Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

12
Dez 19

[Se não Absoluta, pelo menos Relativa.]

 

“Hoje dia 12 de dezembro realizam-se

as Eleições Parlamentares no Reino Unido,

Numa 2ª versão do BREXIT agora introduzindo o duo

− aumentando ainda mais a confusão,

não se sabendo bem o que querem –

BORIS & CORBYN.”

 

Sem título 1.jpg

Retrato de uma Vitória

(por diversificada, numa mistura c/psique e s/psique)

Deixando-nos enternecidos até pela bem visível e colorida parecença

 

Garantindo desde já a VITÓRIA com uma última intervenção de campanha no próprio dia das ELEIÇÕES numa ação em princípio legal (apesar da “proximidade” da assembleia de voto) apenas introduzindo um outro mamífero mas definido como irracional, ou seja, para muitos especialistas sem PSIQUE – com o conservador (TORY)  BORIS JOHNSON como qualquer cidadão BRITÂNICO cumprindo à risca a TRADIÇÃO e desse modo respeitando os seus ANTEPASSADOS (e a sua CULTURA), na sua deslocação à Assembleia de Voto situada nas proximidades de Downing Street (residência do Primeiro-Ministro localizada no nº 10) em Londres no Methodist Central Hall – levando consigo um seu fiel, amigo e companheiro o seu cão DILYN: acompanhando o seu dono na sua ida á assembleia de voto, esperando pacientemente (e certamente que bem-comportado) à porta da mesma o cumprimento do dever do seu dono, para finalmente e cumprida a obrigação − de ambos, c/ PSIQUE ou s/ PSIQUE – saírem claramente felizes tal como tinham entrado.

 

Sem título 2.jpg

Retrato de uma Derrota

(por monolítica, unicamente c/psique)

Com o ELMO em protesto afastado cruelmente pela segurança

 

Com esta ação conjunta de BORIS JOHNSON e de DILYN (um deles o animal c/ psique e o outro o animal s/ psique) no próprio dia das eleições, com BO a assegurar no mínimo a MAIORIA RELATIVA: e apesar dos SINAIS enviados pelo Mayor de Londres SADIQ KHAN (Britânico, Trabalhista e Muçulmano) igualmente levando a sua cadela e afirmando a mesma – de nome LUNA – ter sugerido (apesar de desprovida de psique) votar TRABALHISTA (aos providos de psique), com o Trabalhista (LABOUR) JEREMY CORBYN seguindo o mesmo caminho errado da líder do partido Escocês (Scottish National Party) NICOLA STURGEON, em vez de cumprindo a tradição se fazer acompanhar por um animal IRRACIONAL (aqui um CÃO) fazendo-se acompanhar por um outro mas sendo RACIONAL (o seu CONSORTE, homem ou mulher, com sorte ou sem ela, mas não sendo, aparentemente, um canídeo) − a líder escocesa pelo seu marido Peter Murrell e o líder Trabalhista pela sua esposa Laura Alvarez.

 

Vai uma aposta?

 

[BO: Boris Johnson]

[UK: Reino Unido]

 

(imagens: 24.sapo.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:55

11
Dez 19

Num duelo delegado

EUA Vs. RÚSSIA

 

[Realizando-se a 12 de dezembro de 2019 (próxima quinta-feira).]

 

Nas Eleicões Gerais de amanhã (quinta-feira) − no Reino Unido (Inglaterra, Gales, Escócia e Irlanda do Norte) − com a vitória a ser decidida entre os Conservadores de Boris Johnson e os Trabalhistas de Jeremy Corbyn (aqui ao contrário da América, com os Média todos a favor do seu “Trump”) e com o parlamento − para além obviamente dos Liberais (possível  balança) ainda a poder ser decorado com os representantes escoceses e talvez com um ou outro deputado/grupo oriundo dos Brexiteers: mas tudo indicando para uma vitória folgada de Boris Johnson, podendo este mesmo atingirsendo difícil mas possível, ou não fosse ele o verdadeiro BREXITEER, para além do TRUMP EUROPEU (apoiado pelo Trump igualmente louro mas o original) − a maioria absoluta.”

 

boris-johnson-cartoon.jpg

Boris Johnson

Na Rota não da Seda, mas de Trump

O próximo 1ª Ministro do Reino Unido

(na prática talvez o próximo estado/território dos EUA)

 

Quase três anos e meio sobre a realização do referendo sobre a permanência (ou não) da GB na EU levado a cabo pelo ex-Primeiro-Ministro Conservador David Cameron, apologista do SIM, mas praticante do NÃO (no fundo esperando que tudo se mantivesse na mesma) – e desrespeitando o resultado expresso pela maioria dos cidadãos Ingleses, Galeses, Escoceses e Norte-Irlandeses (mais de 46,5 milhões de eleitores) votando não cerca de 52% − ainda-por-cima com a GB claramente dividida em duas partes muito semelhantes (em quantidade de votantes), uma contando com o apoio de 52% (não à Europa)/grande parte da população mais velha e da Grã-Bretanha rural a outra de 48% (sim à Europa) dos cidadãos-eleitores/maioria da população mais jovem do país, incluindo muitos imigrantes e com o centro a focar-se e irradiar a partir de Londres (estendendo-se a outras metrópoles próximas) – depois do reinado de Theresa May (recebendo o nado-morto das mãos de David Cameron o pai, mas não querendo fazer-lhe o funeral) e já no interior do ciclo (infernal como se verá para a GB, caso Boris tenha mãos-livres, com uma possível maioria absoluta) iniciado com Boris Johnson, eis que passadas todas estas semanas de palhaçadas (no Parlamento Britânico como fora dele) ridicularizando e pondo em causa a história e a credibilidade de um país − ainda se considerando ingenuamente (pelo menos sendo essa imagem transmitida ao povo) um Império − mas prosseguindo num declínio de desenvolvimento cada vez mais acentuado assim como (uma consequência) de novas ideias (parecendo quere delegar a sua futura orientação nos EUA, arriscando-se na prática não a ser mais um Estado dos EUA − o 51º − mas apenas mais um seu território como o Havaí, não como entreposto turístico mas comercial), apenas para uma disputa de poder e com a Rainha como sempre nem sequer − deliberada e estrategicamente − a ver (ou um dia no Parlamento atrevendo-se ela a intrometer-se, podendo ver toda através dela, toda Realeza a desaparecer),

