Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

03
Fev 15

A relatora do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) afirmou que o poder judicial português "não pode estar de joelhos, com o chapeuzinho na mão, aguardando recursos financeiros e administrativos" para funcionar.

 

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Gabriela Knaul
(com o manto obscuro da nossa Justiça, visual e aparentemente ameaçando engoli-la)

 

Ou seja:

 

Não há dinheiro → Não se pode fazer nada → Os prazos passam → Não se apuram responsabilidades.

 

E o que fez o Governo para resolver o problema? Nada. Perdão: arranjou forma de globalmente controlar a Justiça, administrando os seus orçamentos através do respectivo Ministério (da Justiça).

 

A solução?

 

A relatora da ONU recomendou, assim, que seja dada maior autonomia orçamental, financeira e administrativa aos tribunais e ao Ministério Público".

 

O Elogio:

 

O facto de o Constitucional ter declarado a inconstitucionalidade de algumas dessas medidas foi mencionado por diversos interlocutores como um "indicador da independência do judiciário português", disse.

 

Mas será que as palavras proferidas por Gabriela Knaul terão algum impacto na evolução de um país ainda dirigido por aqueles seres considerados legalmente inimputáveis e que o lançaram no caminho do abismo? Olhando em volta e constatando a realidade invertida, não me parece!

 

(sobre declarações da relatora do Conselho de Direitos Humanos da ONU Gabriela Knaul, emitidas recentemente em Lisboa: rr.sapo.pt – texto em itálico: RR – imagem: TSF)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:21

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