Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

31
Mar 14

Does Death Exist? New Theory Says ‘No’

(Robert Lanza – Chief Scientific Officer of Advanced Cell Technology)

 

The Multiverse

 

Many of us fear death. We believe in death because we have been told we will die. We associate ourselves with the body, and we know that bodies die. But a new scientific theory suggests that death is not the terminal event we think.

One well-known aspect of quantum physics is that certain observations cannot be predicted absolutely. Instead, there is a range of possible observations each with a different probability. One mainstream explanation, the “many-worlds” interpretation, states that each of these possible observations corresponds to a different universe (the ‘multiverse’). A new scientific theory – called biocentrism – refines these ideas. There are an infinite number of universes, and everything that could possibly happen occurs in some universe. Death does not exist in any real sense in these scenarios. All possible universes exist simultaneously, regardless of what happens in any of them. Although individual bodies are destined to self-destruct, the alive feeling – the ‘Who am I?’- is just a 20-watt fountain of energy operating in the brain. But this energy doesn’t go away at death. One of the surest axioms of science is that energy never dies; it can neither be created nor destroyed. But does this energy transcend from one world to the other?

Consider an experiment that was recently published in the journal Science showing that scientists could retroactively change something that had happened in the past. Particles had to decide how to behave when they hit a beam splitter. Later on, the experimenter could turn a second switch on or off. It turns out that what the observer decided at that point, determined what the particle did in the past. Regardless of the choice you, the observer, make, it is you who will experience the outcomes that will result. The linkages between these various histories and universes transcend our ordinary classical ideas of space and time. Think of the 20-watts of energy as simply holo-projecting either this or that result onto a screen. Whether you turn the second beam splitter on or off, it’s still the same battery or agent responsible for the projection.

According to Biocentrism, space and time are not the hard objects we think. Wave your hand through the air – if you take everything away, what’s left? Nothing. The same thing applies for time. You can’t see anything through the bone that surrounds your brain. Everything you see and experience right now is a whirl of information occurring in your mind. Space and time are simply the tools for putting everything together.

Death does not exist in a timeless, spaceless world. In the end, even Einstein admitted, “Now Besso” (an old friend) “has departed from this strange world a little ahead of me. That means nothing. People like us…know that the distinction between past, present and future is only a stubbornly persistent illusion.” Immortality doesn’t mean a perpetual existence in time without end, but rather resides outside of time altogether.

This was clear with the death of my sister Christine. After viewing her body at the hospital, I went out to speak with family members. Christine’s husband – Ed – started to sob uncontrollably. For a few moments I felt like I was transcending the provincialism of time. I thought about the 20-watts of energy, and about experiments that show a single particle can pass through two holes at the same time. I could not dismiss the conclusion: Christine was both alive and dead, outside of time.

Christine had had a hard life. She had finally found a man that she loved very much. My younger sister couldn’t make it to her wedding because she had a card game that had been scheduled for several weeks. My mother also couldn’t make the wedding due to an important engagement she had at the Elks Club. The wedding was one of the most important days in Christine’s life. Since no one else from our side of the family showed, Christine asked me to walk her down the aisle to give her away.

Soon after the wedding, Christine and Ed were driving to the dream house they had just bought when their car hit a patch of black ice. She was thrown from the car and landed in a banking of snow.

“Ed,” she said “I can’t feel my leg.”

She never knew that her liver had been ripped in half and blood was rushing into her peritoneum.

After the death of his son, Emerson wrote “Our life is not so much threatened as our perception. I grieve that grief can teach me nothing, nor carry me one step into real nature.”

Whether it’s flipping the switch for the Science experiment, or turning the driving wheel ever so slightly this way or that way on black-ice, it’s the 20-watts of energy that will experience the result. In some cases the car will swerve off the road, but in other cases the car will continue on its way to my sister’s dream house.

Christine had recently lost 100 pounds, and Ed had bought her a surprise pair of diamond earrings. It’s going to be hard to wait, but I know Christine is going to look fabulous in them the next time I see her.

