Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

16
Out 19

A economia mundial está a abrandar de forma sincronizada e vai crescer apenas 3% este ano, o ritmo de crescimento mais baixo desde a crise financeira de há uma década.

(eco.sapo.pt)

 

Uma Crise, tal como a de há uma década?

 

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Everything Good?

"Nowhere to run to, baby ... Nowhere to hide."

(llustração Martha and the Vandellas/hedgeye.com)

 

Com todo o Cenário Económico-Financeiro a apontar − cada vez mais suportado por uma contínua descida da Taxa de Crescimento anual do PIB e por todos os sinais (ainda por cima num mesmo espaço/tempo sendo contraditórios) vindos dos Estados Unidos América (os donos da moeda de referência − o DÓLAR − e de longe, a Maior Potência Militar Terrestre − com os seus mísseis apontados e cercando, por vezes mesmo junto às suas fronteiras, o território dos seus principais adversários, a CHINA e a RÚSSIA) − para um Novo Período de Recessão Internacional (Global), sendo interessante de verificar como o FMI interpreta (à sua maneira, de duas maneiras, conforme o destinatário) todo este Quadro emergente (certamente por alguém ou algo, agora montado), apresentando-o (ao público em geral) numa versão (virtual) SOFT, em vez de nos presentear com uma Realidade significativamente mais HARD: de uma forma mais suave afirmando que a “Economia mundial vai crescer ao ritmo mais fraco desde a crise financeira da última década (alerta o FMI) (eco.sapo.pt) − a portuguesa incluída em vez de (como o deveria fazer, para nos proteger) de uma forma mais dura nos preparar para um novo Ciclo Económico Negativo, no caso de Portugal, possivelmente em tudo idêntico (com este Governo para 2019/23, podendo os efeitos serem mais suavizados ou não, dependendo da evolução da crise internacional) ao tempo (de maior miséria) passado por todos nós durante o período de Governo de Passos Coelho (2011/2015).

 

Uma taxa de crescimento, descendo 50%!

 

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Economia Mundial

Taxa de Crescimento Anual (em %) − PIB 2009/19

(dados FMI/eco.sapo.pt)

 

Tudo estando dependente do que se passará nos EUA até às Eleições Presidenciais Norte-Americanas a realizar-se daqui a pouco mais de um ano (em 3 de novembro de 2020) – e a partir daí continuando o Mundo sob a batuta do Republicano TRUMP ou (única alternativa fornecida pela outra face da mesma moeda, o Dólar, dominando um Estado Bipolar) de um outro qualquer Democrata (tal a confusão aí instalada), o “Diabo (que não Putin) que escolha – apesar do período de incessante trabalho já imposto às impressoras (“Made In The USA”) espalhando pela Economia (não só norte-americana, como Mundial) Biliões e Biliões de Dólares, podendo a Nova Crise rebentar a médio (depois das Presidenciais dos EUA) ou mesmo a muito curto-prazo (antes das mesmas): talvez dependendo do IMPEACHEMENT, talvez do agravar da Crise Económica, talvez de uma nova Guerra Regional ou Mundial … ou muito simplesmente tratando-se dos primeiros sinais (mais visíveis) de claustrofobia e implosão do grande Império Norte-Americano, posto face à crescente asfixia provocada pelo erguer dos marcos (de referência) do Novo Bloco Político a Oriente (China e Rússia) – tendo matematicamente fortes probabilidades de se impor a médio-prazo como o Novo Império do Oriente, traduzindo o IMPÉRIO CHINÊS. Talvez ainda com a EUROPA a ver (e como tal Portugal) e sem saber bem o que fazer.

 

No primeiro grande evento de Kristalina Georgieva como diretora-geral,

o FMI deixou um dos alertas mais sérios da última década aos líderes mundiais:

não há margem de erro e os países têm de tomar medidas urgentemente

para estimular o crescimento.

(eco.sapo.pt)

 

Não confiando no mercado económico-financeiro (atual) (1º) mau sinal − com os Investidores aguardando (cheios de dinheiro) por um maior crescimento … e, entretanto (2º) péssimo sinal evoluindo do (1º) − não investindo?

