Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

06
Ago 14

Rússia mobiliza 20.000 homens para a fronteira com a Ucrânia

(Título – RR)

 

 

Empurrados pelos interesses geoestratégicos norte-americanos (a nível global), os cidadãos europeus caminham heroicamente em direcção ao seu próprio abismo, ao provocarem a única potência capaz de esmagar e colonizar a Europa: a Rússia. Estilo – “Lá vamos cantando e rindo!”

 

Tal como já acontecera com a destruição da Jugoslávia – que se decompôs em estados colaterais – a Europa vê-se agora perante o cenário inacreditável da destruição dum estado europeu como a Ucrânia, ainda ontem local de peregrinação mundial para um Mundial de Futebol e actualmente mais um dos muitos palcos de demonstração da hegemonia militar e económica da ainda maior potência mundial: os USA.

 

Só que agora a provocação é máxima, com os Estados Unidos da América do outro lado do oceano Atlântico a servirem-se do argumento da NATO, para fazerem avançar as gloriosas e democráticas fronteiras ocidentais: adquirido o virtual apêndice ucraniano da empresa russa Gazprom, o poder (paralelo) privado norte-americano – cavalgando a Casa Branca, o Congresso e o Senado – ainda pensa que poderá impor aos russos a sua participação accionista (de controlo fundamental das fontes de energia mundiais).

 

Só que a Rússia poderá atingir o seu limite, não sendo de espantar (os contingentes de refugiados oriundos da Ucrânia em direcção à Rússia não param de aumentar) uma invasão próxima da Ucrânia: infelizmente uma consequência eminente e inevitável face aos procedimentos criminosos e nojentos de quem deveria existir para nos defender (e não para servir um) – a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).

 

Não se esqueçam que as profecias dos novos tarólogos económicos (por todos adoptados como santos) prevêem que a crise veio para ficar e que nada será jamais como dantes.

 

Apesar de para muitos técnicos a Europa poder continuar aparentemente assintomática, o problema é que ela já poderá estar morta (numa projecção futura simulada e já em execução): o objectivo prioritário dos USA está na Ásia e nos seus principais derivados – a China e o seu aliado russo.

 

A Europa está FUCK!

 

(imagem – Yuri Kochetkov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:15

19
Jul 14

“Mas o que é que será necessário fazer para travar todos estes psicopatas com certificação legal e internacional”?

 

Avião das linhas aéreas da Malásia após ter sido aparentemente atingido no espaço aéreo sob controlo das autoridades da Ucrânia por um míssil terra/ar BUK de fabrico russo

(que por acaso os ucranianos também possuem na zona e já preparados para entrar em acção)

 

Porque será que em todos os territórios onde se verifica uma recente e profunda penetração dos interesses estratégicos dos Estados Unidos da América – neste caso num país como a Ucrânia com ligações tremendas ao seu poderoso vizinho russo – além da respectiva violação segue-se sempre um brutal cenário de morte? E porque será que a Europa agora invadida e subjugada aos interesses norte-americanos (via NATO) ainda não compreendeu que não será a partir dali (dos USA) que alguma vez poderá redesenhar o seu cada vez mais longínquo e mirífico futuro? Afinal de contas da América a Europa apenas recebeu a bolha explosiva (exportada de lá para cá com a transferência das consequências duma boa parte da toxicidade financeira norte-americana) que lançou todo o continente no caos económico e aniquilou a definição de Democracia: é que o dinheiro que a Alemanha nos empresta (alguma dessa moeda depositado na Alemanha a juros negativos) nem sequer vem desse mercado!

 

    

Imagens que retratam a queda de destroços do jacto da Malásia – já após este se ter despenhado sobre solo ucraniano – com a presença arrepiante de corpos de algumas das vítimas desta deliberada e terrível matança

(alguns deles ainda presos nas suas cadeiras)

 

Enquanto isso o tiroteio prossegue sem tréguas nesta região rebelde do leste da Ucrânia, com toda a zona envolvendo este terrível acidente a ser invadida, violada e manipulada por milícias adversárias pró-Rússia e pró-Kiev: e após a notícia da retirada das caixas negras do avião aparentemente abatido em pleno ar, eis que chega agora até nós a notícia da retirada do local dos corpos das vítimas mesmo antes da chegada de qualquer tipo de autoridade de investigação independente.

