Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

26
Fev 21

“Mass shootings

hit record high in 2020.

Can vaccines bring peace in 2021?”

(usatoday.com)

 

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Tendo ultrapassado os 520.000 mortos (por Covid-19) já com um novo presidente (o democrata Joe Biden) ─ falando-se do país do globo terrestre com maior nº de óbitos por Covid-19 (EUA), logo seguido pelo Brasil (mais de 250.000) ─ e paralelamente a este problema de Saúde e de Administração (deste país) um outro se tendo de associar ─ o da Segurança (como consequência de mais de quatro anos de desrespeito DEM/REP pelos direitos dos cidadãos, usando-os/manipulando-os) ─ com a questão lógica agora colocada depois de um ano de Pandemia (nos EUA) a ser, se com o decréscimo da atividade do vírus SARS CoV-2, a proliferação de testes, as intensas campanhas de vacinação e o reinício da abertura do Mercado e da Economia (ou seja o regresso à normalidade), a violência ─ infelizmente um dos motores da sociedade norte-americana ─ diminuirá (persistirá ou aumentará): quando já se sabe que nos EUA o ano de 2020 bateu todos os recordes de violência, antes comandado por uma das faces do Dólar-REP/TRUMP (4 anos) depois pela outra-DEM/BIDEN (4 anos ou mais) ─ fazendo ambas parte da mesma moeda, sendo iguais.

 

“Mass shootings jumped nearly 50% in 2020,

due in large part to a pandemic year

rife with crippling unemployment, violent protests and idle youth.”

(usatoday.com)

 

Screenshot_2021-02-26 Mass shootings hit a record

 

Neste primeiro ano de Pandemia ─ registando a nível global mais de 110 milhões de infetados e mais de 2,5 de mortes ─ com os EUA (líder em parâmetros COVID-19) a registarem entre a sua população (EUA, a amostra) uma taxa de infeção de 8,74% e uma taxa de mortalidade de 0,16%; globalmente (Mundo, a amostra) apresentando 1,44% dos infetados e 2,22% das mortes do planeta. Apesar de ser ainda a maior potência Global (sem dúvida a nível militar/de armamento, convencional ou não) dominando (pelo menos aparentemente) os setores económico-financeiros internacionais (pelo menos a ocidente dada a clara expansão da China a oriente, dominando mercados), dada (externamente) a sua política de delegação de funções noutros países (de muitos dos setores fundamentais) ─ como será o caso da China perdendo muita da sua capacidade de resposta imediata (tão necessária para rapidamente se impor) e dada (internamente) a sua falta de estruturas (básicas, de saúde e de solidariedade) e incapacidade de planeamento (lobbies legais e por todo o lado, imponho/sobrepondo a sua lei), nem o dinheiro (bastando imprimi-lo), nem os equipamentos, nem os testes, nem mesmo as vacinas (mesmo que retirados aos outros), os salvando. Na sua população e pelo caos instalado provocando a revolta ─ criada e impulsionado por um dos únicos 2 lados (REP/DEM) ─ e com ela os subsequentes atos de violência ─ vindos desse lado e (como resposta) do outro. Pelo caminho terraplanando-se (física e mentalmente, destruindo-as) muita gente.

 

“With COVID-19 cases falling and vaccines rolling out,

some criminologists hope a rebounding economy and reopened schools

will drive down those numbers in 2021.”

(usatoday.com)

 

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E passado pouco mais de um ano sobre o início desta Pandemia (vírus SARS CoV-2/doença COVID-19) quase que paralisando o planeta e agravando ainda mais (nesta sua fase evolutiva) a há muito assumida (igualmente como crónica) crise socioeconómica global (crónica(o), tal como poderá ser este vírus) ─ pondo em causa o seu “Líder Planetário Espiritual”, feroz e omnipresente adversário do “Eixo do Mal─ mantendo-se (por outro lado) o ambiente de violência interna (aproveitando-se para calar todas as oposições) como o ambiente de violência externa (voltando-se a bombardear, a no presente esquecida Síria) mesmo alterando-se a “Voz do Dono” (Administração da Casa Branca), analisando-se o ano de 2020 (e os seus números de vítimas mortais abatidas a tiro) perspetivando-se outro ano (de 2021) violento, talvez nem tanto como 2021, mais parecido (sendo otimista) com o 2019. Nesse sentido (opção pela violência ou não violência) e pelos primeiros sintomas sentidos/percecionados desde 20 de janeiro deste ano (tomada de posse do 46º presidente dos EUA) ─ com a nova administração norte-americana face à situação geral do país (recessão, desemprego, violência, covid-19) nada fazendo de relevante ─ “mantendo (por estratégia? por reflexão? por planificação) a situação” ─ sendo mais provável manter-se (mas agora com origem maioritariamente do lado contrário) o surto de violência: não atingindo os valores de 2019 (máximo de vítimas por utilização de armas a caminho dos 500 mortos) ou de 2020 (não chegando aos 300) mas (mantendo-se as autoridades estáticas) podendo andar (pelo Resto do Mundo, esperemos que não) mais perto do último.

 

(texto/inglês: usatoday.com/Marco della Cava e Mike Stucka

─ imagens: usatoday.com – Gun Violence Archive/usatoday.com

- Brian Blanco/Getty/usatoday.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:29

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