Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

04
Fev 21

A 28 de janeiro de 2021 podendo-se ter atingido o pico máximo de infeções e de vítimas mortais desta nova vaga de Covid-19 (em Portugal). Deixando ainda alguma esperança para o arranque (este ano de 2021, suspenso o anterior) da indústria turística algarvia.

 

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225 mortos e 7914 infetados por coronavírus

nas últimas 24 horas em Portugal

(cmjornal.pt/04.02.2021)

 

Aparentemente com o nº de infetados e de vítimas mortais por Covid-19 a nível Europeu a estabilizar ─ apontando os números registados nestes últimos dias para uma tendência consistente de descida ─ em Portugal e tendo-se já atingido o pico máximo de infeção (em 28 de janeiro), não existindo nenhum tipo de sobressalto (inesperado ou nem tanto, até pelo aparecimento de novas estirpes do vírus), podendo-se estar já no caminho descendente desta nova (para uns a 2ª para outros a 3ª) vaga pandémica.

 

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Quadro 1

(até 03.02.2021)

 

Nesta quinta-feira (4) e mantendo-se a tendência de descida, registando-se +7.914 infeções e +225 vítimas mortais por Covid-19 (53% desses óbitos declarados na região de Lisboa e Vale do Tejo); com menos doentes internados (6.496 menos 188) e em cuidados intensivos (863 menos catorze). Na região do Algarve com +387 infetados e 4 vítimas mortais (totalizando agora 234 óbitos). E com o vírus SARS CoV-2 parecendo em desaceleração, podendo-se desde já prever aproximadamente uma data para o desconfinamento e o regresso à “nova normalidade”. Com as aulas presenciais arrancando (na melhor das hipóteses) nunca antes do início do 3º período. No fundo tudo dependendo de nós (e da capacidade do SNS), das vacinas (e da luta comercial este/oeste) e das variantes (ou estirpes do vírus mais ou menos contagiosas/infeciosas).

 

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Quadro 2

(até 03.02.2021)

 

No entanto ressalvando-se para a obtenção dessa previsão (data do desconfinamento), a eficácia das vacinas (para já nove aprovadas) e a ação das novas estirpes/variantes do vírus (mais rápidas no contágio/infeção e alargando a sua ação a outras faixas etárias, mais jovens). Assim sendo (de uma forma simples/algo rudimentar): se na vaga anterior surgiram as primeiras infeções/óbitos pelo início do mês de março, se atingiu o pico em abril, tudo se acalmando pelo mês de maio e atingindo a normalidade em junho (num percurso de 4 meses), nesta vaga agora em curso e por cá há 4 meses, esperando-se a “nova normalidade” (o seu regresso) lá para o mês de maio (final) ou de junho (início).

 

Esperando-se que com um processo correto, nada tendo a ver com o que agora se passa (agora com a caça ilegal às vacinas).

 

(imagens: cmjornal.pt e worldometers.info)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:39

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