 

Com a Holanda – metade das 300 vítimas são holandesas – a gritar de revolta e de indignação contra o imobilismo das autoridades ucranianas (pelo que se está a passar sobre o terreno, com o desrespeito total pelos princípios básicos de humanidade e solidariedade nestas situações) sem que nada de eficaz e decisivo saia do interior da ONU ou da própria UE. E claro está com os Estados Unidos da América a assistirem tranquilamente do outro lado do oceano a evolução do monstro que ajudaram a construir e tentando aproveitar ainda esta oportunidade (neste caso os Republicanos) para atacarem o seu presidente Barack Obama em direcção ao tão desejado Impedimento. Nunca esquecendo o papel da Rússia neste conflito localizado tão perto da sua fronteira ocidental e onde também é parte interessada.

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:35

Para verem até onde uma história pode chegar – que o digam os historiadores – eis mais uma informação relacionada com a queda do avião das Linhas Aéreas da Malásia sobre território da Ucrânia (história que pode vir a ser desenterrada daqui a milhares de anos sob a superfície terrestre por arqueólogos dum possível estado sobrevivente), que acabou por provocar uma verdadeira carnificina sobre um território já por si vandalizado: e acrescentando mais três centenas de mortos.

 

The Assassination of Vladimir Putin

 

 

Malaysian Airlines MH17 plane was travelling almost the same route as Russia’s President Vladimir Putin’s jet shortly before the crash that killed 295, Interfax news agency reports citing sources.” I can say that Putin’s plane and the Malaysian Boeing intersected at the same point and the same echelon. That was close to Warsaw on 330-m echelon at the height of 10,100 meters. The presidential jet was there at 16:21 Moscow time and the Malaysian aircraft – 15:44 Moscow time,” a source told the news agency on condition of anonymity.

 

“The contours of the aircrafts are similar, linear dimensions are also very similar, as for the coloring, at a quite remote distance they are almost identical”, the source added.

(beforeitsnews.com/rt.com)

 

De realçar (por mera curiosidade) que esta notícia foi retirada dum conhecido site conspiracionista norte-americano – muitas vezes veiculando ideias de sectores da extrema-direita republicana – a partir de notícias difundidas pela estação de TV russa RT (anteriormente Russia Today).

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:11

17
Jul 14

“Se os outros desapareceram (voo Kuala Lumpur/Pequim) estes desintegraram-se (voo Amesterdão/Kuala Lumpur): o que falta conhecer (a parte mais interessante) é o que originou estes violentos e mortais acontecimentos: neste último caso – e dado as forças em presença e os amigos e os inimigos – o mais fácil é culpar o Diabo ou seja o tenebroso ditador Putin e a maldita canalha russa”.

 

Destroços do avião completamente pulverizado

 

Mais um avião das Linhas Aéreas da Malásia que tem um grave acidente: neste caso deslocando-se da capital da Holanda (Amesterdão) em direcção à capital da Malásia (Kuala Lumpur). O avião acabou por se despenhar sobre território da Ucrânia provocando entre passageiros e tripulação perto de 200 mortos, não se registando qualquer sobrevivente.

 

Sistema de mísseis BUK

 

As primeiras notícias referindo-se a mais esta carnificina aérea apontam para que o avião malaio possa ter sido atingido em pleno voo por um míssil do tipo BUK (de fabrico russo). Refira-se que tanto a Rússia como a Ucrânia possuem este tipo de míssil Terra-Ar – o avião deslocar-se-ia a uma altitude de mais de 10.000 metros, muito inferior ao máximo atingido por estes mísseis BUK – pelo que ambos podem ser considerados altamente suspeitos como protagonistas desta tragédia aérea. Não podemos ignorar neste caso a guerra que se trava na Ucrânia e todos os interesses ali envolvidos, que não se limitam ao próprio país e à Rússia mas que também se estendem a muitas outras partes do mundo: como muito bem sabem os Estados Unidos da América e os seus obedientes parceiros europeus.

