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Dos EUA para a China

Domingo, 17.10.21

US President Joe Biden is holding the first in-person meeting of the Quadrilateral Security Dialogue, better known as "the Quad," an informal strategic forum of the United States, Australia, Japan and India -- all democratic countries with a vested interest in countering China's rise in Asia. (Ben Westcott/CNN/24.09.2021)

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EUA

 

Enquanto o eixo e o centro do Mundo se deslocam da região do Atlântico para a região do Índico-Pacífico, levando naturalmente atrás de si todo os instrumentos de poder incluindo todo o armamento disponível da potência global aparentemente ainda dominante (os EUA líder do Império Ocidental),

─ Ao mesmo tempo que persistem alguns conflitos sangrentos para o lado do oceano Índico (como o do genocídio em curso no Iémen, levado a cabo pela Arábia Saudita e apoiada pelos EUA, provocando mais de 100 vítimas mortais/dia) e que para os lados do Pacífico a marinha norte-americana provoca a Rússia e a China em manobras marítimas conjuntas quase que entrando em águas russas

Confirmando-se apenas com estes (e outros) desenvolvimentos (semelhantes e passados no mesmo espaço e tempo) que neste momento de desenvolvimento e evolução da nossa sociedade, a nossa Civilização atual se aproxima de um momento decisivo (da sua ainda curta história) ─ para a nossa memória e cultura, ou seja, capacidade de soberania (fator fulcral de sobrevivência)

Depois da destruição total da Civilização Ocidental (com a morte da Europa) soterrada progressivamente até à sua asfixia total (tanta a náusea, até se engasgando com o seu vómito), travando-se já neste momento e na Terra um combate inevitável e só podendo ter um vencedor (como se vê ainda e sempre com regras antigas), tendo de um lado o Hemisfério Norte Ocidental o líder do Eixo do Bem (os sagrados) e do outro o Hemisfério Norte Oriental líder do Eixo do Mal (os profanos).

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CHINA e RÚSSIA

 

E virando as costas aos seus Aliados Ocidentais (com os EUA desprezando a Europa, tanto com Trump como com Biden) ─ traindo-os até nos negócios ─ com os norte-americanos a investirem tudo na Ásia e no cerco completo ao Bloco China-Rússia (abandonando para tal e até vergonhosamente o Afeganistão), reconhecendo (para quem quiser ver) onde se situa para além do Centro Geológico mais ativo do planeta, o centro Económico-Financeiro atual, mais poderoso e Global:

Tanto falando-se a nível geológico (com o Anel de Fogo do Pacífico) como a nível de mercado (com as suas absolutamente necessárias trocas comerciais e culturais) sendo cada vez mais óbvia e evidente a mudança do Centro do Mundo de Ocidente para Oriente, com o poder de Washington a desvanecer-se e no horizonte aparecendo o seu sucessor Pequim.

E enquanto o nosso planeta gira em torno de si e do Sol (tal como tudo no Universo, sendo um sinónimo de Vida, o Movimento) ─ com quase 8.000 milhões de seres humanos vivendo nele (norte-americanos pouco mais de 300 milhões, cerca de 4% da população Mundial) ─ à sua superfície decorrendo uma luta sem quartel (fria e quente) entre blocos (tendo deixado de existir uma única superpotência),

A Europa continuando adormecida (nem sequer se mexendo, tal como faz um zombie), num estado podendo-se afirmar próximo do vegetativo: esperando-se que a Alemanha se pronuncie, sendo para já apenas certo, que a uma mulher (como líder alemão) sucederá um homem, no leme do velho continente, talvez lá mais para o fim do ano. Com Portugal a entreter-se com a chegada da nova esmola (esmola como quem diz, sendo bem cobrada depois), lutando alguns por melhorar (em nome de todos) o seu próprio orçamento.

(imagens: usni.org)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:02


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