Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

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Out 19

[E a meteorologia a curto-prazo (out/nov/dez) na costa oriental de Africa.]

 

Afetando (entre outros) países do SE da Ásia,

a Austrália, a Etiópia, a Somália, o Sul do Sudão e o Quénia.

 

kenya.jpg

 

Com o “EL NINO do ÍNDICO” devido à constante mudança de temperaturas a nível das águas do oceano − umas vezes estando mais fria, outras vezes estando mais quente alterando ciclicamente de direção – este ano dirigindo-se para a costa leste de África e segundo os cientistas podendo ser um dos fenómenos mais extremos desde sempre registado – os efeitos da sua chegada ao continente africano começam cada vez mais a ser notícia, com registos de ELEVADA PRECIPITAÇÃO afetando milhares de pessoas.

 

“Very strong Indian Ocean Dipole event happening right now.

Drought and fire risk in SE Asia/Australia (e.g. Indonesian forest fires).

Could hit East Africa with major floods in coming months.”

(Phill Platts/@PJPatts/twitter.com)

 

E assim, devido ao lado ocidental do oceano Índico se encontrar mais quente do que o seu lado oriental, resultando uma maior evaporação junto da costa africana e como consequência, registos de elevada precipitação já em terra: prevendo-se para esta região de África e até ao fim do ano um período “bem húmido e bem molhado”, com o mês de Novembro a ser apontado (pelos mesmos cientistas) aquele a poder ser o mais perigoso – com a chuva a cair intensamente, fazendo extravasar rios e provocando grandes inundações … potencialmente podendo originar destruição, desalojados, feridos e mortos. Avisando-se disso alguns países:

 

EFyR0AHWoAAQBfH.jpg

 

"High rainfall events associated with flooding

in [parts] of Ethiopia, Somalia, South Sudan, and Kenya

are likely related to this positive IOD state.”

(Zewdu Segele/ICPAC/watchers.news)

 

Se entre a população e devido ao forte impacto meteorológico do EL NINO do ÍNDICO, há poucos dias atrás (21 de Outubro) a estatística da UN já apontava e apenas para o sul do Sudão números podendo atingir os 800.000 afetados devido às inundações (afetando igualmente outros animais domésticos ou selvagens), consequências semelhantes podendo afetar igual e duramente outros países (próximos) como a Somália e a Etiópia (já se debatendo com a doença, a fome, a guerra e com “todo o negócio ocidental relacionado com a morte”). Para já e em vez de se remediar com um outro país como o Quénia, a parecer querer (felizmente) prevenir-se.

 

Entre os camelos (e como se constata na imagem inicial) apesar de igualmente afetados e podendo ser atingidos pelos efeitos da TEMPESTADE (até morrer, levados pelas inundações e pelas fortes correntes de água), juntamente com o Homem e graças às suas pernas bem compridas, sendo paciente e solidário (da sua altura, olhando para baixo), servindo na ajuda e na proteção: não se podendo dizer que “nem os camelos se safam”, podendo-se salvar eles assim como os seus donos (ou não fosse uma das características de qualquer organismo vivo, ser resiliente).

 

(imagens: watchers.news e Phill Platts/@PJPatts/twitter.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:28

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