Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

11
Set 17

No dia 10 de Setembro o Sol produziu uma chama solar (oriunda da região ativa 2673) da classe X8.2 (a mais forte) emitindo uma CME não dirigida à Terra.

 

LC1.jpgLC2.jpgLC4.jpg

 SOHO ‒ Lasco C3

(10 Setembro 2017)

 

Enquanto cá pela Terra nos entretemos este fim-de-semana com notícias provenientes do interior do seu (e nosso) ecossistema ‒ com o violento sismo de M8.1 que atingiu particularmente os estados de Oaxaca e de Chiapas no México e com a passagem do furacão IRMA dirigindo-se para o estado norte-americano da Flórida ‒ no Espaço exterior que rodeia o nosso planeta e querendo de novo marcar presença (mesmo estando num período do seu ciclo de baixa atividade) eis que o Sol se manifesta (e de novo este mês e pela 4ª vez) com uma chama solar da classe X8.2:

 

SOL.gif

 O Sol com as suas regiões ativas 2673, 2674 e 2678

(com a 1ª prestes a desaparecer devido à rotação solar)

 

Originada de novo na mancha solar AR 2673 e pela velocidade adquirida e emissão de frequências de rádio registadas, estando certamente associada à emissão de uma intensa CME.

 

LASCO C2.jpgLASCO C3.jpgLASCO C5.jpg

 SOHO ‒ Lasco C2

(10 Setembro 2017)

 

Mas dada a posição da mancha devido à rotação do Sol, com a mesma a já não estar dirigida e aparentemente não atingindo a Terra ‒ acabando por desaparecer na prossecução da rotação, para dentro de um mês (ou até bem menos dependendo da latitude) continuando ainda ativa, voltar de novo a ser visível. Segundo os cientistas da NASA com a 4ª chama solar desta dimensão (classe X a mais forte) ocorrida neste mês de Setembro, a ser a segunda mais forte do 24º ciclo solar (logo depois da recente X9.3) ‒ todas da responsabilidade da mancha AR 2673 ‒ e a 48ª no total.

 

ET1.jpgET2.jpg

 Erupção na mancha solar AR 2673

(emitindo uma chama solar da classe X8.2)

 

Uma região ativa da coroa solar (2673) com uma configuração magnética integrando raios beta/gama/delta, como se vê capaz de provocar grandes erupções solares e de produzir intensas CME ‒ se tal acontecer não sendo para já.

 

(imagens: SOHO/nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:17
tags: , ,

09
Set 17

Num dia o Sol falou

(através da sua coroa solar)

E poucas horas depois

(dependendo da velocidade do vento solar)

A Terra registou

(através da sua atmosfera)

 

Com a chegada da chama solar da classe X9 emitida na passada quarta-feira pela mancha solar AR 2673, todos aqueles localizados a latitudes elevadas e observando o céu, puderam usufruir na noite passada de momentos de perfeito prazer visual (no mínimo), ao assistirem presencialmente aos efeitos provocados pelo impacto da CME com as partes mais elevadas da atmosfera terrestre.

 

Jani-Ylinampa-IMG_2542_1504832761.jpg

 Aurora na Finlândia

(7 de Setembro 2017)

 

Dada a intensidade da chama solar e da CME impactando a Terra, dando-se de imediato origem a uma forte intensificação da atividade geomagnética e ao aparecimento de fortes tempestades (eletromagnéticas), podendo-se atingir níveis de intensidade fortes/G3 e severos/G4 ‒ naturalmente levando ao aparecimento de Auroras (desde a Finlândia/com latitude máxima nos 70⁰ até estados como o do Arkansas/com latitudes em torno dos 35⁰).

 

Chris-Cook-aurora-boat-090717_1504845191.jpg

 Aurora nos EUA

(8 Setembro 2017)

 

Obtendo-se a partir do impacto e surgindo as primeiras Auroras, imagens por vezes verdadeiramente espetaculares, com cores variadas e extremamente brilhantes passeando-se e colorindo o céu, deixando-nos paralisados e estupefactos ao observar tal suprema beleza, mesmo numa grande cidade e fazendo o trânsito parar: como se terá passado na Escandinávia (Europa Setentrional) com o Céu a pôr-se brilhante e bastante colorido.

