMARS

 

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Terra e Marte

Uma ilustração de como seriam os dois planetas enquanto jovens (evoluindo no mesmo Espaço mas afastados no Tempo), com Marte a poder ter tido água e ter sido dotado de uma débil atmosfera ‒ mas hoje apresentando-se como um corpo seco, frio e (aparentemente) morto

 

Enquanto no terceiro Planeta (a Terra) mais distante do seu Sistema (Solar) e tendo como referência a sua estrela central (o Sol), a sua espécie dominante (o Homem) habitando um território-domicílio de Excecionais (os EUA) e controlando em seu benefício a EVOLUÇÃO da mesma (espécie superior por inteligente replicando facilmente e sendo capaz de se organizar entre dois pilares básicos e civilizacionais como a Ordem e o Caos),

 

Traduzindo-se o seu significado (de evolução) como aplicando-se à restante espécie (e aos seus 7,5 biliões de indivíduos, para o espaço terrestre disponível considerados já excedentários) e à flora e fauna dita irracional (e como tal complementar), cobrindo e preenchendo o resto deste fabuloso e inexplicável Ecossistema (por facilmente domesticados e integrados na lucrativa e inevitável cadeia de produção ultraliberal, destinada prioritariamente à transformação de matéria-prima, integrando-a e comercializando-a no mercado) único, infinito e de acesso restrito

 

Se entretém,

 

‒ Para consumo interno (dos norte-americanos ditos como destinatários e usufrutuários do Sonho Americano e dos seus colaboradores descritos e tolerados como aliados e habitando um Pesadelo Climatizado) e prevalência do aparentemente referido e certificado como o mais forte ‒

 

A impor o Uso da Violência e da Força como estratégia de dominação e de desenvolvimento (optando pela Prepotência e pelas Armas, em vez de escolher a Tolerância e o Diálogo) e a utilização da Moeda (o Dólar) e da sua capacidade extremamente intrusiva (bastando umas quantas impressoras e um molde certificado) como substituto da Memória e da Cultura (num passo decisivo para a subalternização do Sujeito ao poder cada vez mais avassalador e de mercado do Objeto),

 

No interior do nosso Ecossistema (Terrestre) impondo o Ódio, a Guerra e a Morte como combustível da Máquina e como Ideologia Básica da Estrutura (de dominação central),

 

‒ Como o comprova a capacidade dos Excecionais em destruírem um número incontável de vezes o planeta Terra, ao contrário de todos os restantes (não excecionais) mesmo eliminando X Terras nunca atingindo as X+1 Terras dos Norte-Americanos ‒

 

E no seu exterior (Extraterrestre) para além de todo o equipamento militar e secreto colocado já em órbita (como anteriormente sonhado por outras Administrações com a construção de um Escudo Atómico ao estilo da Guerra das Estrelas), começando desde já a equipar os seus satélites (ditos maioritariamente civis) com armas para destruírem os dos outros, deixando desde logo bem claro quem será o Protagonista (literalmente e em termos absolutos tendo os Direitos Exclusivos da Conquista do Espaço),

 

No resto do conjunto Infinito do qual fazemos parte (Terra, Sistema Solar, Via Láctea, Universo) e ao qual feliz e inevitavelmente estaremos sempre ligados,

 

O Espaço-Tempo continua a Transformar-se (sem limites existenciais introduzidos pela ignorância primitiva do Homem, colocado sem possibilidade de recurso perante o nascimento e a morte) apesar da contribuição contraproducente do Homem e da sua incessante tentativa suicidária:

 

Como seja a promovida global e impunemente pelos Norte-Americanos (uma prerrogativa dos Deuses sejam eles quem forem) mantendo-se no entanto a porta aberta (do Espaço) pelo menos enquanto não descobrirmos pelo menos um, senão alguns ou mesmo muitos, seres vivos e Marcianos (obviamente vivendo em Marte, pois outros já cá poderão estar).

 

Nesse caso extremo existindo sempre a possibilidade de que para nossa proteção Donald Trump possa finalmente carregar no botão, bombardeando Marte e a oposição (os alienígenas vindos do Outro Lado do Muro ao estilo mexicano).

 

II

C/ EXOMARS

 

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Marte

Cratera Korolev

(15 Abril 2018)

 

No passado dia 26 de Abril de 2018 com o satélite orbitador da Agência Espacial Europeia (ESA) EXOMARS (contando com a colaboração da Agência Espacial russa ROSCOSMOS fornecendo o veículo/lançamento)

 

‒ Circulando em volta do planeta Marte para estudar a existência de gases atmosféricos (maioritariamente CO₂) podendo ajudar a esclarecer a atividade geológica e biológica no planeta

 

A ser recolocado numa órbita praticamente circular a cerca de 400Km da superfície marciana enviando-nos esta nova imagem (a anterior) do Planeta Vermelho e da cratera (de impacto) Korolev.

