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Mais Uma Razão Para Não Andar De Avião

Sábado, 16.01.16

Como se já não bastasse podermos morrer ao viajarmos de avião (se avariarem no ar não existem paraquedas), só faltava mesmo podermos chocar em pleno voo com uma pessoa ou com uma cidade: nunca eu imaginei podermos morrer assim!

 

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Figura Humana

 

Segundo um dos passageiros de um dos voos da companhia EASY-JET realizado recentemente entre a Áustria e a Republica da Irlanda (Nick O'Donoghue por coincidência um profissional na área da informática/software), quando o seu avião já se encontrava a percorrer o sector do trajeto entre Londres e Cork e olhando casualmente pela janela, ele foi surpreendido por um cenário no mínimo extraordinário: caminhando sobre as nuvens e a cerca de 10.000m de altitude ele afirma ter visto e registado na sua câmara o que parecia ser uma figura com forma humana. Uma informação que entrando rapidamente (e também por mera coincidência) na também extraordinária e incontrolável autoestrada da Web (qualquer operador competente pode-a transformar no veículo de transporte de tudo aquilo que quiser) logo foi readaptada e sucessivamente replicada. E assim a partir de imagens de uma simples sombra deslocando-se sobre o topo das nuvens e tiradas no regresso dumas férias fantásticas compartilhadas com os seus colegas praticando ski nas montanhas austríacas, se conseguiu atingir o máximo que se poderia desejar para a concretização profissional e integral de uma verdadeira viagem turística (mesmo sendo pretensamente um momento de lazer, cobrada): de uma sombra passando-se a uma figura, talvez um robot de forma humana e parente do Homem-de-Aço ou do Homem-Michelin – e desse modo eternizando-se (no tempo só deles) e talvez ficando famosos (no espaço só dos outros). Mas se fosse eu a ver talvez também acreditasse: como assim não é todos os dias que se tem a notícia de que um passageiro de um avião viajando a 10km de altitude viu passar um tipo à frente da sua janela, passeando-se tranquilamente a pé sobre as nuvens como se o fizesse lá em baixo (em terra).

 

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Cidade Flutuante

 

Prefiro no entanto a história oriunda da China onde em dois grandes centros urbanos milhares de pessoas espantadas por tal extraordinária visão afirmam ter avistado surgindo entre as nuvens do céu uma Cidade Flutuante: talvez a confirmação da existência de Mundos Paralelos (e das suas inevitáveis manifestações noutros mundos). Provavelmente tanto num caso como no outro (Figura Humana e Cidade Flutuante) tratando-se apenas de ilusões de ótica – imagens provocadas pela deslocação de diversas camadas atmosféricas aí presentes e devido a diferentes pressões e temperaturas (versão científica e erudita). Mas sabe-se lá talvez não (versão não científica e leiga).

 

Pessoalmente já estive perante fenómenos que considero semelhantes. E até hoje não encontrei em nenhum desses fenómenos (temporários) nada de anormal ou de extraordinário (apenas fenómenos de reflexão e de refração).

 

(dados e imagens: tirados como não poderia deixar do britânico Daily Mail)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:19

Dois Lados da Mesma Moeda

Domingo, 08.11.15

E se fosse um avião norte-americano (situação imaginária) a ser derrubado nos céus do Egito por uma bomba pretensamente nele colocado por forças pró-governamentais sírias (tendo os Russos do seu lado)? Recordando o sucedido na Ucrânia e a resposta imediata de toda a imprensa ocidental, seria certamente algo muito pior que isto:

 

PUTIN’s MISSILE
PUTIN’s VICTIMS

 

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Anti-Russia western media hype-propaganda wars
(drivebyplanet.com)

 

PUTIN’s KILLED MY SON
US says if PUTIN’s involved THERE ‘LL BE HELL TO PAY

 

Utilizando a mesma estratégia de comunicação (partilhada e credibilizada por toda a imprensa ocidental) no caso do avião russo (situação real) derrubado nos céus do Egito por uma bomba pretensamente nele colocado por forças antigovernamentais sírias (tendo os norte-americanos do seu lado), os títulos a que teríamos acesso teriam de ser obrigatoriamente como estes:

 

OBAMA’s BOMB
OBAMA’s VICTIMS

 

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Debris from the wreckage in Egypt's Sinai Peninsula
(Magdy Saaman/The Telegraph)

 

OBAMA’s KILLED MY SON
RUSSIA says OBAMA’s involved THERE’LL BE HELL TO PAY

 

Enquanto isso e agora com os dois pés bem colocados para trás (o primeiro com a tragédia aérea na Ucrânia o segundo com a registada no Egito), assistimos preocupados senão mesmo alarmados à morte de centenas de pessoas e à não criminalização dos (verdadeiros) culpados. A Vida não vale nada e o único objetivo é o lucro.