 

(imagem: Jani Ylinampa/Chris Cook/spaceweather.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:18
tags: , ,

07
Set 17

Se perguntarmos a um norte-americano comum quais os maiores perigos que a Terra enfrenta no sentido da preservação do seu ecossistema, da sua vida mineral e Orgânica e da sua espécie dominante o Homem, as três respostas mais dadas até pelo momento que vivem e pelas mensagens persistentemente induzidas, serão sem qualquer tipo de dúvida o Presidente Donald Trump (num percurso de curta-distância), o Impacto de um Asteroide (num percurso de média-distância) ou uma Invasão Alienígena (num percurso de longa-distância). Esquecendo-se de um quarto fator, representando um outro perigo, podendo ser mesmo catastrófico senão mesmo definitivo: a presença do nosso Sol a uns escassos 150 milhões de quilómetros do nosso mundo (onde sempre vivemos) o planeta Terra. Um dia com uma forte explosão dirigida para a Terra, podendo ter uma repercussão ainda maior que o impacto do asteroide que extinguiu os dinossauros ‒ lançando o Mundo nas Trevas, extinguindo muitas espécies ou desligando-o (nos) de vez.

 

Philippe-TOSI-flarecoul_1504711540.jpg

 Explosão da classe X9 na mancha solar AR 2673

(em 6 de Setembro de 2017)

 

Apesar do número de manchas solares ter vindo a diminuir desde o início do século XXI e de simultaneamente estarmos neste momento num mínimo de atividade do 24º ciclo solar (o que em princípio significaria uma menor exposição à ação dos raios solares), a Terra ainda se mantem perigosamente exposta (ao exterior), não só pela possibilidade da ocorrência de fenómenos como o originado recentemente pela mancha AR 2673 (com uma chama da classe X/Intensa), como pela fraqueza atual do campo magnético terrestre (uma das nossas principais barreiras de proteção e podendo estar a caminho de um deslocamento polar) e como ainda pela sua maior exposição aos talvez ainda mais perigosos raios cósmicos (podendo ter diferentes características, proveniências e consequências muitas delas desconhecidas) de momento mais livres face à menor presença dos raios solares. Podendo-se prever para o Futuro (para o novo ciclo) poucas manchas solares e talvez um arrefecimento, talvez mesmo até ao fim do século (XXI) ‒ no Sol (abrandamento) como na Terra (arrefecimento) ou exatamente o contrário?

 

Com a mais poderosa chama solar (da última década) a ser produzida ontem (dia 6 de Setembro de 2017) na superfície do Sol ‒ mais precisamente na região da mancha solar AR 2673 ‒ ejetando material para o Espaço numa emissão da classe X9.3 dirigida para a Terra (no seu movimento de rotação com a mancha solar bem visível e ainda apontando diretamente para nós), prevê-se que a partir de amanhã (dia 8) a CME resultante da chama solar produzida e dirigida na passada quarta-feira atinja o nosso planeta: com uma CME já a chegar por efeito de uma CME anterior (da classe M5.5 prevendo-se como consequência uma forte tempestade geomagnética da categoria G3) e com uma outra resultante da chama de classe X2.2 produzida por volta das 9:30 da passada quarta-feira (a primeira desse dia), eis que agora esta última muito mais poderosa e também dirigida (a segunda do dia, menos de três horas depois e recordista da década) além de com o seu impulso acelerar a chegada das duas anteriores, tem a sua chegada prevista para o início deste fim-de-semana (neste momento com o vento solar a deslocar-se a uma velocidade de 511Km/s ás 11:30 de Portugal). Amanhã, sexta-feira, dia 8 de Setembro e em virtude da chegada e impacto da CME de quarta-feira (a tal de classe X9.3) com a atmosfera terrestre, esperando-se intensa atividade geomagnética principalmente a latitudes elevadas (ou nem tanto assim) como o aparecimento de auroras (mais extensas e intensas) ‒ desde já e a partir da ejeção da chama solar com os raios X e radiação ultravioleta resultante dessa erupção, a ionizarem fortemente a nossa atmosfera provocando interferências e mesmo interrupções em certas frequências de rádio (partindo do Atlântico e estendendo-se por África e pela Europa). E para além das auroras (algumas talvez fantásticas) e de algumas anomalias nas comunicações (principalmente nas ondas curtas) não se prevendo mais nada de significativo (para nós e para a Terra) apesar da intensidade da chama (X9.3) e da tempestade geomagnética prevista (entre G2Q e G3): num Evento Solar protagonizado por uma mancha bastante ativa, em desenvolvimento e na altura tendo a Terra como alvo, na sua rotação ainda apontando para nós e presenteando-nos ainda com uma forte ejeção de material ‒ a 14ª mais intensa desde 1976 (já lá vão mais de 40 anos) tendo no topo a de 4 de Novembro de 2003 da classe X28+ e felizmente (pelo menos para a Terra, para o seu ecossistema e para o Homem) não dirigida.