 

E se por acaso a queda do avião tiver outras origens?

Pelo aspecto geral da zona de impacto – com o que resta do avião completamente pulverizado numa zona não muito extensa – tudo aponta para a sua destruição total aquando do seu impacto brutal com o solo. No entanto as últimas informações vindas de território ucraniano (sob controlo das autoridades rebeldes de leste) – o avião terá caído a menos de 20 Kms da fronteira russa – poderão mesmo apontar para uma explosão em pleno voo, seja provocada pelo impacto exterior de um míssil ou por uma explosão no interior do próprio avião. Entretanto fala-se de que a caixa negra já foi capturada pelos rebeldes ucranianos pró-russos: “E do céu caíam cinzas, destroços e cadáveres – alguns ainda presos às suas cadeiras e com crianças à mistura”.

 

E agora de que é que está à espera a Europa?

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:19

12
Jul 14

Ucrânia

 

Aldeia de Luganskya (localizada no leste da Ucrânia) após um ataque aéreo levado a cabo pelas autoridades militares de Kiev sob as ordens do seu actual presidente Petro Poroshenko. Em Kiev o regime que aí se instalou após o golpe que depôs o anterior presidente pró-russo (eleito democraticamente) é comandado do exterior pelas forças conjuntas USA/NATO e dominado no interior por sectores extremistas de direita (Right Sector) – que até querem recuperar alguns dos seus compatriotas condenados na II Guerra Mundial (como criminosos nazis) e transformá-los agora em heróis.

 

Não podemos ignorar ou um dia seremos nós

 

Segundo notícias transmitidas para todo o mundo pelo actual regime ucraniano instalado na capital Kiev – e apoiado incondicionalmente pelos Estados Unidos da América – estas imagens referem-se a terroristas e a outras variedades de traidores actuando como mercenários a soldo do ditador Putin e dos interesses de Moscovo. Depois da destruição da Jugoslávia e do bombardeamento de Belgrado pelas forças USA/NATO eis que a história se repete: mau sinal quando não existe evolução. E é com este espírito cobarde e expectante que a Europa se vai suicidando às mãos de interesses de certos psicopatas norte-americanos.

 

(imagem – RT)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:31

21
Jun 14

 

Mais tropas russas a caminho da fronteira ucraniana

(agora que um dos seus postos fronteiriços já foi atacado)

 

Enquanto a aventura dos conglomerados que dominam a política externa (e interna) dos USA continuava em pleno desenvolvimento na Ucrânia – veja-se o número de infra-estruturas básicas destruídas (ou paralisadas), além dos mortos e dos feridos registados no leste da Ucrânia entre a sua população civil (com a colaboração interna e externa de mercenários privados) – a Rússia de Putin (e após a integração em território russo do que lhes verdadeiramente interessava, a militarizada e estratégica região da Crimeia) virava-se de imediato para o imenso e prometedor (que o digam os USA) mercado asiático: o estabelecimento dum mega acordo de abastecimento futuro de gás natural à China relançava a economia russa para a concretização dos seus desejos de penetração em mercados prioritários (como o chinês, ainda antes do fim do ano a maior economia a nível global), ainda por cima com a possibilidade de com o gigante chinês pôr de lado como referência internacional de pagamento a moeda norte-americana, o dólar. Isto tudo (e infelizmente como sempre) com a Europa a ver e nada fazer e até (ironicamente) a assistir à possibilidade desse pagamento ser feito em euros. Mas pelos vistos a Europa não necessita de ter acesso a fontes de energia, já que sendo auto-sustentável, abdica dos fornecimentos vindos da Rússia. Mas será mesmo assim?