 

Eleições na Grã-Bretanha

(Sondagens)

 

Partido

YouGov

(4/10 Dez)

%

Conservador

43

Trabalhista

34

Liberal

12

Escocês

3

Verde

3

Brexit

3

(outros)

2

(Amostra: mais de 100.000 consultados)

 

Cartoon.jpg

Jeremy Corbyn

Vítima de ingerência c/ remetente identificado (EUA),

elogiando o seu candidato e denegrindo o outro:

“Jeremy Corbyn WILL BE SO BAD FOR UK”.

 

O novo grande líder nomeado que não eleito mas oriundo do mesmo “saco-de-gatos” político (os Conservadores) detendo nas suas mãos toda a Engrenagem que interessa (do poder, dos média, do governo), esquecendo tudo o estando para trás (por nunca concretizado apesar de repetidamente afirmado) e ainda contando com a colaboração dos Trabalhistas de Jeremy Corbin (com este enfiado noutro “saco-de-gatos”) marca para antes do nascimento de Jesus e dos festejos de Natal (não vá a quadra natalícia, amolecer os britânicos) novas Eleições Parlamentares: desprezando definitivamente os resultados do referendo do Brexit (passada quase uma legislatura, sendo de 4/5 anos) e sendo qual for a opção final (SIM ou NÃO, quatro anos depois e de uma forma desrespeitosa e enviesada)  mantendo-se por direito no poder. Com as previsões e tal como esperado (por todos) a apontarem como favorito BORIS JOHNSON (vencedor, mais jovem, louro) o TRUMP BRITÂNICO, por mais forte, mais popular, mais apoiado (para além de tosos os canais privados, até pela BBC) face a JEREMY CORBIN (derrotado, mais velho, cinzento) o PUTIN BRITÂNICO e claro está que para a tomada de decisão tendo papel fundamental as FAKE NEWS (sendo apenas entre todas, necessário de escolher as mais “interessantes”, para a concretização do projeto). Reatando-nos apenas acrescentar (e limitando geograficamente as perdas): desgraçados dos britânicos (ao saírem), desgraçados dos europeus (ao deixarem-nos sair).

 

 

4872.jpg

Boris Johnson v Jeremy Corbyn

(Martin Rowson– cartoon)

 

A menos de 24 horas das Eleições Parlamentares no Reino Unido (dia 12) e com os Conservadores a liderarem nas sondagens sobre os Trabalhistas por 42% contra 32% − mas dado o elevado erro habitualmente introduzido nas previsões e o crescimento ao longo dos últimos dias dos Trabalhista, podendo até suceder (mesmo que por margem mínima) o inverso – havendo a hipótese de ao fim do dia (13) se poder deparar com cenários bem diferentes (parlamentares 650/maioria absoluta a 326) e possíveis (incluindo Jeremy, digamos que três): (1) vencendo Boris com maioria absoluta − com BREXIT a 31 de janeiro − (2) vencendo Boris com maioria relativa – obrigando-o a um governo minoritário e adiando de novo o BREXIT − e (3) vencendo Jeremy com Maioria relativa – aí podendo alterar-se tudo ou (o mais provável) manter-se tudo na mesma (tantos os inimigos de Jeremy, no exterior como no interior dos Trabalhistas), com o coma político britânico a manter-se até um novo referendo.

 

E seja qual for o resultado das eleições gerais no Reino Unido, prevendo-se tempos difíceis para todos os cidadãos britânicos − tenham votado SIM ou NÃO no referendo e tendo ou não alterado a sua intenção de voto, para um lado ou para o outro − abandonando a Europa (a sua família, o seu continente e ainda-por-cima sendo uma ilha) no próximo ano (tal como prometido por Boris Johnson caso ganhe as eleições) e não se sabendo ainda bem a quem se irão juntar ou associar por necessário e obrigatório, para a sua sobrevivência como de qualquer outro território ou população, nunca podendo evoluir e persistir vivendo isolado: naturalmente com os EUA (interferindo na política de um país e de um continente que não o seu, ou seja e segundo os norte-americanos, numa ingerência inadmissível) de olhos bem em cima.

 

E o que tem feito o nosso país para prevenir (não remediar) o que aí poderá vir − como consequência (do BREXIT) a nível da nossa Indústria Turística dada a nossa extrema dependência (tradicional, tornada habitual) do mercado britânico: ou não será o Turismo uma área extremamente importante (englobando vários serviços associados ao turismo, num país de prestador de serviços) para Portugal? Mas sendo tanta a hipocrisia e a manipulação reinante − dos dois lados (UK e EU) – que mais vale não mexer muito na porcaria (político/ideológica).

 

(imagens: Barker Illustration/garybarker.co.uk − mirror.co.uk/2015 − Martin Rowson/The Guardian)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:41

22
Out 19

[Ainda longe do Ponto Zero.]