 

Com os responsáveis pela missão ExoMars (lançada em Março de 2016 e entrando em órbita de Marte em Outubro 7 meses depois) apresentando-nos uma área com cerca de 40Km (de extensão) localizada na cratera de impacto KOROLEV e situada a latitudes elevadas no Hemisfério Norte marciano: com o material brilhante (branco) aí visível sendo gelo.

 

“The ExoMars programme is a joint endeavour between ESA and Roscosmos. The Trace Gas Orbiter is the first of two missions in the programme: the next is scheduled for launch in 2020 and will comprise a rover and a surface science platform.”

(esa.int)

 

E num futuro próximo (já em 2020) com uma nova missão da EXOMARS lançada por um foguetão PROTON russo a atingir de novo a superfície de Marte (numa viagem de nove meses), lá colocando um novo orbitador e um novo ROVER (com o anterior ExoMars 1/Schiaparelli a ter-se despenhado no solo)

 

‒ Veículo motorizado circulando na superfície do planeta e entre outras atividades, fazendo perfurações e recolhendo material (visível/e em profundidade/ultrapassando os 2 metros)

 

Capaz de analisar, armazenar e mais tarde (a grande novidade) devolver: talvez passadas umas 3 missões da missão ExoMars (e segundo os seus responsáveis) com a sonda a ser agora equipada com um veículo espacial de ascensão (da superfície marciana) ‒ na 2ª missão ‒ para posteriormente ser recolhida em orbita e transportada para a Terra ‒ na 3ª missão.

 

“Previous Mars missions revealed ancient streambeds and the right chemistry that could have supported microbial life on the Red Planet,” said Thomas, “a sample would provide a critical leap forward in our understanding of Mars’s potential to harbour life.”

(esa.in)

 

Talvez se confirmando a presença de Água e de Vida no vizinho planeta Marte (num passado já bastante remoto, numa história paralela mas não coincidente de cerca de 4,5 biliões de anos) e assim se compreendendo melhor a Evolução do Sistema (Planetário e Solar) e o passado e o Futuro da Terra: compreendendo o que realmente aconteceu no planeta (Vermelho).

 

(imagens: nasa.gov e esa.int)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:02

29
Mar 18

“À medida que a Tecnologia se desenvolve a um ritmo acelerado e surpreendente, em contramão e incompreensivelmente o Homem parece regredir mentalmente e exponencialmente.”

 

Na passada segunda-feira (dia 26 de Março) e enquanto alguns (mais interessados) observavam a transmissão em direto oriunda da Estação Espacial Internacional (figura 1/ISS) – orbitando o nosso planeta a cerca de 400Km de distância – algo de estranho (por não devidamente esclarecido) se passou em seu redor (como se pode ver pela alteração de tonalidade) sendo registado pelas câmaras deste (grande) satélite artificial (e além do mais tripulado).

 

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Fig. 1

Estação Espacial Internacional

(ISS)

 

Num momento em que na Terra (já com mais de 4,5 biliões de anos) ainda se discute se devemos ou não pensar em partir do nosso planeta – à procura de Outros Mundos e de Outras Terras, como o fizeram os Navegadores na sua Conquita dos Oceanos – de modo (único) ao Homem poder garantir desde logo o seu Futuro (já que a Terra como o Sol não duram para sempre), por cá nada se passa senão a inquietante, progressiva e acelerada degradação mental do Homem (bem espelhadas nas sua Elites e no seu puro e dedicado oportunismo) deixando-nos prever Tempos (talvez mesmo a muito Curto-Prazo) no mínimo preocupantes: (1º) ficando-se muito admirado (agora e com este último incidente) pelo Facebook nos ver meramente como um Produto/uma Coisa (não pagam logo de que é que estavam à espera?) – falando-se para nos entreterem/enrolarem em falhas (de seguranças) (2º) e verdadeiramente siderado (como animais ditos racionais) por todas as Ideias e Ações (propostas e levadas a cabo) se basearem apenas no ACREDITO porque foram ELES que disseram!

 

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Figs. 2-3-4-5

ISS sob Ataque Vermelho

(Março 2018)

 

“Num Mundo cheio de Mentes Brilhantes, mas onde são os Idiotas a deterem o Poder.”

 

Como se pode constatar pela sequência de imagens anterior (2/3/4/5) com a ISS a ser subitamente invadida por um clarão de luz avermelhada (antes não visível) parecendo dirigida e como que envolvendo a estação espacial: aparecendo e desaparecendo pouco tempo depois (e por mera curiosidade/coincidência originando um corte temporário na transmissão) num fenómeno de origem desconhecida e entre outros entretanto ocorridos e não completamente esclarecidos sugerindo as mais diversas explicações e (até) associações – podendo até ser um fenómeno natural (de origem/associação terrestre) ou então artificial (com intervenção externa afetando a Terra e recuperando de novo as Teorias da Conspiração/ entre outras o sempre previsto, presente, mas nunca concretizado, Planeta X).

 

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Fig. 6

A Terra também sob Ataque?