 

blackoutmap.jpg

 Ionização da parte superior da atmosfera terrestre provocada pela chama solar

(causando interrupções ‒ raios x e ultravioleta ‒ na propagação de ondas-curtas)

 

Para já e consultando todos os registos disponíveis (até hoje e nos derradeiros 150 anos) com esta tempestade geomagnética em perspetiva e chegando à Terra amanhã, em nada se parecendo com Eventos semelhantes ocorridos no passado (e com possibilidade de consequências bem relevantes no planeta) como terá sido o Evento de Carrington (1859) e mais recentemente a tempestade solar de 2012: duas poderosas tempestades geomagnéticas ameaçando o nosso planeta, originadas numa violenta explosão ocorrida na coroa solar e lançando para o Espaço exterior uma enorme chama dando origem ao aparecimento de uma intensa CME deslocando-se a grande velocidade e podendo impactar a Terra em menos de 24 horas ‒ no primeiro caso com a CME a impactar a Terra (na altura não causando danos mais intensos por nos encontrarmos no início da era da Energia Elétrica, sua utilização e generalização ‒ mas sentindo-se o impacto por exemplo no telégrafo) sem grandes consequências para a sociedade, no segundo caso com a mesma (CME) a falhar por pouco (e felizmente) o nosso planeta, mas deixando todos alerta, preocupados e de prevenção (pois estes episódios são cíclicos) face à possibilidade de um encontro direto (com impacto) e as suas desastrosas repercussões ‒ atualmente com toda a nossa sociedade baseada na utilização contínua da eletricidade/eletrónica, com uma poderosa tempestade solar como a de 2012 impactando o planeta Terra e a sua atmosfera (e atravessando-a), podendo-o lançar num período de trevas devastador para a nossa economia (para a agricultura e para a saúde e até para a vida em geral e para o nosso quotidiano) face à ausência de um elemento básico para o seu funcionamento e para a nossa integração. Qual? A Rede Elétrica deitada abaixo pelo Impacto (eletromagnético) e deixando de imediato todo o mundo às escuras (e sabe-se lá por quanto tempo) num regresso à Idade Média (sem eletricidade, sem satélites e sem internet). Com o Sol no seu 24º ciclo (2008/2019 ‒ em média 11 anos), atingindo um mínimo em 2017/18 e com o início de 2019 e com as manchas solares a começarem de novo a aumentar, entrando num novo ciclo (o 25º) e caminhando para um novo máximo (lá para 2024).

 

(imagens: Philippe Tosi/spaceweather.com e noaa.gov/spaceweather.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:17

Desde o início deste mês de Setembro que são cada vez mais fortes os indícios da presença nas redondezas do centro do nosso Sistema (Solar) de atividade alienígena (logicamente envolvendo o Sol).

 

Imagem da mancha AR 2673 (na figura abaixo no canto inferior direito) responsável pela ejeção de material da superfície do Sol, originando uma chama solar da classe X9 dirigida ao nosso planeta.

 

3.jpg

 

Com certos rumores inspirados em Teorias da Conspiração mas afirmando possuírem provas, associando o sobressalto solar à passagem recente do (gigantesco) asteroide Florence, podendo ser uma diversão para uma potencial distração com posterior invasão.

 

A chama mais forte criada neste 24º ciclo solar e com o Sol a atravessar um período de fraca atividade (a caminho de um mínimo) ‒ e no entanto surpreendendo com esta sua faceta (exposta a 6 de Setembro).

 

1.jpg2.jpg

 

 Estimando-se em certas plataformas proto científicas de análise não dimensional, que a probabilidade da ocorrência de tais fenómenos (chamas solares) após a passagem de um corpo estranho (momentâneo) será como o de existência de vida num outro conjunto qualquer.