 

Como sempre e nestas

Democracias

não levando a lado nenhum,

continuando tudo na mesma,

meio-vivo, meio-morto”.

E como sempre aguardando.

 

Cumprindo-se o Indicado

(nas consultas direcionadas e obviamente condicionadas)

canada-elections.jpg

Canadá

Como sempre com a população a respeitar o "status quo" a ela imposto,

e as direções à mesma apontadas

– pelas unidirecionais e sucessivas sondagens –

para no final e cumprindo o seu dever

voltarem para casa e às suas naturais obrigações

(com muitos a não entenderem ser este período de decadência, já de mera sobrevivência)

 

Agora sem “Maioria Absoluta (atingida aos 170) restando “esperar para ver” o que fará o “tão contestado e criticado” líder do partido Liberal Justin Trudeau, tendo forçosamente que se aliar faltando saber com quem: mas para um ignorante na política partidária do Canadá e suas respetivas ideologias (não querendo saber de nada do seu passado, para não prejudicar desde já o seu futuro), à 1ª vista só existindo – para além de uma possível coligação nacional Liberal/Conservadora (atingindo uns amplos 278 lugares) – dois candidatos para uma possível coligação ou aliança: o Bloco Québécois (ficando com 189 lugares) ou  o New Democratic (ficando com 181 lugares). Apenas (um simples) cálculo matemático.

 

Eleições Federais do Canadá

2019

(resultados)

 

Partido

Líder

Lugares (2015)

Lugares (2019)

Variação

Liberal

Justin

Trudeau

177

157

-20

Conservative

Andrew

Scheer

95

121

+26

Bloc Québécois

Yves-F. Blanchet

10

32

+22

New Democratic

Jagmeet

Singh

39

24

-15

Green

Elizabeth

May

2

3

+1

People's

Maxime

Bernier

1

0

-1

(Outros)

 

-

(14)

(1)

-13

Total

 

-

338

338

0

(Maioria com 170 Lugares)

 

E como se constata facilmente (em jeito de conclusão, focando os aparentemente derrotados e os aparentemente vitoriosos) com o partido Liberal do Governo de Justin Trudeau a ser o maior derrotado (perdendo 20 lugares) − seguido do New Democratic de Jagmeet Singh (perdendo 15 lugares) – tendo do outro lado e como grandes vitoriosos (vitória relativa pois nem os Conservadores conseguiram igualar ou ultrapassar os Liberais)  os Conservadores de Andrew Scheer (ganhando 26 lugares) e o Bloc Québécois de Yves-François Blanchet (ganhando 22 lugares). Ficando 4 partidos e assistindo-se à estagnação de 2 − um deles e espantosamente (dada toda a campanha a nível Global em torno da Ecologia, da Proteção do Planeta, do Verde) sendo os Verdes: “Algo indo mal no Reino da Dinamarca”.

 

(imagem: CTV News/foreignbrief.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:59

05
Out 19

“Nascida a 6 de outubro − A 2ª Engrenagem”

(podendo ser no futuro, mais eletromagnética)

 

Última Sondagem

(Pitagórica p/ aproximação)

 

PS: 37%

PSD: 28% BE: 9% PCP/PEV: 7% CDS: 5% PAN: 5%

 

ostaaa.jpg

Para a esmagadora maioria dos cidadãos-eleitores (tenha o que tenha dito o idoso) não sendo lindo e logicamente (mesmo tendo-se ou não razão) perdendo-se votos

(e recorrendo-se às Teorias da Conspiração com o idoso de óculos escuros para não ser identificado podendo ter sido todo este cenário, previa e deliberadamente montado, pela desesperada oposição)

 

Com o final da campanha esta sexta-feira, 4 (antes da reflexão de sábado e da votação de domingo) a ser marcada por uma resposta agressiva de António Costa – para a esmagadora maioria dos cidadãos eleitores tentando obter apoio ou seja votos (e poder) entre eles − a algo dito por um (ainda não identificado politicamente) idoso (provavelmente tendo-se referido ou não e sendo “coisas de esperar nas campanhas”, logo de aguentar por tacitamente aceite, a algo de extremamente desagradável) – um dos fazendo parte desses cidadãos eleitores e podendo apoiar/votar ou não em António Costa (no seu aceso ao Poder) − tendo já sobre si uma ameaça (talvez pendente dos resultados) de processo judicial por parte do PS.

 

Com as 4 últimas sondagens (Intercampus, Eurosondagem, Aximage e Pitagórica) a apontarem todas para uma vitória sem maioria absoluta do PS – com a percentagem a variar entre os [35,0/38,8%] − apontando como segundo partido o PSD – com a percentagem a variar entre os [23,5/27,8%] – confirmando através de uma consulta aleatória (na generalidade dos casos sendo correta) o cenário futuro político que desde há muito se perspetivava para Portugal – desde o momento em que a Engrenagem (por falta de outra maquinaria alternativa e credível) se consolidou – sendo de constatar igualmente e por um lado (de uma forma positiva para uma futura 2ª Engrenagem) a manutenção da posição relativa do BE (variando entre os [8,7/11,0%]) e do PCP-PEV (variando entre os [6,6/8,0%]) e por outro lado (simétrico, por negativo nas consequências, para os declaradamente Anti Engrenagem) a queda acentuada do CDS (variando entre os [4,5/5,0%]) podendo ser mesmo ultrapassado pelo PAN (variando entre os [3,8/5,6%]). E confirmando-se estas sondagens e considerando-se bastante aproximados destas (sondagens) os resultados a registarem-se a 6 de Outubro (data marcada para as Legislativas de 2019), confiando-se simultaneamente nas projeções (de 3 destas sondagens) transformando percentagens em nº de deputados, com a distribuição dos mesmos (deputados da nova Assembleia da Republica) a poder ser a seguinte (com um apoio nos dados fornecido pela Wikipédia):

 

O

P

Deputados

Previstos

Deputados Eleitos

2015

O

P

Deputados

Previstos

Deputados Eleitos

2015

PS

102/117

86

CDS

6/9

(Portugal à Frente com 107)

PSD

68/77

(Portugal à Frente com 107)

PAN

5/9

1

 

BE

 

17/25

19

LIVRE

0/1

0

 

PCP/PEV

 

13/16

17

CHEGA!