 

E agora chegou a altura de Putin se virar de novo para o cenário secundário (a Europa) e se achar necessário actuar: tratar da saúde dos necessitados e tentar mais uma vez demonstrar às vítimas do Outro (Obama), que tal como ele – mas sem ser necessário recorrer de início à ameaça e à destruição – apenas pretende estabelecer acordos e negócios proveitosos para a Rússia. Mas uma coisa já todos sabemos: jamais a Rússia permitirá que cidadãos russos sejam abatidos como cães, logo ali ao lado e na cidade maioritariamente russa mais próxima.

 

“We are surprised by such claims about the concentration of Russian troops on the Ukrainian border. In this case, it’s not about any concentration of military forces, but about the measures to fortify the borders of the Russian Federation, the measures ordered directly by President Putin”.

“Concerning the quantity of the military forces, it’s determined by the requirements to ensure a sufficient level of security at the border”. (Dmitry Peskov – Secretário de Estado da Rússia para a Imprensa)

 

Refugiados residentes no leste da Ucrânia em fuga pela vida

(ou como diria o poder actualmente instalado em Kiev os subhumanos)

 

E no meio da espuma dos dias eis que do interior do oceânico Atlântico surge a velha e ultrapassada Europa, emergindo à superfície das águas com a ajuda dos seus salvadores habitando do outro lado do mar, a bordo duma fortaleza norte-americana ostentando (ao estilo dos antigos e poderosos piratas) a multi-interpretativa bandeira da NATO – apoiando indefectivelmente o comandante militar aqui devidamente apetrechado com todo o seu inestimável e revolucionário arsenal, ainda por cima oriundo do país mais poderoso do mundo, o único capaz de o dominar apenas imprimindo mais moeda). O que os Europeus poderão questionar agora mais do que nunca – já que nos encontramos numa crise soluçante (por ter sido importada do exterior, objectivamente para salvar outros) mas que nunca mais acaba (porque ficamos com os produtos tóxicos dos outros, descarregados deliberadamente e sem piedade sobre nós) – é a razão pela qual foi criada a EU e depois disso o Euro: se afinal a sua criação não era para a Europa contrapor o seu poder à asfixiante prepotência económica e financeira do dólar – ninguém consegue deter um país que tenha o poder e a capacidade de inundar o mundo com a sua moeda – então para que foi ela criada? Fácil: objectivamente e unicamente para colocar nas mãos de um único país o controlo económico e financeira de toda a Europa. Só que ainda não foi declarada oficialmente a III Guerra Mundial – apesar da decadência acelerada da Europa, com o esmagamento e aniquilação progressiva dos seus paradigmas civilizacionais de sustentação (deparando-se a nossa sociedade com uma pirâmide social em inversão) – nem Berlim é a capital dos Estados Unidos da América.

 

O que todos nós poderemos lamentar é a posição no meio de toda esta confusão, do país que com a sua iniciativa pretendia aparentemente ajudar a desenvolver o mundo (os Estados Unidos da América) – mesmo que fosse em seu benefício, mas também e de uma forma inteligente e empreendedora pensando nos outros – e que no final apenas conseguiu transmitir ao mundo a sensação do que é ter medo, viver num estado de permanente ameaças e terror e no fim poder ser violado e colonizado (sem pena nem remorsos) como se fossemos terroristas, traidores ou extraterrestres. Foi uma pena ou então uma inevitabilidade: o presidente Obama deixou-se levar pela extraordinária máquina de guerra norte-americana e se por um lado mandou regressar as suas tropas a casa, poderá ficar associado e mais tarde relembrado para todo o sempre – depois da morte e do funeral do célebre Yes We Can – como o Homem dos Drones. Como seu testamento político poderá no entanto invocar o Obamacare.

 

"We now see a new Russian military build-up around the Ukrainian border. At least a few thousand more Russian troops are now deployed".

"It seems Russia keeps the option open to intervene further in Ukraine".