 

Nas imagens fornecidas por Lasco C2 e Lasco C3 (figuras acima) sendo bem visível a ejeção de massa solar para o Espaço numa chama de classe X9 (muito intensa) e provavelmente dirigida. Certamente originando uma CME.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:09

06
Set 17

A Terra Acaba de Ser Bombardeada pelo Sol!

 

x9p3.jpg

 O flash de raios ultravioleta referente à chama solar X9

(ocorrida hoje dia 6 de Setembro)

 

“On Sept. 6th at 12:02 UT, sunspot AR2673 unleashed a major X9.3-class solar flare ‒ the strongest solar flare in more than a decade. X-rays and UV radiation from the blast ionized the top of Earth's atmosphere, causing a strong shortwave radio blackout over Europe, Africa and the Atlantic Ocean. The explosion also likely produced a CME, although coronagraph images are not yet available to confirm this possibility.”

(spaceweather.com)

 

Antes mesmo da Coreia do Norte e dos Estados Unidos da América iniciarem o seu tantas vezes anunciado confronto nuclear (tentando provavelmente explodir com o planeta), é uma região da superfície do Sol que antecipando-se inesperadamente ao Homem explode (com violência), enviando na direção da Terra material ejetado da sua coroa (solar) com grande intensidade energética, raios beta, delta e gama (radioativos e mortais): no mesmo dia com duas intensas ejeções e no espaço de poucas horas (passando de X2.2 para X9.3).

 

Classe

Chama

Solar

Variação

Intensidade

(máximos e mínimos)

W/m²

Dimensão

Efeitos

B

I < 0,00001

Não Relevantes

C

0,00001 < I < 0,0001

Fraca

M

0,0001 < I < 0,001

Moderada

X

I > 0,001

Intensa

Chamas resultantes de explosões na superfície do Sol emitindo radiações no espectro eletromagnético desde ondas de rádio a raios x e raios gama ‒ e variando entre 0/9

(fonte: spaceweather.com)

 

Após a passagem do monstruoso asteroide Florence (mais de 5000 metros de diâmetro) nas proximidades do planeta Terra (a uns míseros 7 milhões de Km de distância) ‒ no passado dia 1 de Setembro ‒ parecendo o mesmo ao passar (tão perto) ter despertado o Sol (logo no período de atividade mínima do seu 24º ciclo) ativando a formação de manchas e o seu aumento em dimensão como na mancha ainda visível (e dirigida) AR 2673: hoje com uma chama solar da classe X9.3 (logo a mais forte do ciclo).

 

Com a última mancha solar desta dimensão a ser referida a Maio de 2015 com chamas da classe X-2.2 (e produzindo CME), num ciclo já com 47 (chamas) da classe X (incluindo as de hoje) e em que a maior terá sido esta de 6 de Setembro e da classe X9.3 (com o anterior recorde do 24º ciclo reportado a Agosto de 2011 com X6.9). E com esta forte explosão (ou não fosse da classe X, logo 9.3 e ainda-por-cima dirigida) ainda em desenvolvimento (a caminho) ao chegar provocando auroras, interferências de rádio e outras ditas (pelo menos a curto-prazo) irrelevantes.

 

(imagem: spaceweather.com/SDO/nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:14

28
Ago 17

“Enquanto nos EUA se aguardava o Eclipse Total do Sol (neste caso num exclusivo norte-americano), Portugal continuava a arder tendo o Sol como testemunha (na Europa sendo um caso de estudo).”

 

0.jpg

 Praia de Espinho

(surfistas)

 

No dia 21 de Agosto de 2017 (um Domingo) já nos túneis de Vila Nova de Gaia (a caminho da avenida dando acesso ao tabuleiro superior da ponte de metro de D. Luís) e nas proximidades da Câmara (Municipal) ‒ por volta da hora do lanche (umas cinco da tarde): descendo a avenida e usando o elevador, chegando-se à margem do Douro (sul) com a Ribeira (na outra margem) já no olhar.