0/1

0

(O: Ordem P: Partido)

 

Eleições para a Assembleia da Republica a realizarem-se neste fim-de-semana (domingo), indicando-nos os próximos 230 deputados a preencherem-na (não existindo obstáculo impeditivo) nos 4 anos que aí vêm (até 2023): com a Maioria Absoluta dando Direito a Governar a fixar-se no Número Mágico de 116 (deputados) − algo já atingido e ultrapassado há 4 anos com a 1ª Engrenagem, no futuro e confirmando-se as sondagens (e todos os sinais) podendo ser melhorado com a 2ª Engrenagem. Inevitável − tal como o seu Comandante (António Costa) − só ainda não se sabendo como. Fazendo-se contas (mesmo que) de merceeiro podendo-se chegar a algumas conclusões (no mínimo metade de hipóteses de acertar e num sentido podendo até ser 100%) − como aquela a que chegou há 4 anos António Costa (PS) − o GURU INTELIGENTE − depois de um empurrãozinho, somando 86/PS+19/BE+17/PCP/PEV=122, reparando ser mais de 107/[PSD+CDS], mais de 116 (maioria absoluta) e formando de uma forma surpreendente (para os que julgavam ter vencido, na cabeça tendo Passos Coelho e o padrinho Cavaco Silva) o Governo-Engrenagem – tomando em consideração a referência (fundamental) do NÚMERO MÁGICO 116, aqui tornado o Cartão Dourado de Acesso (desejado) ao Poder: com a Engrenagem no mínimo atingindo os 132 deputados, podendo num limite máximo (de apoio) chegar (ainda) um pouco mais longe.

 

“Derrota da Engrenagem, não vejo como. Mas com os outros (a oposição) a procurarem sempre o primeiro defeito (se necessário, introduzido pelos próprios), para se infiltrarem (de uma forma oportuna) e destruírem a 2ª Engrenagem (num momento de possível e não descartável dúvida de Costa, com estrangeiros apresentando-lhe um chupa-chupa) − e daí reconstruindo-a, reabilitando-a, mas sendo sua.”

 

(imagem: retirada da TV/dioguinho.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:54

29
Abr 19

Numa análise aos resultados, com a Esquerda a conquistar 185 lugares, a direita 155 lugares e com os restantes 10 lugares a irem para coligações de várias ideologias. Significando a subida do PSOE ao poder (com maioria relativa), obrigatoriamente coligado com outras formações do mesmo espectro ideológico (PODEMOS, ERC, BILDU ou COMPROMISSO) − de modo a assim alcançar a Maioria Absoluta (176 Lugares). Sendo o mais evidente uma coligação PSOE/PODEMOS/ERC (representando 180 lugares) com o PSOE no Governo e com o PODEMOS/ERC a apoiarem-no no Parlamento.

 

2019-04-28T214009Z_1_LYNXNPEF3R0QJ-OCATP_RTROPTP_2

Celebrando em Madrid

A vitória do PSOE nas Eleições para o Parlamento em Espanha

(28.04.2019)

 

P

Id

Votos

%

L 2019

G/P

PSOE

E

7.476.537

28,7

123

+38

PP

D

4.352.835

16,7

66

-69

CIUDADANOS

D

4.133.538

15,9

57

+25

PODEMOS

E

3.730.653

14,3

42

-24

VOX

D

2.675.455

10,3

24

+24

ERC

E

1.019.320

3,9

15

+6

JUNTS

-

497.536

1,9

7

-1

NAC. BASCO

D

394.627

1,5

6

+1

E H BILDU

E

258.840

1,0

4

+2

CC-PNC

-

136.923

0,5

2

+1

NAVARRA S.

D

107.124

0,4

2

0

COMPROMISSO

E

172.360

0,7

1

+1

PRC

-

52.197

0,2

1

+1

Total

-

36.893.976

-

350

-

Maioria: 176

(P: Partido Id: Ideologia L 2019: Lugares em 2019 G/P: Ganhos/Perdas E: Esquerda D: Direita)

 

Verificando-se uma estrondosa derrota do PP − nem se percebendo bem a não demissão do seu líder ou a marcação de um congresso extraordinário (talvez motivado pela proximidade das Eleições Europeias) – perdendo mais de metade (51%) da sua representação parlamentar anterior (Eleições de 2016), maioritariamente deslocando-se para CIUDADANOS e VOX (mais de 70%). E uma inversão de posição entre PODEMOS (perdendo 24 lugares) e CIUDADANOS (ganhando 25 lugares). No restante mantendo-se tudo muito semelhante e realçando-se (mais uma vez) a vitória do PSOE: agora na Península Ibérica partilhando o poder com o seu congénere português − o PS (o tal tendo a patente da Geringonça).

 

(imagem: Sergio Perez/Peuters/yahoo.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:40

02
Abr 19

[Eleições Presidenciais a 31 de Março (1ª volta) e 2ª volta a 21 de Abril (sendo necessária). E sendo-o na realidade, entre um oligarca (milionário, não exilado, envolvido em negócios ilegais e temporariamente esterilizado) e o representante de um outro oligarca (milionário, exilado, envolvido em negócios ilegais e perseguido no presente pela Justiça oficial).]

