Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

15
Set 19

Numa nova imagem obtida na passagem de 9 p/ 10 de Setembro

Com o cometa BORISOV apresentando Núcleo, Cabeleira e Cauda.

 

C_2019_Q4.jpg

Descobriram um Borisov mas este ao contrário do outro era um Cometa

À falta de Seres Vivos Alienígenas − ou seja de Sujeitos − recorrendo-se como sempre e para nosso conforto aos Objetos, como o fazemos com os Santinhos (de madeira)

 

Tendo já ultrapassado a fronteira do SISTEMA SOLAR (onde a estrela de referência é o SOL) e na sua trajetória (maioritariamente extrassolar e tendo como referência uma outra estrela que não o Sol) − extremamente hiperbólica (uma curva bem aberta) e realizada a grande velocidade (mais de 90Km/s) – caminhando veloz e rapidamente para o seu periélio (relativamente ao Sol e marcado lá para o início de Dezembro), um segundo Objeto de Origem Alienígena (depois de OUMUAMUA) é detetado a introduzir-se sem pré-aviso ou outro qualquer tipo de sinal informativo e preventivo (num simples mecanismo de conhecimento e autorização) no NOSSO PEQUENO e EXCLUSIVO (devido à existência da TERRA e nela da VIDA) MUNDO (tendo centro no SOL e estendendo-se até e para lá da NUVEM de OORT), aproximando-se da Terra e de Nós apenas e felizmente como um turista acidental (temporário e sem impacto no meio envolvente) e passando a cerca de 300.000.000Km de distância (em datas diferentes da Terra e do Sol): tratando-se de um fenómeno natural (99,99% das certezas) ou em alternativa e “Imaginando-se” podendo tornar-se num fenómeno mas artificial (controlado por algum tipo de Entidade desconhecida), não sendo em princípio agressivo (por exemplo perturbando ou impactando) e segundo os cientistas − estudando este OBJETO INTERESTELAR − para além de não “chocar com nada” e dada a sua excentricidade e velocidade, nunca podendo ser capturado pelo Sol. Em caso afirmativo e contrário e como consequência, tornando suscetível o nosso Sistema (Solar) a um desequilíbrio e a um período de instabilidade (sempre perigosa devido à proliferação de eventos) por intrusão. Entrando, aproximando-se de nós e chegado ao intervalo entre Júpiter e Marte – “fazendo-se notar como estrangeiro, unicamente com a sua presença” − afastando-se e dirigindo-se então (como previsto para estes objetos) numa Viagem Interestelar para as suas próprias origens, localizada numa outra estrela (ou sistema de estrelas) bem distante, a anos-luz.

 

(imagem: Gemini Observatory/gemini.edu)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:05

08
Ago 19

Tomando como ponto de partida o título do filme estadunidense de Barry Levinson “GOOD MORNING, VIETNAM (de 1987) − o realizador entre outros de SPHERE (de 1998 e envolvendo uma nave espacial alienígena) numa adaptação de uma obra de Michael Crichton – e sabendo-se do papel desempenhado pelo protagonista deste filme (interpretado por Robin Williams) de, servindo-se de toda a sua irreverência (por exemplo contra a sua hierarquia) − o que o tornou muito popular entre as tropas − apoiar incondicionalmente os soldados norte-americanos em combate e no terreno lutando diariamente pela vida,

 

Alien Hybrids.jpg

Com a hipótese de encontrarmos um Mundo igual à Terra

– sabendo-se da existência de vários biliões de galáxias –

sendo certamente maior que zero

(mas introduzindo margem de erro podendo existir ou não)

 

Dando-lhes (aos soldados) a fé e a esperança (nestas circunstâncias absolutamente necessárias, tal qual os efeitos alienatórios de uma droga) para aguentarem mais um dia de guerra e de morte (a realidade, nunca imaginada) sem grandes ferimentos, mas pelo menos vivos (graças ao protagonista, no filme um locutor de rádio),

 

Devido a um certo paralelismo e semelhança, talvez por envolver o Homem e uma outra Entidade e por qualquer tipo de motivo considerado externo, eis que em mais um momento de cansaço e de desespero ainda-por-cima passando-se em plena Silly Season (com o sangue da nossa cabeça a ferver, levando-nos por vezes a situações incontroláveis) o Homem procura mais uma vez algo ou alguém que o Supere (e a todos nós) erguendo-o (nos) a um Novo Nível: insistindo mais uma vez na teoria da presença já no presente (e no nosso planeta) de alienígenas (híbridos) – logo, vivendo entre nós − sendo progressivamente assimilados para posteriormente (esperançados como estamos na mudança, com alguém oferecendo-nos algo, mas com boas intenções) levarem a cabo o seu objetivo, conquistando para nosso usufruto a Terra.