 

1.jpg

 Vila Nova de Gaia

(túneis)

 

Com a viagem de carro a partir de Espinho a decorrer normalmente (sendo estranho para um fim-de-semana), sem grande trânsito a assinalar (viagem rápida), mas com um calor intenso de asfixiar (sentindo-se uma camada quente e compacta, como que presa no ar) nem nos deixando pensar: rapidamente estacionando, abandonando a viatura, procurando um lugar fresco e alguma degustação.

 

2.jpg

 Praia da Granja

(pôr-do-Sol)

 

E no regresso a Espinho passando pela praia da Granja mesmo pelo pôr-do-Sol (um pouco antes das oito), vendo num céu meio fumado dum vermelho carregado e como se estivesse a sofrer (por uma extensa queimadura provocada por algo a arder), o Sol em carne viva por vezes da cor do sangue e por ação do calor parecendo estar a pulsar ‒ e com as águas calmas do mar a contrastar.

 

(imagens: PA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:30
tags: , , ,

26
Ago 17

Desde que o Homem abandonou a ideia das viagens espaciais tripuladas (a caminho dos 50 anos) limitamo-nos a ver o que as sondas automáticas nos enviam e o que os seus dados nos transmitem: e sem aí estarmos presentes (mais além) limitamo-nos a deduzir e daí a imaginar. E ao experimentar porque não conspirar?

 

soho lasco c2 nasa sun images (2).jpg

 Imagem editada a 23 de Agosto ‒ à esquerda

Posteriormente retocada e publicada a 25 de Agosto ‒ à direita

(Soho/LascoC2/23.08.2017)

 

Na sequência do Grande Eclipse Total do Sol de raiz exclusiva Norte-Americana (por unicamente visível nos EUA) ocorrido em 21 de Agosto de 2017 (passada segunda-feira) ‒ abrangendo toda uma faixa de mais de uma centena de quilómetros de largura estendendo-se da costa do Pacífico à costa do Atlântico ‒ alguns observadores deste tipo de fenómenos (envolvendo diretamente a dupla Sol/Terra) particularmente interessados na atividade da nossa estrela (o Sol), da sua relação com o nosso planeta (a Terra) e da sua interligação com todo o seu sistema planetário (Sistema Solar), não só se prepararam antecipadamente para acompanharem dentro das suas possibilidades tal Evento (com óculos e telescópios especiais ou servindo-se da transmissão ao vivo da NASA), como o fizeram com toda a disciplina e atenção, aproveitando tudo o que aquele momento (pouco mais de dois minutos) lhes poderia proporcionar e nunca o abandonando depois (continuando a observar a atividade solar, no corpo antes desaparecido por uma curta intromissão lunar).

 

Durante a duração do Eclipse Norte-Americano e enquanto todos os presentes no solo registavam o súbito escurecer e a descida nas temperaturas, lá bem em cima no céu e atingindo o fenómeno o seu máximo (Eclipse Total do Sol), descortinando-se de imediato na superfície do Sol (coroa solar) extrema atividade, com três áreas em erupção intensa ejetando chamas solares para o Espaço (circundante) exterior: três ejeções de massa solar resultantes de explosões a decorrer na superfície da estrela (o Sol), se dirigidas para a Terra e mesmo com a Lua em interposição (momentânea devido ao Eclipse) acabando por nos atingir, mas neste caso passando muito provavelmente ao lado. No entanto com o Sol ainda bastante ativo apesar de eventualmente e segundo os cientistas estar a caminho de um mínimo no seu ciclo solar (de momento com duas manchas solares a destacarem-se a AR 2671 e a AR 2672, ambas beta/gama e podendo provocar chamas solares da classe M). Agora aparentemente mais tranquilo (nunca se sabe) mas decorrido o eclipse e face a outros fenómenos paralelos (talvez por adicionados e com um outro objetivo), colocando outras interrogações importantes na sequência do Evento (visto por uma parte ínfima dos cerca de 7 biliões): falando-se desde outro planeta à presença de matéria-negra (se não fossem muitos Conspiradores há muito que teríamos morrido, perdidos o Sonho e a Esperança).