(Março 2018)

 

Em Terra (e apesar da desvalorização e não divulgação do incidente alegadamente ocorrido no Espaço) com outros fenómenos um pouco estranhos (pelo menos para nós os leigos) a ocorrerem (na mesma semana e nas proximidades), pelo período de tempo em que ocorreram e por algumas similitudes entre eles (contestáveis) sendo por alguns associados ao ocorrido na ISS: atingindo aqui países europeus (da Europa Central/Leste como a Bulgária, a Roménia, a Rússia e a Ucrânia/figura 6) – depois de um outro fenómeno simultâneo e associado (a tempestade de areia oriunda do Sahara) ter atingido a região do Mediterrânico (Oriental).

 

(imagens: nasa.gov – John/youtube.com/nasa.gov/ISS – Margarita Alshina/Instagram/eventregistry.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:22

06
Mar 18

Exterior (Sistema Solar) e Interior (Hemisfério Norte) ao nosso Ecossistema

 

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Na Terra

 

Enquanto na Terra e no que diz respeito particularmente à Europa o tempo (generalizando-se a todo o Hemisfério Norte atualmente atravessando a estação de Inverno) se mantem por um lado com precipitação intensa, rajadas de vento e forte agitação marítima (por ação da denominada tempestade EMMA) e por outro lado com condições meteorológicas proporcionando tempo extremamente frio, com queda de neve e formação de gelo (por ação da denominada tempestade Besta de Leste) ‒ colocando uma parte da Europa enregelada (a de leste) outra com precipitação intensa (a de oeste) e ainda outra no meio levando com as duas tempestades (a central) ‒ as consequências da junção destas duas tempestades atmosféricas e simultâneas uma vinda de oeste e a outra vinda de este, são desde já bem evidentes agora que as mesmas parecem estar lentamente a perder força: com as condições meteorológicas mais extremas e provocando mais vítimas mortais (ultrapassando já as 66) a serem da responsabilidade da Besta de Leste e logicamente sentindo-se mais os seus efeitos em países como a Polónia, a Republica Checa, a Lituânia, a Roménia, a Sérvia e a Eslovénia (com umas 40 vítimas mortais ou seja 60% do total) ‒ mas com o Reino Unido (ou não fosse uma ilha) a ser sem dúvida o território onde se registaram mais vítimas mortais (10 ou seja uns 15%) e com a Espanha um pouco atrás (6 ou seja uns 9%) os dois apanhando logo e em simultâneo com as 2 tempestades. No caso de Portugal (e do Algarve) com o nosso território a levar direta e maioritariamente com o impacto da tempestade Emma (oriunda do oceano Atlântico) ‒ provocando chuva/vento/agitação marítima ‒ e ainda mas em menor grau com as franjas intrusivas da Besta de Leste (ou não fosse a mesma oriunda do Ártico/Sibéria) provocando frio intenso e (a partir de certas altitudes) queda de neve. Hoje (dia 4 de Março de 2018) em Albufeira e pelas 14:00 com o céu a apresentar-se encoberto, com períodos de chuva fraca (ou chuviscos) e a temperatura a registar 17⁰C (com a previsão a apontar 10⁰C/17⁰C como a mínima/máxima).

 

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Com a radiação na estratosfera a subir 13% neste período de 26 meses

(período 2015/17)

 

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Coincidindo este 24º Ciclo Solar com a aproximação de mais um mínimo de atividade do Sol

(e com os ciclos solares a diminuírem de intensidade desde 1980)

 

No Espaço

 

Já se por outro lado abandonarmos a Terra e o seu Ecossistema (a nossa celebrada Zona de Conforto) e nos virarmos agora para a análise do tempo mas neste caso o que se verifica (não na Terra) no Espaço, podendo-se tirar desse estudo outros ensinamentos importantíssimos por certamente estarem interligados e correlacionados, com tudo o que aqui se passa pelo menos a nível Meteorológico (como poderia ser a nível Geológico com evidências sismológicas e vulcânicas): nesse sentido sendo fundamental analisar e estudar todas as influências externas condicionando a Evolução (ao longo do tempo) do nosso espaço ocupado pelo (também ainda nosso como sua espécie dominante e inteligente) planeta Terra, ou seja prever tal como na meteorologia o “Tempo que faz no Espaço” (Space Weather). Desde logo e abandonado o interior da nossa preciosa e inimitável redoma de proteção (pelo menos segundo o que sempre nos disseram) a Terra ‒ em que o Homem (posto de lado o Geocentrismo) é visto como o substituto da Terra e como o novo Centro deste Mundo ‒ com essa realidade definitivamente a diluir-se e a ser substituída por uma outra em que o Sol é verdadeiramente o centro (e o foco originário de todo este conjunto, igualmente virtual por inserir/estar inserido noutros, sucessivamente sobrepostos no Espaço/Tempo), aliás como o deveria ter sido sempre ou não fosse ele o Deus protetor da Terra ‒ para o bem e para o mal. Razão pela qual o seu estudo (sua Transformação e Evolução) é tão importante para a Terra como para a nossa (do Homem) sobrevivência: um dia em que a sua influência se deixasse de sentir (do Sol) ‒ sobrepondo-se a ação dos Raios Cósmicos à ação dos Raios Solares ‒ ficando toda a Terra perigosamente exposta ao mais variados e inesperados fenómenos oriundos do exterior e para além da destruição desse sistema de proteção (do ecossistema terrestre com o Sol pela sua ação afastando os muito mais penetrantes e perigosíssimos raios cósmicos) com outras consequências tão ou ainda mais nefastas (coincidindo entre outros com um enfraquecimento do campo magnético terrestre, com a verificação evidente de alterações climáticas e até com manifestações geológicas, como deslocação de placas, sismológicas e vulcânicas) a completarem a formação de um cenário certamente bem negro.