 

Kiev, Ukraine

(News)

 

maidan-fractures_large_large.png

1

Since the start of the Maidan protests six months ago,

Ukraine has been at the centre of a crisis

which has exposed and deepened the fault-lines

− geopolitical, historical, linguistic, cultural −

that traverse the country.

(Ukraine’s Fractures/Volodymyr Ishchenko/01.07.2014)

 

“Early results Monday in Ukraine's presidential election showed a comedian with no political experience maintaining his strong lead against the incumbent in the first round, setting the stage for a presidential runoff in three weeks. With over 70 percent of the polling stations counted, Volodymyr Zelenskiy had 30 percent support in Sunday's vote, while President Petro Poroshenko was a distant second with just over 16 percent.”

(cbsnews.com)

 

Um país literalmente dividido (certamente sem o consentimento do seu povo)

em duas partes incontactáveis (e nelas se mantendo enclausurado e dividido).

E desta forma sem solução (salvação) à vista, seja armada ou desarmada.

 

Euromaidan_01.JPG

2

Demonstração Pró-EU na Ucrânia

Kiev 27.11.2013

(mais próximos da fronteira Ocidental)

 

2014-03-09._Протесты_в_Донецке_022

3

Demonstração Pró-russa na Ucrânia

Donetsk 08.03.2014

(mais próximos da fronteira com a Rússia)

 

Concluída a 1ª volta das eleições presidenciais na Ucrânia marcada para 31 de Março (passado domingo) – com mais de 90 candidatos a apresentarem documentos, pouco mais de 40 a serem registados, pouco menos de 40 a poderem concorrer (39) e finalmente com pouco mais de uma mão cheia deles a poderem vencê-las – confirmam-se os resultados para os quais as sondagens previamente apontavam (relativas a 25 de Março) indicando corretamente quais os 5 candidatos mais votados e a sua correta ordenação (como se verifica na tabela seguinte):

 

Resultados da 1ª volta das Eleições Presidenciais na Ucrânia

(31 de Março de 2019)

 

Candidato

Partido

(apoio)

Ideologia/Posição Política

Sondagem

%

Resultado

%

Volodymyr Zelensky

Servant of the People

Populista /Pró-Europeu/Todas ideologias

28/29

30.41

Petro Poroshenko

Independent

(PPBS)

Nacionalistas-Cristãos/Pró-Europeus/Direita

18/19

16.03

Yulia Tymoshenko

Fatherland

Populista/Pró-Europeu/Direita

14/15

13.24

Yuriy Boyko

Independente

(OB)

Liberais/Eurocéticos/Centro-Direita

9/10

11.55

Anatoliy Hrytsenko

Civil Position

Conservadores/Liberais/Pró-Europeu

8/9

7.03

(os 5 candidatos mais votados/num total de 39)

 

Владимир_Зеленский_(2018).jpg

4

Zelensky

30% na 1ª volta das Presidenciais de 2019 na Ucrânia

(vencedor da 1ª volta e candidato/favorito na 2ª)

 

Não tendo nenhum dos candidatos mais votados obtido mais de 50% dos votos (condição para ser eleito logo à 1ª volta) tendo-se de realizar uma 2ª volta Presidencial marcada para o próximo dia 21 de Abril (do passado domingo a 3 semanas) tendo como únicos candidatos os dois mais votados na 1ª volta (realizada ontem): VOLODYMYR ZELENSKY (perto dos 30%) e PETRO POROSHENKO (perto dos 16%). Eliminando desde logo da corrida Yulia Tymoshenko, um dos candidatos afirmando-se favorito (uma mulher) e reclamando desde já de manipulação eleitoral (a favor de Poroshenko com o poder instalado recuperando-o para a 2ª volta).

 

Sendo assim no próximo dia 21 de Abril com dois candidatos lutando entre si de modo a garantirem para os próximos anos (2019 − ????) a presidência da Ucrânia, de um dos lados tendo o atual Presidente POROSHENKO com toda a sua máquina estatal/eleitoral a apoiá-lo, além de ser de todos os candidatos o que mais fundos de apoio (privados) recebeu estimados em mais de $15 milhões (com Tymoshenko em 2º/$12 milhões e Zelensky em 3º/$4 milhões) − o candidato do mais completo status quo (e da total indiferença) face ao que se passa no extremo leste da sua pátria – e do outro lado (fazendo-nos recordar o ocorrido noutras circunstancias e recentemente na Itália, com a vitória do partido fundado por Beppe Grillo/o Palhaço − o Movimento 5 Estrelas − hoje a maior força italiana e liderando o Governo) apelando o voto ao eleitorado mais jovem e simultaneamente dizendo-se (lhes) antissistema (sendo pouco mais de 12 anos mais novo que Poroshenko), tendo o oponente ao atual presidente o conhecido Comediante ZELENSKY: o mesmo que no seu programa de TV (ucraniana) Servo do Povo − e como seu principal personagem se colocou na posição de Presidente (personificando o seu atual adversário) interpretando-o/introduzindo-o à sua Comédia.

