Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

05
Jul 16

“Em todos os lados se encontram vestígios daquilo que sobrou e ficou (partes),

De tudo o que entretanto se passou ou desapareceu (de um todo).”

 

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Marte

Curiosity Rover

Sol 1387

1 Julho 2016

 

Em mais uma das milhares de imagens recolhidas durante a sua já longa estadia no nosso vizinho planeta MARTE (a sonda CURIOSITY aterrou no planeta em 6 de Agosto de 2012), eis que ao 1387ºdia marciano (um dia marciano tem quase mais 40 minutos do que um dia terrestre) a NASA nos oferece mais uma imagem curiosa do ainda para nós misterioso Planeta Vermelho (assim denominado pela sua cor avermelhada devido à presença de óxido de ferro à sua superfície): num cenário que até poderíamos associar em toda a sua área a uma paisagem desértica, seca e sem vida visível existente em regiões do nosso próprio planeta, mas que no entanto nos apresenta Marte (que por coincidência se encontra hoje dia 5 de Julho à distância mínima da Terra de cerce de 75 milhões de Km da Terra) e artefactos aí presentes (para nós provocando curiosidade e espanto por desconhecidos ou incompreendidos), como prova de que algo mais por lá se terá passado: num passado já muito distante (de biliões de anos) e até num presente acumulador de indícios (e porque não de vestígios).

 

E poucos dias antes de mais uma sonda terrestre atingir mais um planeta distante do nosso Sistema Solar (precisamente hoje dia 5) neste caso o gigante gasoso JÚPITER localizado a cerca de 800 milhões de Km da Terra.

 

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Se o 1ºartefacto até poderá ser um objeto voador de origem desconhecida (ou como diz a NASA apenas a presença de poeiras coladas às lentes das câmaras do Rover Curiosity)

Já no 2ºartefacto a imagem sugere a presença do que poderia ser uma estátua ou monumento (possivelmente de origem alienígena e artificial)

 

Nesta imagem enviada a partir da superfície do planeta Marte (referente ao dia 1 de Julho) com o seu registo a despertar-nos a atenção para dois pontos particulares presentes à sua direita, um acima e outro abaixo (a que mais me interessa e a que mais me incomoda).

 

Com o ponto superior aparecendo na 1ªimagem a poder ser na realidade uma simples poeira agarrada às lentes, mas na 2ªimagem sendo o nosso cérebro confrontado com uma realidade paralela (semelhante por sobreposição) muito comum no nosso planeta e nas nossas sociedades organizadas, fazendo ressaltar aí a presença de vida e de seres vivos inteligentes (cultivando a cultura e a memória) através da reprodução monumental das suas mais profundas ideias e desejos. Apenas mais uma coincidência ou talvez mesmo uma ocorrência. E com a própria estrutura à esquerda (geológica) sugerindo um rosto de perfil.

 

Agora com a sonda JUNO bem para lá da Cintura (de Asteroides) e com o gigante Júpiter bem diante das suas câmaras: um monstro que engoliria todos os outros planetas mas no entanto sendo um anão se comparado com o SOL. Esperando com aderência as primeiras imagens de lá. E que devem estar para sair muito em breve no tempo, pois a mulher (JUNO) já se aproximou do marido (JÚPITER) ciumento – estando nós prontos como mirones para as suas revelações.

 

“Especialmente na altura Verão em que nada (mas mesmo nada) se passa

– Pelo menos à nossa frente já que por trás é outra história.”

 

(imagem: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:32

11
Mar 16

Photojournal NASA
(11.03.2016)

 

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This map shows the route driven by NASA's Curiosity Mars rover from the location where it landed in August 2012 to its location in early March 2016, approaching a geological waypoint called "Naukluft Plateau."

 

Curiosity departed the "Gobabeb" waypoint, where it scooped samples from a sand dune for analysis, on Feb. 3, 2016, with a drive during the 1,243rd Martian day, or sol, of the rover's work on Mars.