 

protecting-apricot-field-from-frost-italy-february

Protecting apricot field almost in bloom from strong frost ‒ Italy, February 2018

Extreme cold results in severe agricultural damage across Europe, food prices rising

(watchers.news)

 

Na Terra e no Espaço

 

Numa altura em que um Cenário deste tipo poderá estar a formar-se (mais ou menos negro) para se manifestar num futuro já próximo (com alguns cientistas a afirmarem estarmos perto de um ponto de viragem ou seja de um pico, segundo eles com um marco a apontar provavelmente para uma espera máxima de uns 300 anos) ‒ ou não estivesse a nossa estrela num período de baixa atividade, cada vez mais sendo evidente o número reduzido de manchas solares aparecendo à sua superfície, num claro sinal de que o Sol (neste seu Ciclo Solar) se aproxima de um pico de atividade mínima (com pouquíssimas manchas visíveis) deixando a Terra entregue a si própria mas com as suas defesas em baixo (não pressionadas pelo Sol adormecendo, deixando entrar elementos indesejados). E em que diminuindo a contribuição indireta do Sol para a nossa proteção e da Terra (o vento solar também afasta elementos/corpos celestes indesejados), não só abrimos as portas aos Raios Cósmicos (extremamente poderosos, radioativos e penetrantes) mas igualmente a muitos mais elementos vagueando pelo Sistema e podendo atingir-nos em qualquer momento e com consequências (previsíveis) bem negativas: como será por exemplo o caso (mais significativo) dos viajantes do Sistema como serão (entre outros) os nossos conhecidos asteroides. E assim sem grande esforço e consultando apenas (nem que seja só hoje) o site Space Weather (spaceweather.com), podendo-se registar vários sinais desta notória evidência (entrando pelos nossos olhos e mesmo assim parecendo não o querermos ver e aceitar) ‒ resultando desse perigoso mas inevitável e periódico desequilíbrio raios solares/cósmicoscomo (1) a Explosão de Auroras, (2) o aparecimento de Nuvens Polares Estratosféricas e (3) o aumento assinalável da Radiação (cósmica) nessa mesma Estratosfera. Para além do já antes afirmado (essencialmente a nível do tempo na Terra e no Espaço circundante) provocando com a passagem dos sucessivos anos terrestres e Ciclos Solares (de cerca de 11 anos) alterações significativas a nível geológico comprovados com o agravamento das condições (na Terra) a nível sismológico e vulcânico: com todas as regiões vizinhas de falhas tectónicas (ou associadas a outras falhas menores) a serem as mais suscetíveis, como o será a região do sul de Portugal (sobretudo o litoral de Lisboa ao Algarve) e no topo dos topos, toda a região do Círculo de Fogo do Pacífico (a região mais ativa em todo o Globo terrestre) ‒ apanhando uma vintena de países (da Ásia, da América, da Oceânia, do Alasca até à Antártida) como (entre outros) o Japão, a Indonésia, a PNG (uma das zonas ultimamente mais ativas a nível sismológico) e toda a costa do Continente Americano (de norte a sul desde o Canadá até ao Chile).

 

(imagens: conferenceseries.com ‒ climatedepot.com ‒ Andrea Goggioli/watchers.news)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:34

23
Fev 18

Com a Verdade (Realidade + Imaginário) a andar por aí (The Truth Is Out There) e com o Homem (a raça dita dominante e inteligente) ‒ apesar da sua grande Proximidade (até com o planeta Marte) ‒ ainda a não a ter Compreendido.