 

E assim tal como antes em “Good Morning, Vietnam” agora em “GOOD MORNING, EARTH com o Homem a procurar mais uma vez uma plataforma supostamente mais elevada, tentando-se salvar e resistir (de se afogar e desaparecer, quando muito aparecendo mais tarde. morto e a boiar) se não com apoio a nível interno (HOMEM) certamente com colaboração providencial e externa (DEUS).

 

Quando o nosso futuro seguramente só dependerá de nós – ou será que conhecem outro ser vivo como nós?

 

(imagem: COAST TO COAST AM OFFICIAL/youtube.com/ufosightingshotspot.blogspot.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:05

29
Abr 19

[Não se tendo conhecimento de qualquer tipo/forma de resposta − passiva ou ativa − por parte de possíveis “rigulianos”.]

 

Hayabusa2 Fires an Anti-Tank Warhead at Asteroid Ryugu

(universetoday.com)

 

Passados 23 dias sobre o bombardeamento de um “Mundo Alienígena” orbitando tal e qual como a TERRA a mesma estrela de referência o SOL – ou seja com ambos os Corpos Celestes a integrarem o mesmo Sistema Planetário, o SISTEMA SOLAR (o nosso planeta a cerca de 150.000.000Km do Sol e o “Mundo Alienígena” variando entre 144.500.000Km/Periélio e 178.500.000Km/Afélio de distância do mesmo) − chegam-nos agora as primeiras imagens dessa primeira investida dos Terrestres num ataque pré-planeado contra “Um Outro Mundo” (que não e como é hábito entre nós a Terra).

 

Touchdown1_after.jpg

Aterragem em RIGU

(ilustração)

 

Com a “Bomba” a ser enviada pelos JAPONESES e a ser entregue pela sonda HAYABUSA 2, fazendo-a impactar contra o asteroide 162173 RIGU (um asteroide APOLLO com a sua órbita próxima da órbita da Terra) − um objeto de quase 1Km de dimensão − explodindo ao atingir o solo e aí criando uma (nova) cratera: uma carga explosiva denominada SCI (Small Carry-on Impactor) aí aplicada tendo como principal objetivo descobrir (o fim de quem Explora/Investiga e pretende alcançar “Algo”) alguns dos principais segredos deste Mundo Alienígena.

 

No passado dia 21 de Abril (e já com alguns registos fotográficos do Acontecimento) com os japoneses através da sua Agência Espacial JAXA a libertarem finalmente a primeira sequência de imagens (em registo vídeo), mostrando-nos não só a descida do “pacote explosivo” (o SCI) como a cratera como consequência (do impacto/explosão) aí criada: pondo a “NÚ” o interior do asteroide RIGU (revelando a existência interior de material/solo mais escuro) e dessa forma fornecendo aos investigadores mais pistas (e indicações) sobre o passado de mais este Objeto Solar.

 

D3YevMhUcAAkXaA.jpg

Enviando uma ogiva antitanque

(contra o asteroide RIGU)

 

Uma operação levada a cabo utilizando um explosivo disponibilizado pelos Militares (por eles usado na Terra como Arma/Munição de Guerra), aqui tendo como intenção fundamental uma análise científica e evolutiva (que não militar) de RIGU e sendo assumida com o único propósito de determinar a composição do asteroide de modo a por associação/comparação/replicação tentar descobrir o que se terá passado no início da formação do nosso SISTEMA SOLAR. Mas apenas se revelando os segredos (geológicos) escondidos logo para lá (interior) da sua superfície, nada mais havendo a assinalar nem a possível presença de Habitantes de Rigu: bombardeados não se manifestando, por medo ou simples ausência (certamente sendo o último o caso).

 

Mas não se ficando por aqui a Missão de HAYABUSA 2 no asteroide RIGU, estando desde já planeada uma descida até à superfície do referido asteroide, aí recolhendo amostras e posteriormente abandonando a superfície e dirigindo-se para a TERRA: depois das missões Apollo tendo como destino a LUA e recolhendo amostras posteriormente enviadas para a Terra, agora sucedendo o mesmo mas com um visitante periódico (visitando-nos de 474 em 474 dias) o asteroide RIGU. Tentando-se assim descobrir (em Rigu) a presença de ÁGUA e até de VIDA (material ORGÂNICO) talvez aí existente (resistente) desde há alguns biliões de anos: talvez uns 4 biliões tomando como referência o “Último Grande Bombardeamento” −” Period between about 4.0 and 3.8 billion years ago when the Moon and other objects in the Solar System were pounded most heavily by wayward asteroids.” (daviddarling.info)

 

(imagens: JAXA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:20

19
Mar 19

[Contaminação − Alienígenas no Google Sky]

 

Esta Realidade (esmagando a nossa Imaginação) limita o nosso raio de ação (castrando-nos) − como Nómadas que Somos − obrigando-nos (felizmente) a abandonarmos o nosso Lar (berço) e a olharmos para o Espaço (onde se encontra a sequência do presente/alicerçado na Memória e na Cultura do Passado). Já que tudo o que não se Movimenta é porque já está morto.