 

(text – robertlanzabiocentrism.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:00

24
Mar 14

“Mesmo que o caminho seja único, existe sempre alternativa – e a morte não é impedimento ou desculpa, apenas uma porta de entrada”

 

Normalmente estariam numa situação anormal

 

O João despertou do seu coma profundo quando se encontrava no último andar dum arranha-céus em construção situado bem no centro da capital. Ao seu lado encontrava-se um cão que na altura ele não reconheceu, suportado como se fosse um humano em dois dos seus membros, enquanto atentamente observava o cenário que se abria diante de si. Usavam ambos óculos – o João e o cão – e ambos olhavam espantados: debaixo do céu avermelhado ninguém se mexia.

 

Estavam no centésimo andar. Enquanto o cão perscrutava por simples instinto e por necessidade de perda de tempo o horizonte, o João deixara-se ficar estrategicamente paralisado, não mexendo nem piando. À volta deles não viam ninguém. Enquanto isso o silêncio era asfixiante, aqui e ali apenas perturbado por uma mais intensa e ruidosa rabanada de vento ou por um súbito mas curto som indefinido e não localizável.

 

O João ainda deu uma dezena de passos em frente, mas a força do vento e a falta de barreiras de protecção na elevada construção, levou-o rapidamente até ao mundo das vertigens e à sensação de queda eminente no abismo. Interessado o cão continuava a analisar a situação em que se encontrava, olhando para todos os lados, espreitando sem desequilíbrio para baixo e até cheirando a união duma das vigas laterais: pelo seu odor a novo – típico de todo o material produzido recentemente – e pela perfeição de todos os seus acabamentos o edifício não representava qualquer tipo de perigo.

 

O piso não tinha qualquer tipo de acesso: nem escadas, nem elevador nem outro tipo qualquer de transporte vertical. Não se percebia como era possível ter-lhe acesso, nem sequer como é que os dois lá tinham ido parar. O cão parecia rir-se de contente, olhando por vezes de soslaio para o João e parecendo estar a divertir-se com a situação: talvez num momento de aflição o João ainda o viu a levantar uma das suas patas traseiras, urinando com um esgar de prazer e de satisfação em direcção ao abismo. Alguém gritou lá em baixo mas certamente não seria por estar a chover e se sentir molhado.

 

Passada uma hora ainda se encontravam sensivelmente no mesmo sítio, cem andares acima do solo. Ninguém dera pela sua falta nem gritara fosse pelo que fosse. E o frio apertava à medida que ia anoitecendo, com a fome e a sede a serem cada vez mais difíceis de suportar. Para piorar o cenário e abatê-los aos dois um pouco mais, lá em baixo e bem iluminada no interior da praceta anexa ao centro comercial, a casa de hambúrgueres explodia de gente com o próprio drive-in esgotado e um cheiro profundo e brutal a elevar-se nos ares.

 

Em conjunto e após um curto período de reflexão chegaram finalmente à conclusão de que aquela situação era verdadeiramente insuportável e que teria que ter uma resolução imediata. Era inaceitável estarem limitados aquele espaço, não tendo sequer aceso às áreas adjacentes que o suportavam: a liberdade era um direito alienável e nada nem ninguém os poderia impedir de a usufruir à sua vontade. Olharam para baixo, deram as mãos e atiraram-se de cabeça: sabiam andar, sabiam nadar e certamente que se arranjariam a voar. A carne picada chamava por eles.

 

(um dia o João – um jovem tranquilo, simpático e conversador, vivendo num ambiente familiar comum e sem sinais visíveis de anormalidade – perdera definitivamente a cabeça ao ver pela enésima vez os miúdos da sua rua a atirarem pedras ao pequeno cão, que o seu pai lhe dera quando concluíra com empenho e distinção o seu percurso na escola primária; levado por um impulso repentino e actuando duma forma inconsciente pegara então na espingarda do seu progenitor e pusera-se a disparar indiscriminadamente sobre quem lhe aparecia pela frente; só foi interrompido na sua saga ininterrupta e assassina quando foi atingido à queima-roupa em cheio e em pleno crânio pela bala da pistola disparada por um vizinho; em coma foi então enviado de urgência para o hospital da cidade onde viria a falecer pouco tempo depois; atingido no tiroteio por uma bala perdida também o seu cão acabaria por ter destino idêntico sensivelmente pela mesma hora)

 

(imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:23

20
Mar 14

Falta de Valores (de quem manda – as corporações multinacionais) e Hipocrisia (de quem lhes obedece – os políticos e corruptos)

 

O Mundo tem que se começar a convencer que quem manda já não são os políticos que muitos ainda elegem convencidos que os irão defender, mas as grandes corporações internacionais que “fazem do segredo a alma do seu negócio”: nós somos apenas instrumentos ainda necessários mas futuramente sujeitos a formatação (que incluiu a eliminação de excedentários). De resto aquilo que nos ensinaram (e a que nos condicionaram): “amigos amigos negócios à parte”.