 

Terra

 

PIA22219.jpg

1

Planeta Terra ‒ Havai ‒ registo de 1999

(PIA 22219)

 

Este cenário (1) poderia muito bem ser atribuído a um antigo leito provavelmente oceânico (ou fluvial) anteriormente encontrando-se submerso, e que nos dias de hoje passado um bom intervalo de tempo (muitos e muitos anos) por desaparecimento do material aí existente no seu estado líquido (o oceano ou o rio) e pela emersão do seu antigo leito no estado sólido, se apresenta como um terreno árido, desértico e seco (e aparentemente sem qualquer tipo visível de sinais de Vida) típico de uma superfície terrestre como por exemplo a do deserto do Sahara, de um curso de rio entretanto descontinuado, seco e abandonado ou de uma zona do nosso litoral (por exemplo sedimentar como o algarvio e com alguns vestígios antigos de material de origem metamórfica/vulcânica) entretanto e progressivamente tendo sido abandonada pelo mar. Num retrato facilmente obtido à superfície do nosso planeta mas (por acaso, por coincidência ou até como algo de muito Natural ‒ ou não fosse o Espaço uma sucessão infinita de réplicas) podendo não o ter sido: sendo registado na Terra (no Havai) como o poderia ter sido em Marte.

 

PIA16103.jpg

2

Planeta Marte ‒  Cratera Gale ‒ registo de 2012

(PIA 16103)

 

Marte

 

E sendo-o no nosso planeta como o poderia ser no outro (Marte), no caso do cenário seguinte (2) podendo representar o anterior (como fazendo parte da Terra), paralelos (em sequência) no tempo mas não noutras evoluções do Espaço, replicando situações vagueando (por aí) e por vezes sobrepondo-se (por camadas/por aqui): originando imagens de ambientes idênticos em sistemas com acelerações (e exposições) bem diferenciadas e colocando-nos perante realidades idênticas e/ou deslocadas. Num retrato obviamente podendo ser de Marte, um planeta formado na mesma altura que a Terra (e que todo o Sistema Solar), atualmente (e desde que há notícias) circulando nas nossas proximidades (sendo Marte o último Planeta Interior) não muito mais distante do Sol (a estrela de referência) e que no entanto ao contrário deste Ponto Azul e único (do Sistema Solar) suportando um complexo Ecossistema cheio de Vida e de Transformações ‒ dando prosseguimento à sua Evolução e persistência/resiliência ‒ aparentemente não o acompanhou (num trajeto cronológico paralelo e coincidente) apresentando-se no presente como um Mundo Morto (aparentemente) face ao seu simétrico a Terra vista como um Mundo Vivo (eventualmente):

 

Red_Giant_Earth_warm.jpg

3

A Terra daqui a 8 biliões de anos/carbonizada com o Sol já transformado numa Gigante Vermelha

E à medida que o Sol for envelhecendo (desde há 4/5 biliões de anos queimando hidrogénio, transformando-o em hélio e saturando o seu núcleo, encolhendo-o e acelerando as reações de fusão) e o seu brilho, calor e dimensão (exterior e como consequência) for aumentando (transformando-se numa estrela Gigante Vermelha), a tendência evolutiva (inevitável) será a de as condições (ambientais) da Terra se aproximarem das de Vénus (como já poderá ter ocorrido em Vénus relativamente a Mercúrio) e de o próximo Ecossistema (terrestre) se transferir para Marte.

 

O primeiro assente num Mundo (dito) estritamente Mineral (por interferências internas e externas relevantes só aplicados ao mesmo/Marte apesar da sua suposta proximidade/à Terra e ao seu ponto de referência e gerador/o Sol ‒ talvez devido a algum tipo de Evento marcante ocorrido ou à possibilidade de Marte ter tido origem e formação num local mais distante do atual) e onde a Vida (Mundo Orgânico) não se manifestou ou o seu Ciclo foi inesperadamente interrompido (talvez temporariamente ou definitivamente), o segundo numa etapa diferenciada da sua transformação e desenvolvimento (evolução) e apesar de ter a mesma origem e se desenvolver no mesmo meio (familiar) ‒ com organismos (organizados, inteligentes e dinâmicos) rodeando a estrutura central e mineral (ordenada a partir do caos/e vice-versa e apesar de replicativa, de base evolutiva estática) ‒ expondo um fator particular, diferenciado e único (para o Homem e na sua Zona de Proteção para já exclusivo) apresentando-se quase como um oposto do outro, utilizando (por associação) o Espelho (Mágico ‒ a Magia do Espaço/Tempo) da Bruxa Má no conto de fadas de A Bela Adormecida (“Espelho, espelho meu, Existe outra mulher mais bela do que eu?”).

 

(imagens: nasa.gov e wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:00

17
Fev 18

Uma imagem muito semelhante se observada por um Marciano, já que relativamente ao nosso planeta, Marte tem o seu periélio a apenas 54,6 milhões de Km de distância (afélio a 225 milhões de Km).

 

earth-moon_navcam1.png

A Terra e a Lua

Fotografadas por OSIRIS-REx

(imagem: nasa.gov)

 

Imagem centrada no planeta Terra e no seu satélite natural a Lua ‒ obtida em 17 de Janeiro de 2018 a partir da sonda da NASA OSIRIS-Rex (lançada a 8 de Setembro de 2016 de Cabo Canaveral) ‒ quando a mesma se encontrava a 63,6 milhões de quilómetros de distância (do nosso planeta).