 

Já que por todo o planeta (Terra) os factos que nele ocorrem (noticiados ou não pelos Média) só nos chegam aos Órgãos dos Sentidos (no mínimo 5) depois de previamente filtrados

 

Quamuamua craft Google sky (1).jpg

Nave Alienígena no Google Sky

(sobre o fundo escuro do Espaço e ampliada em 1º plano)

 

Como se fosse possível apresentar uma solução para um determinado problema apresentando-nos uma palete a P/B

 

(Onde aliás se notam mais as imperfeições)

 

Em vez de o fazer a Cores

 

(Tal como nos apresenta o prisma ótico desmultiplicando o espectro visível da Luz)

 

Escondendo-nos a Realidade e apresentando-nos (em sua substituição) uma alternativa da mesma previamente manipulada (e integrada)

 

– Fazendo desaparecer o Molde Original, desvirtuando a sua Réplica

E desse modo marginalizando (progressivamente esvaziando-a de conteúdo crítico)

A nossa Imaginação

(por ação do Buraco Negro − Artificial − engolindo a nossa Memória e a nossa Cultura) –

 

Como se não fizéssemos parte de um Maior Esquema (de Projeção em Espiral) tornado real em determinadas coordenadas/dimensões (Mundos concorrentes e paralelos/coincidentes) e conjugando Espaço/Tempo (através de um Holograma) associando-nos a uma MATRIX disponível (ou disponibilizada, se ainda acreditarmos nesta fase da nossa Evolução em Deus ou no Homem, como o Grande Criador)

 

E ainda-por-cima não ligando ao remetente nem às consequências − e depois do Geocentrismo e do Heliocentrismo (aí progredindo) − prosseguindo-se de imediato para o Homocentrismo (aí regredindo) e logicamente para o destinatário final, a Extinção do Elemento em causa

 

É natural que face ao progressivo, crescente e incontrolável (de momento com o nosso planeta já tendo ultrapassado os 7,5 biliões de indivíduos) aumento exponencial do Número de Zombies e de Cadáveres circulando por este Mundo (Terrestre, Limitado e com o seu Fim cientificamente marcado), muitos de nós nos viremos Lá Para Fora (o Espaço exterior) e já Fora da nossa Zona de Conforto (a Terra, o Sistema Solar, a Via Láctea e muito mais Além) procuremos o para nós (Humanos) Impossível, o Mundo da Utopia.

 

Quamuamua craft Google sky (2).jpg

Natural ou Artificial

(Realidade ou Imaginação)

 

Pelo que os Extraterrestres e as Teorias da Conspiração (tal como a Política e a Religião) poderão sempre ser e representar (na Realidade como na Ficção), uma ferramenta de fácil utilização, investigação e pratica da (nossa) Imaginação (já que não falamos pelo menos murmuremos)

 

− Esteja em causa um Sujeito (sendo o único e para já conhecido, inteligente e organizado, o Homem) ou então e à falta dele, um ocasional e mero Objeto:

 

Neste caso (notícia ufosightingshotspot.blogspot.com) mais um Objeto visionado pelo Google Sky (Satélite de Observação?), recordando-nos o natural Oumuamua (um objeto Interestelar visitando – entrando/saindo − o nosso Sistema Solar) e projetando-nos de novo para a história das artificiais Naves Extraterrestres.

 

Uma Nave Alienígena em forma de cigarro avistado pelo Google Sky (ou por um telescópio) e que segundo o site que o noticia (UFO Sightings Hotspot) teria a forma de um Navio de Guerra ou então de um Submarino

 

− Tal e qual OUMUAMUA inicialmente podendo ser (de origem) Artificial e acabando por ser Natural:

 

Com pontes, hangares e portos de aterragem, segundo o site com cerca de 1400 metros de comprimento e 120 metros de diâmetro e certamente sendo uma Nave Interestelar tendo ao seu comando alienígenas oriundos de uma Civilização Científica e Tecnologicamente (talvez mesmo Espiritualmente) muito mais avançada do que a nossa (ainda muito Primitiva).

 

Daí a manutenção da distância e a ausência de contactos (por parte dos ET visitando o Aviário): ainda não estamos maduros.

 

Alice-no-país-das-maravilhas-3.jpg

Alice no País das Maravilhas

 

0465731939d703d10b45538ff8e0efbb.png

E os Transformers

(Lewis Carroll Vs. Hasbro)

 

[E tendo sido decretada a supremacia do Objeto sobre o Sujeito – com o protagonista da nossa juventude no século XX a Imaginação (individual por coletiva, ilimitada por adormecida), a ser substituída no século XXI por uma Realidade Adaptada (egocêntrica por meramente replicadora e reprodutora de Objetos) – restando-nos apenas ter Esperança (segundo Eles/a Elite dizem por já falecida, a última Coisa/topam? a morrer) e entretermo-nos com a Espuma dos Dias.]