 

The base image for the map is from the High Resolution Imaging Science Experiment (HiRISE) camera on NASA's Mars Reconnaissance Orbiter. North is up. Bagnold Dunes form a band of dark, wind-blown material at the foot of Mount Sharp.

 

(texto e imagem: NASA/JPL-Caltech/Univ. of Arizona)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:27

24
Jan 16

Há milhares e milhares de anos que olhamos para o Céu
(com a esperança pelo desconhecido, a ser a última coisa a morrer)

 

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Fóssil

(sob a forma de concha)

 

Mais uma vez (hoje) o site ufosightingsdaily.com e utilizando apenas as imagens que chegam diariamente do planeta Marte (enviadas para a Terra pelas câmaras dos rovers das sondas Opportunity e Curiosity), descobre meio disfarçado e perdido no meio da superfície árida e desértica marciana um objeto de aspeto estranho (mas que nos toca) e visivelmente desenquadrado do meio que o rodeia (o Fóssil).

 

E recorrendo a um dos registos do rover Curiosity adquirido a 6 de Dezembro de 2015 (SOL 1185) o referido site depois de analisar a imagem recebida e tentando integrar o objeto na paisagem marciana que o suportava, chegou à conclusão de que poderíamos estar perante um exemplo da arqueologia local neste caso de um fóssil (ou seja um sinal da possível existência de vida em Marte num passado muito remoto).

 

Encontrando coisas estranhas só porque não as querermos rever
(de tão presentes que são e sem nunca as reclamarmos)

 

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Oceano
(sob a forma de areia)

 

Segundo o site um objeto muito semelhante às conchas que encontramos na Terra (com a sua parte central mais escura já em falta) e que seria mais provável de encontrar em certas regiões anteriormente ocupadas por oceanos (água). O que até poderá ter sido uma realidade num passado bastante remoto da História da evolução de Marte, com o planeta (tal como atualmente acontece na Terra mas numa menor extensão) a estar coberto por uma grande massa de água semelhante a um grande oceano.

 

O que nos transporta (sem o querermos e ao observarmos a última imagem, o Oceano) para um mundo imaginário revelador de realidades (passadas, presentes ou futuras mas sempre compartilhando espaços), descrevendo outros mundos talvez do mesmo Universo (concorrentes e deixando-nos pontos/contactos – de memória, de cultura e de conhecimento – ou paralelos abrindo-nos espaços – infinitos e sem limites não-condicionados pelo parâmetro/tempo abstrato): e entre as duas margens que as contêm as correntes de areia escura deslizam, paradas, parecendo sem vida, mas mesmo assim ainda emitindo sinais – que sem nos apercebermos sempre nos tocam, libertando recordações, expondo emoções e no fim atirando ao mundo um rol imenso de muitas mais informações (arquivadas e adormecidas).

 

(imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:50

20
Jan 16

No seu 1227ºdia de permanência em Marte o veículo motorizado da sonda CURIOSITY apresenta-nos a sombra do seu nobre instrumento: um pénis bem dotado e fotografado a 18 de Janeiro pelas lentes MAHLI. Algo que chocará alguns (pela forma como a notícia é aqui divulgada) que não certamente os marcianos.

 

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Marte – Sol 1227

 

Uma garantia de que a espécie inteligente que o enviou para Marte tem o poder superior da manipulação, não fosse o instrumento impresso sobre a superfície do planeta suscetível de ser manipulado sendo simultaneamente um dos seus maiores símbolos: e mesmo capaz de provocar um orgasmo.

 

(imagem: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:18

10
Jan 16

Num terreno árido e desértico. Sem vestígios de vida, movimento ou mesmo algo de estranho. Com pedras (secas, calcinadas, fragmentadas), areia (resultante da múltipla e violenta erosão) e uma substância esbranquiçada (surgindo entre fendas).

