Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

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Mar 14

Se este acidente não foi um “Inside Job” (levado a cabo no interior do avião) então até poderá ter sido provocado (propositada ou inadvertidamente) por outros terrestres ou até por extraterrestres (uma abdução colectiva). Por favor! Ou nos estão a tomar por idiotas ou são mesmo incompetentes.

 

O avião terá invertido o seu sentido dirigindo-se depois em direcção ao Índico

 

Qualquer que tenha sido o destino do voo 370 das Linhas Aéreas da Malásia, o único facto indesmentível é que o mesmo largou como previsto de Kuala Lumpur com destino a Pequim, nunca tendo atingido no entanto o seu objectivo final. Pode-se imediatamente concluir que relativamente ao plano de voo deste avião algo de anormal se passou na sua execução, o que levou à alteração das suas condições técnicas de voo – por deficiência interna ou intervenção vinda do exterior – e no final ao seu (misterioso) desaparecimento.

 

Tal desaparecimento só poderá ter sido provocado – eliminando-se desde logo a hipótese de poder ter ocorrido alguma falha técnica interna grave – já que são várias as fontes que se referem insistentemente a uma mudança de rota do avião, voltando para trás na sua viagem em direcção à China e quase que invertendo a direcção da sua trajectória e à possibilidade cada vez mais forte de se ter mantido no ar durante pelo menos quatro horas – antes de todos os sinais possíveis de a ele serem associados desaparecerem completamente; para já não falar da incompreensível decisão dos pilotos caso estivessem a viver uma situação de emergência em desligar o transponder. Com aterragem em terra (a derradeira esperança dos familiares dos passageiros e dos tripulantes do avião) ou com queda no mar (infelizmente o cenário mais provável).

 

Com os dias a passarem – este acontecimento já tem uma semana – o milagre parece cada vez mais distante (a aterragem), caminhando-se agora aceleradamente para o cenário mais realista (e violento) e que acontece na esmagadora maioria destas situações: a queda do avião no mar com a morte de todos os seus ocupantes. O intervalo de tempo registado desde o seu desaparecimento é já bastante longo – veja-se o caso do avião que caiu no Atlântico na sua viagem Rio de Janeiro/Paris cujos destroços começaram a aparecer 4/5 depois – pelo que é cada vez mais forte a possibilidade de todos os seus passageiros e tripulantes (239) terem mesmo “Desaparecido em Combate”.

 

Não deixa no entanto de ser incompreensível senão mesmo inacreditável que com todos os sofisticados aparelhos civis e militares em actividade naquela região tão sensível do globo terrestre – com torres de telecomunicações, satélites espiões, radares, awacs e sei lá que mais – um objecto com aquelas dimensões e facilmente detectável se tenha simplesmente esfumado no ar.

 

(imagem – tmz.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:58

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