 

800px-Official_portrait_of_Petro_Poroshenko.jpg

5

Poroshenko

16% na 1ª volta das Presidenciais de 2019 na Ucrânia

(2º na 1ª volta e candidato/ainda Presidente na 2ª)

 

E no meio deste conflito (global e não regional por incluir duas grandes potencias como a Rússia e os EUA) que envolveu a Ucrânia, levando-a do atraso e da pobreza (então reinante) a um reerguer bem prometedor e de relativo sucesso (veja-se a organização em conjunto com a Polónia do EURO 2012/prova em que Portugal foi eliminado nas meias-finais pela Espanha/que se sagraria Campeã nos penaltis) mas inexplicavelmente (para a generalidade do seu Povo) e no fim deste percurso à Guerra Civil e à destruição quase total do lar de mais de 45 milhões de habitantes – com o futuro da Ucrânia a não se perspetivar melhor do que o é no presente, ou não fosse o Povo (algum dele pois ainda existe o leste) ter de escolher entre um tipo de aspeto sério, milionário e já com um grande historial (e experiência) de fácil convivência com a corrupção (oriunda sob a forma de ajuda e como forma de financiamento sobretudo do Ocidente) e um outro (que poderia ser a cópia-anti cópia-complemento-réplica do anterior) de aspeto mais jovem e divertido, com o sangue de Comediante no corpo e declarando-se antissistema, mas no fundo apresentando um discurso (ideias) vago − “Se não tem promessa, não tem deceção” (Zelensky) – e com o ”Rabo-de-Fora”.

 

“Com Zelensky

(o candidato a Presidente da Ucrânia em 2019 e o Protegido/presa)

a afirmar não ser uma marioneta de Kolomoisky

(o milionário e oligarca ligado a negócios ilícitos e além do mais o Protetor/predador)

 

Ou não fosse o Comediante e muito simplesmente a face da mesma moeda (do poder oficial/ucraniano), assumindo-se como anticorrupção, mas sofrendo igualmente de um (o seu) pequeno problema: tendo por trás de si outro indivíduo como Poroshenko (outro oligarca/milionário), que por acaso lhe abriu as portas da TV (e da sua grande popularidade) reforçando-lhe o seu apoio nas vésperas deste ultimo ato eleitoral − chamado Igor Kolomoisky no presente exilado e perseguido pela Justiça (outro que tal) talvez por corrupção (e outros negócios ilícitos).

 

(legendas e imagens: a partir de commons.com.ua [1] e wikipedia.org [2/3/4/5])

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:43

18
Nov 18

[Resultados]

 

Nas Eleições Gerais de 2018 realizadas no BRASIL – para a escolha do PRESIDENTE, para a escolha dos Membros do CONGRESSO (513 deputados e 54 Senadores) e para a escolha de GOVERNADORES (13) – mais de 147 milhões de eleitores dos mais de 208 milhões de brasileiros decidiram nas urnas o futuro do seu grande país: o 5º maior país do Mundo em Extensão, o 6º maior do Mundo em População e o 8º maior do Mundo no PIB.

 

Eleição para Presidente

(novo Presidente)

 

262340_768749653259814_7328830310507165652_n.jpg

Jair Bolsonaro

O Messias Salvador do Brasil

(presente nestas eleições)

 

Candidato

Partido

Votos

%

Jair Bolsonaro

PSL

57.797.847

55

Fernando Haddad

PT

47.040.906

45

 

Com o Brasil extremamente dividido entre ESQUERDA (para a Direita ligada à Corrupção) e DIREITA (para a Esquerda ligada ao Fascismo) e com os políticos seus representantes e tal como SALOMÃO dividindo a CRIANÇA AO MEIO (o BRASIL) – pouco se preocupando com a mesma continuar Viva ou Morta – sendo natural que um EXTREMISTA (em princípio o pior de todos) chamando a si as derradeiras Esperanças de um Povo ganhe as eleições.

 

Eleição para o Congresso

513

(nova composição)

 

Partido

Lugares

PT

56

PSL

52

PP

37

MDB

34

PSD

34

PR

33

PSB

32

PRB

30

PSDB

29

DEM

29

PDT

28

(Restantes 19 com 13 lugares ou menos)

(119)

 

Como já se poderia constatar com o resultado das Presidenciais (1ª/2ª volta) – com o Brasil praticamente dividido ao meio, com pouco mais de 50% de votos a ir para Jair Bolsonaro (o candidato do PSL) e pouco menos de 45% a ir para Frenando Haddad (o candidato do PT) isto apesar dos ainda 10 milhões de diferença entre ambos os candidatos – surgindo duas Assembleias Parlamentares (Congresso e Senado) bastante fragmentadas e onde o entendimento (político) senão for impossível pelo menos será dificílimo.

 

Eleição para o Senado

81

(nova composição)

 

img-336652-dilma-rousseff-e-luiz-inacio-lula-da-si

Lula da Silva e Dilma Rousseff

Inimigos Públicos do Brasil

(ausentes nestas eleições)

 

Partido

Lugares

MDB

12

PSDB

9

PSD

7

PT

6

DEM

6

PP

5

REDE

5

PODE

5

PSL

4

PDT

4

PTB

3

(Restantes 19 com 2 lugares ou menos)

(15)

 

E se JB ganhou nas Presidenciais (55%), o PT ganhou no Congresso (56 em 513) e o MDB ganhou no Senado (12 em 81) – para além dos Governadores do PT serem os mais numerosos (4 em 27) – tendo-se de concluir serem estas margens ridículas (para os ditos vencedores) para delas se conseguir algo (exceto no caso do Presidente senão descarrilar antes). Surgindo logo a perspetiva de que a Corrupção agora aliada à Força Bruta será a Renovada Opção, continuando o Brasil à deriva e sujeito a toda a exploração (especialmente e como sempre osmais desprotegidos).