 

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1217º dia em Marte

 

Mais uma imagem enviada a partir de Marte durante o 1217º dia de estadia do rover da sonda Curiosity na sua superfície (ontem a partir da câmara MAST_LEFT). O veículo motorizado da NASA vai a caminho dos três anos de permanência no último planeta interior do Sistema Solar, evoluindo neste preciso momento sobre solo marciano numa região de dunas de areia. Numa altura em que o planeta entra na sua estação de Inverno e num período a que a Curiosity (tal como a Opportunity) se têm que preparar para as condições climáticas em certos aspetos mais adversas que aí veem (o lander e o rover): como é o caso da menor absorção pelos painéis da energia solar e o da limitação que isso trará para todas as tarefas a realizar. Movimentando-se agora a noroeste do Monte Sharp (localizado no interior da cratera Gale onde a sonda aterrou) na região das dunas de areia (ativas e escuras) de Bagnold.

 

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1197º dia em Marte

 

Com a presença das dunas de areia a ser bem visível na imagem obtida no 1197º dia da presença da sonda Curiosity em Marte, interpondo-se entre o veículo terrestre da NASA (o rover) e a elevação do Monte Sharp (a mancha clara destacando-se ao fundo no horizonte): dunas que tal como na Terra parecem ir avançando lenta mas progressivamente com o decorrer do tempo (no entanto com processos evolutivos diferentes), acabando por cobrir grandes extensões da superfície marciana (deslocando-se a uma v = 1m/ano). No cenário apresentado a câmara do rover Cutiosity encontrava-se a cerca de 23m da base das dunas podendo estas atingir um máximo de 5m de altura. Num acontecimento considerado de certo modo inédito em todo o Sistema Solar (a presença de dunas ativas) já que para além do nosso planeta nunca tal fenómeno tinha sido observado (fosse onde fosse).

 

(imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:49

28
Dez 15

Uma montagem de várias imagens enviadas para a TERRA pelo ROVER da sonda CURIOSITY, atualmente no seu 1206ºdia de permanência sobre a superfície do planeta MARTE.

 

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O ROVER CURIOSITY trabalhando na rocha JOHN KLEIN
(imagem parcial ampliada)

 

Que resultou naquilo que os seus criadores chamaram a SELFIE do ROVER CURIOSITY, um veículo motorizado projetado e construído pelo JET PROPULSION LABORATORY.

 

(imagem: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:26

Há muitos biliões de anos atrás poderá ter existido água e até vida em Marte
A última evidência disso poderemos ser nós

 

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As várias missões norte-americanas a Marte
(com a indicação da cratera GALE onde a CURIOSITY aterraria)

 

A União das Republicas Socialistas Soviéticas foi na realidade a primeira nação da Terra a tocar a superfície do planeta Marte (orbitar e aterrar) com o MARS 3 LANDER. Mas a primeira missão com sucesso total nos seus objetivos é da autoria dos Estados Unidos da América (orbitar, aterrar e de seguida transmitir) e do VIKING 1 LANDER.

 

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OPPORTUNITY ROVER – SOL 4234

 

A 10 de Junho de 2003 e mais tarde a 7 de Julho do mesmo ano a NASA enviou em direção ao planeta MARTE duas sondas automáticas equipadas com veículos motorizados – de modo a que estas missões estivessem adequadamente habilitadas a explorarem e estudarem mais detalhadamente a superfície do planeta e do meio ambiente que o rodeava. Essas sondas foram a SPIRIT (que atingiu a superfície de Marte a 4 de Janeiro de 2004) e a OPPORTUNITY (que o fez 21 dias depois). Mais tarde a NASA enviaria uma outra sonda com objetivos idênticos – a CURIOSITY (a 26 de Novembro de 2011) – que entraria em contacto com a superfície de Marte a 6 de Agosto do ano seguinte (oito anos depois das duas sondas atrás referidas).