"The international community would have to respond in a firm manner if Russia were to intervene further in Ukraine". (Anders Rasmussen – Secretário Geral da NATO)

 

(imagens: RIA Novosti/Pavel Lisitsyn e RT – texto em inglês: RT)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:16

07
Jun 14

“Ao aderirmos a um dos grandes blocos mundiais as nossas perspectivas futuras tornam-se bastante sinistras: se pertencermos ao bloco derrotado seremos esmagados, mas se pelo contrário pertencermos ao bloco vencedor seremos colonizados”.

 

As duas opções Libertadoras e extremistas para a Ucrânia

 

Com o apoio declarado dos USA e o seguidismo obediente da EU, mais um país europeu como é o caso da Ucrânia – depois da passada desagregação e destruição da Jugoslávia e do seu bombardeamento por forças da NATO – é mais uma vítima desta nova Guerra Fria Reloaded: não é provocando russos (e chineses) que os USA vão ganhar algo, não sendo também por aí que a velha (e senil) Europa, encontrará finalmente o seu caminho da salvação.

 

Mercenários Libertadores e pró norte-americanos

 

Ultranacionalistas de extrema-direita fanáticos da ideologia nacional-socialista e grandes admiradores de Adolfo Hitler – todos eles voluntários remunerados por forças privadas, tal e qual como se fossem mercenários – prestam juramento na capital da Ucrânia (Kiev), antes de se juntarem às forças militares ucranianas e se dirigirem em direcção ao leste do país numa operação de limpeza antiterrorista. Para o poder recentemente instalado na Ucrânia – que o atingiu através dum golpe de estado que até faz inveja a todos os anteriores ditadores, incluindo o último presidente Víktor Yanukóvytch (pró russo) – os terroristas são todos aqueles cidadãos naturais e residentes na Ucrânia, que não aceitaram a forma como estes novos dirigentes atingiram o poder e se proclamaram os seus legítimos representantes.

 

(imagem – Libération)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:48

19
Mai 14

Enquanto os meios de comunicação europeus continuam a dar apoio e cobertura à intervenção norte-americana na Ucrânia, salientando as qualidades humanitárias e económicas desta intervenção militar sob o comando aparente da NATO (quando são os mercenários ao serviço das poderosas corporações que como batedores abrem caminho para a invasão e consequente ocupação) e atribuindo aos Estados Unidos da América uma auréola divina de poder e de boa vontade (como consequência da sua ligação com Deus), as primeiras imagens da sua dádiva fraterna e solidária começam a chegar até nós:

 

 

 O Massacre de Odessa

 

Neste caso oriundas do leste da Ucrânia (mais precisamente da cidade de Odessa) e retratando as consequências do apoio ao governo ucraniano actualmente no poder e reconhecido (senão mesmo indigitado) como garantia de viabilidade de projecto pelos Estados Unidos da América.

 

Mas do outro lado estão as Forças do Mal e da Escuridão Eterna, encabeçadas pela Rússia e pelo seu presidente, o diabólico e vermelho Vladimir Putin. Como diria sem hesitação Yulia Timoshenko:

 

  • I am ready to grab a machinegun and shoot that motherf__ker [Putin] in the head.
  • I would have found a way to kill those  assh_les.  I hope I will be able to get all of my connections involved.
  • And I will use all of my means to make the entire world rise up, so there wouldn’t even be a scorched field left in Russia.
  • They must be killed with nuclear weapons (on a question of what to do with the 8 million Russians left inside the Ukraine).

(imagem – sott.net)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:48
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14
Mai 14

Ukraine Crisis

UN-Marked Combat Helicopters Used in Government Offensive against Separatists

 

The UN has expressed concern at Kiev's use of UN-marked helicopters

(in their anti-terror operations against pro-Russian separatists in Donetsk)

 

Footage has emerged of a white UN-marked Mil Mi-24 helicopter allegedly being used in Ukraine's anti-terror operation against pro-Russian separatists near the Donestsk Oblast city of Kramatorsk.

Three further combat Mi-24 helicopters and one transport Mi-8 helicopter bearing the UN logo were spotted in the region by the Russian news outlet Life News. 