 

20181116230737119999u.png.jpg

Senado e Câmara de Deputados

Base de Apoio a Bolsonaro

(consistente e condicionada)

 

Eleição para Governador

26+1

(situação atual)

 

Partido

Governadores

PT

4

MDB

3

PSB

3

PSDB

3

PSL

3

PSC

2

DEM

2

PSD

2

(Restantes 22 com 1 cargo ou menos)

(5)

 

Ultrapassadas as Eleições Gerais Brasileiras de 7 de Outubro de 2018 (e de 28 de Outubro dia da 2ª volta das Presidenciais) e com o Presidente Jair Bolsonaro prosseguindo ainda na escolha do seu elenco Governamental – entre eles tendo já optado por dois ministros ex-Generais, um ministro fã de Trump, um ministro líder da bancada do BOI, um ministro ex-Juiz do Lava-Jato e até um ministro ex-astronauta – pelas suas Ideias e Ações como pelo seu deliberado extremismo, prevendo-se a concretização do pior cenário como parece já estar a suceder neste caso na Educação (como o refere a publicação tradicionalista francesa Le Monde):

 

“Cruzada da extrema-direita brasileira contra o sistema educacional estimulada por Jair Bolsonaro. O objetivo do militar será atenuar as críticas à ditadura … A extrema-direita brasileira convencida de que a escola é assombrada pelo comunismo e pela apologia de comportamentos desenfreados, está apoiando um projeto de lei que visa obrigar os professores à neutralidade e ao respeito às convicções do aluno, de seus pais ou responsáveis … E Bolsonaro ainda quer que os alunos possam filmar seus professores para denunciá-los. Pretende retirar toda a legitimidade dos professores e das escolas em contradizer as famílias no tema da educação moral, sexual e religiosa.” (revistaforum.com-br)

 

(fonte: wikipedia.org e imagens: linhares.info – uol.com.br – correiobraziliense.com.br)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:12

06
Nov 18

6 Novembro 2018:

Senado (35 de 100), Representantes (435 de 435),

Governadores (36 de 50).

 

dims.jpg

2018

US MIDTERM ELECTIONS

Apesar de mais uma Tentativa dos Russos

De Manipularem as Eleições Norte-Americanas

 

Esta terça-feira dia 6 de Novembro de 2018 coincidindo com o cumprimento de metade do mandato do Republicano DONALD TRUMP como 45º Presidente dos EUA (tendo ganho as Eleições Presidenciais a 8 de Novembro de 2018) – e coincidindo igualmente com a 2ª grande derrota da Democrata Hillary Clinton (a 1ª em 2008 na corrida a candidato presidencial pelos DEM derrotada frente a Barack Obama – curiosamente com Hillary a ganhar no Voto Popular mas com Obama a ter a Maioria de Delegados) – realizam-se as ELEIÇÕES INTERMÉDIAS de 2018 para o SENADO, para a CÂMARA dos REPRESENTANTES e para o cargo de GOVERNADOR. Mantendo-se o Presidente (cumprindo o seu mandato pelo menos mais dois anos/e podendo candidatar-se ainda a um 2º mandato).

 

SENADO

 

S

(composição atual)

Partido

S

(atribuídos)

S

(em disputa)

S

(total)

S

(em jogo)

51

Republicano

42

S1

42+S1

9

49

Democrata

23

S2

23+S2

26

100

(Totais)

65

35

100

35

(S: Senadores)

 

Para o SENADO estando em disputa 35 dos seus 100 lugares (maioria do Senado aos 51), para já com os REPUBLICANOS em vantagem (sobre os DEMOCRATAS) com 42 senadores REP contra 23 senadores DEM; para a CÂMARA dos REPRESENTANTES estando em disputa todos os seus 435 lugares (maioria da Câmara aos 218); e para o cargo de GOVERNADOR de momento com REPUBLICANOS e DEMOCRATAS empatados (7 Governadores REP e 7 Governadores DEM) estando em disputa outros 36 cargos (sendo 50 os Estados). Com os primeiros resultados a começarem a aparecer por volta das 07:00 p.m. ET (costa Atlântica) e com os últimos a surgirem pelas 11:00 p.m. ET (costa do Pacífico) o Alasca às 01:00 a.m. ET. Ou seja durante a madrugada de 7 (quarta-feira).

 

REPRESENTANTES

 

R

(composição atual)

Partido

R

(atribuídos)

R

(em disputa)

R

(total)

R

(em jogo)

241

Republicano

0

R1

R1

241

194

Democrata

0

R2

R2

194

435

(Totais)

0

435

435

435

(R: Representantes)

 

E de acordo com as últimas sondagens realizadas nos EUA (mantendo-se estas e acreditando-se nessas mesmas previsões) com os REPUBLICANOS a manterem a Maioria no SENADO (mantendo-se a sua composição mais ou menos na mesma), com os DEMOCRATAS a reconquistarem a CÂMARA dos REPRESENTANTES (mas não com uma grande diferença) e com os REPUBLICANOS (mais uma vez) a manterem a maioria de Governadores (mas agora com uma vantagem mais pequena). Mas como na América nunca ninguém sabe bem o que dali sairá – ou não fossem extremistas de DEPLORÁVEIS a EXCECIONAIS – restando-nos apenas esperar (norte-americanos e o Mundo) e descobrir qual o Vencedor: no fundo os TRUMP ou os CLINTON e certamente Mais Ninguém (e nada para o ZÉ NINGUÉM já quase nos 8 biliões).

 

GOVERNADORES

 

G

(composição atual)

Partido

G

(atribuídos)

G

(em disputa)

G

(total)

G

(em jogo)

33

Republicano

7

G1

7+G1

26

17

Democrata

7

G2

7+G2

10

50

(Totais)

14

36

50

36

(G: Governadores)

 

(imagem: engadget.com/Getty Images)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:43

05
Nov 18

If You’re Sure You Know What’s Going to Happen on Tuesday,

You’re Wrong.