 

E ainda me querem meter num avião!
(já de carro é o que se vê)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:43

Os Mortos Também se Abatem (com indeminizações)

Terça-feira, 18.08.15

Novas Revelações sobre o voo MH370?
(ou arquivamento definitivo)

 

Quem Manda ainda tem a Ilusão que compra tudo com Dinheiro: até os Mortos!
Ou não fosse o destroço encontrado (das Vítimas) um alívio moral pela culpa (dos Responsáveis).

 

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As vítimas colaterais de mais uma grande tragédia (ou vil ato criminoso) que nenhuma indeminização alguma vez pagará (nem apagará), mesmo tratando-se de uma operação cirúrgica (e de quem opera à força de bala)

 

Era uma vez um avião de passageiros que numa viagem habitual entre dois aeroportos internacionais, levantou voo, comunicou e simplesmente desapareceu. A sua origem era Kuala Lumpur (capital da Malásia) e o seu destino Pequim (capital da China).

 

O voo deste avião de passageiros (realizado a 8 de Março de 2014 com 239 pessoas a bordo) e de acordo com a sua trajetória oficial deslocar-se-ia em direção a nordeste: no entanto a rota foi completamente invertida, optando este e no momento por se dirigir para sudoeste.

 

Na altura e de acordo com muitas das notícias que entretanto foram fluindo para a opinião pública através dos mais diferenciados órgãos de comunicação social mundial, muitas foram as hipóteses lançadas para o ar: umas naturais, outras artificiais.

 

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Como imagens comprovando um facto (que o avião efetivamente se despenhou) podem (se as autoridades assim o desejarem) indicar o local do incidente fatal (que levou ao desenvolvimento final e ao aparecimento destes destroços)

 

O avião de passageiros ter-se-ia despenhado no mar ou mesmo já em terra, devido a problemas técnicos (insolúveis) mas mantendo a sua rota (programada); o avião de passageiros teria sido capturado num ato de pirataria aérea (certamente por razões políticas), sendo desviado para parte incerta e em condições desconhecidas; o avião de passageiros teria sido abatido (por engano ou deliberadamente) por um avião militar presente por essa altura nas proximidades da sua rota (na altura desenrolavam-se nessa zona do oceano exercícios militares conjuntos envolvendo forças norte-americanas), despenhando-se seguidamente no mar (curiosamente no voo MH370 viajava um grupo de especialistas informáticos prontos a promoverem/venderem importantes informações sobre uma sua recente e valiosa patente, há dias registada nessa área).

 

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A base norte-americana de Diego Garcia fica curiosamente a meio da viagem entre a Malásia (1) e a Ilha de Reunião (4) em pleno Oceano Índico

 

Mas como com o decorrer do tempo nenhum destes cenários colou, decidiram então apontar o avião para um outro lado do quadro e de uma forma descarada e prepotente, mudaram todo o guião (do filme): incluindo agora no elenco um piloto provavelmente instável e paranoico, que para ficar famoso e para a posteridade, resolveu desaparecer (sem avisar) e abandonar-nos (sem deixar vestígios). Logicamente o mais óbvio para quem pretendia protagonismo. E então terão surgido (ou ressurgido) novas (e já na altura intrigantes) interpretações deste misterioso incidente (como estas duas, uma das primeiras e uma das últimas): o avião de passageiros terá invertido o sentido da sua rota original, dirigindo-se inopinadamente para sul em direção ao oceano Índico, tendo numa versão mais soft esta opção sido a escolhida entre outras, mais uma vez devido ao aparecimento de anomalias técnicas que teriam obrigado o avião a retroceder, procurando uma pista alternativa para a realização de uma aterragem de emergência (nunca confirmado); o avião de passageiros terá optado por uma versão mais hardcore (nunca esqueçamos os 239 indivíduos mortos e todas as comunidades afetadas a eles associados), com a sequência mais provável de acontecimentos a ter apresentado a seguinte evolução e narrativa.