 

Com a Terra ao centro da referida imagem (e a Lua à sua direita) e num momento em que a sonda se afastava da Terra a uma velocidade de 8,5Km/s: numa missão tendo como objetivo o estudo e a recolha de amostras de um asteroide (101955 Bennu) e o seu transporte para a Terra.

 

Num retrato mostrando simultaneamente:

 

(1) A nossa imensa pequenez face à Infinidade do Universo em que nos inserimos (Sistema Solar/Terra/Homem),

 

(2) Elucidando-nos de como a noção de distância entre dois pontos é tão relativa (se compararmos as distâncias/tempos de viagem antes/depois de certos saltos civilizacionais, com a razão Tempo/Espaço ‒ para um determinado percurso ‒ estreitando-se rapidamente tendendo para zero) e adicionalmente,

 

(3) Revelando a nossa já apreciável capacidade científica e tecnológica (atual) tornando o Homem capaz de atingir um Mundo Estranho (recolhendo amostras do mesmo) e regressar de novo a casa. Um facto comprovado já lá vai quase meio século (com as naves tripuladas Apollo durante a década de 70 tocando a superfície da Lua) agora reiniciado mas sem a presença (no veículo espacial) do elemento principal o Homem.

 

Dando sempre que pensar, na busca de uma explicação aceitável (e já agora credível para justificar a ida Lua e o seu posterior abandono) ‒ quando tudo se iniciou em 20 de Julho de 1969 com o primeiro Homem (Neil Armstrong) a pisar a Lua (até aí um Mundo Desconhecido e Estranho).

 

earth-moon_navcam1 b.png

Dois pontos impercetíveis para lá do Sistema Solar

Mas com um dos impercetíveis, sendo bem peculiar

(a Terra)

 

A Terra vista como um pequeno ponto (pelo que dizem predominantemente azul) integrando um conjunto mais vasto com cerca de 4,6 biliões de anos (o Sistema Solar) e que ao contrário dos outros componentes desse mesmo conjunto (integrado por sua vez num ainda mais vasto, a galáxia da Via Láctea) apresenta uma característica única e deveras extraordinária (porque nunca observada noutros parâmetros ou mundos): Vida. E para um extraterrestre nunca lhe passando pela cabeça (não sendo um caso de projeção incorreta) “A regra na Terra ser a Morte”, num contributo para a Extinção da espécie mais organizada (e dita inteligente e superior) do nosso (para já único e por habitado) planeta.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:28

02
Jan 18

“Não tendo estado sempre perto de nós um dia a Lua terá chegado próximo da Terra e colocada em órbita aí se terá estabilizado.”

(como o sugerem muitos documentos antigos)

 

939moonbig.jpg

Com a presença inopinada da Lua a ser verificada (segundo alguns antigos Contadores de Histórias) há cerca de 12.000 anos, contribuindo para a inclinação do eixo terrestre (definindo as Estações), para as noites mais iluminadas (pelo reflexo noturno da própria Lua), para o aparecimento das marés (conforme a Lua atinge o perigeu/apogeu relativamente à Terra) e até para a velocidade de rotação do nosso planeta (acelerando sem a presença da Lua tal como poderá ter acontecido nos primórdios do Sistema Solar)

 

Um dia há muitos biliões de anos (uns 4,5 biliões) deu-se numa determinada região do Espaço uma grande explosão de LUZ (envolvendo Matéria e Energia), na sequência da qual se formaram os planetas e restantes corpos celestes constituindo o que atualmente denominamos o SISTEMA SOLAR: centrado numa estrela de referência (o SOL), constituindo um Sistema Planetário (integrando oito planetas principais), composto adicionalmente por outros objetos (como luas, asteroides e cometas) e no caso particular da Terra relevando-se este planeta não só pela Existência de Vida Inteligente (uma exclusividade deste Sistema) como pela sua LUA peculiar ‒ apenas umas centenas de milhões de anos depois (da grande explosão) surgindo como companheira da Terra. Como se a Lua tivesse sido absorvida pelo Sistema Solar na sua movimentação (provavelmente errática) pelo Espaço, acabando por ser dominada pelas poderosas forças emanando da nossa estrela (pelo campo de influência do Sol) e curiosamente sendo colocada em órbita de um planeta não muito maior (do que ela): com o raio da Terra a ser apenas 3,67 X o raio da Lua e com o nosso satélite (em princípio natural) a ser sem dúvida o maior se comparado com todos os outros orbitando todos os outos (oito) planetas principais ‒ em tamanho com a nossa LUA (d=3 475Km) a ser o 5º Maior Satélite Natural deste Sistema Planetário só sendo ultrapassada por IO (3 642Km), CALISTO (4 820Km), TITÃ (5 150Km) e GANIMEDES (5 262Km) luas dos Planetas Gigantes JÚPITER (3) e SATURNO (1/Titã).