 

Extras

(retirados da web)

 

Lewis Carroll (1832-1898)

 

Pseudónimo de Charles Lutwidge Dodgson, distinguiu-se como escritor, matemático e fotógrafo. Autor de contos e poemas como Jabberwocky, obteve a consagração com Alice no País das Maravilhas e Alice do Outro Lado do Espelho. (wook.pt)

 

Alice no País das Maravilhas

 

− É provavelmente o livro de fantasias mais famoso de todos os tempos. Nas aventuras da pequena Alice, tudo é possível, tudo é maravilhoso, e na sua jornada desde que cai pela toca do coelho, a menina encontra personagens inesquecíveis e que povoam os sonhos da nossa infância, como o Coelho Branco que anda sempre atraso, o Gato de Cheshire que não pára de rir, o Chapeleiro Louco, ou a Rainha de Copas, uma monarca com muito mau feitio e especial apetência por decapitações. (wook.pt)

 

− Aquilo que a obra traz de inovador ao panorama literário é a sua preocupação em divertir as crianças e incentivar a imaginação e a criatividade. Encantando crianças e adultos, vem lembrar que todos nós podemos conservar a curiosidade e o espírito de aventura que tínhamos quando éramos crianças. (culturagenial.com)

 

Hasbro

 

É uma empresa norte-americana fabricante de brinquedos e jogos. É a terceira maior empresa Mundial neste ramo (depois da Mattel/1ª e da Lego/2ª) e desde 1990 desenvolve igualmente jogos de vídeo, dedicando-se ainda à produção televisiva e cinematográfica. (wikipedia.org)

 

Transformers

 

− O filme começa com Optimus Prime, líder heroico dos robôs Autobots, descrevendo a destruição do planeta dos Transformers, Cybertron. Este havia sido destruído pelo malvado líder Decepticon Megatron ao tentar tomar posse do "All Spark", um cubo com poder para gerar vida. Os Autobots querem encontrar o All Spark e utilizá-lo para reconstruir Cybertron e acabar com a guerra entre os Autobots e os Decepticons. Já os Decepticons querem usá-lo para destruir os Autobots e dominar o universo. (wikipedia.org)

 

− A ideia principal de Transformers é simples: Alienígenas que vem para a Terra e se disfarçam como veículos para proteger a humanidade. Pode ser simples, mas não deixa de ser bizarra! (legiaodosherois.uol.com.br)

 

(consulta e imagens: ufosightingshotspot.blogspot.com e historias-infantis.com/ transformers.hasbro.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:44

11
Ago 18

Os Entes andam por aí e há muito que se “confundem” connosco:

Seremos mesmo loucos (o que até poderá ser uma Virtude)

Ou será um problema de replicação (de fabrico)?

 

Numa das 33 missões levadas a cabo pelo Vaivém norte-americano Atlantis antes de o mesmo ser descontinuado (no ano de 2011), um dos muitos tripulantes de uma dessas missões espaciais (orbitais) – o astronauta Leland Melvin (missões Atlantis STS-122 em 2008 e STS-129 em 2009) – afirma ter observado um objeto orgânico do tipo alienígena.

 

Informação apenas divulgada pelo astronauta norte-afro-americano Lelan Melvin quase uma década depois (do sucedido e por si testemunhado aquando a bordo do Vaivém Atlantis), ao responder na rede social Twitter a uma questão do Site UFO SIGHTINGS DAILY (e contando ainda com a presença da COURTNEY ELEMENTARY escola da Carolina do Norte).

 

aliens.jpg

Algo de orgânico e extraterrestre podendo até ser de madeira

Visitando o Vaivém Atlantis

(celulose – um composto orgânico já detetado no Espaço)

 

De imediato (logo ali em 2008/09) com os responsáveis da NASA a desmentirem a possibilidade alienígena, afirmando-se tratar de gelo entretanto libertado (e originado no Atlantis). Mas de qualquer forma deixando aqui o diálogo (esse recente) envolvendo as (2+1) partes:

 

UFO SIGHTINGS DAILY

Whats your outlook about the existence of intelligent Alien life living in our So0lar System? Have you ever witnessed a UFO?

 

LELAND MELVIN

I have not seen one in space or on the ground but thought I saw something organic/alien like floating out of the payload bay. (Astrokamarade) And I called the ground to ask what it could be and it was ice that had broken off the Freon hoses. Translucent, curved, organic looking.

 

NASA-astronaut-Leland-D-Melvin-with-his-dogs-Jake-

O astronauta norte-americano Leland Melvin

No currículo pessoal com duas missões Atlantis

(aqui com os seus cães Jake e Scout)

 

COURTENAY ELEMENTARY

Yikes. That must’ve been a bit startling at first!

 

LELAND MELVIN

I was about to say Houston we have a problem but know everyone spins-up when those words are uttered from a space vehicle.