 

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Boeing 777 das Linhas Aéreas da Malásia utilizado no voo MH370 entre Kuala Lumpur e Pequim, desaparecido dos radares no dia 8 de Março de 2014 após uma hora de voo e transportando 239 pessoas (esmagadoramente chineses/64% e malaios/21%)

 

A bordo do voo das Linhas Aéreas da Malásia algo de extraordinário se passou (no seu interior e até mesmo podendo ter contado com colaboração exterior) ao fim de aproximadamente uma hora de voo: já sobre o oceano o avião inverteu o seu sentido de deslocação, desligou os seus indicadores de posição e perdeu-se definitivamente na escuridão da noite. A partir daí terá direcionado o seu voo para sudoeste (inexplicavelmente, já que o mar seria o seu único cenário, sem objetivos nem pistas de aterragem próximas, pelo menos civis), atravessado o território da Malásia (origem do voo) e finalmente entrado em pleno Oceano Índico e desaparecido aí de vez (a partir do momento em que os poucos sinais ainda emitidos pelo avião, desaparecerem definitivamente e sem retorno). Nesse momento foi estabelecido pela primeira vez que o avião se teria despenhado no meio do oceano, morrendo todos os seus 239 tripulantes e passageiros. E as buscas iniciaram-se mas nada foi encontrado. Mas convém recordar que desde o início do desaparecimento do avião do voo MH370 uma outra teoria surgiu, apontando para uma possível trajetória para sudoeste no oceano Índico: partindo do princípio que o avião tenha sido vítima de um ato de pirataria aérea previsivelmente levado a cabo desde que o mesmo desligou os seus indicadores básicos de posição, a teoria estabelecia que poderíamos estar perante a forte possibilidade da prática de um novo atentado, mais uma vez levado a cabo por um avião civil cheio de passageiros e contra um alvo predeterminado. O alvo seria a mais importante base militar norte-americana instalada no oceano Índico, vital para a estratégia de manutenção da supremacia dos EUA no continente asiático: Diego Garcia. Nunca nenhuma entidade oficial lhe deu alguma espécie de credibilidade, passando quase que despercebida e sendo finalmente esquecida. Mas o facto é que agora os destroços do voo MH370 começam a aparecer como cogumelos mais a sul de Diego Garcia (na Ilha de Reunião) já tão perto de Moçambique e do extremo sul do continente africano: até parece que o avião partiu da Malásia e ao chegar às proximidades de Diego Garcia foi abatido (para evitar qualquer tipo de grave incidente) caindo no mar, acabando os seus destroços por começar a aparecer mais de um ano depois (provavelmente levados pelas correntes) a milhares de quilómetros de distância. E para finalizar só mais isto: as buscas nunca incidiram sobre a área envolvendo Diego Garcia (optando-se pela área oceânica adjacente à Austrália) e ninguém acredita que as autoridades com competência sobre este assunto (não as outras), não tenham conhecimento desde há muito de tudo o que se passou. Por mim acho que estes novos factos só aumentam ainda mais as suspeitas sobre o que realmente aconteceu. Levando-nos de novo a pensar!

 

Mas o que realmente interessa é que o vestígio encontrado é mesmo do voo MH370, que todos estão mortos, que as indeminizações já podem ser pagas e que o caso pode ser finalmente arquivado. Paz as suas almas que a vida continua. Ámen.

 

(imagens: globo.com – indiatimes.com – wikipedia.org)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:50

Abatido e Desprezado. Aculturado. E Sem memória.

Segunda-feira, 17.11.14

“Se continuarmos INDIFERENTES (A ELA) seremos liquidados por ELA (A INDIFERENÇA)”

 

Aqui vão as provas fotográficas divulgadas pelas autoridades militares russas encarregue da investigação do sucedido com o avião das linhas aéreas da Malásia abatido no passado mês de Julho sobre o leste da Ucrânia.

 

Os russos acusam as forças ucranianas de terem abatido o avião de passageiros da Malásia ao contrário do que fora afirmado inicialmente: de que o mesmo avião teria sido abatido por um míssil BUK (de origem russa).