 

Planetas

D1

Luas

D2

R

Mercúrio

4880

-

-

-

Vénus

12104

-

-

-

Terra

12756

Lua

3474

3,7

Marte

6794

Fobos

22

308,8

Júpiter

143000

Ganimedes

5268

27,2

Saturno

120000

Titã

5151

23,3

Úrano

51000

Oberon

1523

33,5

Neptuno

49500

Tritão

2707

18,3

(D1 e D2: Diâmetros planetas e luas R: Razão D1/D2)

 

Observando a tabela anterior e tomando como referência a Cintura de Asteroides (separando os Planetas Interiores/Mercúrio, Vénus, Terra e Marte, dos Planetas Exteriores/Júpiter, Saturno, Úrano e Neptuno) sendo fácil de concluir que se os primeiros (planetas mais perto do Sol) tendencialmente não possuiriam luas (ou então as teriam poucas e de diminutas dimensões se comparadas com o planeta orbitado) ‒ tal como Mercúrio e Vénus assim como Marte ‒ os segundos além de possuírem várias luas (dezenas) teriam sempre numa razão (R = D1/D2) muito maior do que a registada entre Terra/Lua: numa razão de 20/30X e nunca de 3/4X ‒ e com uma lua tão perto e tão grande se vista do nosso planeta. Ao contrário das outras luas (de pequenas dimensões face ao seu hospedeiro) sob a influência gravitacional de grandes corpos celestes, no caso da LUA (a nossa) com as suas dimensões (pouco mais de 1/4 do diâmetro da Terra) e proximidade (mais de 380000Km) a influenciarem decisivamente a Terra (o ecossistema do hospedeiro): como por exemplo com o aparecimento (evidente) das marés (alta e baixa) ‒ entre outros fatores afetando a Evolução (da Terra, Mineral e Organicamente) podendo ser um dos fundamentais para o aparecimento da Vida. Nesse sentido e ao se constatar a presença de um corpo celeste (menor) de tais dimensões/proximidade a um corpo celeste (maior) orbitando-o, ficando-se na dúvida se tal objeto (a Lua) teria sido criada simultaneamente com o restante Sistema (Solar) ou se teria chegado depois (às proximidades da Terra) e aí se fixado posteriormente (estabilizando-se a cerca de 150 milhões de Km do Sol e sendo capturado por um planeta interior muito semelhante a Vénus ‒ a cerca de 100 milhões de Km do Sol ‒ e com pouco mais de 12000Km de diâmetro a Terra) ‒ recordando a série de ESPAÇO 1999 com a LUA à deriva viajando pelo Espaço (tendo por um incidente ocorrido na Terra abandonado a órbita do seu planeta) mas aqui invertendo o sentido (e a história) colocando o satélite natural no seu destino final, a TERRA.

 

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Mantendo-se um grande Mistério em torno do aparecimento da Lua desde tempos de tal modo distantes (recorrendo aos filósofos antigos, talvez nem tanto talvez para lá de 10000 BC) ‒ sendo uma das hipóteses mais credível a sua captura pela Terra muito ou pouco tempo no passado (de biliões a poucos milhões/milhares de anos) ‒ que muitos lhe atribuem uma (outra) função para além da sua mera presença, garantindo no seu Conjunto as condições para a existência de Vida na Terra; até podendo ser artificial

 

E tomando tudo em consideração podendo-se sugerir para a LUA (sem ferir suscetibilidades) três hipóteses para o seu aparecimento (e criação): um grande impacto (da Terra com um corpo celeste ou outros corpos menores daí advindo a Lua), a formação simultânea (no início da criação do Sistema Solar e por colisão de dois corpos celestes) e a sua captura (e até podendo ter sido roubada a outro planeta como por exemplo Vénus). Em qualquer dos casos aceitando-as apesar dos pontos contra e a favor de cada uma das três hipóteses apresentadas, mas nunca deixando de considerar como uma quarta alternativa (e provavelmente de muitas outras ainda a acrescentar) ‒ até por mencionada em registos feitos pelo Homem e como tal sendo muito mais recentes (com o Homem Erectus, o primeiro Homem mais perto do atual, a ser reportado a 1500 milhões de anos atrás e não a biliões como a Lua) ‒ a possibilidade da mesma ter surgido num tempo muito mais recente (se comparada com a História da Terra), vindo talvez de mais longe (da Cintura de Asteroides ou mais além) e talvez (deixem-nos Sonhar pois Sonhar faz parte da Realidade) com outros Desígnios (talvez mesmo e considerando-nos, de origem Alienígena e Artificial). Num tempo já não assim tão distante (bastando para tal deixar-nos pensar e imaginar) lembrando-nos dos dias em que a Lua não se via no Céu (reportado em escritos antigos) e em que o firmamento que se abria perante os nossos olhos (o nosso instrumento ótico primário) não era bem igual ao que hoje nos acompanha. Hoje em dia (2018 DC) mais de 4,5 biliões da anos depois de a Terra ter aparecido (e todo o Sistema Solar) e apenas uns míseros 1,5 milhões de anos decorridos sob o aparecimento da 1ª forma (mais definitiva) de Homem, mantendo-se o mistério:

