Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

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Dez 16

Depois das Primeiras Vagas dos 100 e dos 300 Chineses

(escondidos e disfarçados nas suas lojas)

 

A Rússia prepara-se agora para invadir Portimão e os primeiros sinais já aí estão

(e logo num local sagrado e simbólico da bela e saborosa sardinha do Algarve)

 

Foi ao passar numa das principais vias de acesso localizada nas proximidades do Hospital de Portimão, que algo de inesperado me bateu na cabeça e de imediato abriu o meu cérebro a novas e delirantes perspetivas – que por acaso até estavam a ocorrer nesse preciso momento em Portimão. E assim foi.

 

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Residente observando o pilar mais a ocidente da ponte rodoviária

 

Na passada sexta-feira (dia 9) ao passar junto ao cais localizado bem próximo da ponte velha de Portimão, provavelmente um seu residente completamente absorvido e estático enquanto observava um dos pilares da ponte rodoviária, chamou-me inevitavelmente a atenção para algo de particular e de revelador impresso nesse mesmo pilar.

 

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Pilar mais a ocidente da ponte rodoviária de Portimão

 

O individuo desconhecido ali colocado (como que a meu pedido), completamente imobilizado sobre o seu pedestal (filosófico e existencial) e dirigindo enigmaticamente o seu olhar para o seu lado esquerdo, olhava perturbadoramente o pilar fixando os seus olhos em símbolos muito provavelmente mensagens – certamente alienantes.

 

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Inscrição no pilar da ponte rodoviária localizado mais a ocidente

 

Sendo mesmo muito fácil para um deficiente visual ou para um atrasado mental, ler naquelas simples pedras mais uma ameaça final (naturalmente vinda de Oriente das profundezas da Terra) e a mensagem original do início da invasão: que eles já aí estavam misturados entre nós atacando ideias e minando fundações.

 

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A sardinha algarvia podendo protagonizar o objetivo da invasão

 

Passando-se à fase seguinte da procura de respostas, como o do objetivo da missão destes invasores estrangeiros: tal como simples turista procurando diversão e comida ou então como bandido e ladrão apropriando-se dos símbolos dos outros. Neste caso com os invasores vindos do lado mais frio do continente, certamente querendo roubar a saborosa sardinha algarvia.

 

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Habitação onde se reúnem periodicamente os invasores

 

Segundo círculos de conspiradores e outros teóricos alternativos (cansados com a monotonia ultra repetitiva do seu quotidiano), já com reuniões secretas concretizadas numa determinada habitação (apesar de necessitar de reparações de aspeto agradável e bem ornamentada no topo) aí se discutindo os planos da invasão e a ocupação prioritária do museu (da sardinha).

 

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Menu cruel incluindo pirilau frito decorado com muito feijão

 

Graças à minha experiência e ao facto da minha marginalidade me dar a usufruir momentos da realidade que para os outros nunca passariam de ficção (e no entanto com os leigos como eu nunca me dando crédito nem moral nem científico), com algo ou alguém pondo à minha disponibilidade mesmo sem nada fazer (intromissão de um qualquer periférico) o Menu inicial desta diabólica aplicação (azul na imagem vermelha no objeto): propondo-nos sem intenções que não as meramente gastronómicas (suspeito pelo prazer misericordioso pela vítima) deleitar-nos com um menu percecionado como perfeito mas obviamente e pelas instruções subliminares transmitidas manipulado, adulterado e mal sentido: mesmo provocatório e cruel como o comprova a opção de “pirilau frito c/arroz de feijão”.

 

(imagens: Portimão/08.12.16-15:00/Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:40

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