Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

13
Set 16

E lá se foi o planeta

 

Quando se aproximam as eleições presidenciais norte-americanas de 8 de Novembro de 2016 (com 4 candidatos prontos a assumirem o cargo – Clinton/Democratas, Trump/Republicanos, Johnson/Libertários e Stein/Verdes), é ainda uma grande incógnita quem será o vencedor e próximo Presidente dos EUA: CLINTON/DEM ou TRUMP/REP? (os outros dois foram desde logo descartados por não atingirem os 15% nas sondagens CNN ou FOX – e entre outros media privados).

 

CjY2aTdXEAE290u.jpg medium.jpg

Sandwich norte-americana

(tosta-mista)

 

No entanto com uma certeza cada vez mais consolidada no pensamento da generalidade dos cidadãos e eleitores norte-americanos de que, seja qual for o candidato vencedor nestas Presidenciais de 2016 (qual dos dois será o MENOS PERIGOSO?), o cenário posterior será de tal maneira terrível que configurará um grande EVENTO (apocalíptico).

 

Pelo que a recente afirmação de votantes nestas eleições presidenciais norte-americanas ainda INDECISOS sobre o que fazerem no dia 8 de NOVEMBRO (já a menos de 2 meses de distância) – por entenderem os dois candidatos como PÉSSIMOS – se torna em parte compreensível apesar das consequências potencialmente incomparáveis:

 

- Preferindo que a Terra fosse atingida por um impacto de um asteroide (só se fosse mesmo pequenino) em vez de ser atingida pelo impacto provocado por uma vitória eleitoral da Democrata (e Calhau) Clinton ou do Republicano (e Calhau) Trump! Uma ILUSÃO Irreversível e MORTAL dado o superior poder de extinção do ASTEROIDE sobre os CALHAUS.

 

2016QA2_28082016.jpg

Asteroide 2016 QA2

(ao centro/exposição 15’)

 

Numa informação que entretanto nos desperta a curiosidade e a atenção não só pelo novo satélite lançado pela NASA tendo como objetivo o estudo destes corpos viajantes e IMPREVISÍVEIS (no tempo e no espaço), como pelos recentes 6 asteroides que recentemente passaram muito próximos da Terra (a menos de 1 LD), alguns deles descobertos no momento e somente noticiados depois (que me lembre pelo menos 2): para já 2 em Julho, 1 em Agosto e 3 em Setembro.

 

Como se verifica pela tabela seguinte (de 6 asteroides tendo passado em JUL/AGO/SET de 2016 a menos de 1 LD da Terra):

 

Asteroide M apr

Dist

(Km)

Dim

(m)

Vel

(Km/s)

Observação

Observação

Descoberta

órbita

2016

NJ22

7

JUL
358000 7-14 7.00

9

JUL

11

JUL

12

JUL

2016

NK22

11

JUL
334000 3-10 7.12

9

JUL

11

JUL

19

JUL

2016

QA2

28

AGO
111000 14 10.27

27

AGO

29

AGO

30

AGO

2016

R1

7

SET
165000 10 7.22

4

SET

9

SET

12

SET

2016

RS1

7

SET
242000 8-15 7.11

4

SET

6

SET

6

SET

2016

RB1

11

SET
53000 7-14 8.13

5

SET

7

SET

9

SET

 (1 LD = 484.000Km)

 

image_gallery.gif

Asteroide 2016 RB1

(pequeno ponto/centro-esquerda

 

Constatando-se de imediato que se (como afirmam os especialistas) os asteroides QA2 e RB1 só foram detetados após a sua passagem pelo ponto de maior aproximação à Terra, então todos os outros 4 estariam aquando da sua respetiva passagem numa situação muito semelhante (e deveras perigosa) para a manutenção de vida à superfície do nosso planeta. Apesar de pela constituição, dimensão e velocidade dos asteroides as consequências para a Terra poderem ser apenas locais/regionais (com a dimensão destes asteroides a estar entre um médio e um grande autocarro). Sendo o único problema a equacionar (pelas consequências trágicas) um possível e súbito aumento das OCORRÊNCIAS e o aumento do DIÂMETRO dos objetos – naturalmente com tudo isto terminando num impacto (singular ou coletivo).

 

Com o asteroide 2016 RB1 a passar a cerca de 50 mil Km da Terra (não muito distante das órbitas de muitos dos satélites de comunicação terrestre), a uma V = 8Km/s e tendo a dimensão de um normal autocarro. Recordando-nos mais uma vez o meteoro de CHELYABINSK, a sua dimensão (17m), a sua entrada na atmosfera seguida de explosão (e desintegração), a forte onda luminosa e onda choque provocada (originando mais de 1000 feridos na região atingida) e finalmente o impacto em terra de vários fragmentos seus. E deixando-nos a noção de que se nem mesmo o meteoro russo teve assim tantas consequências negativas para o meio ambiente terrestre (“apenas” alguns feridos e alguma destruição), já se o mesmo tivesse uns 500m de dimensão poderíamos já ter entrado na Época da nossa própria Extinção – do HOMEM (em 15 de Fevereiro de 2013).

 

(imagens: scoopnest.com/astrogeo.va.it/esa.in)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:27

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