The UN has distanced itself from the footage below, stating that, as Ukraine is a contributor to the organisation's forces, it must remove any UN insignia when the materials are returned.

 

Hunter Biden e o pai Joe Biden Vice-Presidente dos USA

 

Apêndice:

Enquanto isso e acompanhando a falta de ética e de vergonha que tem caracterizado muitos dos actos levados a cabo em zonas de conflito estratégicos pelos representantes políticos norte-americanos – entendam-se estas zonas como revelando elevado interesse económico – o filho do Vice-Presidente dos USA Joe Biden acaba de aterrar na capital da Ucrânia Kiev para tratar de assuntos ligados à comercialização de gás e à empresa ucraniana associada à sua comercialização e que a partir de agora irá representar: neste caso a Burisma Holdings que terá a partir de agora à sua frente o novo director Hunter Biden. Mais uma provocação directa à vizinha Rússia – o produtora de gás e sem o qual não existiriam empresas nem pipelines – com a colocação de um norte-americano ligado (familiarmente) à Administração da Casa Branca no caminho do gás proveniente da fronteira leste, ainda por cima contando com o apoio dum governo golpista e ilegítimo (segundo os governantes russos) instalado na capital da Ucrânia Kiev e antes do acto eleitoral de 25 de Maio. E o que faz a Europa? Afinal de contas isto ainda não é o Iraque!

 

(texto em inglês: ibtimes.co.uk – imagens: LiveNewsRU/Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:13

11
Mai 14

Será que os Europeus vão aceitar as justificações unilaterais dos Estados Unidos da América? É que a Ucrânia fica na Europa e nas nossas cabeças ainda estão bem vivas as últimas intervenções redentoras dos Polícias do Mundo: Afeganistão, Iraque e Síria. Ou será que vamos voltar ao pensamento básico e considerar simplesmente que uns são Bons e os outros são Maus – e que quem decide são aqueles que se consideram os Bons?

 

Tanque ucraniano em tempo de referendo

 

Com o caos instalado no leste da Europa após a “fuga pela vida” do ex-presidente da Ucrânia Víktor Yanukóvych (democraticamente eleito pelo povo mas com o defeito fundamental de ser pró russo), o poder central instalado na sua capital e que a ele teve acesso através dum golpe ilegal, decidiu agora tomar a iniciativa: com a total cobertura dos Estados Unidos da América e contando ainda com a incapacidade estratégica da Europa, Kiev decidiu atacar com equipamento pesado a sua própria população, chamando-lhes de terroristas separatistas e militantes pró russos.

 

Ataque militar pesado a esquadra policial ligeira

 

A Ucrânia é neste momento um país de ficção que só existe num magnífico papel azul timbrado pelos EUA e assinado (como fiador) pelos esquizofrénicos políticos europeus, sendo interiormente controlado por um novo grupo de bandidos que se aproveitou da fuga do seu anterior colega situado do outro lado (da morte) e exteriormente apoiado por grupos de mercenários pagos por corporações privadas estrangeiras apenas interessadas na sua expansão e controlo dos mercados, através do único argumento hoje em dia ainda válido e eficaz – o do lucro e da violência.

 

Não é pois de admirar que não encontrando apoios entre a população – que meramente utiliza para a concretização de outros fins que não o da salvação da soberania da sua própria pátria (a Ucrânia) – o poder centralizado em Kiev e comandado a partir da Casa Branca se sirva com o recurso a meia dúzia de elementos civis e militares não representativos da estrutura de defesa do seu país, dum pretexto externo, intrusivo e violento como cobertura e justificação para a intervenção de forças militares mercenárias privadas, lançando tanques e mísseis contra a população que representa.

 

Mas será que os líderes da Europa querem uma nova Guerra Mundial – uma WW3? Os EUA talvez não se importem, já que o seu novo e potencial eixo de mercado está agora centrado exclusivamente na Ásia: há muito que a Europa já foi e que a Rússia e a China se riem!

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:47

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