Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

06
Abr 21

“Ou vai ou racha: até ao fim-deste-mês

resolvendo-se tudo ou dando o estouro.”

 

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Fim do Verão

(ano zero Covid-19)

17.08.2019

 

No gráfico indicando o número de INFETADOS/dia e o índice de transmissibilidade R(T) registados nas últimas 2 semanas (14 dias), relativamente à Pandemia Covid-19 ─ de 24 de março a 6 de abril ─ mantendo-se a instabilidade dos INFETADOS (segundo a DGS, hoje acrescido e ajustado por casos positivos ainda em atraso, vindos do fim-de-semana) e a tendência de crescimento do índice R(T):

 

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Antes e depois da passagem da 1ª vaga

(e início do 1º ano Covid-19)

09.11.2019 e 20.03.2020

 

Dois parâmetros importantes e de ter sempre em conta (por exemplo neste momento de aparente descompressão), dado o seu crescimento significar o possível regresso de uma nova vaga ─ como uma réplica mais fraca do que a anterior, ou então ainda mais forte. Hoje com o índice de transmissibilidade a ser R(T) = 0,98 a nível nacional, R(T) = 1,0 no continente e ainda R(T) > 1,0 na Região do Algarve ─ significando assim que em Portimão ou em Albufeira, cada 2 pessoas contaminadas já poderão estar a infetar outras 3 (se R(T) = 1,5).

 

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Evolução Covid-19

(infetados e transmissibilidade)

24.03.2021 a 06.04.2021

 

Quando (e falando-se apenas dos jovens e da Educação) as aulas até ao 1º ciclo arrancaram há mais de uma semana, as do 2º/3º ciclo há dias e as aulas do secundário arrancarão dentro de menos de 15 dias (correndo tudo bem a 19 de abril) ─ e em muitas escolas iniciando-se/indo-se iniciar as aulas com tudo na mesma, sem testes e sem vacina.

 

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Depois da passagem da última vaga

(perto do início do 2º ano Covid-19)

20.03.2021 e 31.03.2021

 

No próximo dia de 19 ainda com a evolução desta última vaga por estabilizar (R(T) em crescimento lento, mas contínuo) e num intervalo de apenas duas semanas, tendo-se lançado para a rua (para já nem falar dos grupos associados, como familiares e profissionais da educação) mais de 1,6 milhões de jovens, 1,6 milhões de potenciais transmissores (ligando Escolas/Família uma das principais vias de comunicação do coronavírus), em geral portadores/assintomáticos e resistentes ao vírus (mas não tanto os familiares mais velhos).

 

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Entrados na Primavera

(2º ano Covid-19)

03.04.2021

 

Mas algum dia se tendo de arriscar, o pior podendo ser estarmos a fazê-lo (olhando-se para o que se passa na Europa, em países mais adiantados nesta última vaga) em contraciclo. Daí eles afirmarem (tentando livrar-se da sua culpa) e como se já não soubéssemos disso (sendo o representado para o seu representante, o suspeito-do-costume), que a responsabilidade também é/será nossa: apenas se podendo responder “muito obrigado pela atenção” e muito respeitosamente assinar o aviso de receção ─ para eles terem a certeza que nós compreendemos a nossa situação.

 

(imagens: Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:22

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