 

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Roda esquerda e direita do veículo

 

Outra sonda bem-sucedida equipada com veículo motorizado foi a MARS PATHFINDER lançada pela NASA a 4 de Dezembro de 1996 e equipada com o seu ROVER SOJOURNER (que transmitiu durante 84 dias). Num total de 4 ROVERS todos da responsabilidade da NASA e com dois deles ainda hoje ativos. Apenas uma outra sonda equipada de um ROVER (seria a pioneira) tentou atingir com sucesso a superfície de Marte: a MARS 3 lançada a 28 de Maio de 1971 pela agência espacial da extinta URSS mas que teve um problema ainda em órbita do planeta (com o seu módulo a atingir no entanto a superfície de Marte a 2 de Dezembro de 1971 – no entanto sem resultados). Mas nunca esquecendo as duas sondas VIKING (1 e 2) e a sonda PHOENIX, cujos módulos de aterragem operaram durante 2.245 dias e 1.281 dias respetivamente na superfície deste ainda misterioso planeta.

 

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CURIOSITY ROVER – SOL 1204

 

Resta-nos assim ainda em atividade a sonda OPPORTUNITY (e o seu ROVER – desde 2004) e a sonda CURIOSITY (e o seu ROVER – desde 2012).

 

Precisamente dois veículos que percorrendo a superfície de Marte há quase 12 e 3,5 anos respetivamente, parecem apresentar à primeira vista condições bem diferenciadas de conservação dos materiais que a constituem à ação dos agentes erosivos marcianos, com o veículo mais velho dos dois ROVER a parecer-nos (de uma forma nada lógica) o mais bem conservado.

 

O que é fácil de constatar, se observarmos e compararmos com alguma atenção as duas rodas dos dois ROVER: com as rodas do ROVER OPPORTUNITY (12 anos de trabalho) a aparecerem muito mais bem conservadas face às martirizadas e por vezes esburacadas rodas do ROVER CURIOSITY (3,5 anos de trabalho). Talvez devido às características dos terrenos e até do próprio ambiente (que o rodeia) localizados em duas regiões bem distintas de Marte: um no MERIDIANI PLANUM tendo já percorrido mais de 42km (OPPORTUNITY), o outro na Cratera GALE tendo já percorrido mais de 10km (CURIOSITY).

 

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Roda dianteira e traseira do veículo

 

No caso do ROVER OPPORTUNITY com a sua sonda situada muito perto da linha do Equador (a norte e a 357.5⁰E), numa planície rica em hematite e onde há muito tempo no passado terá existido água. Talvez até um vasto oceano mas há biliões e biliões de anos.

 

Já no caso do ROVER CURIOSITY com a sua sonda situada na cratera GALE (ligeiramente a sul do Equador e a 137.8⁰E) a deslocar-se ao longo de uma vasta planície no interior de uma cratera de formação desconhecida (cratera essa com mais de 150km de diâmetro e quase 4 biliões de anos de idade), fornecendo ao longo destes 1024 dias de vida imensas informações sobre a química do planeta: como é o caso da presença de METANO na atmosfera do planeta e da presença de químicos orgânicos na composição de ROCHAS (carbono).

 

É pena que de momento nos limitemos a sondas automáticas.
Tendo a LUA na nossa memória.
(mas o que terá acontecido mesmo com os voos tripulados?)

 

(imagens: Web e NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:17

22
Dez 15

Que Mete Água!

 

Este material branco que observamos sobre a superfície agora seca e desértica do planeta Marte (GIPSITA um minério de cálcio) é apenas mais uma prova de que num passado muito distante da História deste planeta a ÁGUA estava presente – e talvez partilhando esse espaço com outras “coisas” como a VIDA.

 

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Marte – Curiosity Rover
(Sol 1198 – 20.12.2015)

 

Nesta nova imagem obtida por uma das câmaras do ROVER CURIOSITY no seu 1198.ºdia de permanência na superfície do planeta MARTE (trata-se de uma ampliação parcial de Sol 1198), é bem visível a presença de uma substância clara e brilhante entre as fraturas existentes entre as diferentes rochas que constituem este cenário alienígena (substância essa surgindo bem contrastada face às areias mais escuras também aí bem visíveis).

