Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

19
Fev 21

À entrada de mais um fim-de-semana (signifique isto o que significar) ligando-me à WEB e perante a 1ª página (de um jornal),

 

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1

Mulher cai no hospital e exigem-lhe 300 euros

(De quê?)

 

De imediato confirmando as coordenadas (ficando a saber onde estava) pelos valores (ditos de competência e morais) envolvidos: continuando ainda inserido num mundo terceiro-mundista (em Portugal como no Mundo), proporcionando-nos espetáculos brutais (económico-sociais) simultaneamente com pobreza extrema (quotidiano monótono e de miséria), vivendo-as em conjunto e nem sequer as distinguindo (tal a toxicidade/ambiental e sofrendo-se de claustrofobia/imposta & social) ─ num cenário decadente e de pré-catástrofe (há muito anunciada):

 

“Mulher cai no hospital e exigem-lhe 300 euros para a socorrer”

Profissionais do Hospital Trofa Saúde,

depois de saberem que a mulher não tinha seguro,

chamaram o marido que estava à espera fora do hospital.

(CM)

 

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2

Forças de segurança e bombeiros perdem prioridade

(Porquê?)

 

“Forças de segurança e bombeiros perdem prioridade na vacinação Covid

devido a escassez de vacinas”

Foi reforçada a administração da vacina

a pessoas com 80 ou mais anos

e entre os 50 e os 79 anos com doenças crónicas.

(CM)

 

Ganhando sempre os RICOS (mesmo roubando milhões) invariavelmente perdendo os POBRES (faltando uns tostões) e tudo se resumindo a (a ser-se ou não proprietário de) PODER, DINHEIRO & SEXO: sendo o hospital uma empresa para se receber tendo de se remunerar (emitindo um recibo para o cliente pagar) ─ “mulher cai, fica ferida, não tem seguro, não cura, apenas transfere” ─ seja o Estado uma Instituição e sendo necessárias hierarquias (e chefias) para o povo não se perder ─ podendo-se afirmar tudo para de seguida se impor o contrário. E assim colocando no seu lugar “mulheres, bombeiros e forças de segurança” desconsiderando-os, antes apontando-nos para dentro, depois pontapeando-nos para fora (e assim sucessivamente) ─ como uma bola de futebol (uma coisa).

 

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3

Melhorar o ambiente dando-se bem com o seu chefe

(Como?)

 

[Mas qual será a diferenciação (não só sob o ponto de vista comercial, como até moral) entre hospitais recebendo um doente ─ sejam eles públicos ou privados ─ aí tendo o doente um acidente e não apresentando seguro, sendo logo despachado? E quem é que aguenta e como será que alguém alguma vez possa entender, que num momento de extrema urgência necessitando de imensos cuidados e cautelas (autoridade/responsabilidade) ─ e num flash “indo dos 80 aos 8” ─ num dia haja vacinas para todos e no outro para ninguém?]

 

(Fig. [1] e Fig. [2] títulos/legendas/imagens: cmjornal.pt/1ª página/19.02.2021

─ Fig. [3] imagem:  manageyourlifenow.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:17

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