 

Nesta altura em que no Hemisfério Norte o Verão tem sido notícia (um pouco por todos os continentes) devido a um tempo no mínimo estranho, especialmente por alguns excessos culminando em extremos (meteorológicos), entre outros, com incêndios de grandes proporções apanhando o continente Americano (Califórnia/EUA) e o continente Europeu – este último não só a sul (Grécia, Espanha e Portugal) como mesmo a norte a baixas latitudes (Suécia). Enquanto prossegue o degelo (nos polos e num fenómeno verdadeiramente dramático) sem que Donald Trump se afija ou Al Gore largue de vez o seu avião a jato.

 

(imagens: Pixabay/ibtimes.sg e wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:15

12
Dez 17

Ilustração (de ESO/M. Kornmesser) do asteroide INTERESTELAR descoberto no passado dia 19 de Outubro de 2017 pelo telescópio PAN-STARRS 1 (localizado no Hawaii).

 

Breakthrough Listen is Going to Scan

OUMUAMUA

 

interstellar_asteroid.jpg

Ilustração

 

You Know, Just to be Sure it’s Just an Asteroid and Not a Spaceship.

(Matt Williams/Universe Today)

 

“‘Oumuamua’s presence within our solar system affords Breakthrough Listen an opportunity to reach unprecedented sensitivities to possible artificial transmitters and demonstrate our ability to track nearby, fast-moving objects. Whether this object turns out to be artificial or natural, it’s a great target for Listen.”

(Andrew Siemion/SETI)

 

Deixando todo o Mundo minimamente interessado com a passagem recente (meados de Outubro) de um corpo celeste INTERESTELAR no interior do nosso SISTEMA SOLAR ‒ o asteroide OUMUAMUA ‒ o relativo interesse demonstrado pelo raro acontecimento ocorrido (este ano) no interior deste Sistema Planetário cresceu exponencialmente (entre leigos e eruditos), quando todos tomaram finalmente conhecimento das dimensões e sobretudo da forma do referido objeto: e a partir daí surgindo a dúvida se (esse objeto Interestelar) seria mesmo um Asteroide (inicialmente pensava-se ser um cometa) ou até uma Nave Espacial (como a da história de Arthur C. Clarke Encontro com Rama em que uma nave espacial de forma cilíndrica e chamada RAMA, viaja pelo Sistema Solar a caminho de outra Estrela ‒ e talvez sendo/sem consenso oriunda de VEGA).

 

E a partir daí levando os cientistas a estudar com mais profundidade este asteroide Interestelar (oriundo do exterior do Sistema Solar) centrando toda a atenção sobre OUMUAMUA pelo menos enquanto estiver por perto (e no interior do Sistema): tendo passado no seu ponto de maior aproximação ao Sol em Setembro (de 2017) e quando observado em Outubro (do mesmo ano) estando já a mais de 32 milhões de Km da Terra e deslocando-se a uma velocidade superior a V=315.000Km/h (e a esta velocidade podendo já ter-se distanciado mais uns 450 milhões de Km) ‒ mas por este mês de Dezembro (ainda de 2017) ainda estando a caminho do 5º planeta do Sistema (Solar) o planeta gigante Júpiter. Para tal empreendimento a ser iniciado no mais curto período de tempo (cada dia que passa o asteroide vai-se afastando uns 7/8 milhões de Km do Sol) e tendo como objetivo o estudo deste objeto cilíndrico e de uns 400 metros de comprimento (Asteroide? Nave?), com os cientistas a conjugarem esforços e a juntarem todos os seus conhecimentos para definitivamente poderem (claramente) informar se tal objeto seria mesmo um asteroide ou um outro artefacto.

 

Com as Iniciativas BREAKTHROUGH (apoiando-se num projeto do empresário russo Yuri Milner para procurar Inteligência Extraterrestre) a assumirem as Rédeas do Processo (de observação do objeto) e a apontar todos os instrumentos (de observação espacial disponíveis sendo o caso dos observatórios de ondas de rádio) em direção a OUMUAMUA: e tendo o apoio de homens-sábios como o do físico Stephen Hawking, tentando OUVIR o OBJETO e descobrir o que ele é. Iniciando-se já esta quarta-feira (dia 13 de Dezembro) a observação de OUMUAMUA (com a preciosa colaboração do GREEN BANK OBSERVATORY localizado no estado da Virgínia/EUA) e tendo-se dado o arranque caso se ouvissem sons (estranhos) oriundos do objeto, então tendo-se mesmo que colocar a questão de a comunicação ser (a resposta vinda de Oumuamua) artificial e alienígena.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:08

17
Out 17

I

 

“Era dos descobrimentos (ou das Grandes Navegações) é a designação dada ao período da história que decorreu entre o século XV e o início do século XVII, durante o qual, inicialmente, portugueses, depois espanhóis e, posteriormente, alguns países europeus exploraram intensivamente o globo terrestre em busca de novas rotas de comércio” (wikipedia.org). Chegando agora a Era da Exploração (Exterior) ou das Grandes Viagens (Espaciais) não só para novas Descobertas (de tudo aquilo que nos rodeia, nos faz e constitui) como para a nossa Preservação (como espécie relevante e merecendo persistir).

