Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

04
Fev 17

“We know from population studies that eating breakfast is related to lower weight and healthier diet, along with lower risk of cardiovascular disease.”

Marie-Pierre St-Onge – Centro Médico Universitário da Universidade de Columbia em NI

(The Huffington Post)

 

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Em mais uma extraordinária comunicação levada a cabo pelos médicos norte-americanos (o único país do mundo onde os seus estudiosos ainda parecem acreditar que a verdade está logo ali à frente), estes relevam a importância de todos nós (se o pudermos e nos derem tempo) tomarmos todos os dias o nosso pequeno-almoço.

 

Invocando que a dispensa dessa mesma refeição (a primeira de cada dia) pode a prazo vir a provocar (a curto, médio ou longo prazo, dependendo da privação dessa refeição, considerada fundamental) o aparecimento de doenças cardíacas. No fundo reconhecendo o que todos os leigos já sabiam (há muito tempo, desde que comem e aproveitando a experiência e o conhecimento dos seus antepassados), agora e mais uma vez confirmada pela cada vez maior comunidade de eruditos.

 

E se “deitar cedo e cedo erguer dá saúde e faz crescer” é no contexto sanitário, de segurança e de prevenção uma afirmação no mínimo duvidosa (não sendo por acaso que as máximas, na pratica experimental e ignorando tudo á sua volta, sejam mínimas e ineficazes), já a sabedoria do povo e de quem sempre os acompanha no seu desenvolvimento e existência (os verdadeiros cientistas, aproveitando experiências, recolhendo dados, organizando-os com um principio e distribuindo-o igualitariamente por todos), é sempre a mais correta por ser sempre baseada num número (interminável) de anos de muita luta e de diversidades (incríveis) de experiências vividas.

 

Talvez sendo capaz de nos convencer (de vez) de que aquilo que todos diariamente comem (ou sonhamos um dia poder vir a comer), será muito certamente aquilo que um dia inevitavelmente serão – e que a distribuição de alimentos pelas 24 horas diárias será o melhor remédio para a prevenção de doenças. Como se todas as máquinas que conhecemos também não fizessem o mesmo: sabendo que para funcionar só mesmo tendo combustível para alimentar a combustão. E sendo o ideal melhor e sempre que se precisar.

 

Aconselhando-nos a comer (até para evitar desde logo o aparecimento de doenças cardiovasculares) mais calorias ao pequeno-almoço e menos ao jantar – e desse modo evitando “ataques cardíacos, tromboses ou outro tipo de doenças cardíacas ou associadas aos vasos sanguíneos” (de acordo com a Associação Americana do Coração). E entre vários aspetos negativos (para a nossa saúde e pelos vistos para 30% dos adultos norte-americanos) provocados pela ausência de uma primeira refeição diária antes de mais um dia de atividade (intelectual, manual, de desporto ou de outro tipo qualquer) destacando:

 

A ausência sistemática das três refeições diárias obrigatórias (pequeno-almoço, almoço e jantar – em vez de passar o dia a comer snacks e outras porcarias);

 

O risco que representa a ausência desta primeira refeição (diária) – aumentando as possibilidades de virmos a ter colesterol elevado, de sofrermos de hipertensão e até de nos tornarmos obesos (e mesmo diabéticos – que segundo muitos estudos poderão ser já muitos milhões).

 

E para finalizar aconselhando-nos a como fazer uma refeição saudável e de como proceder para não nos deixarmos levar (a comer em excesso e com muita porcaria misturada – por exemplo à noite, bem sentado no sofá e como que hipnotizado, estático em frente à TV):

 

Uma dieta saudável cheia de frutas, de vegetais, de cereais, de alimentos com pouca gordura, de carne de aves e de peixe – e naturalmente cortando (e se possível à faca) carnes vermelhas, sal e açúcar em excesso;

 

E para evitar rasteiras e outros percalços gastronómicos (pondo em causa todo o processo de recuperação alimentar) dando-nos o exemplo do que um dia já foi a Quinta Refeição (já num passado distante e numa Quinta Dimensão): a Ceia. Sugerindo como estratégia para derrotar o inimigo: em vez de nos colocarmos a comer durante toda a noite em frente a um televisor – nem vendo bem o que ingerimos e as calorias que introduzimos – “uma vez o jantar concluído fechando logo a cozinha”. Como se estivéssemos num hotel com horário para as refeições.

 

(dados e imagem: huffingtonpost.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:05

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