 

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EUA vs. CHINA − Guerra Económica entre Blocos

Encaminhando-se para uma trégua na guerra das tarifas

(imagem: pymnts.com)

 

E entre alguns dos dados fornecidos pelo FMI, olhando apenas para o gráfico (da taxa de crescimento mundial e anual do PIB) e para a tabela de projeções (mundiais para 2020) − inseridas no artigo de Nuno André Martins (15.10.2019/eco.sapo.pt) – constatando-se e relevando-se entre eles o contínuo decrescer da taxa (mundial) de crescimento do PIB (de 5,4%/em 2010 para 3,6%/em 2018 e ainda/no decurso de 2019, continuando em descida, prevista no final do ano ser de 3%) − numa descida nas previsões para 2019, tendo que ser modificada “ainda mais para baixo” pela 5ª vez este ano – para além do agravamento mais acentuado das previsões Económicas (de crescimento) para o futuro próximo e global (relativamente à média geral para o resto do ano de 2019 e ano de 2020) − com a taxa de crescimento variando (2018/2020) de 3,6%/3,0%/3,4% – nos EUA fixando-se pelos 2,9%/2,4%/2,1% e na Europa (ainda mais baixa) pelos 1,9%/1,2%/1,4%. Se comparadas com as taxas de crescimento da Índia ou da China (e de outras nações asiáticas) nada tendo mesmo a ver (andando pelos 7%/6% respetivamente). E nem se falando aqui, das guerras e sansões (como Arma) declaradas − numa Guerra Económica em curso (total e entre dois Blocos) e sem fim claro à vista (enquanto Trump o quiser) … e “com a Europa à espera para ver”.

 

Aguardando-se para já o resultado

do “TRUMP vs. XI, MANO a MANO”

(washingtonexaminer.com)

 

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“Which of the two sovereigns is imbued with the Moral law?

Which of the two generals has most ability?” – The Art of War

(imagem/legenda: Tyler Grant/10.10.2019/washingtonexaminer.com)

 

“A year out from the U.S. presidential elections, escalation isn’t clearly preferable for either party. But as U.S. elections near, the Chinese bargaining position grows stronger — with a short-term position across the table from a desperate Trump or a long position against a new president saddled with a weak U.S. economy, negotiating against and apologizing for the trade war of his or her predecessor.” (Trump vs. Xi, mano a mano/Tyler Grant/October 10, 2019/washingtonexaminer.com)

 

E se quisermos associar o Ciclo do SOL (com cerca de 10/11 anos) com o Ciclo do PIB − ou não estivesse tudo correlacionado − se nesta última década a atividade do SOL se encontra num MÍNIMO − encaminhando-se de seguida para um novo MÁXIMO − ainda no mesmo período de tempo e quando a evolução do PIB se aproxima do seu respetivo MÍNIMO, encaminhando-se de seguida e como esperado (sabendo-se ler os “sinais”) o PIB e a CRISE, para um MÁXIMO. Sendo mais fácil de acreditar nesta teoria (associando e utilizando a experiência, SOL e PIB) do que na outra afirmando, estar maioritariamente nas mãos do Homem (sinal de um Mundo Homocêntrico de ilusões de grandeza do Homem, sentindo-se/desejando-se igualmente personificar o “Criador”) a preservação (tal e qual como ele é Hoje e como se tal fosse possível, num conjunto baseado na Energia e na Dinâmico) do nosso PLANETA.

 

[Em caso de desespero e não se sabendo o que fazer, devendo-se recorrer aos leigos bem-vividos e com EXPERIÊNCIA: como o será o caso dos nunca reconhecidos EMIGRANTES, em tempo de férias já antigos (e tal e qual os PIONEIROS) recorrendo ao OURIVES nas suas aplicações financeiras – investindo tal como as Grandes Potências (“a necessidade aguça o engenho” − e até a engenhoca, denominada “Geringonça”) em METAIS PRECIOSOS.]

 

Mind Matters!

 

(imagens: as indicadas)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:20

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