 

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As imagens terão sido obtidas através da utilização de satélites na altura sobre a área – falando-se de satélites russos, ingleses e norte-americanos – e que terão registado o incidente.

 

Na imagem anterior pode-se ver o avião de transporte de passageiros a atravessar o espaço aéreo do leste da Ucrânia, aparentemente sendo atacado por um jacto da força aérea ucraniana (ampliado na imagem seguinte).

 

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As autoridades militares russas afirmam assim que estas imagens agora divulgadas só vêm provar que o Boeing das Linhas Aéreas da Malásia terá sido abatido por um MIG-29 da força aérea ucraniana.

 

Recordemos que a Ucrânia (numa versão apoiada pelos Estados Unidos da América e pelos seus aliados na Europa) repetiu incessantemente ao mundo que teriam sido forças rebeldes pró Rússia que teriam abatido com um míssil o avião civil malaio.

 

Os russos insistiram desde o início que um avião não identificado se encontrava nas vizinhanças do local onde se deu o incidente – facto esse que também era do conhecimento norte-americano mas que fora ignorado.

 

(imagem – Web)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:47

Avião da Malásia despenha-se na Ucrânia

Quinta-feira, 17.07.14

“Se os outros desapareceram (voo Kuala Lumpur/Pequim) estes desintegraram-se (voo Amesterdão/Kuala Lumpur): o que falta conhecer (a parte mais interessante) é o que originou estes violentos e mortais acontecimentos: neste último caso – e dado as forças em presença e os amigos e os inimigos – o mais fácil é culpar o Diabo ou seja o tenebroso ditador Putin e a maldita canalha russa”.

 

Destroços do avião completamente pulverizado

 

Mais um avião das Linhas Aéreas da Malásia que tem um grave acidente: neste caso deslocando-se da capital da Holanda (Amesterdão) em direcção à capital da Malásia (Kuala Lumpur). O avião acabou por se despenhar sobre território da Ucrânia provocando entre passageiros e tripulação perto de 200 mortos, não se registando qualquer sobrevivente.

 

Sistema de mísseis BUK

 

As primeiras notícias referindo-se a mais esta carnificina aérea apontam para que o avião malaio possa ter sido atingido em pleno voo por um míssil do tipo BUK (de fabrico russo). Refira-se que tanto a Rússia como a Ucrânia possuem este tipo de míssil Terra-Ar – o avião deslocar-se-ia a uma altitude de mais de 10.000 metros, muito inferior ao máximo atingido por estes mísseis BUK – pelo que ambos podem ser considerados altamente suspeitos como protagonistas desta tragédia aérea. Não podemos ignorar neste caso a guerra que se trava na Ucrânia e todos os interesses ali envolvidos, que não se limitam ao próprio país e à Rússia mas que também se estendem a muitas outras partes do mundo: como muito bem sabem os Estados Unidos da América e os seus obedientes parceiros europeus.

 

E se por acaso a queda do avião tiver outras origens?

Pelo aspecto geral da zona de impacto – com o que resta do avião completamente pulverizado numa zona não muito extensa – tudo aponta para a sua destruição total aquando do seu impacto brutal com o solo. No entanto as últimas informações vindas de território ucraniano (sob controlo das autoridades rebeldes de leste) – o avião terá caído a menos de 20 Kms da fronteira russa – poderão mesmo apontar para uma explosão em pleno voo, seja provocada pelo impacto exterior de um míssil ou por uma explosão no interior do próprio avião. Entretanto fala-se de que a caixa negra já foi capturada pelos rebeldes ucranianos pró-russos: “E do céu caíam cinzas, destroços e cadáveres – alguns ainda presos às suas cadeiras e com crianças à mistura”.

 

E agora de que é que está à espera a Europa?

 

(imagens – Web)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:19

Hollow Dumbo 370

Quarta-feira, 21.05.14

Nunca vi um avião a esvaziar-se e a desaparecer em pleno voo. Nem mesmo com o divertido Dumbo que quando se enchia e se esvaziava ainda lhe sobrava a cobertura. Mas na realidade o avião simplesmente evaporou-se no ar desmentindo a afirmação de que “tudo o que se eleva acaba sempre por descer”.

