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Biden aos Triliões

Sexta-feira, 12.03.21

Prestes a atingir a meia centena de dias no comando da CASA BRANCA (esta quinta-feira 11 de março), num briefing do Presidente JOE BIDEN realizada na passada terça-feira (9 de março) ─ tendo como pano de fundo a assinatura de uma lei (e indicação da respetiva fatura) proporcionando aos cidadãos norte-americanos um alívio socioeconómico provocado pela Pandemia COVID-19 ─ com o mesmo a anunciar a sua primeira e importante medida, um investimento de 1,9 triliões de dólares: num país com as suas impressoras e as suas rotativas conseguindo funcionar se necessário ininterruptamente (produzindo dólares), apesar da dívida brutal nacional já superior a 28 triliões. Prometendo explicações (deixando os jornalistas dependurados) para mais tarde.

 

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Entre outras medidas deste Plano de Salvação Biden, num pacote de 1,9 triliões de dólares oferecendo 1.400 dólares a cada norte-americano (será mesmo?), com o restante a ser alocado a outros sectores (associados). Mas no fim para onde penderá a balança, tendo de um lado os cidadãos e da outra os patrões?

 

Ao trocar em miúdos as primeiras informações dadas por JOE BIDEN, combinando-as com alguns dos comentários e cálculos recolhidos, salientando-se desde logo a discrepância entre o prometido e dado pelo Presidente ─ a cada um dos cidadãos norte-americanos ─ neste caso 2.000$, mas ficando-se pelos 1.400$ (diminuindo a quantia para os cidadãos e por outro lado, desviando biliões para outras prioridades da Administração democrata): sem direito a questões. Para já não falar do direito a aceder a este cheque de 1.400$ em princípio sendo considerado como “universal” (com mais de 300 milhões de candidatos), mas que em anexo adiciona (a esse “direito”, de facto condicionando-o) alterações hipócritas por provocatórias (sabendo o que estão a fazer, a “fazer-de-conta”), restringindo intensamente o seu pleno exercício: recebendo apenas o cheque (integralmente) quem ganhar 75.000$/ano ou menos, ganhando 80.000$/ano ou mais recebendo ZERO e sabendo nem todos estarem empregados, atribuindo-se um subsídio de 300$/semana ─ esquecendo-se no entanto (depois dos empregados e dos desempregados) daqueles que há muito (ou pouco) nem sequer se sabe se existem (não registados), bastando investigar pobres, negros e minorias (uma grande maioria). E 400 biliões para “os outros” (estado/governo/patrões).

 

Uma resolução aprovada inicialmente na Câmara dos Representantes (220 a favor e 211 contra), passando igualmente no Senado (50 a favor e 49 contra) e finalmente sendo assinado pelo Presidente. E a partir de agora (meados de março) faltando entrar em execução.

 

(imagem: Reuters/Tom Brenner)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:30