Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

04
Mar 15

Como grandes empresários que são os norte-americanos rapidamente se aperceberam que o segredo estava na posse do dinheiro: tudo o resto vinha depois, até o poder absoluto exclusivo dos Reis.

 

10-Reasons-Why-The-Reign-Of-The-Dollar-As-The-Worl

Deter o exclusivo da única Moeda de referência global
(o Dólar)

 

Os Estados Unidos da América são hoje em dia a maior e única potência global:

 

• Com um crescimento que quase poderíamos considerar exponencial face a todas as outras economias mundiais (mesmo aquela que já é considerada a maior potência em termos económicos relativos e absolutos, a China);
• Acompanhado pelo trabalho invisível mas eficaz de todas as suas Corporações privadas (todas penduradas no poder da máquina do estado, através do estabelecimento de ligações profundas, estratégicas e preferenciais com as estruturas de poder estilo cogumelos – pelo que é natural que alguns deles sejam tóxicos – multiplicando-se no seu interior e em seu redor);
• E pela sua poderosa máquina militar (que toda somada ultrapassa a força militar de todos os estados existentes no restante planeta).

 

Quem é que por mais poderoso e influente que seja (nos EUA ou no seu exterior) alguma vez poderá colocar em dúvida esta evidência?

 

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Dominar o próprio Banco associado à produção dessa moeda de referência
(a Reserva Federal dos Estados Unidos da América)

 

A única dúvida que ainda poderemos tentar compreender (ou no mínimo interiorizar para seguidamente a aceitar e absorver como definitiva, mas com níveis distintos de indiferença – já que o sistema necessita para sobreviver duma estrutura hierárquica de comando, remunerada conforme o seu nível financeiro e estatuto político):

 

• É como é que um estado limitado tal como todos os outros pelas suas fronteiras geográficas, demográficas e de matéria-prima (mesmo sendo um estado rico em produtos essenciais como o petróleo – veja-se a actual convulsão nos mercados mundiais por acção directa e deliberada dos EUA, por coincidência um dos seus maiores produtores e em guerra não declarada com duas das maiores potências emergentes, a Rússia e a China), consegue invariavelmente e sem alternativa que se veja (por esse motivo todos se quererem juntar a eles e desse modo ainda poderem repartir alguns restos ou qualquer coisinha que o valha – o que tem sido feito exemplarmente pela velhinha e não menos senil Europa), ter dinheiro para pagar todas estas despesas, todas as comissões a elas associadas e até premiar em certos contextos de guerra (todos eles o são pois esta guerra há muito que já é global) os seus maiores inimigos (por dinheiro rapidamente mudam de lado e dinheiro é o que não falta aos EUA);
• E por mais que estados como a Rússia e a China se esforcem por inverter todo este processo unidireccional e aparentemente imparável de controlo total dos mercados, não será tentando projectar uma nova imagem num mundo já esmagadoramente dominado e controlado por outro (como o tenta fazer a Rússia) ou invadindo o mercado com pequenas miniaturas pretensamente equivalentes (seja a loja inicial e extremamente agressiva dos trezentos ou as grandes multinacionais chinesas) que estes estados irão lá (à medalha de ouro);
• Mas o que é certo é que este pequeno estado tem vindo a dominar o mundo nestas últimas décadas (com o seu grande salto económico já associado à indústria de guerra e à II Guerra Mundial), entrando em completa roda livre (eu quero, eu posso, eu mando) a partir da queda do muro de Berlim e do fim da União Soviética (o inimigo principal já estava final e aparentemente morto – ultimamente e contrariamente ao desejado pelos EUA parece querer ressuscitar, daí o perigo eminente de guerra na Europa) e atingindo o estado final de impunidade com o Evento do 11 de Setembro e o início da destruição de todas as sociedades organizadas em torno desse bem ainda fundamental e precioso, que é o petróleo: com a utilização de extremos aparentemente incompatíveis mas todos confluindo na implementação da nova teoria norte-americana para os países árabes. A Teoria do Caos (contando com a colaboração das Primaveras árabes e de todos os grupos terroristas organizados).

 

Não sendo isto nenhum ataque à política dos EUA mas apenas uma constatação da realidade em que vivemos neste pobre, perdido e insignificante planeta: a culpa não é de quem tem a capacidade de nos convencer seja do que for (neste caso os EUA), mas de todos aqueles que sabendo os verdadeiros objectivos do outro, por covardia, interesse e falsa responsabilidade, nada fazem e como tal em tudo consentem (como a Europa).