 

 

Official Accuses Obama and the CIA of Being Involved in the Cover-up

 

The CIA and President Barack Obama are covering up what really happened to missing flight MH370, a top former official said, as families suffered even more after they've been told the plane had been shot down by the United States-led military training exercise participants in the area.

 

(texto em inglês: Humans Are Free – imagem: Street Democracy)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:37

Avião a Arder

Sábado, 03.05.14

Se um dia estiveres a viajar de avião e reparares que uma das suas asas está a arder, deves calmamente levantares-te do teu lugar e sem movimentos bruscos que possam provocar o alarme aos restantes passageiros, procurar imediatamente a hospedeira do ar e sinalizar-lhe o perigo. Tomando conhecimento da ocorrência a hospedeira assumirá as decisões mais adequadas para estas situações, confirmando visualmente (e previamente) a versão do passageiro e comunicando de imediato ao seu comandante. Alertado pelo aviso de fogo numa das asas do seu avião, o comandante completará o círculo de segurança tomando em mãos o controlo total do acontecimento.

 

Perth – Austrália – Abril 2014

 

Todos nós sabemos que no Universo toda a matéria está em movimento, com uma infinidade de partículas circulando com os mais diferentes parâmetros e nas mais variadas dimensões, acabando mais cedo ou mais tarde por se encontrarem e interagirem entre si, provocando aquilo a que nós chamamos como eruditos incidentes ou como simples leigos acidentes. Sempre envolvendo a transformação e a troca de energia, estes incidentes confluem sempre num choque envolvendo fenómenos de acção e de reacção, que no nosso caso particular e dependendo das cargas e das forças utilizadas, será certamente definitivo e fatal.

 

Nunca andei de avião e tenho as minhas vertigens. Além disso no caso de avaria mecânica em pleno voo, sem pára-quedas ou outra qualquer possibilidade de fuga, só nos resta gritar e ir morrendo aos poucos no meio do maior sofrimento e do mais profundo terror. Situação ainda mais agravada – desde o dia em que um avião desapareceu misteriosamente nos céus da Ásia – pela hipótese sempre presente de ao levantarmos voo da terra em direcção ao céu, não sermos mais vistos nem achados cá por baixo.

 

(imagem – Web)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:29

Caso Encerrado

Segunda-feira, 24.03.14

Boeing 777 despenhou-se no Índico e não há sobreviventes

 

“Decreta-se o despenhamento do avião e a não existência de sobreviventes”

(informação via – UK Air Accidents Investigation Branch)

 

Em quinze dias os produtores recriaram o guião do novo episódio final

 

A justificação apresentada baseia-se na análise de dados obtidos via satélite da trajectória seguida pelo avião das Linhas Aéreas da Malásia, cujo último sinal o colocava em pleno oceano Índico, nas proximidades da cidade australiana de Perth. Não foram no entanto adiantadas quaisquer tipos de explicações para o seu desaparecimento e para a sua queda final no mar, provocando 239 mortos entre passageiros e tripulantes. Provavelmente estaria – para azar de todos e com o desconhecimento dos pilotos – fora de serviço.

 

(imagem – Web)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:12

Hijacked

Sábado, 15.03.14

“Evidence is consistent with someone acting deliberately from inside the plane”

(Prime Minister Najib Razak)

 

 

Tenham muita paciência mas custa muito a acreditar que naquela região tão sensível para os interesses geoestratégicos de tantas grandes potências mundiais – como a China, a Rússia e os EUA – nenhum deles saiba o que aconteceu na realidade: o avião é apenas um icebergue introduzido num cenário mais amplo e complexo apenas para confundir – por exemplo chamar ou desviar as atenções do mundo e da sua opinião pública para algo “importante”. No entanto isso só se verá se esta história tiver um fim: de momento o guião (secreto) continua a correr.

 

Pode ter sido um “Inside Job” a causa do desaparecimento misterioso do voo MH370 das Linhas Aéreas da Malásia. Passada mais do que uma semana sobre este acontecimento e face à não descoberta até ao momento de qualquer tipo de destroços que possam evidenciar a queda do referido avião – um Boeing que iria ligar Kuala Lumpur a Pequim – as atenções dos especialistas viram-se agora para uma outra hipótese explicativa: o avião poderia ter sido tomado de assalto a partir do seu interior e desviado para destino até agora desconhecido.