 

II

 

ac-4stars.gif

Com Rigil Kentaurus ao centro

(α Ceutauri A)

A pouco mais de 4 anos-luz

(do Sol)

 

Com ALF BURDEN a afirmar poder existir Vida numa outra estrela distante (segundo ele a uns 3,2 anos-luz de distância do nosso planeta) talvez não sendo alienígena (nem para o remetente, nem para o destinatário) mas tratando-se (muito simplesmente) de um reencontro (de espécies com o mesmo molde, ocupando um outro polo, idêntico/no seu objetivo ou de controlo7como posto intermédio). De qualquer forma com a estrela conhecida a estar mais perto da nossa (o Sol) ‒ e logicamente da Terra ‒ a ser Proxima Centauri (V645 Centaurus) localizada a 4,2 anos-luz e do tipo espectral M5,5Vc (o Sol é uma estrela do tipo G2V) ‒ e com a estrela do mesmo tipo do SOL e localizada a 4,3 anos-luz de distância (de nós) a ser RIGIL KENTAURUS (Alpha Centaurus A). E tal como a distância indica utilizando um qualquer tipo de propulsão futura e verdadeiramente revolucionária (atingindo como certas partículas a velocidade da Luz), demorando mais de 4 anos a atingir o destino (para já uma impossibilidade dado os desígnios/prioridades do Homem ‒ para já limitando-se à Terra, Berço e talvez Sepultura).

 

III

 

ALF1.jpg

Alf Burden

(à direita)

O 1º Astronauta a realizar um passeio no Espaço

(no exterior da nave Apollo)

 

Numa entrevista levada a cabo pela rede de televisão britânica ITV e transmitida a 29 de Setembro deste ano (de 2017), o convidado do programa foi o ex-astronauta norte-americano ALFRED WORDEN (hoje com 85 anos de idade), na altura da missão APOLLO 15 piloto do módulo de comando ENDEAVOUR (o módulo orbital): para além desse módulo de comando onde Alfred Worden permaneceu nas suas órbitas (75) em torno da LUA (associado ao módulo de serviço), com os seus dois colegas de missão DAVID SCOTT e JAMES IRWIN a bordo do módulo lunar FALCON a aterrarem no nosso satélite (natural e pela 3ª vez) e a serem os primeiros a utilizarem um veículo motorizado (ROVER LUNAR) para se deslocarem na superfície lunar (nas 3 missões anteriores Apollo 11/12/14 fazendo-o a pé e só na 4ª Apollo 15 usufruindo de um veículo de transporte). No caso da 4ª missão com o módulo lunar a alcançar com êxito o solo do nosso satélite, ao contrário do sucedido com a missão Apollo 13, registando uma avaria do seu módulo de serviço (Odyssey) e obrigando a sua tripulação (James Lovell, Jack Swigert e Fred Haise) a regressar de imediato à Terra (chegando todos sãos e salvos) utilizando como refúgio o módulo lunar (Aquaris).

 

Nesse dia dos finais do mês de Setembro (de 2017) em que o astronauta da missão Apollo 15 (lançada de Cabo Kennedy em 26 de Julho de 1971, quando o astronauta tinha 39 anos) Al Worden era entrevistado pelo canal ITV (na altura para o programa Good Morning Britain) ‒ inicialmente para falar da sua experiência pessoal em torno da sua fantástica viagem até à Lua, orbitando-a 75 vezes numa estadia de alguns dias ‒ com a conversa subitamente a derivar (do rumo pré-definido) abandonando o tema das Viagens (Espaciais) e substituindo-o pelo tema (aparentemente inesperado) dos Alienígenas: e tudo se iniciando numa simples questão que há já várias décadas tem perturbado muita gente (desde o encerramento do programa Apollo em 1972, já lá vai quase meio século), pela resposta constante e sempre pela Negativa dos que o poderiam fazer e não o fazendo o abandonaram ‒ quando o que se deveria ter feito seria a continuação desse imprescindível (para a preservação da nossa espécie) projeto (com o Homem a instalar-se na Lua, construindo uma base intermédia e daí lançando-se para o Espaço, mas em direção a Outros Mundos e também a outros Sistemas, talvez parecidos se não mesmo Familiares). Assim perguntando-se “Porque deveríamos continuar a ir à Lua?”