 

“Water was here. This strip of white gypsum is the single most significant bit of evidence about the persistent presence of liquid water over a long period.”
(John Callas/JPL/2011)

 

O que nos leva a pensar (isto se houver alguma semelhança entre o funcionamento da Terra e de Marte, ambos planetas interiores e vizinhos muito próximos) que aquilo que de tão longe presenciamos poderá ser uma prova irrefutável de que existirá vida no planeta Marte: VIDA MINERAL. Porque pelo menos a este nível existirão reações químicas entre diferentes materiais, transformando-os noutros (sem nada se criar e sem nada se perder) e oferecendo-nos o resultado (visual). Quanto a vida animal (ou vegetal) e pelas imagens que recebemos (até hoje) nada de novo a assinalar nem suspeitas da sua existência (só mesmo na cabeça de alguns). O que não impede que há alguns biliões de anos Marte fosse parecido com a Terra!

 

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Marte – Curiosity Rover
(Sol 1196 – 18.12.2015)

 

Num MUNDO onde até as dunas (mais uma “coisa” como na Terra) vão escondendo a sua História (à medida que vão avançando e tudo se vai esquecendo): só nos resta observar e procurar para perceber. Afinal de contas a Terra e Marte fazem parte da mesma família (o Sistema Solar): com algo que terão em comum e se calhar o que menos se espera!

 

(imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:23

04
Set 15

Enquanto por cá o continente Europeu começa a tomar conhecimento da verdadeira tragédia causada pela avalanche crescente e interminável de refugiados (amontoados a este, atravessando fronteiras e a oeste tentando o assalto à Ilha Dourada), ao olharmos para o lado de lá sem nenhuma intenção senão divagar, ainda recordamos utensílios por nós antes usados e fielmente guardados na nossa memória: como a colher de pau que ainda hoje nos acompanha. Em princípio se a avistássemos – fosse qual fosse o local e as suas condições – logo a reconheceríamos.

 

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Rover Curiosity
SOL 1089
(ampliação parcial)

 

E foi isso o que vi quando me pus a olhar para as últimas fotografias recebidas na Terra e oriundas das câmaras do rover Curiosity (confesso que empurrado por mais uma notícia e imagem curiosa apresentada no site UFO Sightings Hotspot), mostrando-nos ou sugerindo-nos a forma de uma colher com um terminal curvilíneo aparentemente perfeito para a sua função e como que estando suspensa por um extenso cabo parcialmente soterrado no solo. Algo que nos sensibiliza na forma (por algum tipo ou forma de aproximação) deixando-nos ainda mais atentos: se ainda fosse na Terra!

 

(imagem – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:07

29
Jun 15

Já há vários dias sem notícias de Marte, eis que as câmaras do ROVER CURIOSITY nos oferecem novas imagens da superfície marciana. Como a imagem seguinte, referida a 27 deste mês e enviada após o fim do período de conjunção. Numa superfície sem presença de atmosfera, sujeita à acção de tempestades de poeiras e de outras partículas em suspensão (muitas vezes atingindo dezenas e dezenas de quilómetros de altitude e chegando mesmo a provocar o aparecimento de auroras muito semelhantes às ocorridas na Terra), sofrendo a acção constante dos efeitos nocivos das radiações solares (por não apresentar qualquer tipo de escudo protector) e suportando ainda condições ambientais impondo grandes amplitudes térmicas.

 

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À Superfície do Planeta Marte

 

Muitas vezes apresentando-se como uma paisagem calcinada coberta de pequenos calhaus espalhados um pouco por toda a sua superfície, aqui e ali decorada com pequenas ou médias elevações rochosas parecendo fragmentar-se silenciosamente mas irreversivelmente (até se reduzirem a pó e entrarem em suspensão) como se tivessem sido atacadas por um vírus; outras vezes proporcionando-nos cenários que poderíamos observar no nosso planeta e que se por acaso um dia encontrássemos num qualquer lugar perdido da Terra, nos sugeriria uma qualquer estrada pavimentada e construída com placas montadas como num puzzle e com um determinado objectivo associado; e ainda outras vezes sugerindo-nos pelos materiais e estruturas apresentadas (e sua disposição geral) a possibilidade de estarmos a olhar para o leito de um antigo rio, lago ou mesmo oceano). Como poderá ser o caso da imagem (anterior).

 

(imagem – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:24

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