Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

07
Fev 15

PERIGO EMINENTE!

 

Um estudo do Pentágono realizado há sete anos atrás e que só agora vem a público, informa toda a comunidade planetária que o presidente russo Vladimir Putin poderá ser portador do síndrome de Asperger (um tipo de autismo).

 

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Um Ilyushin-78 abastece em pleno voo um Tupolev-95

 

Comandado por um indivíduo com uma disfunção autista que o leva a ter extremas dificuldades na interacção social e no estabelecimento de laços de comunicação (mas no seu caso particular de autismo, não condicionando os seus mecanismos de utilização da linguagem e métodos de aprendizagem), a Rússia continua militarmente muito activa.

 

Recorde-se que indivíduos com sintomas como os evidenciados pelo actual presidente da Rússia, apresentam comportamentos diferentes, excêntricos e esquisitos, o que no entanto não os impede de serem bem sucedidos (em todas as áreas) na sua vida profissional, mesmo naquelas que envolvam criatividade, conhecimento e decisão.

 

Sendo o Pentágono a sede do Departamento de Defesa dos EUA, era natural que os seus responsáveis na área da prevenção e da segurança tivessem dado particular atenção à rápida ascensão na hierarquia do aparelho político russo de Vladimir Putin, como aliás o comprova a sua actual posição como Presidente da poderosa Confederação Russa.

 

Ocupando desde 1999 os mais altos cargos na hierarquia do poder político que no presente domina toda a Rússia (como 1.ºMinistro e Presidente), este ex-agente do KGB e ex-chefe dos Serviços Secretos, tem tentado desde que atingiu o poder obter a concretização do seu maior objectivo (e pilar ideológico): restaurar o poder do seu país, transformando-o de novo numa grande potência mundial.

 

Como pode agora os EUA consentir no reaparecimento do seu mais antigo inimigo aparentemente desaparecido mas que pelos vistos apenas estava desactivado, correndo o risco de se confrontar com um novo adversário (apesar de tudo pelo que passou, muito próximo do seu nível), quando se tem vindo a deparar com o crescente poderio chinês, a oposição dos BRICS e a depressão degenerativa e letal da Europa (com início na Ucrânia e preâmbulo na ex-Jugoslávia).

 

O estudo científico agora colocado à disposição de toda a opinião pública mundial com a chancela de garantia e de credibilidade duma instituição mundialmente reconhecida como o Pentágono, teve como principais ferramentas para a execução de tão profunda e significativa análise, um monitor e um aparelho de vídeo: estudando as expressões faciais do líder russo através de um monitor que transmitia imagens gravadas num aparelho de vídeo (que por sua vez funcionava depois de ser ligado à rede eléctrica), os especialistas chegaram a uma inimaginável conclusão resumida numa única palavra: Asperger.

 

A autora do estudo que chegou a tão brilhante conclusão e que no fundo nos mostrou definitivamente (é pena ter sido sete anos depois) quem na realidade era o novo líder russo e o que na realidade se escondia atrás dele, foi a norte-americana Brenda Connors (Escola de Guerra Naval dos EUA): segundo o seu relatório Valdimiro Putin teria sofrido um distúrbio de infância que lhe teria provocado desequilíbrios físicos e sociais, o qual inevitavelmente o levaria (e especialmente em situações mais críticas) a querer controlar tudo e evidentemente a afectar e prejudicar as suas decisões (pelo que dizem, o que eles queriam era fazer-lhe um scanner ao cérebro – e ele não se terá oferecido como voluntário).

 

Provas? Apesar de tudo isto não ter passado até agora de simples especulações em torno de um caso que na altura não despertou o mínimo de interesse ou de curiosidade por parte das autoridades norte-americanas (que o manteve durante sete anos na gaveta), em antecipação e à condição as provas já aí estão.

 

E aí vão três das mais fortes provas especulativas (não sendo talvez por acaso que os actuais monitores de TV já desmultiplicam a imagem em muitos milhões de pontos de elevada resolução, não permitindo surpresas de interpretação, mesmo que de origem facial – e sempre acompanhados pelo respectivo controlo remoto): a responsabilidade pela morte dos tripulantes do submarino nuclear KURSK, a forma injustificável como persegue os interesses e a política internacional dos EUA (como é o caso recente da anexação provocatória da Crimeia) e até como é exemplo este último episódio envolvendo mais um dos grande especialista mundiais em tradução de expressões faciais (o ex-presidente George Bush), a afirmação proferida pelo mesmo de que quando se colocava olhos nos olhos diante de VP, via-lhe os olhos mas não lhe via a ALMA.

 

(imagem: NATO/Reuters/Expresso)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:45

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