 

Ancient Texts Speak Of A Time ‘Before The Moon’

 

“Many ancient writings speak of a time “before the Moon.” In turn, many scholars have quoted these works over the centuries. For example, Aristotle wrote of Arcadia, stating that the land was occupied “before there was a moon in the sky above the Earth.” Similarly, Apollonius of Rhodes spoke of a time “when not all the orbs were yet in the heavens.”The tribe of Chibchas in Colombia also has such notions in their traditional oral legends. They state, “In the earliest times, when the Moon was not yet in the heavens!” The wording sounds remarkably similar to that of Apollonius. Perhaps also of interest, particularly given the bizarre claims of the Moon being put into position around the Earth, are some Zulu legends which say that the Moon was dragged across space from a great distance. Most of these accounts also speak of intense disruption to the planet until the new heavenly body settled into its true orbit.” (top10lists.top)

 

(imagens: interestingimage.com e history.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:28

28
Dez 17

Não contando com todos aqueles objetos que tal como as pessoas aparecem em cima da hora ou mesmo depois do acontecimento se ter concluído (e com a grande evolução tecnológica cada vez mais se detetando casos idênticos), a Passagem de Ano de 2017/2018 será tranquila e sem a presença imprevista de qualquer tipo de intrusos (aqui sendo celestes). De qualquer forma e por conforto podendo-se também rezar.

 

Dos objetos circulando pelo interior do Sistema Solar ‒ muitos deles oriundos de aglomerados de diferentes materiais localizados para além da órbita de Marte (com o seu periélio/afélio a variar entre 200/250 milhões de Km) ‒ agora que o ano de 2017 está a terminar e a um velho ano sucederá um Ano Novo, poderemos destacar (aproveitando para relevar o número crescente deste tipo de objetos circulando nas proximidades da Terra) três PHA (asteroides potencialmente perigosos), dois sendo os últimos a passarem este ano (2017 QL33 e 2017 YU 1) e o outro o primeiro a passar em 2018 (2017 YD).

 

Asteroide (designação)

Data (dia/mês/ano)

Distância

(Km)

Velocidade (Km/s)

Diâmetro

(m)

2017 QL33

30/12/2017

5 112 533

8,2

195

2017 YU 1

30/12/2017

3 778 328

7,6

20

2017 YD

01/01/2018

9 252 069

4,1

30

Antes e depois da Passagem de Ano de 2017/18

(os 3 asteroides passando mais perto da Terra)

 

Sendo um dos nossos últimos e mais próximos visitantes o asteroide 2017 QL33 (período orbital = 2,5 anos), por sinal e de longe o de maior dimensão (em torno dos 200 metros) ‒ e tendo passado o seu periélio no fim da 1ª semana de Dezembro a mais de 140 milhões de Km do Sol ‒ e sem dúvida o mais perigoso (dos três) pensando num possível impacto com a Terra (mas nas próximas décadas sem previsões para tal); no mesmo dia sendo seguido pelo asteroide 2017 YU1 (o menor dos 3 objetos com um período orbital de quase 2 anos) passando ainda mais próximo do nosso planeta ‒ ainda a caminho do seu periélio a ocorrer no início da 4ª semana de Janeiro (já de 2018) a uma distância sensivelmente igual à do asteroide anterior. A 2017 QL33 sendo-lhe atribuído o Código 4 e a 2017 YU1 (com maior aproximação à Terra) o Código 7 (numa escala de 0 a 9 indicando o grau de incerteza no cálculo das suas órbitas).

 

Asteroid-Tomorrow-897130.jpg

E no dia 1 de Janeiro de 2018 a Terra terá o seu PHA

(passando por perto sem problema)

 

E para o início do próximo ano e com encontro já programado para o 1º Dia de 2018 (logo uma segunda-feira habitualmente início de mais uma semana de trabalho) chegando o asteroide 2017 YD (tendo passado o seu periélio antes do dia de Natal a cerca de 150 milhões de Km do Sol) com um período orbital de 1,75 anos e (nesta passagem de 2017 para 2018) anunciando o ANO NOVO (tranquilo no que nos toca com o objeto passando a quase 10 milhões de Km de distância); de qualquer forma sendo-lhe atribuído o Código 8 (o de maior incerteza orbital). Anunciando-se desde já a passagem de um asteroide bem maior já no início de Fevereiro (de 2018) passando a pouco mais de 5 milhões de Km da Terra (à velocidade de 34Km/s bem maior que os outros três) e de diâmetro muito próximo dos 700 metros (período = 1,6 anos). Como se pode constatar com nenhum destes objetos a constituírem perigo para a Terra, deixando-nos assim tranquilos para mais uma Passagem de Ano deste século XXI.

 

(imagem: express.co.uk/GETTY)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:35

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