 

IV

 

Apollo_15-insignia.jpg

Apollo 15

(Símbolo representativo da missão)

A 1ª missão à Lua de caracter científico

(realizada há 45 anos)

 

E a partir dessa questão dando-se o salto fundamental para a fase seguinte, com o ex-astronauta Alf Worden (o piloto do módulo orbital na missão Apollo 15) profundo conhecedor da Lua e das viagens espaciais (num percurso total de 1.000.000Km, a distância percorrida na ida e volta ao satélite) a responder de imediato e sem qualquer tipo de hesitação: “SURVIVAL, SURVIVAL OF OUR SPECIES”. Daí entrando-se por outros caminhos (adjacentes e complementares) falando-se então de colonização (e onde a concretizar), partindo-se desse degrau e subindo-se, até se atingir um dos topos, com os Alienígenas presentes: não sendo forçoso que os encaremos como sendo de uma nova espécie (tal como a nossa, caraterística de um Sistema, no nosso caso o Solar), mas talvez apenas um reflexo das nossas próprias origens ‒ com os Alienígenas a sermos nós! Sendo essa a ideia (base) naquele dia transmitida (nos USA) pelo velho ALF astronauta (dada a idade sendo um Sábio):

 

When Worden is asked about the possibility that there are extraterrestrials out there, Worden says: “You know, I’ve been asked that question hundreds of times, ‘do you believe in aliens?’ and I say ‘yeah.’ “We are the aliens, we just think they’re somebody else, but we’re the ones who came from somewhere else. Because somebody else had to survive…they got in a little spacecraft and they came here and they landed and they started civilization here, that’s what I believe. And if you don’t believe me, go get books on the ancient Sumerians and see what they had to say about it, they’ll tell you right up front.” (Alfred Worden/Good Morning Britain/ITV/prepforthat.com)

 

V

 

spacecraft_profile.jpg

Sonda Voyager

(Na realidade a 1ª Nave Interstelar)

Viajando a caminho do Outro Lado

(mas infelizmente não sendo tripulada)

 

Acabando no meio deste emaranhado de convicções difundidas por um antigo astronauta tendo já viajado pelo Espaço em direção ao Infinito (só não o sendo em toda a sua extensão devido à obrigatória viagem de volta) por se chegar a uma conclusão certamente gritada e vociferada por ALF (devido à indignação) ‒ tal a sua certeza em tal convicção (pela evidência sendo tão fácil de aceitar), tal a sua simplicidade e experiência vivida (de sucessivas gerações), com casos paralelos e tocando-se no nosso quotidiano (como nos Descobrimentos partindo à Aventura na senda de Outros Mundos onde pudéssemos persistir) e acima-de-tudo sendo ainda acrescido por uma INEVITABILIDADE do HOMEM de um dia ter que abandonar a Terra como seu Lar permanente (e Zona de Conforto como diria o Coelho falando de Portugal para os portugueses) se ainda quiser viver e a partir daí existir. Daí a ideia:

 

Worden also rejected the notion that humans could colonize planets within our solar system, calling the concept an “unsustainable” one. He then presents the idea that we’d need to go outside of our solar system to find inhabitable regions, claiming that “we know they are out there.” (prepforthat.com)

 

(imagens: WORD PRESS/ITV/WIKIPEDIA/NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:20

05
Out 17

[Observada anteontem em Marte]

 

“I believe in the possibility of commercial space travel - for exploration and for the preservation of humanity. I believe that life on Earth is at an ever-increasing risk of being wiped out by a disaster, such as a sudden nuclear war, a genetically engineered virus, or other dangers. I think the human race has no future if it doesn’t go to space. We need to inspire the next generation to become engaged in space and in science in general, to ask questions: What will we find when we go to space? Is there alien life, or are we alone? What will a sunset on Mars look like?” (How to make a Spaceship/Julian Guthrie/Stephen Hawking)

 

MARTE.JPG

Marte ‒ O Adulto

(Curiosity Rover ‒ SOL 1834)

 

Pela 1ª vez desde que um veículo motorizado terrestre circula num Mundo Alienígena (neste caso o planeta MARTE), uma imagem registada ontem (dia 3 de Outubro) por um desses veículos (o CURIOSITY) mostra a quem quiser ver e não tiver dificuldade em acreditar, a sombra do que será um MARCIANO adulto acompanhado (na imagem à direita) por dois indivíduos mais jovens (e mais pequenos):

 

Numa prova irrefutável de que poderá existir Vida em Marte (biológica, mecânica ou biomecânica) com um conjunto de sombras a comprovar a existência de três Sujeitos (e não objetos por se deslocarem por sua iniciativa), deslocando-se sobre a superfície (do planeta) nas proximidades do veículo (oriundo da Terra a mais de 200 milhões de km e no dia deste registo comemorando o seu 1834º dia de estadia no Planeta Vermelho).