 

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Dominar o Mundo onde circulará essa moeda única e real
(tendo a Rússia e a China como adversários, por conjuntamente já terem interiorizado o poder da impressão)

 

A resposta a isto tudo é no entanto de tal forma explícita e evidente:

 

• Que qualquer leigo vivendo neste mundo e não percebendo nada de economia, pela sua actividade e experiência pessoal realizada e adquirida durante todo o seu percurso de vida e dos seus semelhantes, facilmente chegaria à resposta dos 7 biliões de indivíduos vivendo neste planeta: apesar de tudo ainda fascinante mas cada vez menos recuperável (por não sustentável face à sobre exploração de todos os recursos do planeta, levados aos limites do imaginário de um qualquer psicopata); se alguma vez lhes perguntassem – o que infelizmente mas de uma forma inteligente quem manda não sendo parvo e não querendo cometer suicídio, mesmo que assistido, não faz; o que no entanto não nos impede de responder ou por receio pelo menos sugerir, mesmo que ninguém nos ligue ou pelo contrário nos dê qualquer tipo de importância, mandando-nos imediatamente e com a utilização de qualquer tipo de instrumento mesmo que subliminar mas convincente, calar;
• Lembram-se dos filmes norte-americanos em que os bandidos, criminosos e restantes quadrilhas melhor ou pior posicionadas no Sistema legal ou ilegal (o que era indiferente por equivalente) se orientavam reproduzindo riqueza para os próprios (e associados)? Apenas recorrendo a máquinas de falsificação de dinheiro e invadindo o mercado com moeda não correspondendo a nada produzido ou palpável (pelo menos para o povo e para a economia) que não fosse o poder que a moeda lhes oferecia gratuitamente? Foi aí que residiu o Segredo da conquista da Terra por uns alienígenas oriundos de um único continente, que sustentando-se no movimento impressionante das suas rotativas de impressão de dólares (na realidade e por não corresponderem a nada, falsos), o distribuíram como se fossem eles os representantes de Deus (ou Polícias para o caso de não sermos religiosos) e como que perdoando-nos dos nossos pecados, oferecendo-nos em troca boas esmolas;
• O único problema é que chegará o dia em que banalizado o dólar, os EUA não terão mais rotativas que cheguem. Isto se entretanto as rotativas russas e chinesas trabalhando em conjunto e tal como já anteriormente assumido (e previsto para o fim deste ano de 2015, desde que a China chegou ao pódio económico, pretendendo lançar-se agora para a conquista do mercado financeiro) não tiverem criado a sua moeda, ajudando a destruir o dólar (basta lançar livremente como seus maiores detentores directos e indirectos, o que possuem no sistema), a sua economia e o seu poder hegemónico.

 

Mas como todos nós sabemos serão sempre os loucos e poderosos a terem a última palavra: sejam eles norte-americanos, russos, chineses ou outro tipo qualquer de extraterrestres (só pode!), em qualquer altura qualquer um deles poderá carregar no botão (significativo) e aí será mesmo BOOM! Segundo alguns aí abandonaremos o Inferno (da Terra) e atingiremos o Paraíso (no Céu).

 

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Portugal – Um país dirigido por indivíduos com indícios evidentes de lobotomia
(pois só falam em números não acertando uma conta)

 

E já agora, talvez com alguma utilidade, algo mais relacionado com este assunto tão importante, oriundo de um ex-professor de Matemática há muito requalificado:

 

• Uma coisa que pude constatar como professor que fui no ensino secundário a ministrar a disciplina de Matemática, foi que os piores alunos que passaram por mim nessa disciplina e que mesmo assim insistiram em seguir estudos superiores em áreas em que a mesma era fundamental (o desastre estendia-se à física por causa das suas fórmulas e ao desenho por causa da inimaginável geometria do plano e do espaço) achavam sempre que tinham duas opções;
• Ou seguiram Matemática (inacreditável não é? mas com alguns a chegarem a professores apenas por persistência, acabando um curso de quatro anos por exemplo e com muita sorte em oito); ou então optavam por Contabilidade e Economia (por curiosidade os melhores iam para Medicina e os médios para Engenharia);
• Assim não é difícil de compreender a razão para o real e actual estado miserável da esmagadora maioria do Mundo e das suas Sociedades, com tipos de olho (de Olhão!) como estes a controlarem a Economia.

 

Talvez que num amanhã ainda não datado mas já por muitos pressentido, depois do Apocalipse venha um novo salto na História e mais uma vez a Humanidade se regenere. Como assim e como o dizem os ricos (quando falam para os pobres) a esperança é a última coisa a morrer – mesmo que hoje já não passemos de uma espécie de mortos vivos (ou zombies).

 

Banks-Banking-Economy-Economics-Crisis-Monetary-Sy

A única tarefa que os norte-americanos tiveram que cumprir para assumirem o controlo do mundo, resumiu-se a convencer-nos eficazmente de que se lhes entregássemos todos os nossos bens, em troca eles os guardariam como se seus fossem
(oferecendo como contrapartida fantástica livre acesso à impressora)

 

Continuo a não perceber porque raio de motivo é que todos os Iluminados que nos perseguem todos os dias tentando impor-nos as suas ideias (aceites de uma forma no mínimo subserviente por emitidas pelos seus chefes em troca de moeda), ainda não compreenderam (como vêm, o privilégio de uma minoria de chefes) que depois de se canibalizar a economia do próprio país (construindo poucas e grandes Corporações privadas) e de se canibalizar a economia de todos os outros países (invadindo, colonizando ou destruindo a concorrência exterior), o passo seguinte e inevitável será o de canibalizar os próprios Estados de preferência obliterando-os e fazendo-os desaparecer (até na História, refazendo-a). O nosso problema (e dos tais 7 biliões) é que há muito que já foi iniciado o processo que tem levado à nossa crescente, progressiva e pelos vistos alegremente assumida não existência.

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:37

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