 

 

Com um raio de acção de vários milhares de quilómetros as hipóteses de destino são várias, desde o corredor mais a sul que inevitavelmente levaria o avião para o meio do Oceano Índico e a um fim trágico e mortal para todos os seus ocupantes – com a sua queda por falta de combustível nas suas águas profundas – até ao corredor mais a norte que o poderia levar a atravessar países asiáticos como o Paquistão, o Afeganistão e mesmo o Cazaquistão. Com os pilotos como principais suspeitos do “rapto aéreo” alarga-se agora a área de busca da aeronave desaparecida com mais de duzentos passageiros a bordo, tanto no ar, como no mar e agora mais atentamente e também em terra firme. Uma esperança temporária mas talvez ilusória para os familiares destas vítimas de sequestro de que os seus entes queridos ainda possam estar vivos.

 

Já agora qual será a diferença entre “hijacking” – o que aconteceu – e “apparent deliverate action” – o que o Primeiro-Ministro da Malásia afirma ter acontecido?

Ou será que já sabem o que se passou e já é a diplomacia política a actuar?

 

E se por trás disto tudo estiver a Al-Qaeda?

Então o Irão que se cuide e se prepare porque os EUA andam sempre (e antecipadamente) por perto.

 

(imagens – Web e Wikipedia)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:13

Desaparecido em Combate

Sexta-feira, 14.03.14

Se este acidente não foi um “Inside Job” (levado a cabo no interior do avião) então até poderá ter sido provocado (propositada ou inadvertidamente) por outros terrestres ou até por extraterrestres (uma abdução colectiva). Por favor! Ou nos estão a tomar por idiotas ou são mesmo incompetentes.

 

O avião terá invertido o seu sentido dirigindo-se depois em direcção ao Índico

 

Qualquer que tenha sido o destino do voo 370 das Linhas Aéreas da Malásia, o único facto indesmentível é que o mesmo largou como previsto de Kuala Lumpur com destino a Pequim, nunca tendo atingido no entanto o seu objectivo final. Pode-se imediatamente concluir que relativamente ao plano de voo deste avião algo de anormal se passou na sua execução, o que levou à alteração das suas condições técnicas de voo – por deficiência interna ou intervenção vinda do exterior – e no final ao seu (misterioso) desaparecimento.

 

Tal desaparecimento só poderá ter sido provocado – eliminando-se desde logo a hipótese de poder ter ocorrido alguma falha técnica interna grave – já que são várias as fontes que se referem insistentemente a uma mudança de rota do avião, voltando para trás na sua viagem em direcção à China e quase que invertendo a direcção da sua trajectória e à possibilidade cada vez mais forte de se ter mantido no ar durante pelo menos quatro horas – antes de todos os sinais possíveis de a ele serem associados desaparecerem completamente; para já não falar da incompreensível decisão dos pilotos caso estivessem a viver uma situação de emergência em desligar o transponder. Com aterragem em terra (a derradeira esperança dos familiares dos passageiros e dos tripulantes do avião) ou com queda no mar (infelizmente o cenário mais provável).

 

Com os dias a passarem – este acontecimento já tem uma semana – o milagre parece cada vez mais distante (a aterragem), caminhando-se agora aceleradamente para o cenário mais realista (e violento) e que acontece na esmagadora maioria destas situações: a queda do avião no mar com a morte de todos os seus ocupantes. O intervalo de tempo registado desde o seu desaparecimento é já bastante longo – veja-se o caso do avião que caiu no Atlântico na sua viagem Rio de Janeiro/Paris cujos destroços começaram a aparecer 4/5 depois – pelo que é cada vez mais forte a possibilidade de todos os seus passageiros e tripulantes (239) terem mesmo “Desaparecido em Combate”.

 

Não deixa no entanto de ser incompreensível senão mesmo inacreditável que com todos os sofisticados aparelhos civis e militares em actividade naquela região tão sensível do globo terrestre – com torres de telecomunicações, satélites espiões, radares, awacs e sei lá que mais – um objecto com aquelas dimensões e facilmente detectável se tenha simplesmente esfumado no ar.

 

(imagem – tmz.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:58