Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

06
Mar 17

Esquecendo os Voos Tripulados

 

Desde que a NASA abandonou o Programa Apollo e a razão da sua existência (os voos espaciais tripulados) a Exploração do Cosmos pelo Homem (numa Aventura do tipo da Conquista dos Oceanos e dos Descobrimentos na Terra) sofreu uma tremenda derrota – invocando de imediato (para esse seu tremendo erro) os problemas financeiros e o perigo desnecessário para os astronautas.

 

E com esta estratégia de negação (sem nos movermos não vamos a lado nenhum) lançando as sondas automáticas – enquanto as víamos passar pela ISS (sentados e quietinhos) ou nos entretínhamos com o seu rasto deixado no céu (na zona de conforto como sedentários que agora somos).

 

Num Futuro que nos condicionará cada vez mais a acreditar no que uma minoria cada vez mais minoritária mas por outro lado cada vez mais poderosa vai afirmando (parecendo contraditório mas fazendo parte de uma confrontação infinita e inevitavelmente equilibrada entre minorias e maiorias) e que nos retirará toda energia para nos mantermos vivos (pela inexistência da cadeia ação/reação), toda a vontade de nos mexermos (sem movimento como um animal morto) acabando por desincorporarmo-nos (com a própria matéria a perder a sua alma, sustentada por sucessivos fenómenos de cariz e molde eletromagnético).

 

snapshot mars.jpg

 

E dando protagonismo às Sondas Automáticas

 

Num registo de imagem (um único) obtido pelo veículo motorizado da sonda norte-americana CURIOSITY (mostrando-nos a superfície de uma região do planeta MARTE) os técnicos da NASA e outras organizações associadas presenteiam-nos agora com duas versões diferentes do mesmo cenário (e não é por uma ser a preto-e-branco enquanto a outra é a cores): com uma diferença de mais de três anos no tratamento e edição da mesma imagem, na sua 1ªedição (2013) com o cenário que nos era apresentado a revelar a existência do que parecia ser uma estrutura de forma retangular (no centro da imagem e fazendo-nos lembrar a fachada de um edifício) e na sua 2ªedição (2017) com o espaço anteriormente ocupado agora completamente vazio, como se nada alguma vez lá pudesse ter estado.

 

Algo de extraordinário de acontecer para quem ainda acredita que as imagens são apenas editadas (talvez um pouco retocadas para terem melhor aspeto), mas nunca sujeitas a procedimentos oficiais, confidenciais e legais (complementares e antes de apresentar o produto), aqui surgindo-nos estilo Photoshop e apenas com a intenção de esconder certos detalhes: que deveriam ser concretizados sempre antes e nunca depois. Originando controvérsias desnecessárias e completamente inúteis sobre se a divulgação de tal imagem teria sido ou não um erro inicial (talvez uma sobreposição fortuita de imagens) ou se pelo contrário a estrutura lá estaria mesmo antes de ser retocada/apagada – quando o que interessava saber era o que se tinha passado entre Setembro de 2013 e Fevereiro de 2017 para que a estrutura efetivamente nunca tivesse existido (e isso sabe-o a NASA).

 

Num procedimento que só irá contribuir para o crescimento das dúvidas apresentadas cada vez mais por muitos mais como todos nós e que colocados frente-a-frente com certos factos para eles indesmentíveis (simplesmente por ali estarem presentes), nem uma palavra da NASA obtêm como resposta: um sim, um não ou um talvez – e tal como tudo o que acontece neste Mundo (e talvez n’Outro).

 

(imagem: UFOovni2012/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:18

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