The rise of Trumpism has changed the shape of the electorate.

We are working our way toward a new political dispensation.

(Christopher Buskirk/nytimes.com/04.11.2018)

 

merlin_145897416_ee34a75f-ae4f-449f-98fd-428689fa4

Supporters of President Trump cheer as he arrives on stage

(during a MAGA campaign rally in Charlotte, N.C. last week)

 

A menos de 24 horas da realização das Eleições Intermédias Norte-Americanas de 2018 (a meio do mandato de Donald Trump como 45º Presidente dos EUA) – US MIDTERM ELECTIONS elegendo parte do Senado (35 dos 100 senadores), a totalidade da Câmara dos Representantes (435 em 435 deputados) e os Governadores de cada estado (50 em 50) – as últimas sondagens realizadas mantêm as tendências até aqui observadas: vitória no SENADO para os REPUBLICANOS, vitória na CÂMARA dos REPRESENTANTES dos DEMOCRATAS e maioria de GOVERNADORES sendo REPUBLICANOS.

 

8561538trump_2718891a.jpg

2018 US Midterm Elections

(episódio da 2ª Temporada da série CLINTON VS. TRUMP)

 

No entanto e face ao que se passou no último ato eleitoral de 6 de Novembro de 2016, entre outras consequências tendo como resultado surpreendente a eleição de DONALD TRUMP e a inacreditável derrota de HILLARY CLINTON – com DT apesar do menor número de votos expressos a conseguir a maioria no Colégio Eleitoral sobre HC – com todas estas sondagens a poderem mostrar-se inconclusivas e a poderem originar resultados contrários (aos sugeridos nas consultas): dada a divisão dos EUA ao meio e a grande aproximação – entre REP e DEM – nas sondagens.

 

Eleições

REP

DEM

P/Atribuir

Total

Maioria

Senado

50

(52)

43

(48)

7

(0)

100

51

Representantes

 

195

(-)

202

(-)

38

(-)

435

218

Governadores

20

(26)

18

(24)

12

(0)

50

26

Eleições Intermédias – Sondagens

(e Previsões de resultados)

 

Pelo que fazendo FÉ nas últimas sondagens oriundas dos EUA (aqui consultando realclearpolitics.com) tudo se podendo manter na mesma – Presidência, Senado, Representantes e Governadores com maioria REP (controlando tudo mas com uma margem menor) – ou então modificar-se mas apenas um pouquinho – com os DEM a conquistarem a Câmara dos Representantes (obtendo a maioria) e a poderem fazer a vida ainda mais negra ao Presidente Donald Trump (e aos REP). Na madrugada de 6 para 7 (de Novembro) – e como um Episódio na sua 2ª Temporada – se verá se ganha TRUMP ou os CLINTON (e os norte-americanos e o mundo que se lixem).

 

(imagem/legenda: Doug Mills/The New York Times e madan.org.il)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:04

01
Nov 18

[Sondagens a 1 de Novembro de 2018/Quinta-feira.]

 

Eleições

Intermédias

Senadores

(100)

Representantes

(435)

Governadores

(50)

Republicanos

50

198

26

Democratas

44

204

24

(Indecisos)

(6)

(33)

(0)

(Maiorias: Senadores/51 – Representantes/218 – Governadores/26)

 

Com as Eleições Intermédias Norte-Americanas marcadas para o dia 6 de Novembro de 2018 (próxima terça-feira) e para além de se saber antecipadamente da manutenção de DONALD TRUMP (neste 1º mandato) como PRESIDENTE dos EUA (um REPUBLICANO)

 

– Após essa data de escolha Eleitoral –

 

Nas Eleições para o SENADO, nas Eleições para a Câmara dos REPRESENTANTES e na Eleição dos GOVERNADORES, tudo parece ainda (até ao último minuto) verdadeiramente estar em jogo:

 

Antes de 6 de Novembro com os REPUBLICANOS em maioria nas três Eleições

 

– Senadores, Representantes e Governadores –

 

us-capitol-building-400x565.jpg

The Democrats Might Lose the US Midterm Elections

(Uwe Bott/01.11.2018/theglobalist.com)

 

E após a mesma data com as últimas sondagens a apontarem para a manutenção da Maioria REPUBLICANA no SENADO e GOVERNADORES

(mesmo que mais reduzida)

E invertendo a situação, com os DEMOCRATAS a atingirem-na

(a sua Maioria)

Mas nos REPRESENTANTES

(expressando-se numa ligeira diferença entre os DEM em maioria e os REP).

 

Halloween_se.jpg

When Donald Trump goes low, the Democrats go lower

(Freddy Gray/27.10.2018/spectator.co.uk)

 

E em função destas Eleições Tripartidas (SENADO/REPRESENTANTES/GOVERNADORES) dependendo o cenário político norte-americano (já feio) durante os próximos dois anos (até às próximas Presidenciais e podendo ficar muito pior):

 

No cenário mais provável com os Republicanos a obterem a maioria no Senado e (no nº de) Governadores

 

E com os Democratas a revirarem a Câmara (de Representantes) ficando a deter a maioria

 

– E nesse caso certamente com a Guerra a continuar, a situação a agravar e o Mundo a abanar.

(numa espetáculo circense travado entre dois Mortos-Vivos – HILLARY/TRUMP)

 

(dados/sondagens: realclearpolitics.com – imagens/legendas: as indicadas

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:57

Dezembro 2019
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
10

16
17
18
19
20
21

22
23
24
25
26
27
28

29
30
31


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

mais sobre mim
pesquisar
 
blogs SAPO