Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

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Abr 16

Na próxima semana a Republica Popular da China lançara no mercado a sua nova moeda o NOVO YUAN. Já tendo criado no ano passado um banco de desenvolvimento (AIIB) em alternativa ao BANCO MUNDIAL fortemente influenciado pelos EUA, eis que o lançamento da sua nova moeda inicia uma nova fase do seu ataque ao poderio financeiro norte-americano: proibindo todas as transações de serem feitas com a intervenção do dólar norte-americano e avisando desde logo que MERCADO CHINÊS e NOVO YUAN só mesmo com OURO ou relativos.

 

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Desde que os estrategas da Republica Popular da China (neste momento a maior potência económica global) descobriram a importância de no interior do seu vasto território (o terceiro estado do mundo em superfície) habitar quase 20% da população mundial (caminhando para os 1,5 biliões) e de o mesmo se integrar num imenso continente no total representando uns impressionantes 60% (a Ásia o maior continente da Terra), a decisão dos seus líderes, empresários e intelectuais na altura no poder, certamente que deverá ter sido clara e imediata: intrometer-se progressivamente (de início em pequena escala) nos esquemas comerciais do sistema de mercado global (aprendendo com todos os seus erros cometidos mas por outro lado aproveitando posteriormente todas as falhas aí instaladas), para a partir daí alargar ainda mais as suas rotas comerciais, estabelecer novos acordos mais dinâmicos (e intrusivos), aumentar a dimensão das suas trocas comerciais e com o alargamento à cooperação mais extensiva e tecnológica (com o seu cliente, país, parceiro e amigo de negócios) e no final poder combater lado-a-lado e de igual-para-igual com os seus principais rivais comerciais, derrotando-os implacavelmente (sem possibilidade de retorno) e como quem não quer a coisa (como resposta ao gozo em torno da afirmação ocidental de que os chineses só produzirem produtos de fraca qualidade, baixo preço, no fundo inúteis chinesice) transformar-se em tão poucos anos a maior potência económica mundial ultrapassando os próprios EUA (ainda e de longe a maior potência militar global).

 

Mas esta era apenas uma das três etapas do maior objetivo final a concretizar: tal como o fez os Estados Unidos da América ao saber aproveitar o exato Momento (a II Guerra Mundial) para se transformar num Monstro Económico Global (como o foi até há pouco tempo), pondo desde logo as cartas em cima da mesa e afirmando a todo o mundo a Superioridade Económica da China – mas no caso chinês não utilizando a sua supremacia atual para a partir daí se armar e coagir os outros a aceitarem a sua pretensa Excecionalidade, optando em alternativa por conquistar o mercado diretamente associado ao económico, dele dependente e ainda sobrevivente: o mercado Financeiro. Num trabalho levado a cabo por especialistas (como disse anteriormente) com um Maior Objetivo a Concretizar e que ao mesmo tempo que se tornavam na maior potência económica já se iam preparando antecipadamente para a sua nova e decisiva campanha: lançando as infraestruturas de um Novo Banco Mundial não controlado pelos EUA e ao tendo como moeda de troca universal o dólar. No caso da Republica Popular da China com a intenção do lançamento num futuro próximo da sua própria moeda (em cronologia variável por prevista antecipação), sendo esta suportada pela enorme quantidade de Ouro até agora aprovisionado pelo país – ao contrário dos EUA em que o dólar é suportado em nada (a não ser na sua Reserva Federal privada, esmagadoramente de origem externa) a não ser na capacidade impressionante das suas impressoras em fabricarem notas e em inundarem o mercado. O que deixará qualquer investidor deste mundo a pensar, se não será melhor ter garantias em OURO (um metal precioso) em vez de ser em PAPEL (que todos nós temos em casa). Nem sequer necessitando de alterar/acelerar muito o seu programa de desenvolvimento militar, já que contará certamente com o apoio incondicional do seu maior aliado – a Confederação Russa – já com estreitas ligações económicas (do lado russo com a GAZPROM) e financeiras (do lado chinês com o banco AIIB) com a R. P. China.

 

Com os EUA entretidos internamente com as suas eleições presidenciais (que na prática e para o desenvolvimento do Mundo nada significam seja qual for o vencedor Democrata ou Republicano), enquanto externamente agentes norte-americanos trabalhando em agências diferentes (CIA, Pentágono), se entretêm a ver (tal como se tratasse de um jogo) qual deles sairá vencedor, combatendo mesmo entre eles e apelidando-se de Bons e Maus. Mas se mesmo assim estão à espera, então esperem sentados.

 

O que se ninguém fizer nada, poderá ser uma tragédia para todos nós – e com a EUROPA como um dos tentáculos do Polvo Norte-Americano.

 

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CHINA SAYS "NO DOLLARS" FOR NEW YUAN

(www.superstation95.com – 13 Abril 2016)

 

In a shocking move likely to crush the US economy overnight, China is refusing to make its new gold-backed Yuan, convertible from or to US Dollars. The new Yuan will be introduced next Tuesday, April 19.

 

When the International Monetary Fund (IMF) agreed to add the Yuan to the basket of world currencies used for Global Reserves and International Trade, they wanted China to make the Yuan more reliable as a currency. Since then, China has almost un-pegged its Yuan from the Dollar, allowing its value to fluctuate on world markets.  

 

But for years, China has been amassing huge amounts of gold bullion; some have said their appetite for bullion has been "staggering." And with a new gold-backed Yuan to be issued next Tuesday, the entire world will have a choice of a new currency to use for international trade: The old US Dollar which is backed by nothing, or the new Chinese Yuan, which is backed by gold. Which currency would YOU use?

 

When this new currency is issued, countries that have been forced to use US Dollars for decades, and have had to keep billions of dollars in their foreign currency reserves, will be free to dump those dollars. But they won't be able to dump them to China for the new gold-backed, Yuan!

 

China has reportedly decided "there can be no conversion of gold-backed Yuan to or from US dollars." What China fears is that many countries around the world will want to trade their reserve US dollars for the new Yuan, leaving China with mountains of worthless US dollars. China already has several trillion in US dollar reserves and does not want or need more.

 

If news of this decision by China is correct, then countries around the world may just have to decide whether or not they wish to continue trading with the USA at all?

 

The upheaval this could cause as early as next week, would be staggering.

 

(1ªimagem: vanityfair.com – 2ªimagem e texto/inglês: superstation95.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:04

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