 

Nestes cinco anos de estadia e trabalho científico sobre a superfície de Marte (noutra região do planeta circulando a sua irmã mais velha OPPORTUNITY) e entre as várias imagens proporcionadas pelas câmaras instaladas a bordo do veículo ‒ e com o mesmo já se tendo deparado ao longo destes quase 2000 dias (ainda faltam 166) com fisionomias semelhantes às humanas (humanoides), fazendo-nos lembrar outros animais (irracionais) e até objetos familiares (como o terminal do tubo de sucção de um aspirador, pela sua apresentação e forma sendo o que teve mais impacto pela sua extrema semelhança ao ainda utilizado na Terra) ‒ deixando-nos mais uma vez desconcertados pela sua Presença mas em notícias revelando a sua Ausência (nem todos acreditando nas sombras como originadas em Sujeitos num Mundo pejado de objetos), cada vez mais desesperados e com menor esperança.

 

MARTE 1.jpg

As sombras dos jovens Marcianos

(detalhe da imagem anterior)

 

Seremos nós os únicos Seres (organizados, inteligentes) em todo o Sistema Solar?

 

Uma espécie até ao momento (tendo em conta o seu ainda curto período de Evolução sobre a face da Terra) tendo atingido um nível apreciável de desenvolvimento científico e tecnológico (bem explícito na área da Saúde e da Exploração Espacial), mas que no entanto não aproveitando tudo o que lhe chega às mãos (por aprendizagem ou acidentalmente) e todas as possibilidades que os novos cenários lhe apresentam (e sugerem pela sua simples presença), apenas tem aproveitado tal transformação (e desenvolvimento) para aceder a novas possibilidades e estratégias de matar seres da sua própria espécie ‒ já que mesmo excedentário (o Homem) e dada a (pretensa) sobrelotação da Terra, a solução não será reduzi-lo (o nº de elementos como nós) mas conquistar outros territórios (deixando definitivamente o exclusivo das sondas automáticas ‒ sem tripulação ‒ criando uma base intermédia ‒ em órbita da Lua ou sobre a sua superfície ‒ e daí partindo em naves espaciais tripuladas ‒ interplanetárias ‒ em direção a outros planetas e aí originando colónias).

 

De momento com os norte-americanos (iniciativa privada seguida pela NASA) a apontarem para Marte (com Elon Musk e a Space X à frente) mas só na próxima década (2020/2030) e com outros a proporem uma 1ª passagem pela Lua (Base/Colónia Zero), só depois seguindo viajem.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:07

07
Set 17

Desde o início deste mês de Setembro que são cada vez mais fortes os indícios da presença nas redondezas do centro do nosso Sistema (Solar) de atividade alienígena (logicamente envolvendo o Sol).

 

Imagem da mancha AR 2673 (na figura abaixo no canto inferior direito) responsável pela ejeção de material da superfície do Sol, originando uma chama solar da classe X9 dirigida ao nosso planeta.

 

3.jpg

 

Com certos rumores inspirados em Teorias da Conspiração mas afirmando possuírem provas, associando o sobressalto solar à passagem recente do (gigantesco) asteroide Florence, podendo ser uma diversão para uma potencial distração com posterior invasão.

 

A chama mais forte criada neste 24º ciclo solar e com o Sol a atravessar um período de fraca atividade (a caminho de um mínimo) ‒ e no entanto surpreendendo com esta sua faceta (exposta a 6 de Setembro).

 

1.jpg2.jpg

 

 Estimando-se em certas plataformas proto científicas de análise não dimensional, que a probabilidade da ocorrência de tais fenómenos (chamas solares) após a passagem de um corpo estranho (momentâneo) será como o de existência de vida num outro conjunto qualquer.

 

Nas imagens fornecidas por Lasco C2 e Lasco C3 (figuras acima) sendo bem visível a ejeção de massa solar para o Espaço numa chama de classe X9 (muito intensa) e provavelmente dirigida. Certamente originando uma CME.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:09

16
Mar 17

[Confirmada]

 

Seres que ainda não vimos mas que já deixaram rasto

 

Já que ainda não se conseguiu comprovar que seres alienígenas tenham alguma vez pisado o nosso planeta Terra (logo não existem) para nos contrair sobre o nosso dilema existencial envolvendo outras Entidades que não o ser Humano, eis que a NASA nos vem agora presentear com uma imagem oriunda do planeta Marte mostrando-nos claras evidências da presença alienígena à sua superfície (logo existem).

 

1N542856761EFFCWNCP1887L0M1.JPG

Marte – Rover Opportunity – SOL 4571

(rastos recentes impossíveis de atribuir a marcianos)

 

Um planeta por todos nós conhecido como sendo seco e desértico (por vezes aparentando ser um monte de pedras calcinadas e em decomposição), sem água ou atmosfera para se sobreviver e sujeito a radiações extremamente tóxicas e mortais que nos fariam sucumbir em poucos segundos: sem nenhum sinal visível de vida ou da existência de qualquer outro tipo de Entidade à nossa semelhança e como tal (e com o adicional do registo ser Artificial) provando a indesmentível existência de seres Alienígenas.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:47

Setembro 2019
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9

16
18

23
24
25
26
27
28

29
30


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

mais sobre mim
pesquisar
 
blogs SAPO