 

Base militar dos EUA em Diego Garcia

 

A resposta a todas as interrogações e dúvidas sobre o misterioso caso do Boeing 777 desaparecido no passado dia 8 de Março – já lá vão 11 dias – em pleno voo entre Kuala Lumpur e Pequim ao serviço das Linhas Aéreas da Malásia, poderá estar em pleno oceano Índico mais precisamente no atol de Diego Garcia onde os EUA tem instalado uma grande base militar.

 

E a prova real e irrefutável reside nos relatos oriundos do atol de Dhaal localizado nas Ilhas Maldivas – por sinal também situado em pleno oceano Índico um pouco acima do atol de Diego Garcia – onde residentes afirmam ter avistado um avião em tudo idêntico ao Boeing 777 malaio – até nas suas características riscas vermelhas sobre fundo branco – a sobrevoar a baixa altitude o território: no mesmo dia do seu desaparecimento, cinco a seis horas após a sua partida de Kuala Lumpur e parecendo dirigir-se de norte para sudoeste em direcção à base norte-americana.

 

A baixa altitude a que se deslocava o avião terá despertado a curiosidade dos residentes do atol, dado o intenso barulho produzido pelo avião a jacto ao fazer a travessia da ilha. Recorde-se que os últimos sinais relacionados com o voo MH 370 reportam-se a uma área relativamente próxima das Maldivas e de Diego Garcia e que nas proximidades do atol de Dhaal não era na altura esperada a passagem de qualquer tipo de voo – pelo menos civil.

 

Os testemunhos registados por várias dos residentes no local são todos coincidentes: afirmam ter vindo para o exterior de suas casas alarmados com o estranho e intenso barulho que se fazia sentir, acabando por avistar um jacto sobrevoando o seu território e voando a tão baixa altitude, que até conseguiam descortinar alguns pormenores do mesmo como portas e janelas.

 

Tendo ou não sido dirigido para a base de Diego Garcia, tendo ou não desaparecido em pleno oceano Índico, ninguém poderá acreditar que o sistema de vigilância desta importantíssima base aérea norte-americana na região, não estivesse alertada para a situação nem tomasse nenhuma atitude face à (possível e/ou esperada) aproximação dum objecto desconhecido e potencialmente perigoso. Mas dado o tempo que já passou é cada vez menos credível que alguma vez possamos ver ainda vivos os ocupantes do avião: e disso se começam a convencer os familiares (com as suas manifestações de revolta a aumentarem à medida que o tempo passa e nada de visível para descobrir os seus familiares se faz) e os próprios investigadores (sem acesso a ferramentas disponíveis mas a eles interditas, para poderem trabalhar com eficácia).

 

Só lhes restará mesmo esperar e ver no final como a China aceita a morte dos seus compatriotas: se nada fizer então também estará implicada – mesmo que indirectamente no encobrimento das suas causas (provocadas por outros) e consequências (afectando todos nós). Aliás como já muitos observadores independentes vão afirmando sabendo-se das movimentações estranhas e recentes em torno da base de Diego Garcia, com notícias a referirem-se insistentemente à chegada de especialistas chineses ao atol sob controlo norte-americano.

 

(imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:51

23
Mai 11

Má – Água

 

Vale da Morte

 

(USA)

 

Com o Sol por trás e o meu “telescópio”

 

 

Vale dos Reis

 

Cidade

 

(Egipto)

 

Numa manhã de Sol forte e temperaturas elevadas – areia com uma forte tonalidade dourada

 

 

Resort Zao Onsen

 

Monstros de Gelo

 

(Japão)

 

Árvores moldadas pela neve e pelo gelo – conjunto de monstros gelados

 

 

(Fotos National Geographic)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:41

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