 

E como no Hemisfério Norte tanto na América do Norte como na Europa decorre a estação do Verão, dada a Estação Idiota e a semiconsciência pronta a tudo aceitar e oferecer, nada melhor do que ao beber, intoxicar e socializar e com todo este calor a asfixiar pondo-nos a imaginar e a delirar (num passo para o outro lado), aproveitando os gases no ar e a condição propícia para flutuar (sem máscaras nem compromissos), tudo tolerar, tudo interiorizar e tudo digerir, para no fim compreender, delas tirando algo (com qualquer valor lógico) que não apenas aproveitar (ter lucro ou prejuízo mas em sua vez experimentar). No dia 23 de Agosto de 2017 (dois dias após o eclipse) com a NASA a fazer mais uma das suas, agora com o seu telescópio de observação solar Soho Lasco C2. Na realidade com as primeiras imagens a serem disponibilizadas pela Soho/Lasco C2 (apresentando um inexplicável lapso de horas no registo desse período de tempo) a mostrarem-nos mais de um quadrante do Espaço rodeando o Sol em completa escuridão (aqui e ali com uma estrela ou um planeta presente) ‒ inicialmente falando-se da presença nessa área escura de um planeta desconhecido posteriormente falando-se da presença de matéria-negra (numa explicação inserida no mundo das teorias da conspiração) ‒ para dias depois e refeitos os registos a mesma área nos aparecer toda preenchida (aliás tal como as outras) e segundo um cenário normalizado (por comum). Deixando de lado a origem da notícia (ufosightingshotspot.blogspot.pt) ficando-se por conhecer qual as verdadeiras e as falsas (imagens): as primeiras ou as segundas (por acaso e no respetivo dia vi ambas publicadas na NASA).

 

(imagem: ufosightingshotspot.blogspot.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:39

25
Ago 17

No dia 21 de Agosto de 2017 com a Lua a intrometer-se entre a Terra e o Sol provocando o desaparecimento momentâneo da estrela e originando um Eclipse Total (da mesma estrela) numa estreita faixa do território norte-americano (da costa do Pacífico à costa do Atlântico).

 

IMG_6794_2a_Solar-Eclipse-2017_Ken-Kremer.jpg

 21 Agosto 2017

(registado por Ken Kremer em Santee na Carolina do Sul)

 

Entre os diversos cenários proporcionados durante o eclipse e registado por qualquer observador localizado em terra destacando-se nas zonas de Eclipse Total a sequência dia/noite/dia e as explosões na superfície do Sol.

 

(imagem: kenkremer.com/universetoday.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:25
tags: , , ,

21
Ago 17

“Darkness inside the path of totality has an alien quality. Because the shadow is only 70 miles wide, you can see daylight at the edges even while you stand in the dark core. This distant scattered light produces a slight reddish glow and unusual shadow effects. Many birds stop singing, daytime flower blossoms begin to close as if for the night, and bees return to their hives.”

(spaceweather.com)

 

Num Eclipse Solar observado diretamente por milhares de pessoas e indiretamente por muitos outros milhões, muitos foram os felizardos (alguns norte-americanos usufruindo de um Eclipse Total), muitos mais os favorecidos (alguns cidadãos norte-americanos e de outros continentes usufruindo de um Eclipse Parcial) e ainda muitos, mas mesmo muitos mais, os que nada viram (claramente mais de metade dos 7 biliões por impossibilidade ou desinteresse).

 

ES01.jpg  ES02.jpg

 

Com os norte-americanos a terem o privilégio de presenciarem o raro fenómeno logo na primeira fila e tendo ainda a vantagem de o poderem fazer em diferentes lugares e estados (do seu território) de um ao outro lado da costa (do Pacífico ao Atlântico): na 1ª fila vendo todo o cenário e na 2ª fila só parcialmente (como todo o resto do planeta senão o assistir na TV). Nestes termos ocorrendo no mínimo cada 100 anos (o próximo talvez demore mais) um momento de muitas vidas (tendo em conta a nossa esperança de vida).

 

ES03.jpg  ES05.jpg

ES09.jpg  SE10.jpg

 

No caso de Portugal com o fenómeno a ser visível mas apenas parcialmente e com o seu máximo a ficar-se por menos de 20% no continente e talvez uns 30% lá para uma das ilhas: motivado pela hora tardia da ocorrência (do fenómeno) muito próximo (por cá) do fim do dia. Nos EUA e na estreita faixa do seu território onde se fez sentir o Eclipse Total (mais de 100Km de largura e muitos mais de extensão) proporcionando um espetáculo sensacional (único e por poucos alguma vez visto) pela reação insuspeita dos presentes: com a Lua a fazer desaparecer o Sol mergulhando tudo nas trevas.

