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Covid-19 a 15 de Março

Domingo, 14.03.21

Aproveitando o intervalo de tempo entre o fim do 12º Estado de Emergência (02/03 a 16/03) e o início do 13º Estado de Emergência (17/03 a 31/03) ─ nem compreendendo como tal seja possível (até pelos aspetos legais, podendo conduzir à abertura de processos), estando o anterior (12º) ainda em vigor e o seguinte (13º) ainda à espera, como se inicia estre novo período logo na segunda-feira, dia 15/03 (Questão: Sob o que dita o 12º ou o 13º Estado de Emergência?) ─ assim como e simultaneamente, a confusão generalizada (entretanto instalada dos dois lados, autoridades e população) tendo vindo a ser por alguns (por exemplo, ligados à Educação e à Economia) estrategicamente alimentada, chegando-se ao critico “Momento dos Políticos” (entrarem mais uma vez em ação), ponto (cronológico e inevitável, por ação dos diferentes lobbies) em que mais uma vez desviados daquilo a que deveríamos prestar a maior das atenções ─ a PANDEMIA e suas consequências na nossa saúde física e mental ─ em sua substituição assistimos  a uma “Luta-de-Galos” entre o “Galo-Marcelo” (cada Capoeira com o seu Galo) e o pretendente (imaginando-se já num futuro próximo o “Galo-da-Capoeira”) “Vice-Galo-Costa”: para além do GALO-PRESIDENTE (Marcelo), das GALINHAS da CAPOEIRA e do GALO-PRETENDENTE (Costa), lixando-se igualmente os restantes GALINÁCEOS (pintos incluídos) e talvez se propondo de seguida (depois de nos candidatarmos à produção de zaragatoas, máscaras, testes e até vacinas) AVIÁRIOS.

 

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Covid-19 ─ Nº Óbitos/dia ─ 2021

 

Regressando ao Duelo político “Presidente/Marcelo Vs. 1º Ministro/Costa”, com o segundo (em queda acelerada, ou não representasse quem controla, o Governo) a tentar partilhar o “Protagonismo da Situação” com o primeiro (em queda, mas sendo bem menor, ou não fosse a nossa última esperança, a Presidência) e desse modo como resposta (mostrando ainda estar Vivo) à sugestão inicial do Presidente, baralhando um poucochinho as cartas (deste) e dando-as (ele) de novo (com algumas mas “pequenas” alterações): enquanto Marcelo querendo saber mais, sendo mais cauteloso e dilatando por prevenção mais os prazos (até pelo crescimento mesmo ligeiro do índice de transmissibilidade Rt nestas últimas semanas), já no caso de Costa sob o peso das sondagens, da sua má performance nesta última vaga e da pressão crescente (e cada vez mais asfixiante) da generalidade da população (quando é que isto acaba, quando é que isto abre, quem nos bem salvar?), sob alta-pressão tentando a todo o custo encurtar prazos (nem que sejam só alguns) e assim procedendo (mostrando-se presente perante nós) demonstrando também ter poder (de decidir) ─ e descartando ainda outras medidas governamentais e promocionais (não referidas por Marcelo, não sendo a sua função) como “poder voltar a sentar-se num banco de jardim” ─ c/ Marcelo entre as medidas mais impactantes a tomar (uma das essenciais) focando-se na reabertura das creches e dos infantários (como “guarda-avançada” para um melhor conhecimento do vírus, sendo competente e eficaz, dando-se início em segurança ao desconfinamento) para ele, a questão considerada como a “Protagonista” ─ e deixando ao Governo outras questões mais da competência deste último ─ para de seguida Costa dando por um lado alguma coisa aos lobbies (abrindo/subsidiando alguns) e simultaneamente usando alguma da sua autoridade para ainda poder “Cavalgar o Momento” (pelo menos com palavras), naturalmente dar um sinal entre outros (setores económicos) à Restauração (postigos) e aos Serviços (cabeleireiros) e não tanto naturalmente (ultrapassando a vontade dita e redita por Marcelo) “se esticar” estendendo a reabertura das aulas (presenciais) ao 1º ciclo. Uma pequena provocação (talvez à nossa custa) para se ver quem manda (Presidência Vs. Governo), colocando cerca de 500.000 crianças na rua (fora os restantes acompanhantes).

 

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:09


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