 

SE14.jpg  SE13.jpg

 

E no máximo do Evento com o Mundo todo às escuras aproveitando-se o instante para testar a temperatura: nestas imagens (e com o Oregão em particular destaque), do dia fazendo-se noite, descendo a temperatura, livrando-nos dos raios nefastos e (ingénuos por expectantes) esperando-se pelo regresso – nada mais acontecendo, que não o ressurgimento, do Sol explodindo como o único Rei do Sistema.

               

"What you see in an eclipse is entirely different from what you know."

(Total Eclipse/Annie Dillard/spaceweather.com)

 

(imagens: YOUTUBE/NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:43
tags: , , ,

Faltando pouco mais de meia-hora

 

Aguardando impacientemente a chegada do Eclipse Total do Sol EUA 2017, muitos deverão ser aqueles que munidos de óculos especiais ou outro tipo de instrumentos óticos adaptados a estes tipos de observação (em que olhando diretamente para o Sol é obrigatório o uso de filtros solares de proteção), se encontram desde já na estreita faixa onde tal fenómeno é integralmente visível com a pequeníssima Lua (pouco mais de 1/4 do diâmetro da Terra) a fazer desaparecer diante de nós o gigantesco Sol (mais de 100 X o diâmetro da Terra).

 

anim2d-380 A.jpg

 

Evolução do Eclipse/1

 

Para quem esta segunda-feira dia 21 de Agosto de 2017 ainda espera pelo momento exato para observar nas melhores condições possíveis o Eclipse do Sol, convém desde logo recordar que tal Eclipse Solar só se tornou notícia mundial (mais) relevante, por se vir a tornar naquele que num prazo de quase 100 anos atravessou completamente os EUA (de lado alado) provocando numa estreita faixa do seu território e à medida que decorria o fenómeno (astronómico) um Eclipse Total do Sol – ou seja com a Lua a interpor-se entre a Terra e o Sol e no decorrer do fenómeno com o mesmo a colocar nas Trevas durante um certo período de tempo (cerca de dois minutos) territórios à superfície do nosso planeta.

 

anim2d-380 B.jpg

 

Evolução do Eclipse/2

 

Significando tudo isto que a observação do fenómeno só será Total numa estreita faixa do território norte-americano (mais uma vez privilegiados) e sendo visível de costa a costa, sendo Parcial em territórios adjacentes (no espaço e no tempo do eclipse) e não sendo visível em muitas outras partes da Terra. Com o eclipse a deslocar-se de oeste para este, com a percentagem de sombra provocada variando entre 0% (branco) e 100% (castanho-escuro) e com o mesmo (nos EUA) a iniciar-se pelas 09:05 (Salem/Oregão) e terminando depois das 14:47 (Charleston/Carolina do Sul) – concluindo-se a observação do Eclipse do Sol de 2017 nos EUA por volta das 16:09.

 

anim2d-380 C.jpg

 

Evolução do Eclipse/3

 

No caso de Portugal (nunca se esquecendo a diferença horária existente entre os EUA e Portugal o que leva o início do fenómeno de manhã cedo na América do Norte para a tarde no nosso país) – e evitando confusões horárias − com o fenómeno associado ao eclipse a iniciar-se no oceano Pacífico pelas 08:46 locais ou seja 15:46 UTC sendo (logicamente) visível na Europa (neste caso Eclipse Parcial) passando as 15:46 até para lá das 22:04. Mais rigorosamente e para quem vive em Lisboa teoricamente com o Eclipse Parcial do Sol a iniciar-se pelas 19:45, atingindo o seu máximo pelas 20:22 e finalizando pelas 21:03 (durando cerca de 77 minutos) – sendo óbvio de observação impossível a partir do pôr-do-sol (com o mesmo previsto hoje lá para as 20:23). Mas mesmo assim deixando-nos alguma coisa para ver, desde que o céu esteja limpo e sem nuvens de fumo a pairar.

 

(imagens: timeanddate.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:45

Setembro 2019
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9

16
17
18
19
20
21

22
23
24
25
26
27
28

29
30


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

subscrever feeds
mais sobre mim
pesquisar
 
blogs SAPO